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Em tempo de reatamento de relações entre Cuba e Estados Unidos, vale a pena ler o livro “À Espera de Neve em Havana”, um relato pungente e de alta qualidade literária de um menino cubano que foi obrigado a sair de seu país e imigrar para outra nação, e sem os pais
Uma das principais revelações políticas da base marconista em 2014 é o deputado federal eleito Alexandre Baldy. Embora nunca tivesse disputado uma eleição, obteve 107.544 votos (3,55%), consagrando-se como o oitavo mais bem votado. “Batizado” pelas urnas, deve ser candidato a prefeito de Anápolis pelo PSDB. Aos 34 anos, com a experiência de dirigir empresas e de ter sido secretário da Indústria e Comércio, é forte páreo para o prefeito João Gomes, do PT. Por ser o novo e ter a imagem de gestor eficiente, e de saber agregar forças políticas e empresariais, Baldy dará trabalho para o prefeito João Gomes. E poderá ser eleito. Há tanto receio de sua capacidade de trabalho e eleitoral que o PT pode lançar o ex-prefeito Antônio Gomide a vereador para fortalecer a candidatura de João Gomes.
Parceria entre o município e o governo de Goiás, por meio da OVG, já é marco da gestão Jânio Darrot
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Adriana Accorsi foi eleita deputada estadual e Daniel Vilela a federal | Fotos: Edilson Pelikano[/caption]
As duas maiores revelações eleitorais de 2014 no campo das oposições são Daniel Vilela, do PMDB, e Adriana Accorsi, do PT.
Eleito deputado federal, Daniel Vilela obteve 179.214 votos (5,91%). Não é qualquer dia que um político obtém uma votação tão elástica. Embora seja um político do estilo “vaga-lume” — aparece e some, não se firmando e não dando continuidade aos posicionamentos críticos —, Daniel é articulado, está procurando se tornar mais consistente e fala bem. Tem futuro. Mas este pode chegar mais cedo ou mais tarde — vai depender de sua vontade e de sua energia. Fica-se com a impressão de que, como o pai, Maguito Vilela, é relutante. Recentemente, começou um enfrentamento com Iris Rezende, mas, bastou este bater o pé, e o jovem peemedebista “desapareceu”.
Adriana Accorsi foi eleita com 43.867 votos (1,39%) — ficando como a quinta mais bem votada. A petista pode disputar a Prefeitura de Goiânia, com o apoio do prefeito Paulo Garcia e, quem sabe, do deputado federal Rubens Otoni. Delegada de polícia, é popular e consistente.
Everaldo Fernandes Benevides A informação sobre a Superintendência do Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco), publicada em nota pela coluna Bastidores (Jornal Opção Online) na sexta-feira, 19, não corresponde à realidade da instituição. Segundo o jornalista autor da coluna, “Antônio Gomide é visto como o gestor que, se assumir o comando, põe a Sudeco para funcionar de fato. No momento, é meramente decorativa”. Gostaríamos de esclarecer que a Sudeco executa um sólido trabalho desde sua reinstalação, em 2011. A autarquia tem a incumbência de superar as desigualdades intra e inter-regionais e a pobreza extrema, por meio da dinamização econômica e da inclusão produtiva. Soma-se o importante papel de fortalecimento dos sistemas locais e regionais de inovação, visando à competitividade dos espaços produtivos e o desenvolvimento regional sustentável, através da promoção do fluxo de conhecimento e do acesso a instrumentos de apoio coletivo à inovação. A autarquia supervisiona um orçamento de R$ 1,1 bilhão do Fundo de Desenvolvimento do Centro-Oeste (FDCO) e de R$ 2,2 bilhões do Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO). O orçamento próprio e os recursos provenientes de emendas parlamentares somam R$ 231 milhões no ano de 2014, além de R$ 430 milhões em projetos transferidos da Secretaria Nacional de Irrigação atualmente sobre sua gestão. A Sudeco possui um papel integrador no desenvolvimento de estudos de viabilidade e de projetos executivos, como o da ferrovia de ligação entre Brasília e Goiânia, e o de viabilidade do trem Brasília–Luziânia. A autarquia é responsável por implantar e desenvolver seus principais projetos, realizados com recursos provenientes de emendas parlamentares, de descentralização de crédito e de plano de ação com recursos orçamentários da LOA. Todas essas atribuições são executadas pelos 180 colaboradores que compõem o corpo técnico da superintendência, que trabalham não só em Brasília, como também pelos municípios da Região Centro-Oeste, com alto grau de comprometimento. Cabe ressaltar ainda que a atuação da Sudeco é constantemente exaltada pelos parlamentares da região Centro-Oeste e pelos quatro governadores da região. Everaldo Fernandes Benevides é superintendente substituto da Sudeco.
“Mulheres preparadas começam a ser reconhecidas”
Rosangela Magalhães de Almeida Tive três boas notícias em uma semana. Uma mulher no comando da Secretaria da Fazenda de Goiás (Ana Carla Abrão Costa), uma mulher na direção da Escola de Direito e Relações Internacionais da PUC-GO (Maria Nívea Taveira, professora de Direito do Trabalho e irmã de José Taveira) e outra mulher na Coordenação do Curso de Direito da PUC-GO (Neire Mendonça, professora de Direito Civil, há mais de 20 anos na instituição). Todas pelos seus currículos, competência e dedicação na profissão. Nenhuma “cotista”. Há mulheres extremamente preparadas que, felizmente, começam a ser reconhecidas. Sucesso e sorte a todas elas. Rosangela Magalhães de Almeida é professora da PUC-GO, da UNIP e advogada. E-mail: [email protected]“Todos em Sobibor foram heróis”
Bruno Carreira Parabéns ao jornalista Euler de França Belém pelo artigo “Livro resgata história de líder da revolta do campo de extermínio de Sobibor que morou em Goiânia” (coluna “Imprensa”, Jornal Opção 2029). Todos os prisioneiros em Sobibor são heróis, mesmo os que morreram. Devemos orar por todos eles. E-mail: [email protected]Os deputados Rubens Otoni (federal) e Humberto Aidar (estadual) estão cada vez mais convictos de que o PT tem um “diamante bruto” no Estado. Trata-se do ex-reitor da Universidade Federal de Goiás Edward Madureira. Rubens e Aidar acreditam que, num trabalho artesanal, o petismo poderá lapidá-lo e, quando chegar 2016, estará pronto para ser exibido ao eleitorado como candidato a prefeito de Goiânia. Há grupos de petistas, alguns deles até simpáticos à Articulação, que avaliam que o candidato do PT a prefeito de Goiânia não pode sair do grupo do prefeito Paulo Garcia. Eles sugerem que o desgaste do prefeito pode contaminar o candidato e derrotá-los. Teme-se até que o partido faça uma bancada de vereadores irrisória. Aposta-se em Edward Madureira porque, embora seja filiado ao PT, tem um percurso construído à revelia do partido, como gestor, dos mais qualificados, da UFG. Para substituir o prefeito de Goiânia, que não tem fama de administrador eficiente, acredita-se, entre os petistas mais independentes, que será preciso apresentar um candidato que seja gestor competente e experiente. O nome seria o de Edward Madureira, que, como candidato a deputado federal, mesmo sem estrutura de campanha, recebeu quase 60 mil votos.
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Deputado federal Sandro Mabel |Foto: Edilson Pelikano[/caption]
A bola de cristal diz: “O candidato a prefeito de Goiânia em 2016, pelo PMDB, será Iris Rezende”. A razão, bola de cristal do jornalista, contrapõe: “É possível que o cacique dispute. Mas há variáveis”. Precisa ter vontade, saúde, apoio político e capacidade de bancar a campanha. Um irista afirma que “muitos querem disputar a Prefeitura de Goiânia, mas poucos sabem como a próxima disputa será caríssima”.
Na opinião deste irista, nem Agenor Mariano, nem Bruno Peixoto e mesmo Iris Rezende têm condições de bancar uma candidatura contra um opositor com estrutura ampla. O que fazer? “Convocar Sandro Mabel para a disputa. O principal diferencial do empresário é dinheiro.”
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Bill O’Dwyer: "Quando nos abrimos ao comércio exterior, vendemos o que é goiano e atraímos novos investimentos" / Fernando Leite/Jornal Opção[/caption]
William O’Dwyer, chamado Bill, que fica na Secretaria de Indústria e Comércio até o dia 31 de dezembro, ocupará a Superintendência do Comércio Exterior, no próximo ano. Considerada como uma “subsecretaria”, a Superintendência integra a pasta de Desenvolvimento Econômico, Científico, Tecnológico e da Agricultura, cujo secretário, também anunciado pelo governador reeleito Marconi Perillo (PSDB), é o vice José Eliton (PP). Segundo William, a fusão é tranquila, uma vez que José Eliton representa um canal direto de comunicação com o governador.
“Eu acredito que os resultados serão muito bons. Pois, não só o corte de despesas, que é o principal objetivo, mas a integração dessas secretarias e o fortalecimento delas, individualmente e como um todo, favorecerá o Estado de Goiás”, diz. Ele acrescenta que a fusão das pastas concentrará, em um só lugar, toda cadeia produtiva e que, assim, os resultados serão positivos, em médio prazo. “A Superintendência de Comércio Exterior será muito benéfica para Anápolis, pois, quando nós nos abrimos para o comércio exterior, não temos apenas a venda do que é goiano, mas atraímos novos investimentos para as cidades e para a região”, afirma.
Como primeira ação, William conta que ele e o vice-governador, José Eliton, viajarão para Nova Iorque em janeiro para apresentar o Estado de Goiás à Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos: “Em janeiro, já iniciaremos os contatos com os Estados Unidos, para mostrar o potencial de Goiás. Isso deve mudar o nosso perfil”.
Quanto a 2014, William diz que “não deixa de ser um ano positivo”. O titular destaca a construção do Centro de Convenções, que será entregue no próximo ano, como uma obra importante para Anápolis. “Além do Centro, haverá a conclusão da obra do Aeroporto de Cargas. Outra obra também muito importante é a do presídio, cuja carência, em Anápolis, é muito grande”, afirma ele.
A consolidação do Daia, como um grande polo industrial e a atração de novos investimentos, é outro ponto bem avaliado por William. Para o setor, ele anuncia: “O próximo secretário tem um grande desafio, que é a construção do Daia II. Nós já prospectamos algumas áreas para desapropriação, o que nos dará condições de abrigar novas empresas”. Além disso, os 14 alqueires, que serão entregues à Goiasindustrial, beneficiará o Distrito já existente.
Crise de 2015
De acordo com ele, o município anapolino está bem preparado para tão comentada crise econômica. “Ela afetará o município, mas de uma maneira mais suave. Nós já temos uma economia fortalecida, com melhores resultados, se comparada a outros Estados brasileiros”. O potencial logístico somado ao polo farmoquímico e à própria indústria automobilística contribuem para que o mercado mantenha um nível bom, com manutenção de empregos e geração de renda, ainda que em patamares menores.
“O comércio exterior, as exportações e importações via Porto Seco geram bons resultados; o que é positivo para o balanço comercial. Quando você entrega uma obra, gera-se oportunidades de empregos, de realizar novos investimentos”, explica. O secretário cita o Centro de Convenções, como exemplo. Segundo ele, o lugar será uma porta aberta para eventos, o que traz rendas. “A cidade será muito beneficiada. O Centro forçará a construção de novos hotéis e a cidade terá que ser reaparelhada, estruturalmente, para receber esse turismo em massa”, aponta.
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Um dos objetivos atuais do Enem é medir a qualidade do ensino médio nas escolas brasileiras, além de descrever o contexto social dos alunos / Flavio Moraes/G1[/caption]
Os colégios anapolinos Delta e Galileu ficaram, respectivamente, em 5° e 9° lugar no ranking goiano do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). A lista com o desempenho de cada escola no Enem foi divulgada no início da semana passada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep).
O Colégio WR, de Goiânia, obteve a melhor nota média de Goiás e aparece na 33ª colocação em nível nacional. O Colégio Delta ficou na 214ª posição, no ranking brasileiro, com média 642,39 na prova objetiva, e, na redação, 717,70. Já o Colégio Galileu ficou em 390º lugar com 628,46 pontos na média da prova objetiva e 668,33 na redação. Ainda que a posição assuste, em nível nacional, ambas as escolas obtiveram um indicador socioeconômico “muito alto”.
O ranking refere-se à edição passada do Enem, com base nas provas aplicadas em 2013, e comtempla um dos objetivos do Instituto que é o de medir a qualidade do ensino médio nas escolas brasileiras. O índice ainda possibilita a consulta do desempenho médio, porcentuais de alunos em cada um dos níveis de desempenho, a média dos 30 melhores alunos e a formação docente.
“Na análise de dados educacionais, é particularmente necessário descrever o contexto social dos alunos, que tem grande influência nos resultados”, afirma o presidente do Inep, Chico Soares. O ranking apresenta 14.715 instituições de ensino médio de um total de 25.909 escolas avaliadas.
A maioria das instituições com as melhores notas no País se encontra na região Sudeste.
A Câmara Municipal de Anápolis apresentou balanço positivo quanto à produtividade dos parlamentares em plenário. Além de projetos de lei e de resolução das mais variadas moções, os 23 vereadores aprovaram 1.731 requerimentos em sessões ordinárias, ao longo do ano. Paulo de Lima (PDT) aprovou 297 reivindicações, liderando o ranking. Em seguida, Jean Carlos (PTB) com 174 aprovações e Amilton Filho (SD), com 154. As reivindicações da população ganham o caráter oficial por meio do requerimento, podendo, então, serem encaminhadas aos órgãos públicos em geral. Apresentado pelo vereador, bancada ou Mesa Diretora, o requerimento é um instrumento legislativo que exige informações do Executivo, no prazo máximo de 30 dias, conforme determina a lei. É necessária a aprovação em plenário, com votação simbólica.
Natural de Anápolis, o coronel goiano Dodsley Yuri Tenório Vargas foi anunciado na terça-feira, 23, pelo governador eleito do Tocantins, Marcelo Miranda (PMDB), como o novo comandante do Corpo de Bombeiros do Estado do Tocantins. A indicação se dá, em grande parte, devido ao seu bom currículo: incorporou as fileiras dos bombeiros na Academia de Bombeiro Militar do DF; possui vários cursos voltados para o oficialato dos bombeiros; e curso de perícia de incêndio e explosões. . Nos quase 24 anos em que está no Tocantins, o coronel passou por inúmeras funções. Além de subcomandante, ele também desempenhou o cargo de diretor de ensino, coordenador-adjunto da Defesa Civil e, ainda, foi chefe do Estado-Maior do Estado. O coronel assume o comando a partir do próximo dia 1º de janeiro.
Consolidação do acordo entre EUA e Cuba foi mais uma cartada certeira do pontífice argentino, que usa a eficiente rede de relações da Santa Sé para avançar em temas espinhosos
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Agenor Mariano (à esquerda) e Bruno Peixoto querem disputar o Paço Municipal | Fotos: Fernando Leite/Jornal Opção[/caption]
O PMDB de Goiás, se fosse um indivíduo, teria de consultar um analista. Há uma crise de identidade. Há quem acredite que é preciso “matar”, simbolicamente, o “pai”, representado pela figura de Iris Rezende. Há quem admita que o conflito com o PT é uma maneira de escamotear a própria crise. A intelligentsia do partido avalia que o partido perdeu a capacidade de pensar de maneira inteligente e estratégica, tão-somente reagindo aos ventos das circunstâncias.
Discute-se: “Quem vai presidir o partido em Goiânia?” O deputado Bruno Peixoto, cuja estratégia é não ter estratégia, quer ser o presidente por dois anos, não apenas da comissão provisória por 90 dias. Porém, pelo menos dois peemedebistas receberam a recomendação de que não deve ser o escolhido. O irismo quer Agenor Mariano no comando em Goiânia.
O motivo da preferência por Agenor Mariano? “Lealdade, confiabilidade”, afirma um irista. “Bruno Peixoto é ‘lá’ e ‘cá’”, afiança o mesmo irista. “Bruno pode ficar no comando por 90 dias, mas depois não vai dirigir o partido. Ele tem mania de colocar até o pessoal de seu gabinete no diretório. Não pega bem.”
O que há por trás de algumas intrigas? O fato de que tanto Agenor Mariano quanto Bruno Peixoto têm o mesmo projeto: querem disputar a Prefeitura de Goiânia, em 2016. O deputado está se tentando se aproximar de Iris Rezende, mas este desconfia de sua lealdade. Até pouco tempo, era um dos que estavam mesmerizados pelo canto de sereia de Júnior Friboi.
Tanto Agenor Mariano quanto Bruno Peixoto sabem que, se quiser, Iris Rezende será o candidato do PMDB a prefeito de Goiânia. A diferença é que, se o peemedebista-chefe postular, Agenor Mariano não hesita um minuto e retira seu time de campo e passa a apoiá-lo. Bruno Peixoto, se conseguir o apoio de um empresário como Júnior Friboi, “enfrenta” Iris Rezende e tenta disputar a prefeitura.
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Waldir Soares: fenômeno de 2014 | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção[/caption]
O marxismo avalia que só as massas mudam a história. Mas a história comprova que indivíduos isolados produzem mudanças e, às vezes, conduzem as massas. Como Lênin que, buscado na Finlândia, comandou a Revolução Russa de 1917, quando alguns de seus aliados recomendavam que, mais uma vez, fugisse do País. Nas eleições de 2014, em Goiás, pode-se falar num fenômeno eleitoral: o delegado Waldir Soares, do PSDB, que foi eleito deputado com uma votação extraordinária, o que contribuiu para que a bancada governista conseguisse eleger 13 parlamentares federais.
Waldir Soares não tinha dinheiro. Mas tinha vontade e usou a internet para articular uma multidão de cabos eleitorais virtuais que se tornaram eleitores. Abertas as urnas, o fenômeno: gastando um valor irrisório, obteve quase 300 mil votos.
Em 2016, o fenômeno estará de volta, possivelmente como candidato a prefeito de Aparecida de Goiânia. Mas um detalhe tem chamado a atenção de todas as cúpulas partidárias: Waldir Soares também é forte em Goiânia. O único problema é que, na capital, o PSDB vai bancar a candidatura de Jayme Rincón para prefeito. A tendência é uma dobradinha nas duas cidades vizinhas, Jayme no palanque de Waldir e vice-versa.
Grandes empreendedores enxergam oportunidades em ambientes adversos, sem deixar de cobrar das várias esferas de governo mais austeridade, menos impostos e readequação de leis trabalhistas

