Notícias
Lucas Miziony, como é chamado agora, lança "Homem ou Mulher"
Postos começam a reduzir preços após ação do Procon, divulgação da composição tarifária e publicação de tabela de valores pela Secretaria da Fazenda
Parecer alterou projeto para aumentar o tempo de licença maternidade para mães de bebês prematuros incluindo o conceito de "proteção da vida desde a concepção"
Vice-governador lança Goiás na Frente Terceiro Setor – Social e volta a dizer que será o governador dos mais humildes
Congresso pressiona pela regulamentação de bingos, cassinos e caça-níquéis, mas procurador alerta para graves consequências se não houver fiscalização rígida
Investigado na Lava Jato, Jorge Picciani chegou a ser preso esta semana mas plenário da Assembleia revogou decisão contra ele e outros dois deputados do PMDB
[caption id="attachment_110074" align="alignleft" width="620"]
Deputado Jorge Picciani (PMDB) | Foto: Fernando Frazão / Agênci Brasil[/caption]
O presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), Jorge Picciani (PMDB) informou neste domingo (19/11) que vai se licenciar das atividades parlamentares a partir da próxima terça-feira (21) para se dedicar a sua defesa na Justiça. Ele deve ficar afastado até janeiro de 2018.
[relacionadas artigos="110177"]
Picciani é um dos investigados na Operação Cadeia Velha, desdobramento da Lava Jato no Rio de Janeiro que investiga esquema de corrupção entre parlamentares e empresas do setor de construção e transporte público. Ele e os deputados Paulo Melo e Edson Albertassi, todos do PMDB, foram presos esta semana indiciados por uso dos cargos públicos para corrupção, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.
Os três parlamentares foram soltos após o plenário do Alerj votar pela revogação da prisão, em sessão na última sexta-feira (17). O filho de Jorge Picciani, Felipe Picciani, permanece preso em consequência da mesma operação. A empresa gerenciada por ele e comandada pela família Picciani há 33 anos, teve a conta bloqueada como parte da operação.
No sábado (18), o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) protocolou eletronicamente na Justiça um mandado de segurança pedindo a anulação da votação de sexta-feira (17).
No pedido, o MP alega que o presidente em exercício da Alerj durante a sessão, deputado Wagner Montes (PRB), e a mesa diretora ignoraram a liminar que determinava que a sessão fosse aberta para todos os cidadãos. O requerimento à Justiça pede a realização de uma nova sessão, que repita a votação, permitindo o acesso às galerias.
Como adiantado pelo Jornal Opção, o deputado federal goiano esta de mudança para o PP e é o indicado da sigla para a pasta
Ex-presidente Sebástian Piñera é favorito nas pesquisas de opinião. Também serão eleitos hoje 155 deputados e 23 senadores
[caption id="attachment_110348" align="alignleft" width="620"]
O ex-presidente Sebastián Piñera, candidato de centro-direita à presidência do Chile, é o favorito, devido a uma divisão na base do governo de Michelle Bachele | Foto: Divulgação / Facebook[/caption]
O Chile realiza neste domingo (19/11) a sétima eleição presidencial desde o retorno da democracia, em 1990, e a primeira em que a coalização de centro-esquerda – que elegeu a presidente Michelle Bachelet – enfrenta dividida. A fragmentação favoreceu o empresário bilionário, Sebastián Piñera, de centro-direita, que governou o pais de 2010 a 2014. Dos oito candidatos à sucessão, ele é o favorito nas pesquisas de opinião.
Na ultima pesquisa publicada pelo do instituto Cadem, Piñera teria 45% da intenção de voto – o dobro dos 23% obtidos pelo segundo colocado, o senador Alejandro Guillier, candidato de Bachelet. Além de Guillier, três outros candidatos representam a antiga coalizão de centro-esquerda Concertación (que em português significa pacto), que foi rebatizada de Nova Maioria em 2013. Desde o fim da ditadura de Augusto Pinochet (1973-1990), ela elegeu todos os governos, com exceção de um: o do próprio Piñera.
A terceira colocada nas pesquisas de opinião é a jornalista Beatriz Sanchez, com 14% das intenções de voto. Não fosse o racha, ela estaria na mesma coligação de centro-esquerda que Guillier. Mas a queda na popularidade de Bachelet contribuiu para a divisão.
Bachelet, que concluiu seu primeiro mandato em 2010 com um índice de aprovação de 80%, deixará o governo em março e conta atualmente com 32% de popularidade. Uma das razões foi o desempenho da economia, que foi afetada pela queda do preço do cobre, principal produto de exportação chileno.
A presidente – que foi eleita pela revista Forbes como a quarta mulher mais poderosa do mundo – legalizou o casamento gay (num pais onde ser homossexual era crime até 1999) e o aborto (em casos de estupro, risco de morte da mãe e inviabilidade do feto). Ela promoveu uma reforma educativa, para ampliar o acesso gratuito a colégios e universidades, e uma reforma tributária, que aumentou os impostos as grandes empresas.
Segundo o sociólogo Eugenio Guzmán, a classe média chilena tinha grandes expectativas em relação às promessas feitas por Bachelet. E muito do que fez ainda não surtiu efeito. Já o impacto da desaceleração da economia foi imediato. Durante o governo da presidente, o Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas em um país) cresceu em média 2% - metade do que crescia no governo anterior, de Sebastian Piñera, quando o preço do cobre era alto.
Escândalos de corrupção envolvendo vários partidos – e também o filho e a nora de Bachelet – contribuíram para a desilusão dos chilenos com seus políticos. Segundo uma pesquisa do Centro de Estudos Políticos (CEP), 60% dos chilenos não se identificam com os partidos políticos existentes. E como o voto deixou de ser obrigatório em 2012, espera-se um alto índice de abstenção no domingo.
A campanha eleitoral mobilizou pouco – até porque, depois dos escândalos, foi aprovada uma lei de transparência, proposta por Bachelet, limitando o financiamento dos candidatos. Segundo o candidato Guillier, um alto índice de abstenção favorecera seu rival, Piñera. Ele pediu aos 14,3 milhões de eleitores chilenos que saiam de casa, no domingo (19) para votar.
Para ser eleito no primeiro turno, Piñera precisa obter metade mais um dos votos. Segundo o analista politico Patrício Navia, o desafio dos candidatos de centro-esquerda vai ser o de se unirem em um eventual segundo turno, em 17 de dezembro.
Também serão eleitos hoje 155 deputados e 23 senadores.
Aristides Junqueira foi promotor de justiça em três municípios de Goiás
Crítica unidimensional sugere que oposição não percebe que eleitores se cansaram da crítica puramente negativa e querem saber o que pretende fazer se chegar ao governo
A prefeita ad hoc de Goiânia não acerta crases. Perto dela, Joesley Batista é quase-gramático
O site criado pelo deputado José Nelto, do PMDB, era uma boa ideia, mas optou por apresentar um Goiás Irreal e sua audiência está caindo
A interpretação de nossa história equivale à construção da identidade nacional; se é elaborada de modo a ressaltar o seu atraso, institui uma identificação com esse abjeto atraso
A imprensa não deve ocupar seus espaços mais relevantes com noticiário sobre fofoca e deve discutir temas relevantes, como crescimento e desenvolvimento
Dos 2,2 mil imóveis comerciais, 800 estão de portas fechadas.


