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Os dois candidatos que participaram do pleito não puderam assumir a cadeira
Número é menor se comparado ao primeiro trimestre de 2014. De acordo com o órgão, 92,1 milhões de pessoas estavam ocupadas e 6,8 milhões, desocupadas
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(Foto: Rafael Neddermeyer / Fotos Públicas)[/caption]
A taxa de desemprego brasileira ficou em 6,8% no segundo trimestre de 2014, 0,3 ponto percentual a menos que a dos três meses imediatamente anteriores, divulgou hoje (6) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua. No primeiro trimestre, a taxa havia subido 0,8 ponto percentual em relação ao fim de 2013, ficando em 7,1%.
Se comparada ao segundo trimestre do ano passado, a taxa caiu 0,6 ponto percentual, pois o indicador estava em 7,4%. A pesquisa também mostra o nível de ocupação da população, que se refere à porcentagem de pessoas que estavam trabalhando no período. Segundo o IBGE, a taxa estava em 56,9%, contra 56,7% do primeiro trimestre de 2014 e 56,9% do segundo trimestre de 2013.
Segundo o IBGE, no segundo trimestre deste ano, 92,1 milhões de pessoas estavam ocupadas e 6,8 milhões, desocupadas. No primeiro trimestre deste ano, o número total de desocupados era 7 milhões e o de ocupados, 91,2 milhões. Já no segundo trimestre de 2013, essas parcelas da população somavam 7,3 milhões e 90,6 milhões.
A Pnad Contínua referente ao segundo trimestre tinha divulgação prevista para agosto deste ano, mas foi adiada por conta da paralisação parcial de servidores, entre maio e agosto. O resultado do terceiro trimestre será divulgado no final de dezembro.
Conforme informou a Secretaria de Imprensa da Presidência da República, Ban disse que a vitória da presidenta demonstra que “a população brasileira reconheceu a importância da redução da pobreza e da criação de oportunidades no Brasil”
Pela decisão, os acordos firmados entre a Única Dental Vendas de Produtos Odontológicos e Hospitalares Ltda. e o município de Cromínia continuam suspensos
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O tribunal apontou “indícios de irregularidade grave” em nove obras e recomendou a paralisação de quatro delas – duas no Piauí, uma no Rio de Janeiro e um no Rio Grande do Sul
O total de pessoas que vivem na extrema pobreza passou de 10.081.225, em 2012, para 10.452.383 no ano passado
O número é mais um indicativo do sucesso da nova plataforma, que estreou no dia 25 de abr
No primeiro discurso no plenário, candidato derrotado à presidência lamentou campanha "de mentiras" do PT, mas garantiu que o Brasil está mais exigente
A filha de Henrique Santillo foi escolhida por unanimidade dos presentes. O atual presidente, Edson José Ferrari, não compareceu
Para defensores, a medida é a única forma de efetivamente democratizar as comunicações no país. Para detratores, trata-se de uma tentativa de perpetuação no poder por parte do atual governo
[Eduardo Ohata, jornalista especializado em boxe, está na lista dos demitidos da "Folha"./Foto de seu Facebook]
O Portal Imprensa informa que a “Folha de S. Paulo” demitiu 15 jornalistas na terça-feira, 5, e deve fazer novas demissões nesta semana. O grupo Folha da Manhã, que edita a “Folha”, disse que aos profissionais que “problemas financeiros” são o motivo do passaralho. Acreditava-se, até poucos dias, que a situação da “Folha” era sólida.
Entre outros, foram demitidos: Flávia Marreiro, ex-correspondente do jornal em Caracas, Eduardo Ohata (jornalista brasileiro que mais entende de boxe, ao lado de Wilson Baldini Jr., do “Estadão”), de “Esportes”; Ana Krepp, de "Cotidiano"; Lívia Scatena, de "Gastronomia"; Euclides Santos Mendes, editor do "Painel do Leitor"; Samy Charanek, pauteiro de "Cotidiano"; Gislaine Gutierre, "Ilustrada"; e Thiago Guimarães, coordenador adjunto da Agência Folha.
O chefe de reportagem do caderno “Poder”, Cláudio Augusto, foi transferido para “Cotidiano”.

