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Lúcia Vânia pode permanecer na base de Marconi e até indicar o secretário da Habitação

O nome preferido da base luciavanista é o do presidente da Agehab, Luiz Stival

Jardel Sebba discute com Iris Rezende parceria entre a Prefeitura de Goiânia e o governo de Goiás

O tucano e o peemedebista terão agenda para discutir melhorias para a capital

Suplência de Marconi Perillo pode ser mais disputada do que uma vaga no Senado

Lúcia Vânia e Wilder Morais podem disputar a suplência do tucano? Parece loucura, mas, se for, é uma entorpecimento racional

Iris Rezende sugere a aliados que, “para ganhar”, Ronaldo Caiado é o melhor nome

Mesmo sendo partidário, o prefeito de Goiânia teria feito um compromisso com o senador do DEM. Vai cumpri-lo? Difícil, mas não impossível

Deputado diz que Tayrone di Martino tem comportamento republicano como secretário

O parlamentar sugere que, longe de retirar os prefeitos dos aliados, o postulante a deputado federal contribui para fortalecer a base aliada

Governo detecta que Thiago Peixoto adotou o comportamento de “opositor cordial”

O parlamentar tem sugerido a aliados que está apenas tentando alertar sobre a necessidade de renovação de nomes e ideias

Cinco fábulas politicamente incorretas

A onça levou a vaca até um banquete onde essa onça havia conseguido pegar uma paca, um cavalo e um bezerro. Mas aí um enorme tronco caiu bem em cima da onça, deixando o banquete todo para um urubu (trecho da fábula “A Vaca e a Onça”)

Simone, Edwarda ou por uma aprovação ilimitada da vida na obra de Georges Bataille

Se o laço que sustenta as relações comuns extrai sua força coesiva da estabilidade conferida por ele aos seres que ele liga entre si, o laço que liga Simone e Edwarda aos seus, é inteiramente pulsional: um laço que tem sua origem e seu fim no corpo vivo, um laço que é menos identidade do que intensidade

Discussão entre Balestra e Wilder é disputa interna por espaço político

A crise no partido envolve duas de suas principais lideranças, o deputado federal Roberto Balestra e o senador Wilder Moraes. A guerra entre os dois não deve transbordar para a base aliada

«Baudelérias»: novas traduções dos poemas de Charles Baudelaire por Wladimir Saldanha

Charles Baudelaire (1821-1867) é um dos poetas mais traduzidos para o português. Wladimir Saldanha, poeta e tradutor, percebeu, entretanto, que as traduções vindas a lume até agora não levaram em conta o tom prosáico e, não raro, humorístico presente nos versos do poeta francês. A proposta das «Baudelérias» é tornar tais características evidentes

“A maioria favorável à intervenção militar não viveu aquela época”

Luiz Augusto Paranhos Sampaio Sofri muito em 1963 e 1964. Há muita gente dando palpite e ainda estava “mamando” naquela época. São passados mais de 50 anos de minha prisão e sei o que é um período de exceção. Muitos há que falam besteiras sem que saibam o que vem a ser uma ditadura. A maioria, tenho certeza, dos que opinam não viveram, não sabem nada e dizem algo por ouvir dizer. Não sabem, por exemplo, o que é ficar se escondendo em chácara fora de Goiânia para não ser preso, mesmo não sendo comunista. Apenas, respondendo a inquérito militar (os IPMs) porque tinha e proferia conferências, discursos e dava aulas abordando problemas nacionais. Esses “babacas” que opinam favoravelmente ao intervencionismo não viveram aquela época. Não sabem de nada, nada mesmo. Daí, não entrar nessas discussões com pessoas que nasceram após o golpe ou, então, que estavam ainda mamando ou fazendo xixi na cama. Temos, sim, de apoiar essa limpeza na política. Diferente, no entanto, é ficar desejando, sem conhecimento, uma intervenção militar. Luiz Augusto Paranhos Sampaio é escritor e advogado.  

“Os excessos, sejam do que for, são sempre prejudiciais”

Luiz Mauro Silva O que recomenda o bom senso é uma vida equilibrada em todos os sentidos, ingerindo apenas o necessário, falando o necessário. Os excessos sejam eles do que for, além de desnecessários são sempre prejudiciais. [“Obesidade é o grande mal da modernidade e ser uma das causas do câncer só torna isso mais claro”, Jornal Opção 2175] Luiz Mauro Silva é autônomo.  

“Michel Temer é como cerveja quente”

Alberto Nery Michel Temer está igual cerveja quente: já que não tem a gelada, vamos com a quente mesmo, não pode é ficar sem beber. A vantagem que Temer tem é que o TSE é lento. Pode ficar tranquilo que antes de 2020 não vão julgar esse processo que foi movido pela PSDB e que agora está mostrando que PT e PSDB são irmãos siameses. Apesar de algumas grandes empresas confirmarem investimentos no Brasil, podemos dizer que a recuperação não será em 2017, mas sim no fim de 2018. Se a gente for medir a crise brasileira pelo varejo estamos feitos. Basta dar uma olhada nas principais ruas de comércio de Goiânia – no Centro, no Setor Fama, na Avenida 85, na T-63, em Campinas – para ter o termômetro da economia. Inflação baixa não é mérito da equipe econômica; é que se subir o preço ninguém compra. Para sair dessa crise, com toda certeza teremos de fazer as três reformas – da Previdência, tributária e eleitoral –, porque se for só maquiagem essa crise vai continuar por mais 20 anos. Esperar que nosso crescimento viesse do agronegócio é complicado, porque as exportações são muito vulneráveis. E sabemos que nosso principal meio de transporte é o terrestre e nossas rodovias são uma lástima. Sou otimista e torço para que venha dá certo. Não votei no Temer, mais espero que ele tenha sucesso. E-mail: [email protected]

Aberta inscrição para quem queira disputar vaga no Congresso

Sigla tem diretório organizado no Estado e pretende lançar candidaturas no ano que vem, mesmo sem estrutura nem dinheiro

Com prejuízos nas safras anteriores, soja em Goiás mantém expectativa recorde

Colheita da produção 2015/2016, que já atingiu 90% do trabalho realizado, aponta saldo positivo do plantio de outubro, mas valor da saca preocupa

Operação Carne Fraca gera prejuízos, mas não barra recuperação econômica

O alarde é grande e o recuo do setor agropecuário no curto prazo é certo. Porém, economistas e gestores acreditam que se trata de uma turbulência passageira que não trará consequências graves para o futuro

O perigo que ronda a imagem do governo Iris

Sem conseguir debelar a forte crise de caixa recebida em janeiro, e em meio a falhas gerais no funcionamento da máquina administrativa, imagem negativa vai se cristalizando