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Durante reunião com vereadores eleitos, peemedebista prometeu que "continuará indo" aos embates
O candidato do PR a prefeito perdeu capital eleitoral em Goiânia. Terá dificuldade de se reeleger a deputado em 2018? Talvez não. Depende de sua atuação em Brasília
O delegado Waldir Soares, candidato derrotado do PR a prefeito de Goiânia, obteve 71.727 votos, quer dizer, 10,48% dos votos válidos. Na eleição para deputado federal, há dois anos, em 2014, o parlamentar, que era do PSDB, obteve 178.708 votos, isto é, 26,96%.
Em termos percentuais, o delegado Waldir Soares perdeu 16,48% e, em termos de votação, perdeu 106.981 votos. Noutras palavras, em termos eleitorais, o deputado perdeu terreno. Até porque, como candidato a prefeito, disputou com seis adversários, portanto teoricamente sua votação deveria ter sido maior. Para deputado, disputou com centenas e, mesmo assim, obteve uma votação extraordinária.
Waldir Soares ficou “menor”, mas não se sabe se isto terá reflexos na sua candidatura à reeleição em 2018. Vai depender, possivelmente, de sua atuação como deputado federal. Se conseguir aprovar — e não apenas apresentar — projetos consistentes, na área de segurança pública e outras, é provável que seja reeleito. O republicano ainda tem capital eleitoral e o eleitor costuma diferençar candidato para o Executivo e candidato para o Legislativo.
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Reprodução[/caption]
As modorrentas tardes de terça-feira voltam a ser bordadas de poesia. O projeto Terça Poética continua após uma pausa. E volta bem, com um poema de 1968, escrito por ninguém menos que Ana Cristina Cesar. Presente em "Poética", título lançado pela Companhia das Letras, que este ano ganhou sua 3ª reimpressão, o escolhido dentre tantos incríveis da escritora carioca, que nasceu em 1952 e faleceu em 1983, deixando uma obra ímpar, é “protuberância”, que integra o livro póstumo de 1985, “Inéditos e Dispersos”. Ei-lo em homenagem a uma grande poeta, que ganhou a Flip deste ano, e que marca as boas novas do projeto. Envie-nos seus escritos. O e-mail é [email protected].
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Este sorriso que muitos chamam de boca
É antes um chafariz, uma coisa louca
Sou amativa antes de tudo
Embora o mundo me condene
Devo falar em nariz(as pontas rimam por dentro)
Se nos determos amanhã
Pelo menos não haverá necessidades frugais nos espreitando
Quem me emprestar seu peito ma madrugada
E me consolar, talvez tal vez me ensine um assobio
Não sei se me querem, escondo-me sem impasses
E repitamos a amadora sou
Armadora decerto atrás das portas
Não abro para ninguém, e se a pena é lépida, nada me detém
É sem dúvida inútil o chuvisco de meus olhos
O círculo se abre em circunferências concêntricas que se
Fecham sobre si mesmas
No ano 2001 terei (2001-1952=) 49 anos e serei uma rainha
Rainha de quem, quê, não importa
E se eu morrer antes disso
Não verei a lua mais de perto
Talvez me irrite pisar no impisável
E a morte deve ser muito mais gostosa
Recheada com marchemélou
Uma lâmpada queimada me contempla
Eu dentro do templo chuto o tempo
Um palavra me delineia
VORAZ
E em breve a sombra se dilui,
Se perde o anjo.
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O ex-prefeito e o cabo da Polícia Militar foram assassinados por Gilberto Ferreira do Amaral
A missa de sétimo dia “em memória” do ex-prefeito de Itumbiara José Gomes da Rocha e do cabo da Polícia Militar Vanilton Pereira — assassinados na semana passada pelo funcionário público Gilberto Ferreira do Amaral — acontecerá na terça-feira, 4, às 19 horas, na Catedral Santa Rita de Cássia, em Itumbiara. A missa será celebrada pelo bispo diocesano dom Fernando Brochini. O governador Marconi Perillo deverá ir à missa.
Uma caminhada, pedindo paz para os cidadãos de Itumbiara, sairá da Avenida Beira Rio, em frente ao Edifício Marselhe, às 17 horas, e irá até a Catedral Santa Rita de Cássia. Os organizadores pedem que as pessoas compareçam usando roupas brancas.
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Divulgação[/caption]
Também autor de "Alquimia de Pensamentos", Figueirôa narra na obra a busca pelo impossível
Pernambucano de Recife, W. Figueirôa vive os atuais dias em Goiânia. Na capital, o filho de Marcelo e Edna Figueirôa, que desde pequeno mostrava seu interesse pela escrita, fosse em redações escolares ou poesias, lança seu primeiro romance, o intitulado “Pégalus: o velho, um boneco e o caçador”. Lançada pela carioca Editora Multifoco, a obra percuta um sonho que se faz chave para a realidade, na busca pelo impossível.
Rosana Santiago Barbosa apresenta a obra, onde personagens são pessoas distintas. “Os sentimentos do boneco é a essência da obra e está no suposto de que o homem deve aprender a conviver com a natureza por ser o meio pelo qual o indivíduo torna-se plenamente criador e sujeito de sua própria história”, diz. O livro é um convite a passear por suaves e acolhedores lugares como também por hostis e competitivos, estes que compõem a vida.
Figueirôa também é autor de “Alquimia de Pensamentos”, obra que traz um poema com o qual recebeu uma menção honrosa no concurso do Rio Grande do Sul, “Caminhos do Sol”, realizado pela Shan Editores. Na gaveta, ele guarda ainda o intitulado “O Pintor e o Amante”, romance já finalizado e que aguarda a luz da publicação.
Leia um trecho do romance “Pégalus: o velho, um boneco e o caçador”, de W. Figueirôa
Parte um
Antes de ser um simples boneco
Apenas um boneco de madeira...
Já fui o auge na literatura infantil. A mentira foi o assunto em destaque na minha história. Mas sou uma realidade, uma verdade que reflete uma vida morta na natureza viva.
No tempo em que minha história era lançada, todos os meninos do mundo queriam ter um boneco igual a mim para brincar. E cada cópia criada para um boneco vivo, era uma vida para uma árvore morta.
Esse era o lado triste da linda e feliz história a se contar.
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Programação segue até domingo, com exibição de curtas, oficinas e lançamentos literários
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Yago Rodrigues Alvim
Uma terça-feira goiana que já acorda com chuva, não tem jeito melhor de anoitecer senão em seu maior teatro, o Goiânia. Nos palcos, a arte cintila cinematográfica e diminuta, com direito às canções do carioca Jards Macalé. Antes, curtas-metragens se seguem à homenagem a memória do diretor Zózimo Bulbul, que também trilhou uma carreira de ator e roteirista, e ao ator de Barreiros, no Pernambuco, Irandhir Santos, que figurou no longa “Aquarius”, de Kleber Mendonça Filho e na novela “Velho Chico”, de Luis Fernando Carvalho. Programação esta que tem início às 20h, quando se inicia mais uma edição do Goiânia Mostra Curtas, uma das grandes vitrines do audiovisual canarinho.
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De Pedro Novaes, "A Militante" é um curta goiano que compete na Mostra Brasil[/caption]
Já com seus 16 anos, o festival, encabeçado pela também curadora a cineasta Maria Abdalla, visa valorizar e democratizar a produção do cinema brasileiro, além da formação de plateia. Nisso, oficinas (cujas inscrições já foram encerradas) e lançamentos literários de temática cinematográfica compõe a programação. O cinema local tem seu merecido lugar no festival, que exibe as obras “A Militante”, de Pedro Novaes, e “E o Galo Cantou”, de Daniel Calil, na Mostra Brasil — uma das cinco mostras competitivas da edição; uma delas é, inclusive, dedicada às produções goianas, a Mostra Goiás.
A diversidade também é celebrada no festival com a Mostra Especial, que destaca, neste ano, o Cinema Negro Brasil Contemporâneo (tema). “Alma no Olho”, de Bulbul, é a primeira obra a ser exibida; ela apresenta assim um panorama das produções do século 21. Além do diretor, a primeira realizadora negra Adelia Sampaio e as atrizes Ruth de Souza e Chica Xavier são homenageadas.
Realizado pelo Icumam, a Goiânia Mostra Curtas segue até o domingo, 9 de outubro. As exibições de terça a sábado têm início às 19h, sempre no Teatro Goiânia. A programação completa e mais informações sobre o festival podem ser conferidas no site www.goianiamostracurtas.com.br. Só para lembrar, toda a mostra é gratuita. É só se achegar.
Serviço
Goiânia Mostra Curtas
De 4 a 9 de outubro
Local: Teatro Goiânia
Entrada franca
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