Notícias
Líderes do Poder Executivo, entre os quais o governador Marcelo Miranda, se reuniram com empresários na quarta-feira, 25, em São Paulo (SP). Na ocasião, foram discutidas pautas com o objetivo de otimizar a competitividade do País, com a adoção de medidas que garantam a melhoria da eficácia, eficiência e efetividade do Estado brasileiro. Foi feito um balanço das ações e discutidos os desdobramentos do projeto Pacto pela Reforma do Estado, proposto durante o Congresso Brasil Competitivo, realizado em setembro, também na capital paulista. Para Marcelo Miranda, o encontro teve uma sinalização positiva. “A ideia é fortalecer a unidade dos governadores com a classe empresarial com o objetivo de discutir políticas públicas em todos os setores”, destacou. Governadores e empresários concordam que o modelo atual de Estado deve ser revisto e defendem a criação de condições para que os gestores públicos possam administrar e gerenciar com maior capacidade. Até o momento, aderiram ao Pacto pela Reforma do Estado os governadores: Beto Richa (PR), Camilo Santana (CE), Confúcio Moura (RO), Fernando Pimentel (MG), Geraldo Alckmin (SP), José Ivo Sartori (RS), Luiz Fernando Pezão (RJ), Marcelo Miranda, Marconi Perillo (GO), Paulo Câmara (PE), Paulo Hartung (ES), Pedro Taques (MT), Reinaldo Azambuja (MS), Ricardo Coutinho (PB), Simão Jatene (PA) e Rodrigo Rollemberg (DF).
A menos de um ano para as eleições municipais, o clima entre os pré-candidatos esquenta em Palmas, Araguaína e Porto Nacional
[caption id="attachment_53083" align="alignright" width="620"]
Walter Ohofugi Jr., ao sagrar-se vencedor: “O momento agora é de união”[/caption]
Walter Ohofugi Junior é novo presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, seção Tocantins. A Chapa OAB Protagonista, encabeçada por ele, venceu as eleições por 1.412 votos, contra 1.125 da Chapa OAB para Todos, de Gedeon Batista Pitaluga Júnior. A votação foi na quarta-feira, 25, em Palmas, e em mais 14 subseções através de urnas eletrônicas. Ohofugi permanecerá no comando da Ordem pelo triênio 2016-2019. Ele prometeu fazer um choque de gestão na área administrativa a partir de janeiro de 2016. Ele era oposição ao atual presidente, Epitácio Brandão.
“O momento agora é de união, foi uma eleição disputadíssima, houve diferenças que a gente acredita que foram encerradas nas urnas, isso está tudo superado. Nós acreditamos que a gente parte para um outro momento, o de união, de unir a classe, buscar esse protagonismo, essa inserção. A gente acredita que esse grupo pode trazer uma nova concepção na defesa da cidadania e das prerrogativas e tentar resgatar e limpar todas as rusgas que surgiram”, contemporizou o novo mandatário.
Ohofugi é graduado pela Faculdade Mackenzie (SP) e pós-graduado em Processo Civil pela Universidade Tiradentes, radicado no Tocantins desde 1989.
Vereador de Palmas e pré-candidato à prefeitura do maior município tocantinense afirma que é necessário uma subprefeitura com condições de atender a contento as demandas do distrito de Luzimangues
Na Europa, o ex-diretor da Petrobrás se tornaria alvo muito mais fácil do que foi o então prefeito de Santo André, o petista Celso Daniel, assassinado para não denunciar o esquema de caixa 2 para seu partido
Líderes partidários e gestores públicos atestam que, nos últimos anos, publicação exerceu grande influência e credibilidade no cenário político, cultural, social e econômico de Goiás e do Brasil
Intimações serão publicadas no site do TJGO a partir da próxima segunda-feira (2)
Correspondente da TV Globo em Jerusalém, Rodrigo Alvarez publica “Maria” (Globo Livros, 255 páginas), biografia da mãe de Jesus Cristo.
O autor fez uma pesquisa ampla e escreveu um livro preciso sobre uma das mulheres mais importantes da história. O autor faz um agradecimento especial a Herbert Moraes, colunista do Jornal Opção, que o ajudou a conhecer Israel.

Norma prevê ao ofendido em matérias divulgadas em veículos de comunicação, espaço para responderem ou retificarem informação errada de forma proporcional ao prejuízo. Constitucionalistas enxergam tentativa de limitação à liberdade de expressão
Com 2 bilhões de dólares em caixa, controlando uma área maior do que a da Grã-Bretanha, o ISIS está redesenhando o mapa do Oriente Médio
Espremido por uma dívida pública que não para de crescer, governo federal diz que sem mais impostos a crise vai continuar por mais tempo
Com escolha de comissão provisória para o diretório estadual, deputado peemedebista reafirma candidatura à presidência da sigla, fala da semana atribulada no Congresso e lança livro, bancado por seu gabinete, com artigos de acadêmicos
[caption id="attachment_53042" align="aligncenter" width="620"]
Jayme Rincón, Giuseppe Vecci, Waldir Soares e Edward Madureira: falta de tradição política pode ser um trunfo na disputa eleitoral de 2016 | Fotos: Jornal Opção / reprodução / Facebook[/caption]
Há um paradoxo, em trânsito, na política de Goiânia: Iris Rezende, do PMDB, é o favorito para a disputa da prefeitura, segundo todas as pesquisas de intenção de voto. Ao mesmo tempo, especialistas — como marqueteiros, pesquisadores e políticos — sugerem que, como não tem conexão com o novo e tem um desgaste político e pessoal fortemente dimensionado, pode, ao final da disputa, ainda que no segundo turno, ser um candidato não tão difícil de ser derrotado, surpreendendo o discurso tradicional dos articulistas de jornais.
Fala-se que Iris Rezende é “velho”. De fato, é, pois faz 82 anos em 22 de dezembro deste ano. Mas seu problema, do ponto de vista dos eleitores modernos, não é a idade — pois, como se sabe, trata-se de um homem saudável e ativo, que faz exercícios físicos quase todos os dias —, e sim de mentalidade. O peemedebista-chefe parou no tempo.
Registra-se aqui um folclore político — e, insistamos, trata-se de folclore político — do tempo em que era prefeito de Goiânia. O jornalista Rodrigo Czepak teria perguntado: “O seu gabinete vai cuidar pessoalmente do Twitter do sr?” Iris Rezende teria respondido: “Não. Coloque-o na Secretaria de Comunicação”. O repórter teria insistido: “Como assim?” Ao que o gestor municipal teria respondido: “Se o funcionário não serve para você, demita-o”. A história é apenas para ilustrar que o ex-prefeito da capital “parou” no tempo. Ele deixou, há muito, de ser contemporâneo dos atuais goianienses. É um homem do passado que vive angustiado no presente. É por isso que os goianos rejeitaram-no três vezes para o governo do Estado.
Mas o “problema” não é Iris Rezende isoladamente — quer dizer, não é sua pessoa. A percepção do eleitorado de Goiânia é aguçada e a tendência é que aposente os políticos tradicionais na eleição de 2016 — até para evitar que “cheguem” às eleições de 2018. Num momento em que alguns políticos profissionais estão sendo presos, figuras carimbadas, mesmo que não envolvidas em escândalos, como é o caso do peemedebista, saem chamuscadas.
O próximo prefeito de Goiânia pode ser um político que não tem tradição política. Os que têm tradição política — como Iris Rezende — tendem a se “afundarem”. Observe-se que a expectativa do eleitorado da capital mudou em relação a Vanderlan Cardoso. Quando aparecia como “oposição”, a expectativa lhe era favorável. Como deixou de ser apocalíptico e passou a ser integrado — buscando espaço na base do governador Marconi Perillo —, o líder do PSB deixou de ser novidade e se tornou, aos olhos dos eleitores, uma figura tradicional. Ressalte-se que as comunicações agora são muito rápidas. De um dia para outro faz-se e destrói-se uma reputação.
O espaço para políticos que não são vistos como políticos — como Jayme Rincón, Giuseppe Vecci, Waldir Delegado Soares e Edward Madureira — está aberto. Há uma rodovia do tamanho da BR-153 aberta para eles.
Giuseppe Vecci (PDB), Jayme Rincón (PSDB) e Edward Madureira (PT) são técnicos, mas com visão política. O terceiro um pouco menos, pois é mais técnico. Os três têm o perfil do político cobiçado pelo eleitorado de Goiânia. Não são populistas, são gestores eficientes e criativos. São modernos e contemporâneos dos atuais goianienses. Eles estão no presente, falam para os homens do presente e sabem criar expectativas para um futuro relativamente objetivo. O trio nada tem a ver com fantasias irrealizáveis.
Luiz Bittencourt, do PTB, pode ser uma surpresa, porque, embora seja um político tradicional, é visto como novidade pelo eleitorado. Seu discurso técnico e sua presença ativa e sem tergiversações — não tem o discurso enviesado de Iris Rezende (cujo “sim” às vezes é “não” e cujo “não” às vezes é “sim” — ou nada) — podem ser trunfos. Ele faz uma mediação interessante entre a política e a tecnocracia e tem tutano para enfrentar figuras coroadas. Outro Luis, o Cesar Bueno, do PT, tem perfil parecido com o de Luiz Bittencourt, mas não tem seu discurso ágil. A petista Adriana Accorsi tem simpatia, mas falta molho no discurso. Sua fala é insossa e demonstra insegurança.
[caption id="attachment_53039" align="aligncenter" width="620"]
Sílvio Fernandes, Joel Santana Braga, Armando Vergílio e Agenor Mariano: um deles pode ser o vice de Iris Rezende em 2016[/caption]
O presidente do DEM em Goiânia, o médico anestesista Sílvio Antônio Fernandes Filho, sócio do Hospital Premium-Centro de Medicina Avançada (está construindo outro hospital, na Avenida D, no Setor Marista), é cotado para ser o vice de Iris Rezende na disputa pela Prefeitura de Goiânia em 2016. Ligado ao senador e ortopedista Ronaldo Caiado, médico ortopedista, Sílvio Fernandes é jovem e é apontado como um empresário arrojado. Ao lado do cacique peemedebista — que tem o dobro de sua idade —, seria um elemento triplo de renovação. Primeiro, pela idade. Segundo, por não ser um político tradicional. Terceiro, por ser bem-sucedido fora da política.
Na verdade, nas conversas reservadas, no seu escritório, Iris Rezende tem sugerido quatro nomes para vice. No caso de chapa pura, o vice-prefeito de Goiânia, Agenor Mariano — porque é apontado como “leal” —, é o preferido do peemedebista-chefe para vice. É hors-concours (o ex-prefeito da capital o trata menos como “afilhado” e mais como “filho”, tal a identidade entre ambos). Porém, como há as questões de tempo de televisão e a necessidade de agregar outras forças partidárias, estuda-se outras possibilidades.
O Solidariedade, sondado para indicar o deputado federal Lucas Vergílio, tende a apresentar outro nome, o de Armando Vergílio. Há quem diga que, como “não” forneceu a grana prometida na campanha de 2014, quando foi vice de Iris Rezende na disputa pelo governo do Estado, o empresário do setor de seguros estaria rompido com o peemedebista. A ex-deputada federal Iris Araújo insiste que o vice ideal é Lucas Vergílio, porque, se o marido for eleito, ocuparia a vaga do jovem parlamentar em Brasília.
Joel Santana Braga, ex-presidente do DEM em Goiânia, é frequentemente apontado como possível vice de Iris Rezende. O jovem político mantém relacionamento positivo com o peemedebista, mas, no momento, está mais interessado em coordenar a possível candidatura de um irmão, o deputado federal Alexandre Baldy, a prefeito de Anápolis.
O PT abriu as comportas da corrupção para subordinar as elites conservadoras dos Estados e, num processo sistêmico, contaminou-se de maneira incontornável

