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Espólio de Paulo Garcia tem mais de 100 processos na Justiça

O espólio de Paulo Garcia, que foi prefeito de Goiânia pelo PT, tem mais de 100 processos na Justiça. Sem alarde, o governador de Goiás, o tucano Marconi Perillo, tem colaborado, na medida do possível, com a família na resolução das pendências. Depois de se afastar de Iris Rezende, Paulo Garcia se aproximou do governador Marconi Perillo e mantiveram um relacionamento considerado “muito bom”. O secretário das Cidades e Meio Ambiente, Vilmar Rocha, também se tornou uma figura próxima do petista (chegou-se a cogitar que poderia se filiar ao PSD para disputar mandato de deputado federal).

“Sem conscientização de gestores, plano diretor não sairá do papel”, alerta Francisco Jr.

Deputado estadual foi o secretário de Planejamento responsável pela elaboração do Plano Diretor de Goiânia em 2007

Cristiane Brasil diz que se Lula for eleito, deputados “tiram ele de lá”

Deputada federal e presidente do PTB Mulher esteve em Goiânia na última semana, quando defendeu prisão do ex-presidente petista

Caetano Veloso processa MBL e Alexandre Frota por acusação de pedofilia

Juntos, os dois processos pedem indenização que totaliza R$ 400 mil

No Brasil, um em cada cinco bebês são filhos de mães adolescentes

Relatório da ONU mostra que, apesar de redução do índice, País ainda é o sétimo da América Latina em números de gravidez na adolescência

Às vésperas de votação da 2ª denúncia, Temer minimiza atritos com Maia

Peemedebista disse que o presidente da Câmara é um "colaborador extraordinário" e que a relação dos dois é de "muito respeito institucional

Governo de Goiás estreita relações com Espanha nas áreas de cultura e tecnologia

Agenda da missão comercial no país europeu vai até a próxima terça-feira (24/10)

Ministério Público ouve menor atirador e promotor pede internação provisória

O depoimento foi colhido pelo promotor de justiça Cássio Sousa na tarde deste sábado (21/10)

Milhares de catalães lotam ruas de Barcelona em protesto contra “golpe de Estado”

Manifestantes acusam Governo da Espanha de "ataque à democracia" e gritam por independência

Vereador critica proposta de Iris de municipalizar água: “Deve voltar atrás”

Revisão do contrato do município com a Saneago voltou a ser ventilado diante da crise hídrica que vive a Região Metropolitana de Goiânia

Tentativa de roubo em Goiânia faz 15 reféns e acaba com morte de dois suspeitos

Crime aconteceu em salão de beleza no Setor Morada do Sol na tarde deste sábado (21/10)

“Meu filho não foi pivô de nada”, diz pai durante enterro de vítima de atentado

Adolescentes mortos a tiros em escola de Goiânia foram sepultados neste sábado (21/10). Quatro outros jovens permanecem internados 

Não existe possibilidade de intervenção militar, afirma ministro da Defesa

"Vivemos uma situação democrática e é isso que vai continuar sendo, com o apoio das nossas Forças Armadas”, disse Raul Jungmann [caption id="attachment_108039" align="alignleft" width="620"] Ministro da Defesa, Raul Jungmann | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil[/caption] O ministro da Defesa, Raul Jungmann, afirmou que não existe qualquer possibilidade de intervenção militar no Brasil, por conta da crise política, conforme pregam alguns setores da sociedade e até militares da ativa. Segundo o ministro, as Forças Armadas estão em paz dentro dos quartéis. Raul Jungmann participou neste sábado (21/10) da solenidade que marcou o fim das operações do Brasil na Missão das Nações Unidas para Estabilização do Haiti (Minustah), depois de 13 anos de atuação. Após o evento, ele conversou com os jornalistas e garantiu que não há espaço para qualquer participação militar no país fora do que é determinado pela Constituição. As afirmações do ministro contrariam correntes políticas que pedem a volta do regime militar, caso a sociedade civil não resolva os impasses políticos e jurídicos. “Existe paz e tranquilidade dentro dos quartéis e nas Forças Armadas. Resumo o que as Forças Armadas entendem para o momento da seguinte maneira: dentro da Constituição, tudo, fora da Constituição, absolutamente nada”, respondeu o ministro, que questionou a validade de uma intervenção para o país. “Para que intervenção militar? Para resolver o problema da Previdência? Para resolver o problema democrático, que está resolvido? Para resolver o problema da inflação, que está sendo resolvido? Para resolver o problema do desemprego, que está caindo? Para que intervenção militar, se o Brasil está sendo passado a limpo? Temos a Lava Jato, que está punindo aqueles que são responsáveis pela corrupção.” De acordo com o ministro, o país sairá desta fase fortalecido e salientou que a situação atual é de democracia. “Não existe nenhum tipo de possibilidade de qualquer intervenção militar, porque vivemos uma situação democrática e é isso que vai continuar sendo, com o apoio das nossas Forças Armadas”.

“Acesso a arma é questão de educação”, diz pai de jovem morto em atentado

Pai de João Pedro diz que o não é o caso "deixar de apoiar liberação de armas" e que perdoa estudante atirador

12 principais apostas dos evangélicos para deputado estadual e federal

João Campos e Fábio Sousa são favoritos para deputado federal. Para deputado estadual, Jefferson Rodrigues, Lívio Luciano, Simeyzon Silveira e Daniel Messac são os mais consistentes