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Eurípedes Júnior vai assumir mandato de deputado federal em julho. PROS apoiará Heuler Cruvinel

O deputado federal Heuler Cruvinel tira licença em julho para que Eurípedes Júnior assuma o mandato. Em troca, o presidente do PROS o apoiará para prefeito de Rio Verde. Aí o postulante do PSD ganha mais 30 minutos no programa de televisão. Heuler Cruvinel é apontado como o pré-candidato que mais está gastando dinheiro. Teme perder a eleição para Paulo do Vale ou para o deputado Lissauer Vieira. Com o desgaste do peemedebista devido a problemas na Justiça, o jovem postulante do PSB está em ascensão.

Marconi Perillo é o primeiro governador recebido pelo presidente Michel Temer

O tucano Marconi Perillo foi o primeiro governador recebido — com tapete azul (não se usa mais vermelho na nova corte) — pelo presidente Michel Temer.

Marconi demorou mais de 3 anos para se aproximar de Dilma. Teve acesso a Temer em dez dias

Na terça-feira, 25, Marconi Perillo conversou com oito ministros. O tucano demorou 3,5 anos para ter acesso à presidente Dilma Rousseff. A burocracia era imensa. A perseguição contra o gestor goiano era abusiva. As ordens eram de Lula da Silva. A petista não perseguia pessoalmente. Para dialogar com Michel Temer, Marconi Perillo demorou apenas 10 dias. E mais: o presidente cobrou que a burocracia não trave ou retarde os pleitos do tucano-chefe de Goiás. A ordem do presidente Michel Temer é para que os ministros recebam — e bem — os governadores, senadores e deputados.

As três coisas que o governo de Goiás espera do presidente Michel Temer

A cúpula do governo de Goiás espera do governo federal: a privatização da Celg, o alongamento de sua dívida e investimentos em infraestrutura. O alongamento da dívida e investimentos em infraestrutura vão beneficiar todo o país, não apenas Goiás. A duplicação da BR-153, entre Anápolis e Porangatu, permanece paralisada. A empresa Galvão não move uma palha, alegando que não tem recursos financeiros. O governo federal, no lugar de fazer nova licitação, perde-se num mar de burocracia improdutiva. A BR-153 é uma das rodovias onde ocorrem mais acidentes do país.

Só Lêda Borges pode salvar PSDB de derrota em Valparaíso, admite alto tucanato

[caption id="attachment_58674" align="aligncenter" width="620"]Na foto Leda Borges, Secretária Cidadã | Foto: Renan Accioly/Jornal Opção Lêda Borges não quer disputar, mas pode ser a única salvadora da “pátria” tucana | Foto: Renan Accioly/Jornal Opção[/caption] O alto tucanato avalia que o quadro político em Valparaíso, no Entorno de Brasília, não é positivo para o PSDB. O vereador Pábio Mossoró é visto como um político respeitado, mas pouco experimentado. Postula-se que a única candidata que pode salvar o partido de uma derrota na cidade é Lêda Borges, que não quer disputar, mas será pressionada pela cúpula do partido. O listão dos que podem disputar: 1 — Afrânio Pimentel, do PR — É um nome tido como consistente. Adversários sustentam que pendências judiciais pode levá-lo a desistir do pleito. 2 — Ângela Pessoa, do PSC — Seu trunfo e seu problema é o pai, o ex-prefeito José Valdécio. É popular, mas é mal visto por uma parte da população. 3 — Fábio Moreira, do DEM — Pode ser o nome bancado pelo senador Ronaldo Caiado. 4 — Lêda Borges, do PSDB — Nome mais forte do partido, garante que não vai disputar. 5 — Dr. Marcus Vinicius, do PSD — O vereador e advogado é bancado pelo secretário de Desenvolvimento do governo de Goiás, Thiago Peixoto. 6 — Pábio Mossoró, do PSDB — É o pré-candidato apoiado por Lêda Borges. Há quem acredite que está guardando “lugar” para a deputada-secretária. 7 — Plácido Cunha, do PMDB — É a aposta de um grupo de empresários, como Beto Mazzocco e Tadeu Filippelli (de Brasília). 8 — Roberto Martins, do PT — Há indícios de que o advogado não quer disputar. Um professor pode ser o nome. A prefeita Lucimar Nascimento, do PT, está desgastada.

Explosão das contas levou ao buraco

precipicio Afonso Lopes O Brasil viveu anos muito difíceis na etapa final do regime militar de 1964 e início da nova era democrática. Inflação, taxas de desemprego permanentemente elevadas, parque industrial sucateado, superado tecnologicamente e sobrevivente de um estúpido sistema de proteção contra a concorrência externa. A capacidade de migração social era mínima. Pobres tinham pouquíssimas condições de “melhorar de vida”. A falência do Brasil era cíclica. De tempos em tempos, o país precisava de ajuda financeira ex­terna para seguir vivendo. Tem­pos em que diretores do FMI mandavam mais na economia do país do que os próprios ministros da área. Sucessivamente, os governos da época lançaram mão de planos mirabolantes para alterar o cenário econômico, mas as apostas se resumiam sempre ao combate irreal da inflação — que em determinado período chegou a 80% em um único mês. Até congelamento de preços foi adotado como solução final. E foi assim até 1992, após o primeiro presidente eleito diretamente pela população, Fernando Collor, se apropriar dos saldos de contas correntes e caderneta de poupança. Com seu impeachment, assumiu o vice-presidente Itamar Franco, conforme determina a Constituição Federal. Itamar não entendia patavina de economia. Aliás, a imagem dele era quase a de um palermão, meio fora da realidade. Ele foi socorrido por uma equipe econômica que tinha tentado resolver os problemas da economia anteriormente, e quebrado a cara — plano Cruzado, no governo José Sarney. Liderados por um professor de sociologia, que tinha uma ótima imagem de intelectual, mas que também não tinha boas noções sobre macroeconomia, Fernando Henrique Cardoso, elaborou-se o que veio a se chamar posteriormente Plano Real, o plano de uma nova moeda. Escolados pela inconsistência dos planos anteriores, inclusive daquele que durou praticamente um ano, o Cruzado, desta vez a execução do programa econômico teve início, meio e fim. Inicialmente adotou-se um mecanismo chamado URV, Unidade Real de Valor, que funcionou como fator de segregação entre a esfrangalhada economia existente e a nova moeda a ser criada, que nasceria, assim, desvinculada dos vícios anteriores. Ou seja, por incrível que hoje possa parecer, o nascimento do real foi precedido pela criação de uma moeda “virtual”, a URV. Baseado em um tripé — política fiscal, como forma de controle da dívida, política monetária, que mantém a inflação em patamares pré-estabelecidos, e política de câmbio flutuante, de forma a permitir liberdade ao fluxo de capitais. Além dessa base fundamental sob a qual se ergueu todo o Plano Real, já no governo de Fernando Henrique Cardoso adotou a LRF, Lei de Responsabilidade Fiscal, que limitou a expansão das dívidas públicas — o que ampliou a transparência e a credibilidade da economia como um todo advinda desse controle. O abalo na estrutura Essa estruturação da economia brasileira passou, logicamente, por inúmeros problemas sazonais. Nos governos de FHC, pelo menos cinco grandes crises foram anotadas: dois ataques especulativos contra a moeda e a falência do México, Argentina e Rússia, que causaram desconfiança dos mercados em relação a todas as demais economias. Ainda assim, o tripé foi mantido. Em seu primeiro mandato, o ex-presidente Lula enfrentou uma forte desconfiança inicial, quando o mercado imaginou que ele pudesse abandonar esse conjunto de controle, a matriz fiscal. Sua ação no governo tranquilizou o país e os investidores, superando o problema daquele primeiro momento sem maiores consequências a não ser um período de taxas de juros mais elevada. Sob o comando de Lula, através da dupla Henrique Meirelles, no Banco Central, e Antonio Palocci, no Ministério da Fazenda, viveu um ótimo período inclusive com a explosão dos preços internacionais nas commodities. O dinheiro jorrava fartamente sobre a economia, e o Brasil passou a ser apontado com um real competidor mundial. Mas no meio do caminho tinha uma crise. Uma crise assustadora, que começou com a explosão de bolha especulativa financeiro-imobiliária nos Estados Unidos que se espalhou rapidamente e atingiu em cheio todas as demais economias. O Brasil não foi exceção, e em 2008 o país sentiu a pancada. No ano seguinte, 2009, o presidente Lula adotou várias medidas que, na prática, criaram uma nova matriz fiscal sem se ater aos limites controláveis do tripé do real. O desequilíbrio conseguiu momentaneamente diminuir o impacto da crise mundial, mas Lula não voltou mais ao rigor anterior. Com isso, a base de sustentação da economia brasileira começou a ruir, e não parou mais com a chegada do governo de Dilma Rousseff. É claro que os mercados perceberam que aquele “milagre econômico” do Brasil tinha alguma coisa errada. A começar pela base de sustentação, que era evidenciada por fortíssimo incentivo ao consumo interno via endividamento. Tornou-se então apenas uma questão de tempo para o castelo de sonhos construído a partir de 2009 desabar. O tempo chegou em 2014. O governo, em processo de reeleição, adotou na prática até um congelamento disfarçado de preços dos combustíveis. Foi possível segurar e disfarçar a realidade até outubro. Após a reeleição, o cenário mudou rapidamente. Já não havia como e nem por que disfarçar um buraco que não tinha mais como ser escondido. Naquele ano, após rotina de registros de superávit primário, o governo gastou 34 bilhões a mais do que havia arrecadado. No ano passado, esse rombo subiu para 112 bilhões, e chega agora aos 170 bilhões. Se o país não quiser viver novamente sob as ordens dos auditores do FMI e da ajuda externa como tantas republiquetas espalhadas pelo planeta, terá que remar tudo novamente. A economia, mais uma vez, mostra de maneira clara, nua e radical que não aceita desaforos. l

“As cooperativas financeiras estão crescendo porque oferecem o mesmo que os bancos e com mais vantagens”

Enquanto os bancos fecham as portas a clientes, as cooperativas abrem as portas aos associados. Essa é a diferença, diz presidente do Sicoob

Tropa de choque do governismo teme que candidatos governistas fiquem fora do segundo turno

É possível que candidatos associados ao governo do Estado fiquem fora do segundo turno em Goiânia? Luas azuis acreditam que sim. Se não for feita uma ofensiva na pré-campanha, a tropa de choque do governismo verá a polarização do momento chegar até outubro e, possivelmente, até o segundo turno.

Parceiro de Galvão Bueno participa de aniversário da mulher de Alexandre Baldy

Parceiro de Galvão Bueno, o comentarista-sênior de Fórmula 1 da TV Globo, Reginaldo Bueno, visitou Goiânia para prestigiar o aniversário de Luana Limírio, mulher do deputado federal Alexandre Baldy. Amigão de Alexandre Baldy, Reginaldo Leme veleja com frequência no iate de Marcelo Limírio, sogro do deputado federal.

Vilmar Rocha não participa de acordão e mantém candidatura de Francisco Jr. a prefeito de Goiânia

[caption id="attachment_60077" align="aligncenter" width="620"]Deputado estadual Francisco Jr. fala aos militantes do PSD como pré-candidato do partido à prefeitura de Goiânia | Foto: Larissa Quixabeira / Jornal Opção Deputado estadual Francisco Jr. fala aos militantes do PSD como pré-candidato do partido à prefeitura de Goiânia | Foto: Larissa Quixabeira / Jornal Opção[/caption] Vilmar Rocha diz que o PSD, partido que preside em Goiás, está fora de qualquer acordão político na disputa pela Prefeitura de Goiânia. Ao menos no primeiro turno. “Nada temos contra Giuseppe Vecci, Vanderlan Cardoso e Luiz Bittencourt, mas nós vamos lançar candidato a prefeito de Goiânia. Trata-se do deputado Francisco Júnior. Não vamos recuar”, afirma Vilmar Rocha.

PSD de Vilmar Rocha pode lançar vice de Gustavo Mendanha em Aparecida de Goiânia

Em Aparecida de Goiânia, Vilmar Rocha afirma que o PSD estuda a possibilidade de apoiar o candidato do PMDB, Gustavo Mendanha, ou o postulante do PSDB, Alcides Ribeiro. “Ademir Menezes e seu filho, Max Menezes, vão decidir a respeito do quadro de alianças em Aparecida de Goiânia”, sustenta Vilmar Rocha. Até por pertencerem à mesma geração, Max Menezes está cada vez mais próximo de Gustavo Mendanha. Não é pequena a possibilidade de Max Menezes ser o vice do postulante peemedebista.

Iris Rezende vai elaborar seu programa de governo a partir daquilo que Paulo Garcia deixou de fazer

Pré-candidato do PMDB a prefeito de Goiânia, Iris Rezende começa a reunir ideias para elaborar seu programa de governo. O peemedebista não quer muita firula acadêmica, sabedor que é que, na prática, os eleitores querem uma cidade limpa, com serviços funcionando de maneira adequada. Amadurecidos, os eleitores de Goiânia não apreciam candidatos pirotécnicos, ideias fantasiosas. Uma equipe de Iris Rezende está levantando o que falhou na gestão de Paulo Garcia e vai trabalhar seu programa em cima disso. O que faltou fazer será o que o peemedebista vai propor fazer.

José Serra diz para Marconi Perillo que Ana Carla Abrão é sua discípula

marconi-serra-ana-carla-OK José Serra é apontado como um economista de matiz desenvolvimentista, portanto atuando no campo oposto aos monetaristas, como Henrique Meirelles. A economista Ana Carla Abrão, namorada de Pérsio Arida, está mais próxima dos monetaristas. Mesmo assim, ao encontrar o governador de Goiás, acompanhado da secretária da Fazenda de Goiás, José Serra disse: “Não fique com ciúme, mas ela é minha discípula, tá?” Todos riram, inclusive o casmurro ministro das Relações Exteriores.

Marconi Perillo decide participar mais ativamente das redes sociais

O governador de Goiás, Marconi Perillo, do PSDB, provando que é atentíssimo às novas tecnologias e comportamentos, vai intensificar sua presença nas redes sociais. O tucano-chefe quer reforçar a possibilidade de disputar a Presidência da República em 2018. Por isso, vai participar mais das redes sociais, e em termos nacionais. O governador vai se envolver mais com o debate sobre a política e a economia nacional.

Linguista garante que Camões não criou “uma Língua Portuguesa”

Fernando Venâncio, professor da Universidade de Amsterdã, afirma que Luís de Camões “não acreditou numa Língua Portuguesa de perfil autônomo” e que o léxico de sua obra poética deriva muito do castelhano