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Militar garante que atirou porque suspeitava que os dois jovens no carro se tratavam de assaltantes
A decisão foi por unanimidade, mas ainda cabe recurso no TSE e no STF
Depois de um mês de preparação, 35 alunos do 5º ano da Escola Classe SRIA, no Guará, conheceram um pouco da cultura da República Popular da China. No último sábado (11/11), eles aprenderam sobre a língua, a caligrafia e os costumes daquele país. A atividade fez parte do programa Embaixadas de Portas Abertas. Nas últimas semanas, a unidade escolar promoveu seminários e trabalhos de pesquisa em sala de aula sobre a geografia e a história da China.
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Foto: Andre Borges/Agência Brasília[/caption]
Rodrigo Rollemberg (PSB) nomeou na sexta-feira (10/11) Guilherme Rocha de Almeida Abreu para o cargo de secretário de Justiça e Cidadania. A nomeação será publicada no Diário Oficial do Distrito Federal. Abreu assume no lugar de Arthur Bernardes, exonerado sexta. Guilherme Rocha de Almeida Abreu nasceu em setembro de 1967 na capital federal. Formou-se em engenharia mecânica, pela Universidade de Brasília (UnB) e, em direito, pelo Centro Universitário de Brasília (UniCeub).
Também em Brasília, fez pós-graduação em direito civil, na Faculdade Atame. Servidor público de carreira do DF, o novo secretário é perito criminal da Polícia Civil. Em 2016, respondeu interinamente pela Secretaria de Justiça e Cidadania. Em seguida, assumiu a chefia de Gabinete da Casa Civil, onde permaneceu até o momento.
O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) denunciou 12 pessoas suspeitas de envolvimento no esquema descoberto pela Operação Caronte. Todos os suspeitos da chamada ‘máfia das funerárias’ foram denunciadas por crime de organização criminosa; alguns deles por falsa identidade, utilização ilegal de telecomunicações, crime contra as relações de consumo, corrupção ativa e corrupção passiva. Os suspeitos realizavam serviços – como sepultamento, embalsamento, cremação e translado de corpos – captados de maneira ilegal. O grupo interceptava a frequência de rádios da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) em busca de mortes naturais. O próximo passo dos criminosos era entrar em contato com os familiares, se passando por servidores do Instituto Médico Legal (IML), afirmando que o falecido passaria por necropsia.
A greve dos metroviários do Distrito Federal chega ao quinto dia, com 19 dos 24 vagões circulando na capital. Todas as 24 estações estarão abertas das 6 às 10 horas e das 16h30 às 20h30 desta segunda (13/11).
A paralisação que começou na última quinta (9) e chegou a prejudicar pelo menos 50 mil brasilienses só no primeiro dia ainda não tem data para acabar. Os funcionários do Metrô-DF pedem reajuste salarial de 8,4%, com base na variação do índice INPC, e a contratação de 631 pessoas aprovadas no último concurso – 331 de forma imediata e 300 de cadastro reserva. No domingo (12/11), o Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Metroviários do Distrito Federal (SindMetrô-DF) divulgou em seu site uma nova carta à população, em que informa a manutenção da greve.
A categoria afirma que o quantitativo de funcionários continuará o mesmo dos últimos dias, mas que a decisão de fechar ou não as estações cabe ao Metrô-DF.
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"Sem corporativimos e da maneira mais célere possível", governador se comprometeu a investigar possíveis crimes de abuso de autoridade e injúria racial por policial
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Foto: Divulgação[/caption]
O governador Marconi Perillo (PSDB) se reuniu nesta segunda-feira (13/11) com 21 vereadores da capital para tentar resolver o impasse criado entre o Legislativo da capital e a Polícia Militar, depois que o vereador Vinícius Cirqueira (Pros) foi levado preso na última sexta-feira (10), após uma abordagem policial.
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Do tucano, os parlamentares ouviram o compromisso de que o governo do Estado e o comando da Polícia Militar irá trabalhar para apurar qualquer desvio de conduta por parte dos policiais que abordaram Vinícius, "sem corporativimos e da maneira mais célere possível".
Estiveram presentes na reunião o vice-governador José Eliton (PSDB), o secretário interino de Segurança Pública, Coronel Edson Costa, e o comandante geral da PM, Coronel Divino José Alves. Todos eles também se comprometeram a apurar o caso e adiantaram que o agente que teria agredido o parlamentar já foi afastado de suas funções.
Por meio da abertura de uma sindicância, a corporação pretende averiguar se o policial cometeu os crimes de abuso de autoridade e de injúria racial.
O caso
Vinicius Cirqeira e o também vereador GCM Romário Policarpo (PTC) foram parados por uma blitz da PM, na última sexta-feira, e teriam se recusado a sair do veículo.
Durante gravação feita pelo vereador Policarpo é possível ver que policiais agridem Vinícius Cirqueira, que é vice-presidente da Câmara Municipal de Goiânia. Um dos militares ainda ameaça tomar o celular de Policarpo durante a filmagem.
Segundo a PM, Vinícius se recusou a cumprir a ordem dos agentes durante a blitz e, por isso, acabou preso por desobediência.
Policarpo conta, entretanto, que foi vítima de racismo durante a abordagem. “Para [o carro] que tem dois negrinhos do olho vermelho. Pode revistar o carro inteiro”, teria dito um agente.
De acordo com o parlamentar, o vereador Vinícius foi detido por desobediência após apenas questionar o motivo da ofensa. “Talvez tenha sido um dos momentos mais humilhantes da minha vida. Sou negro e sempre tive orgulho disso”, declarou, durante entrevista coletiva.
Espetáculos promovidos pelo Basileu França compõem uma programação em comemoração aos 403 anos do escritor, poeta e dramaturgo William Shakespeare.


