Notícias

Encontramos 150861 resultados
Korzus volta a Goiânia no Monstro Rocks #24

Banda paulista de heavy metal se apresenta neste sábado (2/4) no Martim Cererê ao lado do Ressonância Mórfica, Armun, Noise Triad, Acéfalos, Ineffable Act e Bloodskin

Tucano João Fachinello é o pré-candidato da base à Prefeitura de Cristalina

Atual vice-prefeito recebeu apoio de aliados em evento na cidade, que contou com o deputado federal Giuseppe Vecci

Eudes Vigor: “Não vou votar contra Paulo Garcia. Se o PSDB me impuser isso, eu saio”

Vereador deixou PMDB após rompimento da legenda e foi para o partido tucano, mas garante que segue apoiando o prefeito de Goiânia

Rubens Otoni: “PMDB tomou uma medida precipitada”

Para deputado federal, oposição entra em momento de dificuldade e não conseguirá votos necessários para aprovar impeachment da presidente Dilma Roussef

Se Dilma ficar, Jovair Arantes pode assumir ministério

Deputado revelou ao Jornal Opção que, embora o PTB de Roberto Jefferson esteja contra o governo, ala moderada tende a ter espaço

Iris Rezende nega ter recebido propina da Odebrecht e critica revista Época

Peemedebista afirmou nunca ter se envolvido em irregularidade e questionou que publicação tenha usado documentos do período militar para acusá-lo

Após rompimento com PT, PMDB perde mais da metade da bancada de vereadores

Eudes Vigor, Mizair Lemes Jr., Izídio Alves e Denício Trindade, além do secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Paulo Borges, deixaram partido

Página incentiva membros a hostilizarem Ciro Gomes e ele responde citando Mário Quintana

Ex-governador do Ceará ironizou Movimento Endireita Brasil com trecho do Poeminha do Contra do poeta gaúcho: "Eles passarão... Eu passarinho!"

Primeiro-ministro belga prevê novos ataques terroristas na Europa

Alerta de risco de atentado se mantém no nível três, de uma escala de quatro

Marconi reforça interação e agora responde perguntas em vídeo

Governador receberá perguntas e gravará vídeos para esclarecer dúvidas de usuários da rede

Termina neste sábado prazo para filiação partidária

Legislação eleitoral estabelece que aqueles que disputarão cargos em 2016 têm até seis meses antes da campanha para trocar de legenda

João Campos garante que Câmara dos Deputados vai aprovar o impeachment de Dilma Rousseff

[caption id="attachment_62729" align="alignright" width="620"]João Campos: “Dos 17 deputados federais goianos, só dois não apoiam o impeachment, Rubens Otoni, do PT, e Flávia Morais, do PDT” João Campos: “Dos 17 deputados federais goianos, só dois não apoiam o impeachment, Rubens Otoni, do PT, e Flávia Morais, do PDT”[/caption] O deputado federal João Campos, presidente do PRB em Goiás e integrante do Comitê Pró-Impeachment, afirma que, se a votação fosse hoje, a presidente Dilma Rousseff, do PT, não teria condições de permanecer no poder. “Os deputados e a sociedade querem o impedimento da petista”, afirma. “A Câmara dos Deputados, ao aprovar o afastamento, deixará o Senado numa saia-justa. Quer dizer, o Senado não enfrentará a sociedade e, sob pressão social, tende a seguir a decisão da Câmara.” Para executar o impeachment da presidente, a Câmara dos Deputados precisa de 342 votos. “No momento, apesar da pressão intensa dos articuladores do governo federal, nós temos 315 votos ‘fechados’. Mas o número está crescendo dia a dia. Estamos otimistas. Acreditamos que obteremos mais 27 de votos até com certa facilidade. Há parlamentares indecisos, mas muitos admitem que estão sendo cobrados por suas bases para apoiarem o impedimento de Dilma Rousseff. Quem ficar contra o impeachment terá de enfrentar o veredicto da sociedade, pois estará contra o Brasil.” A maioria dos membros da bancada goiana apoia o impeachment. “Dois 17 deputados federais, quinze definiram que vão votar pelo afastamento de Dilma Rousseff e garantem que não vão recuar. Respei­tamos a posição do deputado federal Rubens Otoni, que, filiado ao PT, é contra o afastamento da gestora petista. Flávia Morais, que pertence ao PDT, afirma que está indecisa, mas, na última hora, seguindo a sociedade, poderá votar a favor do Brasil. Mas tanto Rubens quanto Flávia têm o direito, que deve ser respeitado, de votar como quiserem.” Como Goiás é um Estado no qual o PT é frágil e o apoio ao impeachment é maciço, Flávia Morais, se ficar ao lado dos que patrocinaram corrupção na Petrobrás — tornando-a uma verdadeira Corruptobrás, articulando uma corrupção sistêmica —, pode ter dificuldade se planeja mesmo disputar a Prefeitura de Trindade.

“Queimar” o PT pra “salvar” o PMDB e parte do PSDB não fortalece as instituições e a democracia

Nenhuma sociedade pode ficar se depurando o tempo inteiro, mas a conciliação pelo alto, apontada por Raymundo Faoro, tem impedido mudanças sólidas do ponto de vista institucional

Em Goiânia, os eleitores tendem a votar no político que é gestor, esquecendo o populista

[caption id="attachment_62727" align="alignright" width="620"]Iris Rezende, Vanderlan Cardoso, Giuseppe Vecci, Luiz Bittencourt e Francisco Júnior: político que é gestor tem mais chance de ser eleito em Goiânia Iris Rezende, Vanderlan Cardoso, Giuseppe Vecci, Luiz Bittencourt e Francisco Júnior: político que é gestor tem mais chance de ser eleito em Goiânia[/caption] Os eleitores votam de modos diferentes para o Legislativo e para o Executivo? Tudo indica que sim. Pesquisas e os resultados das eleições provam que os eleitores por vezes “brincam” com as eleições para o Parlamento, mas não para o Executivo. Eles flertam com o “protesto” e com o “jocoso” na disputa para deputado federal, deputado estadual e vereador. Porém, quando se trata de escolher um gestor para sua cidade, para seu Estado e para seu país, se revelam mais “conscientes” e patrocinam aquele que avaliam como mais capaz e responsável. A última eleição de São Paulo para prefeito é exemplar do que se está falando aqui. Celso Russomanno liderou as pesquisas por algum tempo — naquilo que se pode chamar de “frente inercial”, pois era o nome mais conhecido, dado ser um comunicador de massa, enquanto outros nomes eram menos conhecidos (exceto José Serra) —, mas sequer foi para o segundo turno. Fernando Haddad e José Serra, tecnicamente gabaritados e com experiência em gestão — o primeiro havia sido ministro da Educação e o segundo governador do Estado de São Paulo, prefeito de São Paulo e ministro da Saúde e do Planejamento —, disputaram o segundo turno, com o eleitor optando pelo petista, por certo por considerá-lo uma novidade consistente e por ser ligado ao governo federal. Pode-se sugerir, portanto, que foi uma escolha racional do eleitor. Ao optar por Fernando Haddad e José Serra, levando-os para o segundo turno, para avaliar de maneira mais adequada seus projetos, o eleitor escolheu a responsabilidade — abandonando o popularesco Celso Russomanno. A política envolve emoção, é claro. Porque a vida sem paixão é como um lago sem água. Entretanto, para o Executivo, os eleitores votam de maneira consciente, racional. É possível concluir que, embora possa respeitar o Legislativo, os eleitores patropis dão mais importância ao Executivo, àquele que vai governar e, se não o fizer bem, pode prejudicar seus interesses pessoais. As classes médias raramente votam baseadas na emoção. Por isso candidatos populistas e, do ponto de vista da gestão, inconsistentes dificilmente são eleitos para governar cidades como São Paulo e Goiânia. A opção dos eleitores, insista-se, é por gestores experimentados — o que, na capital goiana, pode fortalecer candidatos a prefeito como Iris Rezende, do PMDB, Vanderlan Cardoso, PSB, Giuseppe Vecci, do PSDB, Luiz Bittencourt, do PTB, e Francisco Júnior, do PSD. Políticos populistas, que prometem resolver os problemas da cidade com uma canetada — o que comprova que não têm a mínima condição técnica de gerir uma capital como Goiânia —, podem até sair na frente, mas são esquecidos durante o processo eleitoral. A história está lotada de políticos que tiveram voo de pato.