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Se for para o segundo turno, Iris Rezende vai enfrentar uma muralha de praticamente todos os partidos

[caption id="attachment_57748" align="alignright" width="620"]O ex-prefeito Iris Rezende, o deputado federal Waldir Soares e o governador Marconi Perillo se encontram antes do início do evento na Asmego | Foto: Gabinete de Imprensa Foto: Gabinete de Imprensa[/caption] No segundo turno na disputa pela Prefeitura de Goiânia, se Iris Rezende tiver passado para a etapa seguinte, contra qualquer outro candidato, vai enfrentar um frentão político. Pode terçar forças contra o peemedebista os seguintes partidos: o PSDB do governador Marconi Perillo, o PR de Waldir Soares, o PTB de Luiz Bittencourt, o PT de Paulo Garcia e Adriana Accorsi, o PP de Sandes Júnior e Wilder Morais, o PHS de Eduardo Machado, o PSD de Francisco Júnior e Vilmar Rocha, o PSB de Vanderlan Cardoso e Lúcia Vânia, o PPS de Marcos Abrão. Até o PT vai virar-lhe as costas, sobretudo porque Iris Rezende articula, de seu escritório, petardos nada inocentes contra a gestão de Paulo Garcia, que agora chama de “filhote de Marconi Perillo”.

Republicano, Marconi leva o petista Paulo Garcia para conversar com ministro tucano

O governador de Goiás, Marconi Perillo, do PSDB, foi o articulador do encontro do ministro das Cidades, Bruno Araújo (PSDB), com o prefeito de Goiânia, Paulo Garcia, do PT. O petista elogiou o tucano-chefe, que apresenta como “republicano”. Iris Rezende, do PMDB, não faria o mesmo.

PT deve apresentar, a partir de julho, o dossiê das dívidas deixadas por Iris Rezende

Na campanha de outubro, sobretudo se Iris Rezende for candidato a prefeito, o petismo vai criar coragem e deve apresentar o dossiê das dívidas do peemedebista. Assim como Iris Rezende está colocando “artilheiros” (Agenor Mariano na linha de frente) para “atirar” no prefeito Paulo Garcia, o PT vai escalar seus “artilheiros” para metralhar a candidatura do peemedebista. Até o asfalto “sonrisal” será apontado e criticado. Petistas garantem que Iris Rezende fez asfalto de baixa qualidade e deixou para Paulo Garcia pagar e, sobretudo, restaurar.

Fegobel 16: para inovar com charme

Feira de Beleza que é realizada em Goiânia vai, mais uma vez, de 26 a 28 de junho, reunir profissionais, propiciar capacitações e valorizar um dos que setores que mais cresce atualmente

Primeiro-ministro da Igreja Católica, Robson Oliveira banca Tayrone di Martino para secretaria

Bancado pelo padre Robson Oliveira, reitor do Santuário do Divino Pai Eterno de Trindade e uma espécie de primeiro-ministro da Igreja Católica em Goiás, o vereador Tayrone di Martino, do PSDB, se prepara para trocar a Câmara por um cargo no secretariado do governador Marconi Perillo.

Crise entre Lúcia Vânia e Vanderlan Cardoso tem a ver com candidatos a vereador. Ele não abre o cofre

As relações entre o pré-candidato a prefeito de Goiânia, Vanderlan Cardoso (PSB), e a presidente do PSB, senadora Lúcia Vânia, não são exatamente ruins — chegam a ser cordiais. Mas aliados da senadora continuam dizendo que Vanderlan Cardoso “desaparece” — “está sempre na Bahia” ou “enfurnado em Senador Canedo” — e não atende os candidatos a vereador. Já aliados do pré-candidato afirmam que ele não vai repassar dinheiro para candidatos a vereador. Aliás, alguns deles, que se apresentam como postulantes, ainda não estão nem definidos.

Três grupos se preparam para criticar a gestão de Lúcio Flávio na OAB com mais acidez

Já há praticamente três grupos contra a gestão do presidente da Ordem dos Advogados do Brasil-Seção de Goiás, Lúcio Flávio. O primeiro, e mais óbvio, é a OAB Forte, que está se reorganizando, de maneira discreta, para começar a criticar as possíveis falhas da gestão de Lúcio Flávio. O grupo pretende fazer críticas consistentes e responsáveis, indicando, se necessário, que não há avanços. O grupo mais perigoso, porque atuante, é o de Leon Deniz. Recentemente, um aliado de Leon Deniz, ao renunciar à presidência de uma comissão importante da OAB, saiu atirando. Novos passos poderão ser dados. O grupo avalia que Lúcio Flávio está se tornando marconista, o que não procede. O presidente não foi eleito para fazer oposição política, e sim para defender os advogados. O leondenizismo é ligado ao PMDB. O terceiro grupo apoiou Lúcio Flávio, mas não se sente contemplado por sua gestão. Sente-se, na verdade, excluído. Portanto, a partir de agora, vai abrir as baterias críticas. Lúcio Flávio, nesta perspectiva, estaria isolado no poder, com um grupo restrito de amigos e aliados.  

Blitz dos partidos para tirar Cunha

Mas o PT vacila, diante da possibilidade de usar o afastado presidente da Câmara dos Deputados para desgastar o governo do interino Michel Temer

Jânio Darrot entrega mais uma unidade de saúde para a região leste de Trindade

UBS foi construída com recursos do município e deve atender as 4 mil pessoas residentes no Jardim Scala

Frente de Iris e Waldir pode forçar base aliada a acordão

Candidatura de apenas um nome começa a ser admitida para dar competitividade e possibilitar ida ao segundo turno na disputa pela Prefeitura de Goiânia

Próximo prefeito ou provável vexame?

O fenomenal desempenho do deputado federal Delegado Waldir, como prefere ser chamado, chama a atenção, mas gera dúvida: ele é uma certeza consolidada ou um sério candidato a desempenho vexatório nas urnas de outubro?

O reino da fantasia no país do “jeitinho”

Todas as grandes nações enfrentam os problemas para conseguir superá-los. No Brasil, a norma é conduta para contemporizar situações

TJ-GO faz mutirão para desafogar juizados especiais

O Tribunal de Justiça (foto) do Estado de Goiás (TJ-GO) promoveu, durante toda a semana passada, um mutirão de conciliação, visando ao desafogamento dos juizados especiais cíveis em mais de 7 mil feitos. Segundo informações do tribunal, o mutirão foi um sucesso, com alto índice de acordos celebrados. Os juizados especiais cíveis comprovam que o que mais falta ao Judiciário pátrio é estrutura, vez que, criados há mais de dez anos pela Lei 9.099/95, ainda não conseguiram atingir o visado objetivo de empregar celeridade a feitos de menor valor econômico. Atualmente, um feito tramita no juizado especial em média por três anos até atingir seu escopo, enquanto se esperava prazo não superior a seis meses quando de sua criação.

Margem de erro alta da pesquisa do Serpes sugere que Vanderlan e Waldir estão empatados

Pesquisa do Serpes, com margem de erro de quase 5%, indica que Waldir Soares pode estar bem atrás ou ligeiramente à frente de Iris Rezende

Câmaras de conciliação e arbitragem carecem de corpo de árbitros mais qualificado

As cortes de conciliação e arbitragem são tidas pelos profissionais do Direito e pelo Judiciário como uma excelente alternativa à solução de conflitos que envolvam direitos patrimoniais disponíveis. Porém, o despreparo de alguns árbitros que integram as mencionadas cortes vem afastando a procura pela arbitragem. O advogado Wesley Batista e Souza, árbitro de uma das cortes de conciliação e arbitragem de Goiânia, apresenta como razão o pouco conhecimento jurídico de alguns árbitros para enfrentar as questões que lhe são postas, inclusive quanto aos próprios termos da Lei 9.307/96 e do Processo Civil em geral, proferindo sentenças teratológicas e levando as partes à busca do Poder Judiciário, o que intentavam evitar, para complementações ou até mesmo a anulação da sentença arbitral. Como exemplo, o advogado cita uma situação em que a árbitra eleita extinguiu, por ausência de interesse processual, uma ação de cobrança, mesmo em face da incontrovérsia quanto à origem do débito, seu credor e devedor, situação na qual lhe caberia apenas pronunciar e quantificar o inadimplemento ou declarar quitação ou prescrição. Diz ainda o advogado que muitas situações de nulidade decorrem do descumprimento do artigo 7º da Lei de Arbitragem, que exige a remessa ao Judiciário para a lavratura do compromisso arbitral, quando uma das partes o recusa firmar, mesmo preexistindo à convenção de arbitragem.