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Prefeitura indica Paulo César Pereira para presidência da ARG

Ex-secretário de Planejamento Urbano e Habitação deve assumir a nova Agência de Regulação de serviços públicos até 2017

Em SP, Russomano lidera com 32%. Marta tem 13% e Haddad, 11%

Pesquisa do Instituto Paraná mostra deputado federal do PRB isolado. Atual prefeito petista é o mais rejeitado

PSOL “assume” presidência da Câmara após sessão ser cancelada por aliado de Cunha

Deputada Luiza Erundina (SP) comanda a sessão extra-oficial após Waldir Maranhão suspender os trabalhos. Microfones e transmissão ao vivo foram cortados

Cunha diz que vai recorrer de afastamento determinado por ministro do STF

Cunha foi notificado da liminar do STF no início da manhã desta quinta-feira (5/5). O deputado Waldir Maranhão assumiu de forma interina a presidência da Câmara

Sucessor de Cunha é alvo da Lava Jato e votou contra o impeachment

Já assumiu a presidência da Câmara o deputado federal Waldir Maranhão (PP), considerado aliado de Cunha na Mesa Diretora

STF afasta Eduardo Cunha do mandato de deputado

Liminar atende pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que acusa o presidente da Câmara de chantagem e abuso de poder

Ministério da Saúde confirma 1.271 casos de microcefalia

O governo federal registrou 3.580 notificações. Os casos suspeitos são 7.343

Morte de Tonhão, baterista de primeira linha e jogador de futebol de estilo parecido com o de Dunga

Tonhão Carabina, que tocou num conjunto musical de Porangatu e tinha pouco mais de 50 anos, teve um infarto Antônio Carabina 2 10552620_358291974326898_1219436808275260526_n A infância é a cicatriz eterna na vida e na alma de um indivíduo. O que está lá nunca é esquecido, mesmo que às vezes se precise de um exercício, de se forçar a memória, para que os fatos venham à tona com nitidez. Lembro-me de minha infância — nem falo da adolescência — com relativa precisão. Por vezes, quando estou deitado, penso sobre minha vida em Porangatu, onde vivi de 1961, quando nasci, a 1979, quando mudei para Goiânia. Era uma vida disciplinada, dado ter um pai, Raul de França Belém, rigoroso, normativo. Ainda assim, havia liberdade para pescarias, futebol, bolinha de gude (o Artur da vó Conduxa tinha as melhores bolinhas americanas, presentes dos padres franciscanos, salvo engano), bete, finca, pique-esconde, queimada (não era negócio só de mulher, não), peão (ou pião, como dizíamos). Nós fazíamos carrinhos a partir de latas — quadradas — de óleo comestível (de um litro), com molas, e com pneus extraídos de sandálias havaianas. As mães tinham de brigar para que não pegássemos as “lambretas” novas. Nos carrinhos transportávamos gado (feito de ossos de vacas e, na época da fruta, de manga verde; as "pernas" eram palitos de fósforos usados). As estradas e pontes eram feitas nos quintais. Entre as décadas de 1960 e 1970, não se tinha a fartura de brinquedos que se tem hoje. Nosso sonho era ganhar um carrinho de loja, uma bola dente de leite ou de “capotão” e um kichute. Comecei a jogar futebol muito cedo e não estou sendo cabotino quando digo que era craque. Neilton Borges, um de meus melhores amigos durante toda a infância e adolescência, é uma das minhas testemunhas. Jogávamos futebol todos os dias, à tardinha, até escurecer, no campinho da Praça da Matriz, que alguns chamam de Praça Velha (meu pai detestava quando diziam Praça Velha). Éramos uma grande família, unida e solidária. De vez em quando, por causa de uma entrada mais dura e de palavrões mais candentes, a gente brigava, ficava de mal, mas, no dia seguinte, estava lá jogando, como se nada tivesse acontecido. Carlão do conjunto The Brothers 10366020_595503177272442_490347335068237923_n Lembro-me de cada jogador e de sua características. Milton, o Pituca, era um driblador insuperável, um craque. Antônio Oliveira, o Tonhão do Conjunto (foto acima), era um marcador implacável, uma espécie de Dunga. O filho de Nicinha e irmão do Paulo e do Carlão era esfuziante, barulhento, amigo e agregador (quando aparecia, a roda logo se formava). Sua especialidade eram os chutões, as entradas duras, mas leais. Zezinho (o Zezinho da dona Luzia) era o nosso Nelinho. Quando chutava todo mundo saía da frente. Não era muito calmo (quando apelava, fechava o semblante), mas era (e é) uma excelente pessoa. Carlos, irmão de Pituca, era veloz e bom jogador. Poucos tinham a energia e a brabeza de Zé Adilson, irmão de Pituca e Carlos. Modesto não era craque, mas era firme. Nilton e Neilton, irmãos de Pituca, Carlos e Zé Adilson, eram bons jogadores. Nilton, grande figura humana, sempre gentil, não era um cracaço. Neilton jogava melhor. João Bereta, sempre amigo e cordato, era o nosso perna de pau. Eu, embora pequeno e frágil fisicamente, era um excelente driblador (depois, passei a jogador no infanto-juvenil do Porangatu. O técnico era o Chapa e um dos craques era o João Roberto Naves, filho do Raulino Naves. Outros bons jogadores eram o Teves, o Periquito e o Valdemarzinho). Nós éramos peladeiros. Sobretudo, nada era tão prazeroso quanto nossos jogos de todos os dias. Tonhão, que os mais ousados chamavam de Mucura, era um sujeito de uma energia impressionante. Bravo, sorridente, amigo. Ele e os irmãos Paulo e Carlão formaram um conjunto musical e sobreviviam disso. Tonhão era o baterista e Carlão (acima) tinha um belo vozeirão, no estilo de Orlando Silva. Eram artistas de qualidade, afinados, de repertório eclético — cantavam e tocavam muito bem. Animavam festas e tocaram em festivais. Nossa geração tinha o maior respeito pela família do conjunto — The Brothers. Carlão morreu há pouco tempo. Tonhão, que se apresentava como Antônio Carabina, inclusive no Facebook, morreu na quarta-feira, 4, com pouco mais de 50 anos. Era jovem e forte, mas teve um infarto. É uma parte de minha infância e adolescência que desaparece, mas fica como memória. Dream time A fotografia antiga registra, segundo Neilton Borges, “o melhor time de todos os tempos”. A legenda é de sua autoria: “Pituca, Zé Malha Doze (fazia rede de pesca), João Bereta (tinha uma bereta de dois canos que nunca atirou), Zé Adilson, Modesto, Tonhão Carabina (cabeludo e baterista dos bons), Nilton Borges, Neilton Borges, Euler Belém”. Euler Belem foto de minha infância 541190_423354974347130_43476842_n

Jornalista Paulo Henrique Amorim lança em Goiânia livro O Quarto Poder

Obra traz memórias do autor em seus 50 anos de carreira, com histórias pouco conhecidas dos meios de comunicação brasileiros e bastidores da política nacional

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Diretor de marketing disse, no Twitter, que o correto seria "Eu tenho dois celulares iPhone". Regra, no entanto, não é muito levada a sério até mesmo pela própria marca

STF vai julgar pedido contra Cunha nesta quinta-feira

Ação da Rede Sustentabilidade argumenta que presidente da Câmara dos Deputados não pode estar na linha sucessória da presidente Dilma Rousseff por ser réu no STF

Rede de Aparecida de Goiânia terá 38 pré-candidatos a vereador

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Governador recebe tocha olímpica em Corumbá de Goiás

Chama dos Jogos Olímpicos passa por três cidades nesta quarta-feira (4/5), quando passa a noite em Anápolis, em um percurso que inclui 15 municípios goianos até sábado (7)

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Nutriex foi selecionada entre diversas outras empresas do Brasil e sua linha Solar Gold será vendida nas lojas dos jogos e nas principais farmácias e supermercados do país