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Empresário foi eleito em chapa única na manhã deste domingo (31/5), durante evento que contou com a presença do governador Marconi Perillo
Anúncio foi feito pelo governador Marconi Perillo (PSDB) durante evento na Câmara Municipal
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Governador Marconi Perillo, durante discurso na Câmara Municipal de Goiânia | Foto: Leoiran[/caption]
O governador Marconi Perillo (PSDB) anunciou que o Hospital de Urgências de Goiás Governador Otávio Lage (Hugol) será inaugurado no dia 6 de julho. Anteriormente conhecido como Hugo 2, o hospital localizado na Região Noroeste de Goiânia estará em pleno funcionamento já no próximo mês.
As informações foram dadas pelo tucano durante a eleição da nova diretoria do PSDB Metropolitano da capital, em solenidade na Câmara Municipal de Goiânia. Segundo Marconi, uma grande cerimônia será realizada na ocasião. "Não vai ser um hospital qualquer, ele terá 'padrão Governo de Goiás', que é sinônimo em qualidade, eficiência e humanidade", completou ele.
Em aclamado discurso, Marconi lembrou que apenas 38 hospitais brasileiros são certificados pela Organização Nacional de Acreditação (ONA) e, dentre esses, só 13 são públicos. "Tenho muito orgulho em afirmar que, desses 13, cinco são do Governo de Goiás", afirmou emocionado.
Estrutura
Segundo informações do governo, o Hugol terá 360 leitos, cinco pavimentos de enfermarias para internação, dez leitos de observação e 40 de UTIs neonatal e pediátrica, além de 13 leitos para vítimas de queimaduras e atenderá a serviços médicos de urgência e emergência, entre outros. O hospital da Região Noroeste da capital prestará os mesmos serviços do Hugo, além do acréscimo do atendimento às vítimas de queimaduras. O número de leitos do Hugo 2 é quase 50% superior ao do Hospital de Urgências de Goiânia. Cerca de 500 mil habitantes serão diretamente beneficiados com a construção do Hugo 2. O hospital terá Banco de Sangue, salas de mamografia, broncoscopia e de teste de esforço. As especialidades atendidas pelo hospital incluem Cirurgia Geral, Ortopedia, Neurocirurgia, Cirurgia Pediátrica e Queimaduras. Faz parte do projeto a construção de um heliponto, mil vagas de estacionamento e auditório para 150 lugares. Segundo informações da Secretaria Estadual de Saúde, o Hugo 2 vai contar com o que há de mais moderno no atendimento de urgências, traumas, emergências e tratamento de queimados. No primeiro andar vão funcionar as unidades de pronto atendimento, ambulatórios, consultórios médicos, salas divididas por especialidades e enfermaria clínica. No segundo vai ficar o Centro Cirúrgico, com sete salas para atendimentos ininterruptos, durante 24 horas. Haverá também uma sala específica com equipe de recuperação pós-anestesia e enfermarias clínicas. Esta mesma estrutura será implantada nos demais andares. Entre os exames e procedimentos que serão realizados pela unidade estão Tomografia, Ressonância Magnética, Ultrassonografia (de todos os órgãos), Eletrocardiografia, Ecocardiografia com Ecodoppler, Endoscopia, Videolaparoscopia, Análises Clínicas, Anatomia Patológica, Broncoscopia e Terapia Renal Substitutiva – que inclui hemodiálise, diálise peritoneal, hemofiltração e transplante renal.
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Waldir Soares: se não bancá-lo para prefeito de Goiânia, o PSDB corre o risco de perder o deputado federal para outro partido | Foto: Fernando Leite / Jornal Opção[/caption]
Só três coisas tiram o deputado federal Waldir Soares, o homem dos 270 mil votos, do sério. Primeiro, sugerir que dispute a Prefeitura de Aparecida de Goiânia. Segundo, propor que não dispute a Prefeitura de Goiânia. Terceiro, sublinhar que, se tem popularidade, não tem prestígio e, por isso, não tem a aprovação da classe média na capital.
Aos aliados, não importando o cargo, o deputado, que é delegado da Polícia Civil licenciado, diz, com todas as letras, que não vai disputar a Prefeitura de Aparecida de Goiânia. Nem que a vaca tussa em iídiche. Em seguida, monotemático, frisa que vai disputar a Prefeitura de Goiânia. Aos que lhe recomendam que observe a “fila” tucana, Waldir cutuca, sem pestanejar, que se trata do deputado mais bem votado das últimas eleições. Portanto, cobra mais respeito no tratamento pessoal e partidário.
Nos momentos de ira, quando avalia que o PSDB está menosprezando seu capital eleitoral, Waldir admite que pode deixar o partido, em busca de um pouso mais respeitoso. O delegado, de fato, não é um maior abandonado. Pelo contrário, vários partidos estão de olho gordo, até gordíssimo, no seu passe político-eleitoral.
O presidente do PHS nacional, o goiano Eduardo Machado, disse ao Jornal Opção que, se o PSDB não quiser bancar Waldir para prefeito, não há problema algum: o partido que dirige oferece legenda para o deputado ser candidato, em 2016.
“O PHS vai ampliar seu raio de atuação política e, por isso, convida o delegado Waldir para disputar mandato de prefeito de Goiânia na próxima eleição. Nós não subestimamos a capacidade política e o potencial eleitoral do deputado. Por isso, queremos lançá-lo para prefeito da capital. Nós acreditamos que ele tem chance de ser eleito”, afirma Eduardo Machado.
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Vanderlan Cardoso e Jorcelino Braga: os dois políticos já estão dialogando e podem articular uma aliança político-eleitoral para 2016 | Foto: reprodução[/caption]
O presidente do PSB de Goiás, empresário Vanderlan Cardoso, tomou uma decisão: só disputa a Prefeitura de Goiânia se conseguir articular um forte bloco de apoio. Noutras palavras, não quer mais ser candidato de si próprio, e sim de um grupo político. No momento, atraiu para sua aliança a senadora Lúcia Vânia, que deve se filiar brevemente ao PSB, e o deputado federal Marcos Abrão, do PPS. São políticos consistentes, mas a aliança ainda não é suficiente. Por isso, o empresário aproximou-se do governador Marconi Perillo, do PSDB. Mesmo tendo aparado as arestas com o tucano-chefe, sua situação é a seguinte: está quase na base do governador Marconi Perillo — seus dois principais aliados, Lúcia Vânia e Marcos Abrão, mantêm forte estrutura no governo do Estado —, mas a base governista não está com ele, e tampouco pretende apoiá-lo, exceto se, no segundo turno, disputar a eleição com o “arqui-inimigo” do PSDB, Iris Rezende. Aí a aliança sai a fórceps.
Por perceber que precisa ampliar sua aliança política, Vanderlan não vai dispensar apoio. Pelo contrário, vai buscar velhos e tentar conquistar novos apoios. Na sexta-feira, 29, o Jornal Opção conversou com o presidente do PRP, Jorcelino Braga, e perguntou-lhe sobre a possibilidade de uma aliança com Vanderlan Cardoso. “Vocês estão rompidos?” — quis saber o repórter. “Não estamos rompidos, não. A nossa relação era e é muito boa. E digo mais: não acredito que ele vai para a base do governador Marconi Perillo. Percebo que, até por conhecer a história política de Goiânia, está numa linha mais independente, alternativa aos grupos de Iris Rezende, do PMDB, e de Marconi, do PSDB.”
Braga assegura que Iris Rezende e Vanderlan estão praticamente empatados nas pesquisas de intenção de voto. “Iris está um pouco na frente, mas Vanderlan está bem posicionado. O recall dele é muito bom em Goiânia.”
Mas o PRP de Braga pode compor com o PSB de Vanderlan? “Se Jorge Kajuru não for candidato pelo PRP — se ele quiser, será o nosso candidato —, será mais fácil compor com Vanderlan. Tenho conversado com frequência com Vanderlan, não temos nenhuma aresta para aparar.”
Jorge Kajuru está doente, internado em Belo Horizonte — os grampos da cirurgia bariátrica soltaram —, mas, segundo Braga, tem ânimo para disputar a prefeitura. “O partido está à sua disposição. Ele me disse que pretende continuar disputando mandato eletivo e, em 2016, o único que lhe interessa é o de prefeito de Goiânia. O PRP já lhe deu a palavra de que, se postular mesmo, será bancado para a disputa na capital”, anota Braga.
Na opinião do ex-secretário da Fazenda, o peemedebista-chefe Iris Rezende vai disputar a eleição para prefeito de Goiânia. “Como está bem posicionado nas pesquisas, ele dificilmente não disputará. Talvez fosse o caso de o PMDB abrir espaço à renovação, porém, como o partido parece não ter um nome consolidado na capital, Iris deve ser candidato.”
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Governador de São Paulo, Alckmin pode ir para o novo PSB | Foto: Miguel Angel Alvarez[/caption]
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, planeja ser candidato a presidente da República, em 2018, pelo PSDB. Porém, como o seguro morreu de velho, está “criando” uma alternativa, formatando um novo grupo político. Nos bastidores, o tucano é um dos políticos que incentivam a fusão entre PSB e PPS, com o objetivo de que se crie um partido mais substancioso, com mais presença nacional. Em São Paulo, trabalhou, sem muita discrição, para atrair a senadora Marta Suplicy para o PSB — arrancando-a do PT. O presidente nacional do PPS, Roberto Freire, havia ficado como suplente de deputado federal, o que reduzia seu peso político, então Alckmin convocou um deputado federal para sua equipe e devolveu o líder socialista para Brasília.
Por que Alckmin está contribuindo, direta ou indiretamente, para a construção de um novo partido? Porque teme que o PSDB banque o senador Aécio Neves — dada sua boa votação em 2014 — para presidente da República.
O grupo de Alckmin avalia que, em 2018, finalmente se acabará o reinado do PT, dada a corrupção sistêmica forjada por integrantes do partido, e aquele que articular uma frente ampla, com discurso crítico e construtivo, tende a ser eleito presidente. Como o eleitorado de São Paulo é o maior do país, os alckministas apostam que saem na frente e, sobretudo, tiram o pé de apoio de Aécio Neves. Em 2014, o senador perdeu em Minas Gerais, mas se aproximou perigosamente da presidente Dilma Rousseff graças ao eleitorado de São Paulo. Em 2018, se houver um candidato a presidente de São Paulo, a votação de Aécio Neves tende a ser menor no Estado, o que enfraquecerá sua campanha. Tucanos paulistas sugerem que o senador dispute o governo de Minas Gerais, fortalecendo o PSDB no Estado, e aí Alckmin poderia disputar a Presidência pelo partido.
A articulação de Alckmin é tão forte que está convidando para conversas políticos de vários Estados e partidos. O senador goiano Ronaldo Caiado (DEM) conversou demoradamente com Alckmin. O governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB) — que tem pretensões presidenciais —, também está na lista de interlocutores do governador paulista. Tucanos sublinham que, enquanto Aécio Neves pouco procura os tucanos do país, supostamente avaliando que ele deve ser procurado, Alckmin conversa com todo mundo, apresentando suas ideias e buscando ampliar as alianças.
Pesquisadores têm ficado impressionados com três fatos. Iris Rezende, apesar do recall positivo em Goiânia, não aparece muito bem nas pesquisas de intenção de voto. De fato, lidera, mas com uma frente pequena. Vanderlan Cardoso impressiona pelo recall positivo. O presidente do PSB quase sempre aparece em segundo lugar, praticamente colado em Iris Rezende. A surpresa é mesmo o delegado-deputado federal Waldir Soares, que aparece em terceiro lugar, colocado em Vanderlan Cardoso. Detalhe: o delegado é o responsável pelo esvaziamento de Iris Rezende na região Noroeste e em outras áreas pobres da cidade. O tema da segurança pública impacta profundamente a periferia. Waldir Soares pode até não ser eleito, mas pode contribuir para derrotar Iris Rezende e eleger Vanderlan Cardoso. Ou, de repente, pode até se eleger, surpreendendo o coro dos contentes.
Presidente da Câmara dos Deputados patrocina aprovação de projeto que anula o dispositivo “comprado” no Congresso em 1997, no governo FHC
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Deputado defende reeleição do prefeito | Foto: Marcos Kennedy[/caption]
O prefeito de Itumbiara, Chico Balla, deve ser candidato à reeleição. “O líder do PTB é o nosso candidato natural”, afirma o deputado estadual Zé Antônio.
“Chico Balla faz uma gestão bem avaliada, com obras e forte apoio político. Ele é bancado pelo ex-prefeito Zé Gomes da Rocha, por mim e por sete dos 13 vereadores do município. Ressalte-se que três dos vereadores mais bem votados hipotecam seu apoio ao prefeito”, sublinha Zé Antônio.
Mas Zé Gomes da Rocha pode disputar? “Zé Gomes, nome mais forte da política de Itumbiara, não tem nenhum processo transitado em julgado. Portanto, pode ser candidato a prefeito.” Ele é uma espécie de “reserva” de luxo.

