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Países assinam rascunho de acordo para reduzir gases de efeito estufa

O documento reconhece a responsabilidade comum e diferenciada dos países pelo aquecimento

Stipe Miocic venceu Júnior Cigano. Mas os jurados dizem que o brasileiro derrotou o americano

UFC Phoenix, Stipe Miocic e Cigano Junior dos Santos  (Foto: Getty Images Sport) Quando a luta entre Júnior Cigano e Stipe Miocic terminou, pensei imediatamente: ainda bem que a luta não foi com Cain Velasquez. Por quê? Porque, embora seja forte e atlético, Miocic é um pouco mais lento e não é incansável. Com um pouco mais de energia e pegada, teria nocauteado Cigano, provavelmente. O que vimos no octógono foi um Cigano sem ritmo, com a guarda baixa e fugindo do oponente meio desnorteado. Enquanto teve energia, Miocic o caçou e o acertou. O rosto do brasileiro mostra que a pancadaria não foi leve. O guerreiro patropi admitiu sua falha: “O Miocic é um atleta realmente bom. Eu fiz o que podia fazer hoje. Estou um pouco fora de ritmo de luta, mas graças a Deus venci”. Bem, Cigano venceu, segundo os jurados, e por unanimidade. Mas será que venceu mesmo? Talvez sim, talvez não, porque os homens do júri do UFC têm razões que a própria razão desconhece. A minha impressão, a de quem acompanhou os cinco rounds com atenção, mas não é especialista, é que Miocic derrotou Cigano. Tanto que, anunciado o resultado, Miocic não quis conversa e saiu logo, chateado, do octógono. Cigano, embora feliz, me pareceu um pouco perplexo com a decisão dos três jurados. Qual o resultado mais justo mesmo? A vitória de Miocic ou então um empate. Cigano diz que está sempre melhorando, mas talvez isto só ocorra nos treinos. Quando derrubou Miocic, os espectadores devem ter pensado: “Agora veremos o famoso e invisível jiu-jitsu de Cigano”. O que vimos? Um lutador que, fora o boxe, não sabia o que fazer com o adversário que estava no chão, sob seu corpo. O jiu-jitsu de Cigano é o Curupira do MMA internacional: todo mundo sabe que “existe”, mas ninguém nunca viu. Cigano é um grande lutador, não há dúvida. Mas, depois da derrota para Cain Velasquez, parece que perdeu a, digamos assim, coragem. E parece avesso às orientações de seus auxiliares.

A frase que Bolsonaro deveria ter dito: “Eu jamais iria estuprar você, porque ‘nenhum ser humano’ merece”

Ao insultar a também deputada Maria do Rosário, Bolsonaro não só comprova estatística que aponta para o quão o Brasil é machista, como também revela que o feminismo ainda tem muito a conquistar

Decisivo é o que historiadores vão fazer com o relatório da Comissão da Verdade sobre a ditadura

A Lei de Anistia vai ser revista pelo Supremo Tribunal Federal? Há ministros contrários, Como Celso Mello e Marco Aurélio Mello. Há ministros que avaliam que o tema precisa ser discutido. A presidente Dilma Rousseff não quer revanchismo. Mas o quê o relatório acrescenta para o esclarecimento da história da ditadura civil-militar? Pouco, acreditam doutores em história

Deslizamento de terra na Indonésia provoca pelo menos 17 mortes

De acordo com balanço, aproximadamente 100 pessoas estão desaparecidas

Gêmeas siamesas internadas em Goiânia já respiram por conta própria. Estado de saúde das irmãs permanece grave

Crianças nasceram com 37 semanas e são unidas pelo tórax e abdômen, compartilhando apenas o fígado

STF nega liberdade a 11 presos na Operação Lava Jato

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki negou pedido de liberdade a 11 investigados na Operação Lava Jato. A defesa dos presos alegou que eles deveriam ter o mesmo tratamento dado pela Justiça Federal ao ex-diretor da Petrobras Renato Duque, que teve a prisão preventiva revogada. Mas o ministro considerou que as situações são diferentes e optou por mantê-los presos. Nesta sexta-feira (12/12), o juiz federal Sérgio Moro aceitou a denúncia do Ministério Público Federal (MPF) no Paraná contra nove acusados de envolvimento no esquema de formação de cartel e pagamento de propina investigado na operação. Na quinta-feira (11), o MPF denunciou 36 pessoas pelos crimes de formação de quadrilha, corrupção e lavagem de dinheiro. Destas, 22 eram ligadas às empreiteiras envolvidas no esquema. Moro aceitou denúncia contra os seguintes acusados de participação no esquema: Alberto Youssef, Paulo Roberto Costa, Waldomiro de Oliveira, Carlos Alberto Pereira da Costa, Enivaldo Quadrado, Gerson de Mello Almada, Carlos Eduardo Strauch Albero, Newton Prado Júnior e Luiz Roberto Pereira. Ao oferecer a denúncia, o MPF informou que deve pedir na Justiça o ressarcimento aos cofres públicos de R$ 971.551.352,28 de todas as empresas denunciadas. O valor representa cerca de 3% do que o MPF considera que foi desviado dos contratos com a Petrobras.

Jornal “Folha de S. Paulo” destaca reforma administrativa do governo de Goiás. “Mais enxuta entre os Estados”

Publicação traz outros exemplos de unidades federativas que enxugaram a máquina governamental. Em nenhum caso, no entanto, reforma é tão ousada quanto a orquestrada pela administração goiana

Prefeitura de Caldas Novas realiza concurso público para diversas áreas neste domingo

Ao todo, são oferecidas 345 vagas para suprir a demanda da Secretaria Municipal de Educação, Ciência e Tecnologia

Homem mata parceira a facadas em Goiânia após descobrir suposta traição

José Júnior dos Santos confessou o crime e alegou ter tido "um momento de bobeira motivado pela fúria"

A ambição dos “políticos paraquedistas”

Deputados recém-eleitos já anunciam interesse em disputar prefeituras pelo interior e devem transferir título. Prática é comum na história brasileira e pode ser tentativa se manter “vivo” no Poder

Canto da Primavera 2014 seleciona 14 artistas goianos para apresentações

Curadoria escolhida pela Secretaria de Estado da Cultura divulgou os artistas e bandas que vão tocar na 15ª edição da mostra de música que acontece em Pirenópolis

Marconi Perillo pode aplicar na rede pública modelo semelhante ao de escolas dos Estados Unidos

O governador Marconi Perillo está pensando adotar, ao menos em algumas escolas de Goiás, um sistema parecido, ou ligeiramente diferente, do modelo de algumas unidades de ensino público dos Estados Unidos. Trata-se da Charter School. São uma espécie de PPPs nas escolas públicas, ou seja, grupos (no estilo do antigo colégio Rudá, que funcionava no Setor Marista, em Goiânia), com recursos repassados pelo governo, dirigem as escolas. Nos Estados Unidos, a Charter School funciona bem, e há vários anos. Mas não é toda a rede de ensino que funciona assim. Há escolas inteiramente públicas. Mas na Charter School o rendimento escolar é melhor do que na maioria das escolas inteiramente públicas.

Se Aécio Neves desistir de enfrentar Lula em 2018, Marconi Perillo pode se apresentar para a disputa

Sabe-se que o candidato a presidente da República pelo PSDB em 2018 será o senador mineiro Aécio Neves. O segundo nome da fila é o governador de São Paulo Geraldo Alckmin. Mesmo sabendo disso, o governador de Goiás, Marconi Perillo, articula para disputar já em 2018. O tucano-chefe goiano conta com a possibilidade do imponderável. Se o candidato do PT for Lula da Silva, um mito da política brasileira, alguns tucanos, possivelmente até Aécio Neves e Geraldo Alckmin, talvez não queiram disputar, optando por serem candidatos a senador pelos seus Estados. Sobraria para quem? Para um político e ousado, quer dizer, Marconi Perillo. A partir de 2015, o tucano-chefe vai começar a andar pelo País. Ele vai fazer dois tipos de pregação política. Primeiro, vai propor uma cruzada nacional em defesa da ampliação da segurança pública, cobrando maior participação do governo federal. Segundo, vai propor uma discussão ampla sobre o pacto federativo. Hoje, enquanto a União nada em dinheiro, os Estados e municípios nadam no seco — sem dinheiro para investir e, às vezes, até para honrar compromissos básicos. Um dos motivos de Marconi Perillo aventurar-se pela política nacional é que não quer repetir Iris Rezende — o político goiano que menos aprende com suas derrotas sucessivas e com as lições da vida política de seu Estado. O tucano-chefe não quer ficar disputando eleições estaduais de maneira indefinida até começar perder. Quer começar um novo ciclo de sua carreira política, e exatamente no plano nacional, no qual há mesmo espaço, pois as grandes lideranças envelheceram ou estão envelhecendo.

Jair Bolsonaro erra ao falar de estuprar deputada e Ricardo Noblat ao propor sua cassação

O deputado federal Jair Bol­sonaro (PP-RJ) disse, na semana passada, à ex-ministra dos Direitos Humanos e deputada Maria do Rosário (PT-RS): “Há poucos dias você me chamou de estuprador no Salão Verde e eu falei que eu não estuprava você porque você não merece”. A frase é dúbia — porque o deputado não diz que pretendia estuprá-la e acrescenta que a petista “não merece” o estupro (pode ser porque não vale a pena e porque uma pessoa não merece ser estuprada) —, mas a violência não é. O uso da palavra “estuprava” é, em si, uma violência. Uma guerra se processou nos sites, blogs e redes sociais. Jair Bolsonaro e Maria do Rosário foram atacados e defendidos com igual volúpia. Não deixa de ser estranho que até liberais tenham feito contorções filosóficas para sugerir que o deputado não está equivocado. É de se pensar que liberais que se tornaram combatentes perderam a cabeça e deixaram de ser liberais de fato. A fala do pepista é indefensável. Outra tese indefensável é do colunista de “O Globo” Ricardo Noblat, que se apresenta como policial dos costumes e propõe a cassação de Jair Bolsonaro, por falta de decoro parlamentar. Ora, o jornalismo normativo do repórter deveria sugerir no máximo uma advertência. A cassação do deputado seria outra violência. Será que Ricardo Noblat quer ser o militar-civil de um Márcio Moreira Alves que apoia o que ocorreu durante o regime civil-militar? Ricardo Noblat, que está jogando para a plateia, sobretudo a feminina e a que defende os direitos humanos, deveria se preocupar um pouco menos com debates pouco civilizados e pedir, por exemplo, a prisão do tesoureiro do PT, João Vaccari, que estaria envolvido, até a raiz dos cabelos, nos escândalos da Petrobrás. Pelo menos é o que assinala a revista “Época”.