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ARNALDO B. S. NETO Em 2003, no meu segundo ano como professor na universidade, procurei a faculdade de filosofia pedindo autorização para assistir a aulas no mestrado. Eu já era mestre, mas estava muito interessado numa formação melhor em temas filosóficos. Descobri que só uma matéria estava disponível, com o professor Jordino Marques, especialista em Descartes. As aulas, todavia, seriam sobre Leibniz. Eu não sabia nada sobre tal autor e nem estava especialmente interessado em sua obra, mas era a única opção e então me inscrevi. Logo que me apresentei, o professor Jordino perguntou pela minha formação e após ouvir a resposta, retrucou que eu não iria conseguir acompanhar as aulas e que seria uma perda de tempo para mim. Mesmo assim, insisti. A turma tinha cinco alunos, três mestrandos da filosofia, um doutorando em medicina de outra universidade e eu. Consistiam num método muito comum, que eu mesmo já usei: o professor ia lendo um texto e comentando, com alguma rara intervenção dos alunos presentes. Os comentários oscilavam entre o esclarecimento de algumas ideias e conceitos, não somente de Leibniz, mas também de Spinoza e Descartes. A parte final da aula era mais crítica, com questionamentos que o professor fazia ao texto, que nunca era lido de forma "reverencial". Rapidamente, após um mês de aulas lendo e escutando observações sobre a obra do autor da "Monadologia", descobri uma ansiedade juvenil pelas aulas seguintes. Lembro que também os demais alunos eram assíduos, pois não recordo de nenhuma falta àquelas aulas. Toda a magia da universidade estava ali, naquela fórmula tão simples: um professor, um texto e alguns alunos muito interessados. Numa aula, o professor nos dizia o que iriamos ler para a aula seguinte, geralmente um capítulo de livro. Não haviam chamadas, nem provas, nem horários muito rígidos. Falando honestamente, não me recordo sequer da entrega de um plano de aulas. Quase no final do curso, após quatro meses, o professor Jordino me fez um elogio lacônico. No corredor, caminhando para o estacionamento, me disse que havia se enganado sobre mim. De certo modo, foi esta a nota que obtive na matéria. Hoje me recordo da felicidade daqueles dias tão raros quanto irrepetíveis, certamente meus melhores momentos na universidade. [“A violência contra Thaís Azevedo e a doutrinação socialista na UFG”, Jornal Opção Online]
Arnaldo B. S. Neto é professor da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Goiás e doutor em Direito Público pela Universidade Vale do Rio dos Sinos (Unisinos).
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