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José Vitti cria céu de brigadeiro para José Eliton na Assembleia Legislativa

[caption id="attachment_117581" align="aligncenter" width="620"] Foto: Divulgação[/caption]

O presidente da Assembleia Legislativa de Goiás, José Vitti (PSDB), apagou, com a habilidade de Tancredo Neves, o incêndio, tudo indica que em definitivo, na bancada da base governista e garantiu céu de brigadeiro para o governador José Eliton (PSDB) no Parlamento.

José Vitti, tolerante e diplomático, achou o caminho das pedras com a liberação de emendas e abertura na agenda política do governador. Os deputados, por sinal, estão elogiando José Eliton, tanto pelo atendimento rápido quanto pelo fato de se mostrar afável.

Numa eleição majoritária conta a estrutura e, sobretudo, o candidato, afirma José Vitti

[caption id="attachment_114232" align="aligncenter" width="620"] Foto: Arquivo[/caption]

Em termos estritamente político, o presidente da Assembleia Legislativa, José Vitti (PSDB), está entusiasmado com José Eliton (PSDB). Ele aposta que o governador será reeleito. Por quê? Porque, frisa, é um excelente candidato. Estrutura conta, é claro. Mas o presidente da AL diz que conta muito mais o próprio candidato.

José Eliton, assinala José Vitti, empolgou as bases e, ao mesmo tempo, a sociedade. Isto é decisivo, postula.

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Tema perdeu oportunidade de receber desfecho no Superior Tribunal de Justiça (STJ)

Livro revela que corrupção das empreiteiras começou na ditadura, não com o PT de Lula

A dica é do escritor Aureliano Martins: “Estranhas Catedrais — As Empreiteiras Brasileiras e a Ditadura Civil-Militar: 1964-1988” (Eduff, 444 páginas), do historiador Pedro Henrique Pedreira Campos. Segue sinopse colhida no site da Livrara Amazon: “Um histórico sobre os ‘gigantes que nunca dormiram’ é a inspiração e fio condutor de ‘Estranhas Catedrais’. A análise crítica identifica na ditadura civil-militar brasileira do período 1964-1988 a origem da inserção, contaminação e subordinação do tecido orgânico do Estado aos interesses do segmento dos empreiteiros. O livro foi vencedor do Prêmio Jabuti 2015, na categoria ‘Economia, Administra­ção, Negó­cios, Turis­mo, Hotelaria e Lazer’. “Em foco, o crescimento e consolidação das principais empresas do setor de construção pesada no Brasil, numa articulação que, segundo o autor, propiciou o desenvolvimento expressivo, a modernização capitalista e a internacionalização das ‘gigantes do setor’. “Ao demonstrar as injunções políticas, estratégias e práticas que permeiam as relações da iniciativa privada e poder público e sua legitimação por ‘intelectuais orgânicos’, a publicação constata e fornece elementos de compreensão acerca de ‘Estado, Poder e Classes Sociais no Brasil’, conforme sugere o prefácio, assinado pela historiadora Virgínia Fontes.” Perguntado sobre o motivo de ter colaborado para “matar” a ditadura, o presidente-general Ernesto Geisel, um homem de rara decência, não titubeou: a ditadura, depois de Castello Branco, e talvez mesmo com o líder cearense, havia se tornado uma “bagunça”. O livro custa 58 reais e acaba de entrar para minha extensa lista penelopiana (é feita e desfeita com frequência).

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José Eliton impressiona pelo conhecimento da máquina e pelas decisões rápidas e eficientes

[caption id="attachment_123399" align="aligncenter" width="620"] Governador José Eliton (PSDB) | Foto: Larissa Quixabeira / Jornal Opção[/caption]

Nas entrevistas, discursos e conversas com segmentos organizados da sociedade, o governador de Goiás, José Eliton (PSDB), “impressiona pelo total conhecimento da máquina pública e absoluto equilíbrio”, dizem marconistas.

Secretários estão impressionados com o raciocínio rápido e a memória de José Eliton. É visto como tão articulado quanto o ex-governador Marconi Perillo (PSDB). “Nos debates, durante a campanha, tende a dar um banho nos adversários”, afirma um marqueteiro.

 Chama atenção o legalismo não burocrático de José Eliton. Ele cumpre as leis, mas cobra pressa e eficiência na resolução dos problemas.

Tudo pelo eleitor

Políticos começam a sair do gabinete para angariar votos pelo Estado

Daniel Vilela e Iris Araújo vão esvaziar estrutura de José Nelto no MDB

[caption id="attachment_124504" align="aligncenter" width="620"] Fotos: Divulgação[/caption]

O pré-candidato do MDB a governador de Goiás, Daniel Vilela — presidente regional do partido —, aliou-se a Iris Araújo e, juntos, devem promover uma caça às bruxas nas bases emedebistas que apoiam José Nelto para deputado federal.

A ordem é desidratar o neocaiadista e contribuir para derrotá-lo. Aliados de José Nelto dizem que o deputado estadual nada teme e é mesmo “dono” de parte do MDB no interior. “Enquanto Iris Araújo ficava assando pão de queijo em Goiânia e conversando sobre comida com socialites, José Nelto apoiou a candidatura de mais de 30 aliados para prefeito em 2016, então é natural que tenha apoio em todo o Estado”, afirma um joséneltista.

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