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Advogados poderão ter férias sem que corra prazo de processos

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou, em caráter conclusivo, o projeto de lei 5.240/13, do deputado Damião Feliciano (PDT-PB), que garante ao advogado o direito de tirar férias de 30 dias anuais sem que o prazo de processos sob sua responsabilidade continue correndo. A aprovação valerá apenas para os casos em que o advogado for o único representante com procuração do cliente em uma causa judicial.

Na Maratona de Boston, a reafirmação da identidade nacional americana

É impossível caminhar por qualquer região da cidade e não encontrar referências ao espírito de resistência e ao patriotismo desencadeados pelo atentado terrorista

Ele é o cara

2082 - Opção Jurídica Luís Antônio Paiva Por trás do pré-candidato a presidente da OAB-GO Lúcio Flávio está seu irmão Luiz An­tônio Siquei­ra de Paiva (foto), que para muitos será “o cara” da campanha e de uma possível gestão, se vencerem as eleições. Embora não seja afeto do grupo de Leon Deniz, o candidato a presidente o consulta para quase tudo.

Paulo Henrique Guimarães rompe com Paulo do Vale e se aproxima da base de Juraci Martins

paulo-henrique-guimaraesO vereador Paulo Henrique Guimarães, do PMDB, não vai apoiar o candidato do partido a prefeito de Rio Verde, o médico Paulo do Vale. Por considerar que Paulo do Vale “usurpou” o PMDB, Paulo Henrique migrou para a base do prefeito Juraci Martins, do PSD. É provável que até saia do partido.

Rápidas

  • Decidiu não decidir – As eleições proporcionais permanecerão inalteradas. Em verdade, a Câmara dos Deputados decidiu não mudar o sistema atual para eleição de parlamentares.
  • Fim da reeleição – Os principais pontos alterados na reforma política foram: o fim da reeleição; o financiamento misto de campanhas; e fundo partidário só para partidos com representação no Congresso.
  • Extinção de zonas eleitorais – A OAB-GO, por meio do presidente da referida Comissão, Afrânio Cotrim Virgens Junior, e o membro da Comissão de Direito Político e Eleitoral (CDPE), Wandir Allan de Oliveira buscaram, na manhã de quinta-feira, 28, o apoio da Associação dos Magistrados de Goiás (Asmego) e da Associação Goiana do Ministério Público (AGPM) contra a extinção ou remanejamento de zonas eleitorais em Goiás.
  • Audiência de custódia – Delegados di­zem que eles próprios devem fazer au­diência de custódia. Foi o que defenderam os membros das polícias Civil e Fe­de­ral que participaram do 13º Seminário Brasileiro sobre a Criminalidade e o Sistema Penal Brasileiro, que o Instituto Brasileiro de Direito e Criminologia (IBDC) e a Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF) promoveram.

A Nova Era das ideias antigas

Valorização de conceitos como índole e berço está na base de discursos fundamentalistas

“Para quem fabrica placa de ‘aluga-se’ não há crise”

[caption id="attachment_37017" align="alignleft" width="250"]Arranha-céus e crises: há relação? Arranha-céus e crises: há relação?[/caption] Leandro Tex O editorial “Existe correlação entre arranha-céu e crises econômicas e financeiras?” (Jornal Opção 2080) traz uma tese interessante, uma "metáfora gráfica" dos arranha-céus sugerindo a crise econômica. Não tenho dados atualizados, mas somente em Goiânia, há pouco tempo, 9 mil imóveis esperavam por clientes (aluguel e venda). Uma certeza: para quem fabrica placas de aluga-se e vende-se não há crise. Leandro Tex é corretor de imóveis.

“Brasil deveria ser um país com lotes maiores”

João Bosco de Carvalho Eu sou leigo no assunto e aproveito para colocar uma observação um tanto longe, mas que tem algo em comum: o Brasil, em divisão de áreas de loteamentos, seguiu e segue o modelo europeu, ou seja, lotes pequenos (enquanto temos muita terra); já nos Estados Unidos os lotes são grandes, com espaço na frente, laterais e fundo. Como país emergente — e lá atrás, em início de desenvolvimento, pobres —, deveríamos ter áreas maiores que possibilitassem o plantio de hortas que ajudassem na mantença da família. Com o passar dos séculos e os aglomerados dos centros, criou-se a necessidade de construção de arranha-céus visando à proximidade do comércio. Já hoje temos a descentralização, com a autonomia dos setores e bairros, quase que “diversos centros” nas capitais e cidades grandes. Mesmo assim, continuam a fazer loteamentos com pequenas áreas nas periferias, onde uma horta seria de grande utilidade, além de proporcionar uma qualidade de vida melhor. Na produção de automóveis, foi o inverso, temos carros enormes “tamanho EUA”, digamos. E é raro ver um carrão com mais de um ou dois passageiros. João Bosco de Carvalho Freire é advogado.

“Se isso não for bolha, não sei como se chama”

Alberto Nery dos Santos Um ótimo texto que deu um passeio desde a famosa bolha imobiliária até o discutido a respeito do nosso Código de Posturas. Não acredito que haja a maldição dos arranha-céus. O que existe é que os empresários da construção civil foram com muita sede ao pote e valorizaram demasiadamente as obras; o povo não tem dinheiro nem os bancos estão dispostos a emprestar porque ninguém pode ter certeza de que vai cumprir seus compromissos. Mas que a coisa está ficando feia está. Ontem mesmo um corretor me ligou dizendo que o apartamento que ele havia me mostrado há alguns meses por R$ 270 mil agora está valendo R$ 215 mil. Se isso não for bolha imobiliária, não sei como se chama. E-mail: [email protected]

“Histórias sinistras em livro sobre o lado sujo do futebol”

bolasFrancisco Ferraz Muito bom o livro “O Lado Sujo do Futebol — A Trama de Propinas, Negociatas e Traições Que Abalou o Esporte Mais Popular do Mundo”, resenhado por Euler de França Belém para a coluna “Imprensa” (Jornal Opção 2026)! Além da morte da amante do ex-presidente da CBF Ricardo Teixeira, têm histórias sinistras com J. Hawilla [empresário e dono da Traffic Sports], com Sandro Rosell [ex-presidente do Barcelona], com a escória engravatada cinco estrelas do mundo do futebol e com as várias offshores envolvidas. E sabe o que é melhor? Tudo documentado — o que contrasta com o padrão Veja de jornalismo (sic). Francisco Ferraz é professor.

Petista diz que os “petistas” mais influentes no governo Dilma Rousseff são Marconi e Maguito

Na semana passada, um petista e um tucano conversavam animadamente na Assembleia Legislativa. O tucano quis saber qual o nome petista com maior trânsito no governo federal. O petista, brincando a sério, disse: “O governador Marconi Perillo (PSDB) e o prefeito de Aparecida de Goiânia, Maguito Vilela (PMDB). Os dois entram e saem dos gabinetes de ministros com a maior intimidade”. O tucano fechou a conversa: “Pois é, quem diria”.

Aloizio Mercadante, que Lula ama odiar, é pródigo em elogios ao governador Marconi Perillo

O ministro-chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante, aquele que Lula da Silva abomina, é pródigo nos elogios ao governador Marconi Perillo. Eles tricotam com frequência. A presidente Dilma Rousseff também só fala bem do tucano-chefe.

Joaquim Levy tem dito aos seus interlocutores que “salvação” da economia está no agronegócio

Inquirido sobre seu interesse na região Centro-Oeste do Brasil — Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul —, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, teria dito que o país vai sair da crise, em larga medida, graças ao agronegócio. Por sinal, fortíssimo nos três Estados.

Lula prega otimismo em gotas. Mas Joaquim Levy defende que dose de realismo é necessária

O ex-presidente Lula da Silva, que anda ressabiado, porque o petrolão tende a atropelá-lo, sugere que a presidente Dilma Rousseff e o “primeiro-ministro” Joaquim Levy falem menos em crise. Joaquim Levy não concorda com a tese de Lula da Silva e defende que o governo deve dizer a verdade. A crise é forte e séria. Mais: as demissões no mercado privado mal começaram. O tsunami não é uma marolinha, ao contrário do que insinua o ex-presidente.

Alexandre Baldy, ao atacar Ana Carla, inventou o tiro-bumerangue

De um tucano de bico longo: “O deputado federal Alexandre Baldy é autor do chamado tiro-bumerangue. ‘Atirou’ críticas duras à política de ajuste fiscal articulada pela secretária da Fazenda, Ana Carlos Abrão, mas os tiros acabaram atingindo sua cabeça”.

Marconi não quer bancar para dirigir o PSDB político que ataca ajuste fiscal de seu governo

Tese de um tucano muito próximo do governador Marconi Perillo: “O tucano-chefe pode bancar para presidente do PSDB de Goiás um político que faz críticas duras ao seu ajuste fiscal? Como a sociedade assimilaria tais questionamentos?” Não é nada pessoal contra Baldy, teria sugerido Marconi a um interlocutor. É que o principal opositor de seu ajuste fiscal “não pode” ser um aliado.

Alexandre Baldy, no melhor estilo Friboi, abandonou aliados e foi curtir Mônaco e a Suíça

De um deputado federal: “Apostei em Alexandre Baldy para presidente do PSDB. Porém, na primeira investida dos adversários internos, ele correu para Mônaco e para a Suíça, abandonando seus aliados. Até parece o Júnior Friboi”.

O ex-deputado estadual Afrêni Gonçalves vai comandar o PSDB de Goiás

[caption id="attachment_36994" align="aligncenter" width="620"]Martelo batido: Afrêni será o presidente do diretório estadual | Foto: reprodução / Facebook Martelo batido: Afrêni será o presidente do diretório estadual | Foto: reprodução / Facebook[/caption] Na semana passada, tucanos, de bicos longos, médios e curtos, decidiram assinar um documento propondo consenso para a eleição, em junho, do presidente do PSDB de Goiás. Os tucanos definiram que o presidente do PSDB deve ser Afrêni Gonçalves. Primeiro, porque tem trânsito em todas as correntes do partido. Segundo, porque, como não tem mandato, não vai provocar ciumeira entre os deputados federais e estaduais. Afrêni Gonçalves, enfim, é o candidato a presidente do PSDB que obteve o apoio do governador Marconi Perillo. Aliás, foi articulado pelo tucano-chefe. (Só não será presidente se ocorrer uma reviravolta no quadro político.)