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Pesquisa aponta que gestão de Bolsonaro para crise ambiental é reprovada pela maioria da população

Segundo pesquisa realizada pelo Instituto Datafolha, 75% dos brasileiros consideram o interesse internacional na Amazônia legítimo. Para 66% dos entrevistados, o Brasil deveria aceitar dinheiro estrangeiro para aplicar na região
O levantamento foi realizado nos dias 29 e 30 de agosto, uma semana após o início da crise envolvendo focos de incêndio descontrolados na região amazônica, que levou o Brasil a entrar em crise com a França, de Macron. Foram ouvidas 2.878 pessoas com mais de 16 anos em 175 cidades brasileiras, e a margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou menos.
Crise Internacional
O envolvimento internacional na região, proposto pelo presidente francês, Emmanuel Macron, foi objeto de algumas das questões. Além dos 3/4 que acham o interesse legítimo, 22% discordam dessa afirmação. Também consideram que outros países usam a crise ambiental como desculpa para explorar a Amazônia 61% dos ouvidos, ante 35% que discordam.
Por outro lado, 66% dos entrevistados defendem que o Brasil aceite dinheiro estrangeiro para aplicar na região.
A agressividade empregada por Bolsonaro no trato da crise, notada especialmente em seu duelo verbal com Macron, pode acarretar perda de investimentos para 69% dos brasileiros —27% não creem nessa possibilidade.
A percepção de que o desmatamento está aumentando na Amazônia, conforme os dados oficiais do Inpe que Bolsonaro colocou em dúvida mostravam, é ampla: 71% dos ouvidos acham isso, enquanto 21% creem que a taxa está no mesmo ponto e 5% que veem queda na área afetada.
Gestão Bolsonaro
Aprovam o combate ao desmate e a incêndios de Bolsonaro 25%, enquanto 21% veem a gestão como regular —além dos 51% que a reprovam e 3% que dizem não saber avaliar. Nesse item, Bolsonaro tem sua gestão mais criticada por jovens de 16 a 25 anos (60% de ruim/péssimo), pessoas com nível superior de escolaridade (56%) e mais ricos (entre aqueles com ganho mensal acima de dez salários mínimos, 55% reprovam sua atuação na área. (Com informações da Folha de S. Paulo)
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André Pio vai disputar a prefeitura possivelmente contra o prefeito João do Léo, que está desgastado por uma gestão rica em irregularidades e pobre em obras
É definitivo. Dra. Cristina não esperar Elias Vaz e vai disputar a prefeitura da capital. Pelo PDT de Flávia Morais ou pelo Podemos de José Nelto e Eduardo Machado
Com a debacle provocada pela prisão de João de Deus, o prefeito José Diniz não está dando conta de administrar a prefeitura. Daí o surgimento de uma alternativa política
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Tenente Alessandro: quer uma prefeitura investindo em obras, no ser humano e uma cidade super segura | Foto: Divulgação[/caption]
A prisão do médium João de Deus produziu duas crises em Abadiânia. Primeiro, a comercial. A economia do município, sem sua principal atração, entrou em depressão. Segundo, o prefeito José Aparecido Alves Diniz, do PSD (mas a caminho do PP de Adriano do Baldy) viu a arrecadação do município cair e sua administração entrou em parafuso.
Com a crise política, gerada pela crise econômica, uma alternativa política surgiu de imediato. Trata-se do Tenente Alessandro, que não tem filiação partidária, mas tende a se filiar ao PSL do deputado federal Delegado Waldir Soares ou ao PDT da deputada federal Flávia Morais.
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Tenente Alessandro e o presidente Jair Bolsonaro: o provável nome do PSL para a disputa da Prefeitura de Abadiânia | Foto: Reprodução[/caption]
Alessandro Silvério de Almeida é articulado e seus aliados acreditam que será capaz de derrotar José Diniz. O prefeito vai disputar a reeleição, mas, segundo políticos da cidade, nem seus aliados acreditam que será capaz de ser reeleito. Os eleitores querem “renovação” — o que Alessandro é, e José Diniz não é. É como se quisessem “esquecer” um passado que, de alguma maneira, “queima” a imagem local, nacional e internacionalmente.
O tema da segurança pública, caro ao Tenente Alessandro, terá peso na eleição.
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