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Goiânia já viveu outro surto de malária

Iúri Rincon Godinho Goiânia completou 81 anos na sexta-feira, 24. Na véspera do aniversário, a malária — uma doença que nem faz parte do vocabulário dos médicos da capital — aparece pela segunda vez entre os goianienses. E, por mais fantástico que seja, da outra vez que a enfermidade ameaçou também foi às portas de uma data importante, no caso o Batismo Cultural de Goiânia, em 1942. O caso não ganhou repercussão nos jornais, devido à censura imposta pelo Estado Novo, mas foi sério e serve de alerta para o que podemos enfrentar se o mosquito transmissor não for combatido. Em 1942 quem trabalhava na construção de Goiânia ainda vivia à margem do Córrego Botafogo — nada sobrou dessas primeiras casas. Naquele início de ano, de uma hora para outra, em menos de um mês, o contingente de operários caiu pela metade. As reclamações pelas faltas coincidiam: febre alta, calafrios intensos seguidos de ondas de calor, suor abundante, dor de cabeça e no corpo, falta de apetite, pele amarelada. Um cansaço ancestral que não permitia nem virar o pescoço. Depois da crise havia melhora mas tudo se repetia a cada dois ou três dias. O palco da Exposição de Goiânia, durante o Batismo Cultural, seria a Escola Técnica (hoje Instituto Federal de Educação, IFG). Mas a construção parara. A obra — como o Liceu, o Teatro Goiânia, o Palácio das Esmeraldas —, era monumental para a época. Um quarteirão de construção art déco ao lado do Bosque do Botafogo, em estilo de praça espanhola, com um pátio ao centro. Dos 200 trabalhadores locais, apareciam 30, 40. Pedro Ludovico Teixeira, interventor federal (o governador da época) desesperou-se. Como médico, suspeitou logo dos sintomas da malária e trouxe o colega recém-formado Aldemar de Andrade Câmara, para dar um jeito na situação. Aldemar sabia que a parte fácil seria cuidar dos doentes. Difícil saber onde nascia o foco. Para quem caísse de cama já existia no mercado a plasmoquina, do laboratório Bayer, um comprimidinho amarelo, pequeno. Os servidores humildes, não acostumados a engolir pílulas, acabavam vomitando até se acostumarem. Tratados os enfermos, Aldemar precisava controlar a epidemia. Procurou na construção da Escola Técnica pistas do criadouro do mosquito transmissor. Nada. Foi às casas dos operários, mas a distância das residências entre um doente e outro logo mostrou que o foco estava longe, provavelmente um lugar que o mosquito adorava: beira de rio. Mas qual? Depois de estudar cursos d´água e córregos, o médico Aldemar se concentrou no Meia-Ponte. De lá se retirava a areia para a construção da Escola Técnica. E o mesmo pedreiro que apanhava a areia a levava até a obra. Estava descoberto o foco e a epidemia foi controlada, apesar do atraso momentâneo da construção. Em 1942 como em 2014, o mosquito se aproveitou das condições tropicais da capital. Para sobreviver, precisa de regiões com temperaturas que não caiam a menos de 15 graus Celsius, de preferência onde a média seja 25 de graus. Só as fêmeas se alimentam de sangue humano — os machos vivem de seivas das plantas. A altitude também é importante. Na capital estamos a cerca de 700 metros acima do nível do mar e o transmissor raramente é ativo acima de 1.500 metros. Portanto, o palco para o mosquito sempre estará armado. Resta que aprendamos com a história a sermos atentos. Iúri Rincon Godinho, publisher da Contato Comunicação, é jornalista, escritor e pesquisador da história de Goiás.

Planta de Valores e nova presidência dominam debates na Câmara de Goiânia

Vereadores discutiram sobre as reais mudanças no IPTU e ITU. Zander Fábio (PSL), Célia Valadão (PMDB) e Geovani Antônio (PSDB) são cotados para o cargo de presidente

Lula indica Henrique Meirelles para ministro da Fazenda e mais dois nomes

O número um de Lula é o banqueiro Luiz Carlos Trabuco, do Bradesco. O goiano Meirelles é o número dois

Suzane von Richthofen se casa com sequestradora condenada a 27 anos de prisão

A companheira dela havia se casado anteriormente com Elize Matsunaga, que foi presa por matar e esquartejar o marido, Marcos Kitano Matsunaga

Sobe para 11 número de mortos em acidente com ônibus de estudantes

Acidente aconteceu em Borborema, no interior do Estado. Entre os mortos está a diretora de Cultura do município e professores das unidades de ensino do município

Suspeitos de roubos a ônibus no Triângulo Mineiro são presos em Itumbiara

Quatro pessoas foram detidas pela PRF-GO. Dois homens não atenderam ao sinal de parada dos agentes. Após perseguição, houve troca de tiros

Votos de Antônio Gomide são validados

TCM já havia recusado contas do petista enquanto prefeito de Anápolis. Dias antes da votação de 5 de outubro, TRE-GO indeferiu candidatura dele

Justiça da Itália julga nesta terça-feira extradição de Pizzolato

Condenado no processo do mensalão pelo STF, ele fugiu do Brasil em setembro de 2013

Iphan conclui obra do Museu das Bandeiras, na cidade de Goiás

Coube ao instituto sanar problemas diagnosticados no edifício, grantindo a continuidade de seu uso como museu e as adequadas condições para a guarda do acervo e atendimento ao público

Dia Internacional da Animação em Goiás estreia nesta terça

No primeiro dia da programação, será realizada a exposição de originais do filme O Menino e o Mundo na galeria de exposições do Museu de Imagem e Som de Goiás (MIS), também instalado no Centro Cultural Marietta Telles Machado

Insatisfação com candidaturas e com processo eleitoral reforça abstenções

Para muitos eleitores, tanto o ato de invalidar o voto quanto o de não participar do processo eleitoral representam uma forma de mostrar insatisfação com os candidatos ou com o processo eleitoral

Presidente executivo do Bradesco é cotado para assumir o Ministério da Fazenda

De acordo com o jornal “Folha de S. Paulo”, ele estará pronto para assumir o cargo porque no ano que vem, seguindo regras do banco, se aposentará aos 65 anos

Não fale mais comigo.

Passadas as eleições e com a poeira baixando aos poucos, "revenons à nos moutons" (o que em bom dilmês significa voltemos as vacas frias). Nunca na história desse país presenciei uma eleição tão acalorada e com os ânimos tão à flor da pele (nunca entendi essa expressão) entre os militantes/fãs/eleitores dos dois candidatos a Presidência da República. A tensão de um Goiás e Vila com estádio lotado virou briguinha de criança no recreio perto do que vimos e passamos nessas eleições. Bastava declarar seu voto no candidato X, deixando isso bem claro pra quem quisesse achar ruim, e lá vinha uma saraivada de insultos da turma do candidato Y, que achava ruim mesmo. E achava “di cum força”, só pra usar uma expressão bem conhecida por aqui. E vice versa. Discussões exaltadas deram o tom nas ruas, nas rodinhas etílicas e, principalmente, nas redes sociais. Muito xingamentos, ameaças e o fim de amizades antigas. E taca-le pau. E tome insultos. E tome porrada, cusparada, dedo no olho. Chute no saco não, esse era proibido. E nem preciso mencionar o preconceito e os absurdos ditos e não ditos ao povo nordestino, como se “o nosso voto valesse menos”, reclamou um amigo baiano. Peraí, isso não seria xenofobia? Racismo? Isso não é crime? Sei lá. Só sei que alguns amigos nem querem mais curtir uma água quentinha em praias de Porto Seguro. Natal? Fortaleza? Nem pensar. Mas calma, classe média. As praias caribenhas são ótimas e mais baratas que as praias da Dilma. #partiupuntacana Chegamos ao absurdo de ver um empresário mandar um recadinho nada amoroso aos seus próximos. “A mensagem é clara: se você votou no Partido Tal, não quero que você faça parte da minha vida. Quero você distante da minha casa e da minha família. Suma. Desapareça. Mude para o nordeste!”. Simples assim. Tão tá. A intolerância atingiu até inocentes crianças. Uma escola primária aqui da capital fez uma eleição com 20 alunos de uma sala qualquer. Dezenove votaram no candidato X e o único aluno a votar diferente do restante ficou isolado no recreio sofrendo com a ira dos amiguinhos. Meodeos. Tô nem aí em quem você votou ou deixou de votar. Problema seu. Cada um sabe onde o calo aperta e que assuma as consequências dos seus atos. Mas tem uma coisa...se não torce pro Vila Nova, mantenha distância de mim. Seu pulha.

Eleições batem recorde de comentários no Facebook

As eleições de 2014 no Brasil foram as mais comentadas na história do Facebook. De acordo com levantamento divulgado nesta segunda-feira (27/10) pela rede social, de 6 de julho até esse domingo (26), dia do segundo turno, 674,4 milhões de interações sobre o pleito foram registradas. Segundo o Facebook, é o maior número de interações sobre eleições geradas na rede social. O recorde anterior era das eleições na Índia, este ano, quando 227 milhões de conversas foram registradas - número três vezes menor que o volume de dados alcançado pelos internautas brasileiros. Interações são postagens de fotos, textos, comentário, curtidas, ou qualquer conteúdo compartilhado na rede. Só ontem, mais de 49 milhões de interações sobre o pleito foram geradas - 53,8% dos comentários voltados para a Dilma Rousseff e 46,2% para Aécio Neves. De acordo com a rede social, 89 milhões de pessoas usam o Facebook ativamente por mês no Brasil. A empresa estima que três em cada cinco eleitores brasileiros estão no Facebook.

Após eleição de Dilma, redes sociais se tornam palco de ataques a nordestinos, mas números mostram que disputa foi acirrada em todo o país

Em números brutos, o Sudeste foi responsável pela maior quantidade de votos para Dilma. Foram 20.931.961 daquela região, contra 20.175.484 do Nordeste. Ressalte-se ainda que a presidente obteve a maioria dos votos em MG e RJ