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Quase 40 mil pessoas já foram imunizadas contra gripe em Anápolis[/caption]
A Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe foi prorrogada até o dia 5 de junho. Até o momento, mais de 39 mil pessoas, que fazem parte do público-alvo, foram imunizadas o que representa 54% da meta. O objetivo é que, em Anápolis, mais de 85 mil pessoas recebam uma dose.
A vacina, disponibilizada pelo Ministério da Saúde, protege a população contra os três subtipos do vírus da gripe determinados pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para este ano (A/H1N1; A/H3N2 e influenza B). A Secretaria de Saúde alerta que a vacina é de extrema importância para os grupos prioritários: idosos, crianças — maiores de 6 meses a menores de 5 anos —, trabalhadores da saúde, gestantes e mulheres com até 45 dias pós-parto, portadores de doenças crônicas, e presidiários e funcionários do sistema prisional.
Para a população acamada, o serviço é disponibilizado nas residências. A solicitação deve ser feita na unidade de saúde da família da região de abrangência para os bairros sem cobertura do Programa de Estratégia de Saúde da Família. A vacina é segura e uma das medidas mais eficazes de prevenção a complicações e casos graves de gripe. Estudos demonstram que a vacinação pode reduzir entre 32% e 45% o número de hospitalizações por pneumonias e de 39% a 75% a mortalidade por complicações da influenza.
Influenza
A influenza é uma infecção viral aguda que afeta o sistema respiratório, além de ser transmissível, tem tendência a se disseminar facilmente em epidemias sazonais. A transmissão ocorre por meio de secreções das vias respiratórias da pessoa contaminada ao falar, tossir, espirrar ou pelas mãos, que após contato com superfícies recém contaminadas por secreções respiratórias podem levar o agente infeccioso direto à boca, aos olhos e ao nariz. A Campanha Nacional de Vacinação contra a gripe vem ao longo dos anos contribuindo na prevenção da gripe e seus complicadores. O objetivo é reduzir internações hospitalares, óbitos e gastos com remédios para tratamento de infecções secundárias.
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Eduardo Siqueira: “Câmara não conseguiu aprovar a reforma política e não creio que conseguirá aprovar reforma tributária” | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção[/caption]
O deputado estadual Eduardo Siqueira Campos (PTB) repercutiu na na Assembleia Legislativa as votações ocorridas na Câmara dos Deputados e no Senado, quando as Casas Legislativas debateram e levaram a voto parte da Reforma Política e o Ajuste Fiscala. Eduardo disse que foi “dormir mais triste”, pois as mudanças que ocorreram foram apenas para penalizar ainda mais o trabalhador.
Eduardo Siqueira afirmou que não acredita que o Congresso Nacional consiga aprovar qualquer mudança na Reforma Política e também na aguardada Reforma Tributária. “A Câmara não conseguiu aprovar reforma política alguma e não creio que conseguirá aprovar reforma tributária. O Tocantins vai continuar sendo grande exportador de energia e nós vamos continuar pagando a energia mais cara”, afirmou.
Eduardo Siqueira disse que acompanhou atentamente as discussões e lamentou que nada foi modificado. “Vamos para novas eleições sem nenhuma mudança ter sido aprovada, sem ter mexido na reeleição e nem no modelo de financiamento de campanha”, lamentou.
Ajuste fiscal
Eduardo Siqueira Campos também criticou a aprovação do Ajuste Fiscal pelo Senado Federal. Na opinião do parlamentar, o governo federal deveria reduzir ministérios, cargos em comissão e demais despesas e não diminuir direitos dos trabalhadores. “Esse Ajuste Fiscal não mexe em nada na questão do ajuste fiscal, não extingue ministério, não reduz cargo, só mexe no bolso do trabalhador”, ressaltou.
Para debater sobre a ampliação das oportunidades no mercado de trabalho, a Prefeitura de Anápolis, por meio da Secretaria Municipal de Trabalho, Emprego e Renda, realizou a 1ª Conferência Municipal do Trabalho. O evento aconteceu no dia 27, no auditório da UniEvangélica. A solenidade de abertura contou com as presenças do prefeito João Gomes, do secretário municipal de Trabalho, Emprego e Renda, Ilmar Lopes, do deputado estadual Carlos Antônio (SD) e demais autoridades. O evento foi aberto à participação de trabalhadores, empregadores, educadores, instituições de ensino, enfim, todos aqueles que possam, de alguma maneira, contribuir para o debate sobre o tema. O prefeito João Gomes destacou que é o papel do poder público proporcionar oportunidades para as pessoas buscarem melhores condições de vida. “Junto com a criação de vagas de emprego, temos vários programas de capacitação profissional para que a população possa acompanhar o que é exigido no mercado. A união de esforços faz com que nossa cidade se prepare que a geração de emprego e o desenvolvimento sejam realidade”, disse.
As eleições para nova presidência do Diretório Municipal de Anápolis do PSDB vão ocorrer no dia de 11 de junho e deve ser composta por uma chapa única, no mesmo formato que é trabalhado em âmbito estadual. Segundo o atual presidente municipal da legenda, Valto Elias, no evento que deve acontecer no auditório da Câmara Municipal, o primeiro passo será a de formatação de uma chapa composta por 45 integrantes titulares, sendo 30% formado por mulheres, mais outros 15 suplentes, para depois ser votada a Executiva. “Atualmente estamos colocando nomes para presidente, como os vereadores Fernando Cunha, Mirian Garcia e Victor Hugo de Queiroz”, diz O deputado federal Alexandre Baldy é o primeiro da lista para presidência municipal do PSDB. O casal Henrique e Onaide Santillo também vai participar do processo da definição do novo diretório da sigla no município. “O diretório que vaie escolher a forma em que o partido vai atuar nas eleições de 2016, se por candidatura própria ou em aliança”, afirma Elias.
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Vereador Júnior Geo: “Não existe cobrança de alvará de condomínio residencial no Brasil, talvez na Colômbia”[/caption]
O vereador professor Júnior Geo (Pros) cobrou explicações da gestão municipal sobre a exigência de alvará de funcionamento para condomínios residenciais, no plenário da Câmara, recentemente. Disse que vai buscar explicações junto à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano Sustentável sobre a notificação do condomínio Residencial das Palmeiras, localizado na 706 Sul, acerca da falta de alvará de funcionamento.
“Não existe cobrança de alvará de condomínio residencial no Brasil, talvez na Colômbia. Falta conhecimento ou simplesmente a gestão quer criar mais uma taxa para aumentar a arrecadação”, protestou.
O parlamentar destacou a ilegalidade da exigência de alvará com base no artigo 324 da Lei nº 371/1992, que se destina somente a estabelecimento comercial, industrial, prestador de serviços ou similares, sem incluir os condomínios residenciais.
O Hezbollah entra em pânico, as tropas do regime sírio recuam e Bashar al-Assad pode ter que deixar Damasco. Com o avanço dos rebeldes e do Estado Islâmico, a realidade na Síria está prestes a mudar
O Tribunal de Consta da União (TCU) condenou o deputado estadual José Bonifácio (PR) a devolver R$ 70 mil para os cofres públicos. Ele terá que pagar, ainda, multa de R$ 8 mil. O TCU deu prazo até o próximo dia 8, para o parlamentar quitar o débito. A condenação foi publicada nessa segunda-feira, 25 de maio, no Diário Oficial da União. A condenação é resultado da sessão da 1ª Câmara do TCU do dia 19 de maio e se refere a contas rejeitadas de convênio da Prefeitura de Tocantinópolis com o Fundo Nacional da Saúde (FNS) em 2004. Naquele ano, o deputado era prefeito daquela cidade. Agora, pela decisão, o deputado tem 15 dias para quitar os débitos.
O Ministério Público Estadual (MP) obteve decisão liminar da Justiça que obriga o município de Crixás do Tocantins a realizar recuperação ambiental de área degradada. A decisão atende a uma Ação Civil Pública ajuizada pela Promotoria de Justiça de Gurupi, ainda no mês de março. Segundo a Promotora de Justiça Maria Juliana Dias do Carmo, autora da Ação, foram encaminhadas denúncias ao MP relatando que o Município de Crixás do Tocantins estava realizando a extração de areia do rio Crixás, bem como a retirada de argila em um empreendimento imobiliário localizado a aproximadamente 2 km da cidade de Crixás, destinada à construção de uma barragem com a finalidade de instalar um lago artificial. Conforme apurado, não havia licenciamento ambiental para a extração de argila e muito menos para a instalação do empreendimento. Outra irregularidade encontrada foi a ausência do Plano de Recuperação da Área Degradada, uma vez que o lago artificial não foi implantado, mas houve a retirada de toda a vegetação local por onde passava o curso d'água, desequilibrando o meio ambiente. Na decisão, a Justiça determina que o município se abstenha de extrair argila da área degradada; apresente Plano de Recuperação de Área Degradada aos órgãos ambientais no prazo máximo de 30 dias e promova, imediatamente, a recuperação da área. Para cada uma das obrigações, foi estipulada multa diária de R$ 1 mil, limitada a 30 dias, em caso de descumprimento.
O CD Entre Tantos Entretantos revela uma cantora madura, afinadíssima, capaz de interpretações que reinventam as músicas
O livro “Nêmesis — Onassis, Jackie O, e o Triângulo Amoroso Que Derrubou os Kennedy” (Intrínseca, 384 páginas, tradução de Bruno Casotti), de Peter Evans, é teoria conspiratória de primeira linha. Ao contrário dos seres sisudos, admito que o mundo seria mais triste sem uma boa teoria da conspiração para animá-lo e explicar aquilo que às vezes é inexplicável.
O jornalista Peter Evans, sem apresentar informações convincentes, conta histórias do balacobaco — algumas não muitas novas, mas requentadas com certa mestria. Robert Kennedy e Jacqueline Onassis eram amantes? Há indícios de que sim (assim como Jackie e o escritor Philip Roth foram “namorados” por alguns dias). Mas a grande “fofoca” do livro, apresentada não como gossip, e sim como fato, é a história de que o armador grego Aristóteles Onassis mandou matar Bob Kennedy, quando este planejava ser o candidato do Partido Democrata a presidente dos Estados Unidos. Motivos? Onassis se sentia perseguido pelo irmão de John Kennedy e tinha ciúme da elegante Jackie. Evidências? Pra quê, se Onassis, numa conversa com uma amiga, admitiu que havia articulado o assassinato?
O brasileiro Fernando Meirelles vai levar a história — muito boa, de fato, ainda que não seja fato — ao cinema. Luchino Visconti, diretor de “O Leopardo”, adaptado do romance “O Gattopardo”, do italiano Tomasi di Lampedusa, com sua expertise para retratar a decadência aristocracia, certamente adaptaria a história com excelência. Mas morreu em 1976 (não foi assassinado, acrescento, rápido). A história dos Kennedys e de Onassis tem a ver com ascensão e decadência. Os Kennedys eram plebeus que ruíram, por incrível que possa parecer, quando ganharam ares de aristocratas, embora, na verdade, fossem burgueses. Nobres pelo dinheiro do pai burguês Joseph Kennedy, um escroque ligado à máfia que o dinheiro, com o tempo, “limpou”, ainda que não inteiramente. John Kennedy na presidência dos Estados Unidos era tudo aquilo que o sábio Vito Corleone queria para o filho Michael Corleone, com o objetivo de limpar os negócios e a história da famiglia. A América, terra das oportunidades, constituiu a primeira aristocracia plebeia da história — os Kennedys, tão belos quanto destrutivos.
Escritor se matou, em 1969, aos 31 anos. Seu romance “A Confederacy of Dunces” foi publicado postumamente graças aos esforços da mãe e do filósofo Walker Percy
Frases de impacto chamam a atenção, chegam a convencer incautos, mas nem sempre são verdadeiras
Livro de Osvaldo Peralva sobrevive como um relato vívido; e as ideias das esquerdas necrosaram
Portento poético e editorial — Ao pegar o livro “Meditações”, do poeta Jamesson Buarque, a primeira reação foi, digamos, provinciana: “Nem parece livro editado em Goiás”. Na verdade, a edição equipara-se às da Companhia das Letras e, ainda mais, da Cosac Naify. O trabalho da editora Martelo — inclusive com uma sobrecapa que é um cartaz com poesia (é possível colocá-lo num quadro) — é um sopro de civilização nos tristes trópicos. Mas o must são as poesias de Jamesson Buarque, plenamente maduras e cultas (cultura absorvida, não pedanteria). Críticos qualificados vão dizer, se tiverem acesso à obra, que se trata de um dos grandes lançamentos do ano. O livro é um portento poético e gráfico-editorial. Não deverir circular apenas nas livrarias de Goiás.
O filme “Estrada 47”, de Victor Ferraz, sobre a participação dos brasileiros na Segunda Guerra Mundial, já saiu de cartaz. Uma pena. Trata-se de um filme que trata a Força Expedicionária Brasileira (FEB) com respeito mas sem ufanismo.

