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Prefeito diz que fornecimento de água em Anápolis está em processo de solução

[caption id="attachment_2282" align="alignleft" width="620"]daia2 O Distrito Agroindustrial de Anápolis (Daia) ainda abastece uma parte da cidade: o que deveria ser provisório há 20 anos se tornou permanente | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção[/caption] Anápolis tem um problema histórico com o fornecimento de água e o esgotamento. É certo que a atenção com a questão nas últimas duas gestões foi melhorada, mas não é raro ouvir reclamações da população nesse sentido. Segundo o prefeito João Gomes, quando ele e o ex-prefeito Antônio Gomide assumiram em 2009, a situação era caótica, mas que, desde então, muito tem sido feito. “Em 2009, nos deparamos com realidades duras e entendemos que uma parceria era importante. Desde então, nossa parceria com o governo estadual tem sido boa. Afinal, não estamos em uma ilha”, conta. Além disso, o prefeito diz que buscaram recursos junto ao governo federal, pelo PAC Saneamento, para melhorar o atendimento nessa área. “Temos aproximadamente 60% de esgotamento sanitário em funcionamento. Em relação à água, superamos aquele problema de ficar quase o ano inteiro sem água. Tínhamos problema até em época de chuva, na seca então nem se fala, mas esse agravante já não existe. Melhoramos nesse sentido”. Claro, há muito a ser melhorado. Uma das questões que merece atenção tem relação com o Daia, pois uma parte da cidade — cerca de 40 mil habitantes — ainda é abastecida com a água captada pelo Daia. Sobre isso, o prefeito diz: “Isso era para ser temporário quando foi iniciado há 20 anos, continua até hoje, mas chegaremos lá.”

Gomide atrás de parceiros e de um vice

Antônio Gomide está à procura de parceiros para fortalecer seu projeto para outubro. Há vários na “mira”, mas dois em especial: PHS e PDT. É certo que o PHS, de Eduardo Macha­do, recebeu convite para participar da chapa majoritária na vice. O partido, por ser pequeno, ficou lisonjeado com o convite inédito. Porém, não se decidirá antes da convenção, que acontecerá na primeira semana de maio. O motivo é que o convite de Gomide, embora o mais importante, não foi o único. O governador Marconi Perillo também chamou o PHS para seu projeto. O PMDB também. Além disso, muitos dos 120 candidatos, entre deputados estaduais e federais, têm preferência por um ou outro caminho. E, sendo uma sigla democrática, como apontam os membros, qualquer decisão deverá ser tomada para manter a sigla unida.

Lançado 4º Festival de Cinema da cidade

Na terça-feira, 22, serão abertas as inscrições para as mostras Curta Anápolis e Curta Centro-Oeste do 4º Festival de Cinema de Anápolis. Neste ano, serão distribuídos R$ 138.500 entre os vencedores das duas mostras de curtas e nas várias categorias da Mostra Adhemar Gonzaga de Cinema Brasileiro, que reúne três longas-metragens brasileiros de ficção premiados nacional e internacionalmente. Podem ser inscritas para as apresentações competitivas – até o dia 30 – produções nas categorias ficção e documentário. Uma novidade no 4º Anápolis Festival de Cinema é o Prêmio Des­taque Walter Webb, destinado exclusivamente, às produções anapolinas que concorrem na Mostra Curta Anápolis. A premiação, no valor de R$ 10 mil, foi instituída pela prefeitura em homenagem a Webb, que sempre esteve presente no Festival.

Pedagogia inspirada no feminismo transforma o ser humano em zumbi

Alicerçado numa experiência fracassada de mudança de sexo que levou um jovem ao suicídio, o conceito de gênero não passa de uma plástica existencial, que transforma mulheres e homens em escravos do próprio corpo

Fricó inaugura indústria e Trindade articula instalação de novas unidades

Faturamento anual do distrito industrial vai superar R$ 350 milhões e gerar mais de 7 mil empregos diretos e indiretos. Projeto está em fase de implantação

Os partidos políticos, as eleições e as novas lideranças

As “jornadas de junho” disseram não às velhas práticas políticas e a sociedade não vai mais aceitar passivamente o toma lá da cá

Futuro da campanha eleitoral depende mais do que nunca da Copa do Mundo

Todas as expectativas eleitorais bancadas pelos institutos de pesquisa ficarão em banho-maria até julho chegar. E o destino da presidente Dilma Rousseff será o mais atingido, para o bem ou para o mal

Contra os novos escândalos, o governo volta a acusar a oposição de ser privatizadora

Em viagens nesta semana, Dilma insistirá na acusação, mas a presidente da Petrobrás ofereceu munição para a campanha eleitoral da oposição

Dilma se sentiu enganada em Pasadena, mas demorou a punição de quem a enganou

Dilma Rousseff se sentiu enganada ao ser induzida a aprovar a transação com base num resumo do contrato da o­pe­ração, faltou o governo punir mais cedo quem a enganou

Um quadro típico para CPI decorrente do aparelhamento do governo pelo PT

No mesmo dia em que a presidente da Petrobrás, Graça Foster, depunha no Senado, a oposição ganhou mais munição, vinda da Polícia Federal, para tentar a CPI que investigue as suspeitas de irregularidades na petroleira

Cruzada contra a Globo se tornou arma de Lula para mobilizar militantes na internet

“Nós não temos a Rede Globo do nosso lado”, queixou-se Lula em campanha no interior para eleger o ex-ministro Alexandre Padilha a governador de São Paulo

PT faz o impossível para impedir que se descubra que roubava a Petrobrás

Os esforços do PT e do governo para impedir que se descubram o “quem” e o “como” dos roubos de que foi vítima a Petrobrás parecem estar tendo sucesso, a despeito da “blitzkrieg” da Polícia Federal

Dilma Rousseff foi eleita como gerente e falha como gestora

As vicissitudes de quem é menor (muito menor) do que o cargo que ocupa: a fama criada por Lula para Dilma Rousseff de “gerente competente” se esboroa mais a cada dia. Não pode ser competente quem não pode falar de improviso, pois não consegue concatenar um raciocínio a ponto de finalizá-lo. É o caso da presidente, frequentadora assídua dos anacolutos. Gente competente não precisa ornar currículo com título de doutorado inexistente, até porque isso é fraude. A presidente fez isso. Uma gerente competente levaria até o término um programa inteiramente identificado com sua pessoa. Dilma, a “mãe do PAC”, no batismo feito por Lula, quer como ministra superpoderosa, quer como presidente, não conseguiu realizar mais que 12% do Pro­grama. Promessas de campanha ou fora dela, algumas mirabolantes, foram abandonadas como fatalmente seriam, mas sem as explicações da “chefe”: transposição do Rio São Francisco, trem-bala Rio-São Paulo, construção de 6.000 creches, implantação de 800 aeroportos regionais. Obras da Copa estão atrasadas, apesar do enorme espaço de tempo que teve o governo (leia-se Dilma) para terminá-las. As decisões pessoais da presidente, enormemente equivocadas, custam grandes desgastes à nação. Baixar contas de luz no momento em que o custo da energia produzida subia, com o funcionamento das usinas térmicas, só poderia ser desvario eleitoreiro. Vai custar imenso aos consumidores, no futuro pós-eleitoral, e desandou o mercado, prejudicando geradoras, comercializadoras e distribuidoras. A Eletrobrás perdeu 60% de seu valor acionário. Outra: incentivar compra de automóveis com renúncia fiscal atravancou as cidades. Ao mesmo tempo, fez desaparecer recursos tributários necessários para dar a elas mobilidade que permitisse trafegarem com um mínimo de desenvoltura esses automóveis vendidos às mancheias mais o transporte coletivo. Além disso, obrigou a Petro­brás a uma importação cada vez maior de gasolina, que vendida a pre­ços subsidiados (para segurar a in­flação) só au­men­ta o prejuízo de nossa petroleira, já cambaleante com o aparelhamento também in­competente, a roubalheira e o descaso. De quebra, fulminou a indústria do etanol, que, fazendo parte da gasolina vendida nas bombas, também tem preço contido artificialmente. A “nova economia” dilmista, que deixou de lado o tripé de sucesso desde o Plano Real (superávit primário, câmbio flutuante e metas para a inflação), resultou em crescimento irrisório, que comparado aos crescimentos dos Brics e de outros países sul-americanos nos envergonha. A inflação bateu no teto da meta e ameaça ultrapassá-lo. E a “competente gerente” não tem sequer planos para os descalabros da saúde, da educação e da segurança. A propósito, para ficar só na última vergonha (segurança) foi também notícia na semana que o Brasil tem 11 entre as 30 cidades mais violentas do planeta. A quinta cidade mais violenta do universo habitado é Maceió, a capital do Estado do político mais influente do Congresso, seu presidente Renan Calheiros. E continuou sendo notícia na semana a queda na aprovação da presidente e a possível volta de Lula. O qual, por sua vez, nega a pretensão, mas o faz com um estranho brilho no olhar.

Não se deve manchar imagem do IBGE

Devido a uma questão ainda não muito bem explicada, surgiu uma re­belião inusitada no IBGE. Uma diretora, Márcia Quintslr, e uma coordenadora, Denise Britz do Nascimento Silva, pediram demissão. Quase duas de­zenas de técnicos do instituto es­tão no mesmo caminho. Embora não se saiba exatamente o que está se passando, a questão parece se ligar à Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílio Con­tí­nua), sua metodologia e divulgação. Sa­be-se de interferências políticas. Faz sentido, pois uma questão apenas técnica não causaria tal rebelião. Mais uma instituição tradicionalmente séria é posta em dúvida no governo atual.

O equívoco da deputada que patrulha Sheherazade

A competente jornalista Rachel Sheherazade está sendo cruelmente patrulhada. As pressões sobre o SBT para demiti-la já atingiram o nível de censura política. A velha deputada comunista Jandira Feghali (PCdoB-RJ), uma das maiores truculências que já vi as saias abrigarem, quer por quer a demissão da moça. Afinal, é assim que se faz em Cuba com jornalista que não bate palmas para a ditadura. A dita deputada está em campanha (e tem trânsito no governo) para cortar as verbas publicitárias do SBT se não demitir Shehera­zade. Há gente que definitivamente não envelhece com decência.