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Emicida fecha primeira noite do Vaca Amarela

Rapper paulistano trouxe ao festival o show do disco Sobre crianças, quadris, pesadelos e lições de casa, que também teve espaço para grandes sucessos

Snowden critica Rússia por controle da internet e diz que nunca teve intenção de ir ao país

"Exílio é exílio", disse o norte-americano, que está refugiado na Rússia há dois anos. De acordo com ele, país foi última opção

Doze bandas subiram aos palcos do primeiro dia de Vaca Amarela; veja fotos

Festival chega à sua 14ª edição com line-up diversificado. Sexta-feira foi marcada pelo indie rock e terminou com o rapper paulistano Emicida

Tulipa Ruiz: “Meu ‘eu lírico’ sempre põe, em minhas músicas, um pouco de mim e mais 40 mil pedaços de outras pessoas”

Além do papo com Tulipa Ruiz, o Jornal Opção conversou com Baleia. Ambas atrações do Vaca 2015 [gallery type="slideshow" size="large" ids="44544,44545"]

“Não aguento ser apenas um sujeito que abre portas, que puxa válvulas, que olha o relógio, que compra pão às 6 da tarde, que vai lá fora, que aponta lápis, que vê a uva etc. etc. Perdoai. Mas eu preciso ser Outros. Eu penso renovar o homem usando borboletas” – Manoel de Barros
Yago Rodrigues Alvim Já tinha dedicado suas canções a namorados ou paixonites breves feito espirro –– um susto. Tinha também secado lágrimas ou se encharcado mais ainda, entremeado soluços. Foi assim até descobrir outras letras corriqueiras, até gostar mais da gostosura esbranquiçada das coisas corriqueiras –– não deixando nunca “Sushi”, “Do amor”, nada disso. Até provou de “Víbora” e doutras canções de Tulipa, a moça que viu umas duas vezes, nem que fosse para uma palinha a cappella. Entendeu, enfim, outras delícias dos três álbuns daquela que já era uma de suas mulheres favoritas da nova MPB. Foi com tal zelo que emendou perguntas ao telefone, ouvindo de cá, o barulho do carro, que levava Tulipa sabe-se lá para onde; talvez para cá, em Goiânia, onde ela cantaria suas canções. Parte dum festival que já assopra velinhas de 14ª edição, o show era o principal duma das noites do Vaca Amarela. Ali, um de circuitos favoritos de música, como ela conta. Tulipa conta de muitas coisas. De seus discos, de seu “eu lírico”, de seu irmão, Gustavo Ruiz, de Barros, conta até de seus desenhos. Desde 2010, quando lançou “Efêmera”, acompanho seu trabalho. Mais solar, o terceiro trabalho, “Dancê”, como você diz, é “um disco para se ouvir com o corpo. Para se deixar levar”. Como tem sido seu caminho e como é o novo disco? Eu acabei de lançar “Dancê”, o terceiro disco e é a primeira vez que vamos a Goiânia com este trabalho e estou muito feliz. Desde quando lancei “Efêmera”, eu não parei de viajar com a banda, o que tem sido muito legal. Do último álbum, nós temos recebido um retorno do público muito bacana. As pessoas estão muito interessadas pelo disco. Nos shows, o pessoal tem dançado muito. Pensando em imagens, o “Efêmera” é um disco muito pontual, específico em relação às coisas cotidianas. A própria música “Pontual” fala de uma pessoa que é atrasada. O “Tudo Tanto” é de um plano um pouquinho mais aberto. O “Dancê” é mais aberto ainda. É como se o “Efêmera” fosse um plano detalhe, “Tudo Tanto” um plano americano e o “Dancê” um plano geral. O terceiro disco é um desdobramento de tudo que tem acontecido desde o primeiro show do “Efêmera”. É uma consequência do trabalho em equipe, do trabalho da banda na estrada. Você comentou sobre a equipe. Eu gostaria de perguntar da sua parceria com Gustavo Ruiz, seu irmão, que me parece mais forte no último álbum. Como foi este trabalho, dividindo composições, além da produção? Realmente se tornou mais forte, pois nos tornamos parceiros na autoria da maioria das músicas. Nós funcionamos bem, temos um jeito prático de trabalharmos juntos. Quando nos encontramos para fazer música, nós rendemos. E nós nos propomos, para o último disco, uma coisa que não tinha rolado ainda. Nós viajamos e ficamos reclusos em um retiro, só pensando em música e no disco. Isso fez com que a nossa parceria aumentasse na hora das composições. Foi por conta disto, de uma imersão muito grande. [caption id="attachment_44543" align="alignleft" width="300"]Rodrigo Oliba "Eu adoro tocar em festivais e é justamente por ser um público que não é necessariamente o seu; é uma conquista", diz Tulipa | Foto: Rodrigo Oliba[/caption] A canção “Desinibida”, do primeiro álbum, tem alguns trechos que dizem “Gosta de ter o dia livre/Tudo que pinta satisfaz/Um jeito tão extrovertido/Seus argumentos são demais” e, em um vídeo, você conta que é sobre “uma mulher muito livre e solta e inteira”. “Desinibida” é sobre você? E como nascem suas composições? Nas minhas músicas, o meu “eu lírico” sempre põe um pouco de mim e mais 40 mil pedaços de outras pessoas. O meu “eu lírico” é sempre híbrido. Meu processo criativo varia muito. Às vezes, pode vir uma melodia, noutra uma letra, primeiro. Às vezes até, eu começo a fazer algo no violão e o Gustavo me mostra uma harmonia. Varia bastante. No “Dancê”, eu experimentei muitos formatos de composição, muitos jeitos de compor inclusive com o Gustavo. Ele fez bastante letra, que era uma coisa menor nos outros discos; eu optei bastante nos arranjos. Não tem uma sequência específica, um formato específico do processo criativo. Eu costumo até falar que “o processo criativo está sempre em processo”. Quais são as suas referências musicais e até na literatura? Eu gosto muito da compositora e coreógrafa Meredith Monk, da Yoko Ono e do escritor Manoel de Barros. A ilustração também é um meio de expressão e reflexão artístico, só que em silêncio. Seus trabalhos, tanto musicais, quanto ilustrativos, são muito solares. Como é se expressar por meio dos desenhos? Para mim, é bem parecido com a música, até mesmo o processo criativo, as inspirações. Eu comecei a ficar com vontade de desenhar, a curtir desenho vendo capa de disco. Então, é muito misturado. O desenho e a música ainda estão muito juntos, muito cotidiano em mim. Você se apresenta pelo Vaca Amarela, um festival de música independente que chega a sua 14ª edição, e já veio a Goiânia em outras ocasiões. Numa delas, só cantou um trechinho a capela de “Efêmera”, por conta de uma chuva imprevista; em outra, fez um show maravilhoso na Universidade Federal de Goiás (UFG). Qual a importância de festivais como o Vaca para a cena independente? Eu adoro tocar em festivais. Circuitos que eu mais gosto de fazer são os de festivais. E é justamente por ser um público que não é necessariamente o seu; é uma conquista. O formato “festival” é um trabalho muito sério e interessante para formar plateia. Eu gosto por conta da diversidade. Alguém que vai ver um show específico pode conhecer novas bandas. Eu gosto também pela troca que existe entre os artistas. Nós nos encontramos tão poucos em outros lugares e, às vezes, os festivais são a oportunidade que temos de trocar figurinha com nossos pares.  

Ministros da União Europeia prometem mais recursos para responder à crise de refugiados

[caption id="attachment_44767" align="alignright" width="620"]União Europeia (UE) em missão naval contra o tráfico de migrantes no Mediterrâneo | Foto: Winkler/ Bundeswehr União Europeia (UE) em missão naval contra o tráfico de migrantes no Mediterrâneo | Foto: Winkler/ Bundeswehr[/caption] Da Agência Lusa Os ministros dos Negócios Estrangeiros da União Europeia (UE) se comprometeram hoje (5) a reforçar a cooperação para responder à crise dos refugiados, num acordo que inclui a proteção dos direitos humanos e o aumento do apoio financeiro a países africanos. “Acabou o jogo de passar a culpa para os outros. Agora é hora de tomar medidas”, disse hoje a chefe da diplomacia da União Europeia, Federica Mogherini, no final de dois dias de reuniões informais dos ministros dos Negócios Estrangeiros, que teve como tema exclusivo a questão das migrações e a situação dos refugiados. As 28 nações da UE estavam bastante divididas sobre o que fazer em relação aos fluxos de migrantes. A maior parte deles têm abandonado seus países para fugir dos conflitos no Oriente Médio e no Norte da África.

“Trabalho para disputar a Prefeitura de Rio Verde e para ser o candidato da base do governo”

Deputado federal revela plano de trocar o Legislativo pela administração de seu município no próximo ano, mas opera pela união e diz que não será candidato de si mesmo

Iris Rezende é um candidato forte, pelo fato de ser gestor, e fácil de ser derrotado, porque é o velho

[caption id="attachment_44761" align="alignright" width="620"]montagem4 Iris Rezende pode ser atropelado por Vanderlan Cardoso ou por Jayme Rincon, que, além de gestores, representam mais o novo | Fotos: Fernando Leite[/caption] Os peemedebistas, mesmo os que não têm muita simpatia por seu estilo trator de esteira, garantem que Iris Rezende será candidato a prefeito de Goiânia em 2016, quando terá 83 anos, pelo PMDB. O peemedebista-chefe é um político paradoxal. As pesquisas sugerem, no momento, que é, mesmo, o candidato com mais apelo popular. Ao mesmo tempo, depois de disputar várias eleições, mantém seu prestígio quase intocado. Portanto, trata-se de um candidato imbatível? Não. O paradoxo é exatamente este: Iris Rezende é o candidato mais forte e, ao mesmo tempo, o mais fácil de ser derrotado. Parece confuso, mas não é. Dependendo dos candidatos a prefeito, Iris tende a ser eleito com facilidade. Um Waldir Soares pode assustá-lo, inicialmente, mas tende a perder para o peemedebista. O motivo é simples: trata-se de um gestor experimentando contra um político que administrou no máximo uma delegacia de polícia. Porém, se enfrentar gestores consistentes e que consigam articular um marketing político eficiente e sugerir que representam forças renovadoras e modernizadoras, pode perder. Vanderlan Cardoso (PSB) é consistente como gestor — foi prefeito de Senador Canedo, eficiente, e dirige a Cicopal, uma grande empresa — e eleitoralmente, pois disputou duas vezes o governo do Estado. Pesquisas indicam que está atrás de Iris Rezende, mas bem posicionado. O que lhe falta é um discurso mais moderno e cosmopolita, menos provinciano. Jayme Rincón (PSDB), presidente da Agetop, é consagrado como um gestor de alta eficiência. É o principal responsável pelo fato do governo de Marconi Perillo conseguir arrancar grandes obras do papel e construí-las em tempo quase recorde. Politicamente, não tem experiência. Mas, como aprecia política e é articulado, pode formatar um marketing eficiente e se apresentar como o fato novo e dinâmico da disputa de 2016. Se conseguir identidade com o eleitor goianiense — que é moderno — nem Iris nem Vanderlan conseguirão segurá-lo.

Quadro para 2018 pode ter José Eliton e Thiago Peixoto duelando com Ronaldo Caiado e Daniel Vilela

[caption id="attachment_44759" align="alignright" width="620"]Daniel Vilela e Ronaldo Caiado versus José Eliton e Thiago Peixoto: chapas possíveis para 2018. Tempo Novo estaria se renovando | Fotos: Fernando Leite Daniel Vilela e Ronaldo Caiado versus José Eliton e Thiago Peixoto: chapas possíveis para 2018. Tempo Novo estaria se renovando | Fotos: Fernando Leite[/caption] Tancredo Neves assinalava que, em política, não existe cedo — só tarde. Por isso há quem avalie que sondar o futuro, com o uso de um “especulômetro”, é uma forma de entender de maneira adequada o presente. Políticos sabem que o futuro vai sendo articulado — e tramado — aos poucos. Os que esperam pelo futuro tão-somente reagindo, e não agindo, raramente conquistam o poder — tornando-se meras “vítimas”, e não agentes, da história. Quando se discute a sucessão para prefeito, a de 2016, começa-se a armar o jogo da disputa para o governo de Goiás em 2018. Situação e oposições começam a montar seus jogos de xadrez. Tratemos dos indícios — a gênese de tudo. Pode-se falar em dois esboços orgânicos. A situação tende a emplacar a candidatura do vice-governador José Eliton (PSDB) para governador, com o deputado federal Thiago Peixoto (PSD) na vice — e o governador Marconi Perillo (PSDB) e o senador Wilder Morais (PP) para o Senado. Há lógica nesta articulação da realpolitik. Primeiro, ao assumir o governo em abril de 2018, com a saída de Marconi para disputar o Senado, Eliton se torna o candidato natural a governador. A filiação ao PSDB sugere que sua candidatura está cristalizada. Segundo, Thiago é uma revelação política da base aliada, além de um seus mentores intelectuais. Tem sido apontado como um dos estrategistas técnicos e políticos do governismo. Terceiro, uma chapa com dois jovens, Eliton e Thiago, sinalizará, aos eleitores, que o Tempo Novo está se renovando. Quarto, a chapa estará contemplando três dos partidos mais sólidos da base: o PSDB de Marconi, o PSD de Vilmar Rocha e o PP de Wilder. Quinto, a indicação de Thiago convenceria Vilmar a desistir da disputa para senador, abrindo espaço para Wilder, ou quem sabe Lúcia Vânia (PSB), na chapa majoritária. Há outra possibilidade. Há quem avalie que Thiago, por sua capacidade de articulação, deveria ser candidato a governador. O próprio secretário de Gestão e Planejamento costuma repetir que, em política, há fila. Na fila estaria logo atrás de Eliton. Nas oposições, há pelo menos dois nomes consolidados: Ronaldo Caiado (DEM), que terá quase 70 anos em 2018, e Daniel Vilela (PMDB), que terá menos de 40 anos. Os dois podem compor? Não querem. Porém, por uma questão de sobrevivência, tendem a formatar uma chapa única. Como Caiado não abre mão de disputar o governo, a tendência é que Daniel seja indicado para ser o seu vice. Há quem, tanto no DEM quanto no PMDB, sonhe com Jorge Kajuru (PRP) — se bem votado para vereador em Goiânia — e Lúcia Vânia, do PSB, para o Senado. Lúcia prefere compor com Marconi, mas, se não houver espaço, pode compor com Caiado ou Daniel. Questão de sobrevivência.

PTB de Jovair Arantes e o PR de Magda Mofatto podem liderar frentão contra José Eliton em 2018

[caption id="attachment_44757" align="alignright" width="620"]Jovair Arantes e Magda Mofatto| Fotos: site - Jovair Arantes/ Fernando Leite Jovair Arantes e Magda Mofatto| Fotos: site - Jovair Arantes/ Fernando Leite[/caption] Os deputados federais Jovair Arantes, do PTB, e Magda Mofatto, do PR, estão formatando um novo grupo político para as disputas eleitorais de 2016 e 2018. Ambos têm vontade de disputar mandato de senador, mas avaliam que, na estrutura que está sendo articulada pelo PSDB e pelo PP, não há espaço para seus projetos político-eleitorais. Se ficarem juntos com os dois partidos, terão que disputar, no máximo, mandato proporcional, mas jamais majoritário. Jovair Arantes e Magda Mofatto sugerem, por enquanto nos bastidores, que não vão apoiar a candidatura de José Eliton para governador, em 2018. O PSD de Vilmar Rocha pretende, ao menos no momento, permanecer na base governista. Mas tucanos e pepistas — que estariam concentrando poder — não devem se surpreender se, na próxima eleição, o PSD rejeitar apoio à candidatura de José Eliton para o governo. O partido pode surpreender com candidato próprio. Basta que se vete o nome de Vilmar para o Senado.

Baldy fala com o sogro, dialoga com Marconi Perillo e decide que vai disputar a Prefeitura de Anápolis

[caption id="attachment_38079" align="alignright" width="620"]Deputado federal Alexandre Baldy | Foto: Renan Accioly Deputado federal Alexandre Baldy | Foto: Renan Accioly[/caption] O deputado federal Alexandre Baldy, do PSDB, reuniu a família — o sogro, o multimilionário Marcelo Limírio (dono do iate no qual o cartorário José Augusto, o Zé Trovão, apareceu comemorando a dolce vita) é quem decide de fato — e os aliados e disse: “Digam ao povo de Anápolis que sou candidato a prefeito”. Sim, em 2016. Como líderes políticos e empresários queriam bancar a candidatura de Frederico Jayme para prefeito, Baldy saiu do casulo e decidiu admitir, publicamente, sua candidatura. Baldy decidiu-se de fato pela candidatura depois de uma longa e produtiva conversa com o governador de Goiás, Marconi Perillo. O tucano-chefe deu sinal verde. Agora, é descer do pedestal e conversar com líderes políticos, em­presários e comunitários de Anápolis e definir táticas para este e para o próximo ano. Se quiser fazer uma campanha competitiva, o primeiro passo é convencer os aliados a trabalharem com paixão e razão. O segundo é entender que o prefeito João Gomes, do PT, não é nenhuma galinha morta. O petista, a rigor, tem mais identidade com Anápolis do que Baldy. E, claro, está no poder, com uma máquina azeitada.

Vilmar Rocha articula unidade da base aliada em Rio Verde

[caption id="attachment_44755" align="alignright" width="620"]Heuler Cruvinel, Vilmar Rocha e Lissauer Vieira | Fotos: Fernando Leite / Jornal Opção Heuler Cruvinel, Vilmar Rocha e Lissauer Vieira | Fotos: Fernando Leite / Jornal Opção[/caption] O presidente do PSD regional, Vilmar Rocha, manteve uma longa conversa com o prefeito de Rio Verde, Juraci Martins, e com os deputados Heuler Cruvinel (federal) e Lissauer Vieira (estadual). Todos pertencem ao PSD. Há duas vertentes básicas no governismo no município. Um grupo que bancar a candidatura de Heuler Cruvinel, avaliando que tem experiência política, pois está no seu segundo mandato de deputado federal. O prefeito Juraci Martins prefere lançar Lissauer Vieira, seu aliado mais próximo. Vilmar Rocha, político experiente em termos regionais e nacionais, apelou ao bom senso, à racionalidade iluminista. Quer dizer: duas candidaturas, de Heuler e Lissauer, podem derrotar a base governista na cidade e contribuir para uma vitória de Paulo do Vale, do PMDB. Há indícios de que vai prevalecer a razão.

Líderes do PSDB assediam deputados do PSD e desagradam Gilberto Kassab e Vilmar Rocha

[caption id="attachment_44751" align="alignright" width="620"]Vilmar Rocha e Gilberto Kassab | Fotos: Fernando Leite - Jornal Opção / Valter Campanato -  Agência Brasil Vilmar Rocha e Gilberto Kassab | Fotos: Fernando Leite - Jornal Opção / Valter Campanato - Agência Brasil[/caption] O ministro das Cidades, Gilberto Kassab, e o presidente regional do PSD, Vilmar Rocha, não ficaram satisfeitos ao saber que deputados estaduais do partido em Goiás foram assediados por líderes do PSDB. O governador Marconi Perillo (PSDB) não apoia a cooptação. O fato é que alguns líderes tucanos estão avançando o sinal, até para mostrar serviço para o tucano-chefe. Está pegando mal. É como se o tucanato não considerasse os demais partidos como integrantes da base governista.

Coronel da Aeronáutica diz que Brasil precisa começar a debater violações ao direito internacional

Especialista em legislação de conflitos armados fala sobre as normas internacionais que protegem cidadãos civis em áreas de conflito. Tema ainda é pouco debatido nas universidades brasileiras

Os pré-candidatos da base aliada do governo nas cidades da Região Metropolitana de Goiânia

Radar governista não abre mão de avançar sobre a capital e municípios vizinhos, eleitoralmente dominados pela oposição. Palácio das Esmeraldas tem como meta fazer o máximo de prefeituras no maior colégio eleitoral de Goiás

Vilmar Rocha pavimentou terreno para a pacificação entre Marconi Perillo e Paulo Garcia

[caption id="attachment_44731" align="aligncenter" width="620"]Paulo Garcia, Marconi Perillo e Vilmar Rocha durante visita à Praça Cívica | Foto: Humberto Silva Paulo Garcia, Marconi Perillo e Vilmar Rocha durante visita à Praça Cívica | Foto: Humberto Silva[/caption] Diplomata nato, mesmo sem ter passado pelo Itamaraty, o secretário de Cidades e Meio Ambiente do governo de Goiás, Vilmar Rocha (PSD, é o principal responsável pela aproximação entre o governador Marconi Perillo, do PSDB, e o prefeito de Goiânia, Paulo Garcia, do PT. Com sua discrição e bom humor, Vilmar Rocha foi o responsável pela construção da ponte que permitiu o reencontro entre o tucano-chefe e o petista-chefe. O presidente do PSD cortou as arestas e mostrou que fofocas e intrigas não são construtivas para o Estado e para Goiânia.