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Primeira noite do festival de música independente deixou o roqueiro fã da metamorfose ambulante mais do que feliz ao homenagear um dos ícones do rock brasileiro
Em entrevista à revista "IstoÉ", governador de Goiás falou sobre sucessão presidencial, raxa no PSDB e a (ameaçada) aliança com o governo Temer
Autor do ataque a facadas foi identificado e morto pela polícia russa. Autoridades do país não tratam ataque como atentado terrorista
Ainda dá tempo de garantir ingressos para este sábado. 23ª edição do evento vai até domingo no Jaó Music Hall
Vítima teria perdido o controle do carro, que saiu da pista, capotou e pegou fogo às margens da GO 210
Seis vagões de um trem da Kalinga Utkal Express, que vinha da cidade oriental de Puri, saíram da via, segundo uma fonte dos serviços de resgate
Prefeito de Anápolis ponderou sobre a força do partido na base aliada, durante evento do diretório estadual que reuniu cerca 2 mil pessoas
Na gravação, jovem aparece caída no chão gritando e tossindo descontroladamente. Shopping confirmou episódio
Análise documental das entidades candidatas para gestão compartilhada de escolas no Entorno do DF será na próxima segunda-feira (21/8)
Anúncio foi feito durante evento do partido neste sábado (19/8) em Anápolis O deputado estadual Marlúcio Pereira (PSB) anunciou na manhã deste sábado (19/8) que voltará para o PTB, pouco mais de um ano após ter deixado o partido pelo qual foi eleito em 2014. [relacionadas artigos="102896"] Segundo o parlamentar, a volta ao PTB já foi acertada com o presidente do partido em Goiás, deputado federal Jovair Arantes. "É o único partido que dá liberdade para a mulher, jovem, adolescente e idoso. Foi no PTB que tive todas as minhas oportunidades", justificou Marlúcio. O anúncio foi feito para uma platéia de centenas de pessoas durante evento do PTB em Anápolis. Estavam presentes grandes lideranças do PTB, como o próprio Jovair, o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, o prefeito de Anápolis, Roberto Naves e o ex-senador Demóstenes Torres. Na janela partidária de 2016, o deputado trocou o partido trabalhista de Jovair pelo partido socialista da senadora Lúcia Vânia, pelo qual disputou, sem sucesso, a eleição para prefeito de Aparecida de Goiânia.
Ao lado do deputado Jovair Arantes, do prefeito Roberto e do ex-senador Demóstenes, militantes e aliados se reuniram na manhã deste sábado (19)
Ex-senador participou de evento do partido em Anápolis, onde mostrou confiança em reaver mandato ainda em 2017
Reforma Trabalhista prevê fim da obrigatoriedade da contribuição sindical. Representantes do movimento classista explicam as consequências
Começou em 2007, quando o PFL (Partido da Frente Liberal) virou Democratas, ou DEM como é mais conhecido. Há uns três anos, a Rede Sustentabilidade ficou somente Rede. Em 2013, o Partido da Solidariedade virou apenas Solidariedade. Há poucas semanas, veio o Podemos, metamorfoseado do PTN (Partido Trabalhista Nacional), um dos partidos mais antigos do país, com 72 anos. O PSL (Partido Social Liberal), quer se tornar o Livres. Até mesmo o velho PMDB quer mudar o nome. Ainda não há pedido no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ou sequer uma aprovação interna, mas o senador Romero Jucá (RR), líder do governo no Senado, apresentou uma proposta para o partido voltar a se chamar MDB, sigla que dava nome ao partido nos tempos em que ele se posicionava contra a ditadura militar. Jucá também falou que o partido poder virar apenas Movimento. Avante e Livres são nomes desconhecidos do eleitorado, mas que devem estar na disputa eleitoral em 2018. O que se percebe é o cuidado de tirar a palavra partido. É permitido, desde a alteração da Lei dos Partidos Políticos, em 1995. A revista “Carta Capital” da semana passada trouxe reportagem sobre o tema. Ouviu a cientista política Jacqueline Quare-semin de Oliveira, especialista em pesquisa de opinião, mercado, mídia e política da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (Fesp-SP). “O que eles (partidos) estão fazendo é usar a estratégia que o mercado utiliza. Sempre que uma empresa quer se modernizar ou tem problemas com seus clientes, elas se reposicionam.” A mudança, porém, diz a cientista, encerra perigo. “Eles não querem ser identificados como partidos, mas isso é um equívoco. Partidos não são produtos, embora muitas vezes ajam como tal, deixando de lado os projetos de políticas públicas. A mudança de nome de alguns pode ser equivocada, pois sua história, militantes, fatos, memórias, compõem a identidade do partido”, lembra. Para Jacqueline, renegar a própria história para atrair público é um erro. “Negando sua ideologia podem acabar perdendo a identidade”, afirma. Por outro lado, a cientista política lembra que numa sociedade de consumo é compreensível que os partidos tentem acompanhar determinadas correntes, mas a política é um campo mais conceitual. “Quando uma marca se reposiciona ela mantém sua história, e os partidos têm princípios e projetos que também deveriam ser preservados.” O resumo disso é que as siglas partidárias estão profundamente desgastadas. Praticamente todas elas têm seus líderes envolvidos em falcatruas. Daí a razão da tentativa de mudar o nome. Como se, rebatizadas, voltassem a ser limpas, assépticas, e, portanto, cairiam de novo nas graças do eleitor — se é que estiveram algum dia. Os adeptos da mudança de nome não se dão conta de que o porco, se deixar de ser chamado porco, continuará sendo porco.
Com a carga da PGR e da imprensa sobre Michel Temer, estava parecendo que os petistas nunca tiveram nada com a escalada de roubo ao erário nos últimos 13 anos


