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Essa é a visão que profissionais da área de urbanismo, arquitetura e mobilidade têm sobre a possibilidade de se encontrar soluções para o crescimento desordenado da capital goiana
O investidor Bill Browder e o advogado Sergei Magnitsky descobriram que funcionários do Ministério do Interior roubaram 230 milhões de dólares de impostos pagos e denunciaram a quadrilha no exterior. O segundo foi torturado e assassinado
De acordo com doutora em transportes, não há alternativa para a cidade que não seja a pensada por meio da valorização do transporte público
Livro resgata a história do jornalista e empresário que empregava 10 mil pessoas e mudou a imprensa brasileira
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Foto: Wildes Barbosa[/caption]
O jornalista Thiago Marques não é mais o chefe da Comunicação Setorial da Vice-Governadoria.
Por meio de uma carta, ele agradeceu a oportunidade ao vice-governador e secretário de Segurança Pública, José Eliton, e, na sequência, deixou o cargo.
Formado pela Universidade Federal de Goiás (UFG), no governo do Estado ele também esteve à frente da Comunicação Setorial da Secretaria de Educação na gestão do deputado Thiago Peixoto.
Depois de trabalhar na campanha à reeleição do governador Marconi Perillo, em 2014, foi para a Comunicação Setorial da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e com a ida de Eliton para a SSP, ficou lotado na Vice-Governadoria, respondendo também a demandas da Secretaria de Segurança Pública.
Marconi tentou evitar novo conflito entre as forças da base aliada estadual e os iristas, mas não deu certo. O resultado é que a rivalidade entre as duas forças está novamente presente nas eleições deste ano
“Enclausurado”, o novo romance do escritor inglês Ian McEwan, chega ao Brasil com tradução de Jorio Dauster, pela Companhia das Letras (200 páginas). O narrador da obra é um feto, o que é surpreendente, lembrando, não vagamente, Kafka e Philip Roth (o de “O Seio”). A editora o apresenta como “uma joia do humor e da narrativa fantástica”.
Como ainda não li, transcrevo a sinopse da editora: “O narrador deste livro é nada menos do que um feto. Enclausurado na barriga da mãe, ele escuta os planos da progenitora para, em conluio com seu amante que é também tio do bebê , assassinar o marido. Apesar do eco evidente nas tragédias de Shakespeare, este livro de McEwan é uma joia do humor e da narrativa fantástica. Em sua aparente simplicidade, Enclausurado é uma amostra sintética e divertida do impressionante domínio narrativo de McEwan, um dos maiores escritores da atualidade”.
O leitor que estiver interessado no livro pode ler uma entrevista de Ian McEwan, concedida a um jornal de Portugal, no site do Jornal Opção.
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Dulci Miranda[/caption]
Formada em marketing, Dulci Moura é uma das profissionais mais bem informadas sobre a política do Norte de Goiás. Sabe quase tudo e processa as informações com rapidez e contenção e divulga-as com precisão. Ela trabalha com marketing há seis anos, sobretudo marketing empresarial, mas também político. É expert em marketing digital.
Na campanha deste ano, Dulci Moura gerencia o marketing digital da campanha de Sebbinha (José Sebba Júnior), candidato do PR a prefeito de Montividiu do Norte. “Nós vamos ganhar”, aposta. “É o candidato mais qualificado para modernizar o município.”
Dulci Moura é responsável pelo marketing do deputado estadual Júlio da Retífica, do PSDB. Em Porangatu, embora não seja a marqueteira da campanha do líder nas pesquisas para prefeito, Pedro Fernandes, do PSDB, presta serviços para sua equipe. “Pedro Fernandes é o símbolo da renovação e vai ser eleito”, sublinha.
As pesquisas estão mostrando que os eleitores da capital querem experimentar e renovar mas com segurança. A avaliação do candidato do PSB como gestor privado e gestor público é altamente positiva
Incentivo para que a cidade se desenvolvesse tendo como base apenas a área de serviços criou a falsa ideia de que esta é a única vocação econômica da cidade. Não é
Denúncia a mais pessoas nos crimes que envolvem o ex-presidente vai abrir caminho para novas delações premiadas, o que será fatal para o petista
Considerando que o 2º turno está praticamente assegurado, a ordem dentro do comitê do candidato do PSB é encostar no peemedebista nas pesquisas
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Dilma Rousseff discursa no plenário do Senado Federal antes do impeachment | Foto: Reprodução / Agência Brasil[/caption]
Mesmo os petistas mais empedernidos não têm mais dúvidas de que o governo da petista Dilma Rousseff foi um desastre absoluto. As políticas equivocadas que ela adotou combaliram a economia, gerando fechamento de empresas e retração na atividade econômica, fatores que causam diretamente destruição de empregos. O desastre foi confirmado mais uma vez.
O Ministério do Trabalho divulgou na sexta-feira, 16, que mais de 1,5 milhão de empregos com carteira assinada viraram fumaça no ano passado. Foram exatamente 1.510.703 postos de trabalho formais fechados em 2015, segundo dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais). Trata-se do pior resultado em 31 anos, desde 1985, quando o levantamento começou a ser feito.
E como se não bastasse, é, ainda, a primeira vez em 24 anos que o país registra corte de vagas com carteira assinada. Em 1992, haviam sido fechadas 738 mil postos de trabalho. Com os novos números, o Brasil terminou 2015 com um total de 48,061 milhões de empregos com carteira assinada — abaixo de 2014 e de 2013.
Em outro levantamento que o ministério faz regularmente sobre dados de emprego do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), os números apontam que em 2015 o Brasil perdeu 1,54 milhão de vagas de trabalho com carteira assinada no ano passado, no pior resultado desde o início da pesquisa, em 1992. A pesquisa do Caged foi divulgada no início deste ano.
A diferença entre os dois levantamentos é que a pesquisa Rais é mais ampla, porque leva em conta mais categorias de trabalho, inclusive servidores públicos. Já o Caged calcula apenas o número de trabalhadores de empresas privadas.
Em nota técnica, o Ministério do Trabalho destacou que esta foi a primeira vez em 23 anos que houve um resultado negativo no fechamento do ano. Segundo o órgão, em 1992, houve queda de 3,21% no número de empregos formais. “O quadro de redução acentuada do nível de emprego formal em 2015 reflete a conjuntura recessiva que atingiu o País”, destacou o Ministério.
Conforme o “Valor”, a renda do trabalhador também caiu. Os rendimentos médios reais apresentaram uma queda de 2,56% em 2015 ante 2014, segundo os dados da Rais, passando de R$ 2.725,28 para R$ 2.655,60.
Os dados da Rais mostram que houve redução no nível de emprego tanto para mulheres (-438.478 postos ou ¬2,05%) quanto homens (¬1.071.955 postos ou ¬3,81%) em 2015, na comparação com 2014. No que diz respeito ao estoque de trabalhadores, os empregos formais são principalmente ocupados por pessoas do sexo masculino (27.061.695 postos) em comparação com as do sexo feminino (20.999.112 postos). Em 2015, a participação do sexo feminino (43,69%) manteve-¬se estável em relação aos demais anos.
O impeachment de Dilma Rousseff era o imperativo número 1 para que o Brasil começasse a mudar essa história. Agora, cabe ao presidente Michel Temer corrigir rumos, implementar o ajuste fiscal, encaminhar uma ou duas das reformas necessárias para que a mudança comece a acontecer. A economia deve ser reanimada, e a geração de empregos têm de começar. Os brasileiros conscientes sabem que não se deve esperar muito mais de Temer, até pelo pouco tempo de seu governo, um meio governo, na verdade.
Deputado federal fala das reformas fundamentais a serem realizadas no Brasil e diz que governo de Michel Temer tem condições de alcançar importantes avanços nos próximos dois anos
Os sindicatos que compõem o Movimento de União dos Servidores Públicos Civis e Militares do Estado do Tocantins (Musme) e o Grupo Gestor, composto pelos secretários de Governo Livio Luciano Carneiro, Geferson Barros e Rogério Silva se reuniram com os representantes sindicais na quarta-feira, 14, na sede do Executivo, na intenção de buscar alternativas para o fim da greve. “A proposta apresentada aos líderes sindicais se assemelha a de outros três Estados brasileiros, sendo que apenas três buscam a implementação da data-base, isso significa que, por determinação do governador Marcelo Miranda, os servidores farão parte de um grupo seleto em que os servidores terão a data-base 2016 implementada. O Governo está fazendo o possível para atendê-los”, destacou presidente do Grupo Gestor, Livio Lucinao. Uma nova reunião está marcada para esta segunda-feira, 19, às 9 horas. A reunião foi finalizada de forma positiva e o governo está otimista para que, o mais breve possível, os serviços oferecidos à população sejam restabelecidos. “Mais uma reunião que acontece desde o mês de maio para discutir a data-base. Sendo que de maneira sensata e colaborativa, os sindicalistas apresentaram sugestões e situações que, com certeza, serão importantes para que o governo faça um juízo final das suas possibilidades reais para concretizar a implementação da data-base 2016 aos servidores”, frisou Livio Luciano. “O governo recebeu bem as nossas pontuações e sugestões. Então, acreditamos que estamos mais próximos de chegar a um entendimento que atenda aos anseios dos grevistas”, afirmou o presidente do Sindicato dos Servidores Públicos do Estado (Sisepe), Cleiton Pinheiro. O Grupo Gestor participou e apresentou proposta aos representantes sindicais durante audiência pública na Casa de Leis e o o presidente explicou que também já estão sendo implementadas medidas efetivas que resultarão na manutenção dos direitos dos servidores, como a desoneração da folha de contratos/comissionados/comissões/indenizações em 20%, o que corresponderia o valor de R$ 7.669.021,78 mensais e R$ 102.228.060,40 ao ano.


