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Pleito acontece desde quinta-feira na União Europeia e envolve 28 países-membros. Eleitores escolher 751 deputados que farão parte do parlamento na próxima legislatura
Pista ficou interditada por cerca de quatro horas. Conforme informou a PRF, as vítimas fatais voltavam de uma chácara
Efetivo de segurança foi reforçado para garantir a ordem durante o pleito. Na noite de sábado foram registrados confrontos leste d o país
Profissionais da área mostram que caminho é longo e com muito trabalho a ser feito, mas há um cenário audiovisual local e chance de crescimento em escala nacional
A volta de Iris Rezende ao campo de batalha, como possível candidato a governador pelo PMDB, empurra, em definitivo, o deputado federal para o lado do governador Marconi Perillo.
O tucano-chefe sabe que, se não puxar Caiado, e rapidamente, para seu lado, Iris poderá fazê-lo.
Se compor com Iris, Caiado deixará a chapa do PMDB-DEM muito forte. Primeiro, porque atrai votos para o peemedebismo. Segundo, porque, em campanha, bate duro e tem credibilidade.
Marconi é adepto da política como arte racional e, por isso, possivelmente vai se aproximar de Caiado. Este, que está mais moderado, também quer a aproximação e, lançado candidato, vai subir no palanque do tucano-chefe e vai apoiá-lo para governador.
De olho no futuro, município dá um salto entre o discurso da sustentabilidade e as ações efetivas de preservação
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Vanderlan Cardoso: uma ponte entre Iris Rezende e Eduardo Campos?[/caption]
O virtual candidato do PMDB a governador de Goiás, Iris Rezende, não definiu se vai apoiar a reeleição da presidente Dilma Rousseff. Porque está mais interessado na política local do que na nacional. O peemedebista tem procurado Vanderlan Cardoso, pré-candidato do PSB a governador, por intermédio do marqueteiro Jorcelino Braga, a ponte entre ambos. Ele sugere que Vanderlan seja candidato a vice-governador ou a senador na sua chapa. O socialista autorizou as conversações com Braga, seu diplomata no escritório de Iris — o ex-secretário da Fazenda visita tanto o escritório do peemedebista que algumas pessoas chegam a pensar que se trata de um novo funcionário do ex-prefeito —, mas teria sugerido, mais do que dito, mais ou menos o seguinte: se Iris apoiar Eduardo Campos, com uma incisiva declaração pública, as conversações poderão avançar. Porém, sem o apoio ao presidenciável do PSB, nada feito. Iris trabalha com algumas alternativas. A chapa de seus sonhos inclui ele para governador, Vanderlan na vice e Antônio Gomide para senador. Se o petista não quiser compor, Iris gostaria de atrair Ronaldo Caiado para a disputa do Senado.
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Iris Araújo, Rubens Otoni, Daniel Vilela, Thiago Peixoto e Giuseppe Vecci: os favoritíssimos para a disputa eleitoral de 5 de outubro | Fotos: Fotos: Fernando Leite/Jornal Opção - AGECOM/Mantovani Fernandes[/caption]
O Jornal Opção ouviu líderes de vários partidos e pediu que elaborassem uma lista com os nomes de seus favoritos na disputa para deputado federal. Claro que podem ocorrer surpresas, sempre ocorrem duas ou três, mas a lista contempla, de fato, os nomes mais cotados e consolidados. Observa-se que, com a desistência dos deputados federais Sandro Mabel, Leandro Vilela, Leonardo Vilela, Armando Vergílio, Vilmar Rocha e Ronaldo Caiado (os dois últimos devem disputar o Senado), um volume de 800 mil votos está se movimentando nas bases eleitorais. A tendência é que com 100 mil votos um candidato seja eleito deputado federal (ficando no último lugar, possivelmente), isto, claro, se a coligação obtiver uma votação expressiva. Dado o cociente eleitoral, o político é eleito deputado com cerca de 162 mil votos. Os consultados sugerem como possíveis campeões de voto: Iris Araújo, Daniel Vilela, Giuseppe Vecci, Thiago Peixoto e Rubens Otoni.
PSDB/PP/PSD/PPS/PR/DEM/PTB/PRB — 10 cadeiras
1 — Alexandre Baldy; 2 — Antônio Faleiros; 3 — Célio Silveira; 4 — Delegado Waldir; 5 — Gilvan Máximo; 6 — Giuseppe Vecci; 7 — Heuler Cruvinel; 8 — João Campos; 9 — José Mário Schreiner; 10 — Jovair Arantes; 11 — Magda Mofatto; 12 — Marcos Abrão; 13 — Roberto Balestra; 14 — Sandes Júnior; 15 — Thiago Peixoto; 16 — Valdivino Oliveira. Tendência: a base pode eleger de 10 a 12. Portanto, quatro ou seis da lista podem ser derrotados.
PMDB — 4 cadeiras
1 — Daniel Vilela; 2 — Iris Araújo; 3 — Marcelo Melo; 4 — Paulo do Valle; 5 — Pedro Chaves. Melo e Valle disputam a quarta vaga.
PDT — 1 cadeira
1 — Flávia Morais
PT — 2 cadeiras
1 — Edward Madureira; 2 — Mauro Rubem; 3 — Olavo Noleto; 4 — Rubens Otoni; 5 — Tayrone di Martino. Noleto e Rubens são os franco-favoritos.
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Dilma entrega trecho da Norte-Sul: solenidade antecedida por protestos[/caption]
Dilma Rousseff (PT) esteve na quinta-feira, 22, no evento de inauguração do trecho da Ferrovia Norte-Sul entre Anápolis e Palmas, capital do Tocantins. A solenidade foi antecedida por protesto de cerca de 400 membros da Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico do Estado de Goiás (FemGoiás) que cobram celeridade na conclusão das obras da BR-060/153. O trânsito nas proximidades do Distrito Agroindustrial de Anápolis de Anápolis (Daia) ficou travado das 5 às 8h30.
A petista, o ministro dos Transportes, César Borges, e o pré-candidato ao governo pelo PT, Antônio Gomide, chegaram ao local em uma das locomotivas. Eles chegaram pelo túnel 2, abaixo da BR-060. Esta é a segunda vez que Dilma vem a Goiás para tratar sobre a ferrovia Norte-Sul. Em 15 de março de 2012 a petista vistoriou obras deste mesmo trecho já inaugurado anteriormente.
A Ferrovia Norte-Sul, no trecho inaugurado na quinta-feira, que possui 855 quilômetros, perpassa por 24 municípios goianos. A parte relativa ao PAC estava orçada em R$ 4,28 bilhões, mas foi aumentada em quase R$ 500 milhões ao longo dos anos. A ferrovia ainda não possui operador e só funcionará efetivamente em 2015. Da capital do Tocantins a Açailândia, a Norte-Sul é operada pela empresa Valec Engenharia.
Dentre os impasses e polêmicas, as suspeitas de superfaturamento levantadas pelo TCU.
Estudantes são presos suspeitos de queimar ônibus
A Polícia Civil (PC) deflagrou na sexta-feira, 23, a operação R$ 2,80, comandada pelo delegado Alexandre Lourenço, da Delegacia Estadual de Repressão a Ações Criminosas Organizadas (Draco). A ação visou prender líderes do Movimento Estudantil Popular Revolucionário, suspeitos de pregar a desordem e incitar a população a destruir ônibus do transporte público de Goiânia e região metropolitana. A operação contou com a participação de 25 policiais. Ao todo foi efetuada a prisão de três estudantes entre 18 e 20 anos e a execução de cinco mandados de busca e apreensão. O delegado Tiago Torres disse que foi apreendido material como bandeiras, cartazes, gases e produtos para a fabricação de coquetel molotov, arma química incendiária, geralmente utilizada em protestos.Militares da Tailândia anunciam golpe de Estado
O comandante do exército da Tailândia, Prayuth Chan-Ocha, anunciou em pronunciamento na TV na quinta-feira, 22, que está tomando o controle do governo para restaurar a ordem e promover reforma políticas no país. O golpe militar aconteceu dois dias após a declaração da Lei Marcial. Depois do anúncio, o chefe do exército pediu que a população permanecesse calma e que continuasse com seus afazeres diários. O país sofria com uma crise política há mais de oito meses, com diversos protestos antigovernamentais. O comandante afirmou que a tomada de poder não afetaria as relações internacionais. O exército anunciou, em seguida, que estava enviando tropas para retirar os manifestantes das ruas.Traficantes queriam construir submarinos
Pelo menos duas pessoas foram presas em Goiás na sexta-feira, 23, durante a deflagração da Operação Águas Profundas, por parte da Polícia Federal e da Receita Federal. Foram expedidos mandados para Goiás e mais seis Estados do país com vistas a desarticular uma quadrilha especializada em tráfico internacional de drogas. Segundo as investigações, o grupo faturava mais de R$ 5 milhões semanais com as ações ilegais. Para facilitar o transporte de mercadorias, a quadrilha havia concluído o planejamento para a construção de um submarino e pretendia criar uma empresa aérea para voos internacionais. Os traficantes mantinham atividades em cerca de 30 países, entre eles EUA, China, Espanha, França e África do Sul.Pastor hostiliza Xuxa e é retirado da CCJ
O deputado Pastor Eurico (PSB-PE) foi destituído da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados após hostilizar a apresentadora Xuxa Meneghel em audiência que tratava da chamada “Lei da Palmada”. Xuxa estava participando da sessão como apoiadora do projeto, que proíbe a punição física em crianças. Ao falar do “filme pornô” do qual Xuxa teria feito parte, o Pastor Eurico se referia a “Amor, Estranho Amor”, produção de 1982 que contava com a participação de Vera Fischer e Tarcísio Meira. Na história, Tamara, interpretada por Xuxa, seduz e molesta um garoto de 12 anos de idade. Após ser hostilizada na sessão de quarta-feira, a apresentadora Xuxa não pôde se defender. Como não é parlamentar, não tinha direito à palavra.Joaquim Barbosa revoga trabalho externo de mais quatro condenados no mensalão
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, revogou na quinta-feira, 22, o benefício de trabalho externo de mais quatro condenados na Ação Penal 470, o processo do mensalão. O presidente cassou o benefício dos ex-deputados Valdemar Costa Neto, Bispo Rodrigues e Pedro Corrêa e do ex-tesoureiro do extinto PL Jacinto Lamas. Barbosa entendeu que eles não podem receber trabalhar fora do presídio por não terem cumprido um sexto da pena. Com o mesmo argumento, Barbosa revogou os benefícios do ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares, do ex-deputado Romeu Queiroz, do ex-advogado de Marcos Valério, Rogério Tolentino, e do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, que não chegou a receber autorização para trabalhar. De acordo com a Lei de Execução Penal, a concessão do trabalho externo deve seguir requisitos objetivos e subjetivos.
A sociedade fica com a impressão de que o PMDB está sem rumo, à deriva e implodindo, e que seus principais líderes vivem num mundo paralelo, distante do mundo real dos eleitores. O tucano Marconi Perillo pode ser o principal beneficiário deste apreço pela irrealidade
Em sua 11ª edição, o projeto do Sebrae, em parceria com Secult e Senac, valoriza os empreendimentos da área cultural goiana
Os manuscritos originais da última entrevista de Albert Einstein, corrigidos por ele mesmo, revelam que ele acreditava no sucesso do Estado de Israel apesar dos problemas, e que detestava ser elogiado
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Frederico Jayme: “Que tal discutir o Caso Caixego, com todas as suas implicações, e as ações da Delta na Prefeitura de Goiânia?” | Foto: Arquivo/Correio Goiano[/caption]
O ex-presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE) e ex-deputado Frederico Jayme é, a um só tempo, peemedebista e anti-irista. Ele sublinha que, quando o empresário Júnior Friboi filiou-se ao PMDB com o objetivo de ser candidato a governador, alertou-o: “Você vai se decepcionar. Não deu outra”.
Frederico, que o irismo chama de “marconista”, afirma que, “quando Iris Rezende desistiu da pré-candidatura e jogou ‘pedras’, falando do dinheiro do empresário, Júnior deveria ter reagido.”
Recentemente, sustenta Frederico, “aconselharam Júnior a visitar Iris. Sugeri que não fosse. Ele foi. Disse ao cacique que o PMDB precisava marchar unido e frisou que, se quisesse, Iris poderia ser o candidato a governador. Júnior falou que sairia do páreo. No entanto, Iris disse: ‘O candidato é você. Mas vamos esperar até quarta-feira. Vamos ficar quietinhos. Aí vamos surpreender Goiás’. Porém, enquanto o empresário paralisava suas atividades, Iris trabalhava, em tempo integral, e organizava um movimento com o objetivo de bancá-lo para o governo. Por isso, decepcionado, Friboi escreveu e divulgou uma carta renunciando à pré-candidatura”.
Entretanto, na opinião de Frederico, a “vitória” de Iris pode ter sido de Pirro. “O PMDB implodiu e não comporta remendos. Mas digo e assino: não acredito na candidatura de Iris, porque não tem a mínima receptividade. Hoje, digo, sem receio de errar, que Iris e o PMDB não falam a mesma linguagem. O PMDB avançou, mas Iris é um político que diz respeito ao passado, rancoroso.”
Mas Iris será candidato a governador? A análise de Frederico: “Iris não tem saída e não tem outro nome no seu grupo. Ao defenestrar Júnior, é obrigado a ser candidato. Mas claro que vai ser uma campanha e uma candidatura esvaziada. O PMDB não vai para à luta por Iris. Sou da executiva do PMDB e sei disso. Os peemedebistas estão cansados de trabalhar para o projeto pessoal de Iris”.
Muitos peemedebistas, revela Frederico, “querem apoiar a reeleição do governador Marconi Perillo, não para trair o PMDB, e sim como uma resposta a Iris. Quem verdadeiramente está fortalecendo Marconi é Iris, que arrebentou o PMDB”.
Nas suas falas, Iris destaca que quer ser governador, mais uma vez, para “cuidar dos humildes”. Frederico contesta: “Iris nunca cuidou dos mais humildes. O setor de saúde de seus dois governos era precário. Ele nunca valorizou a educação. É um especialista em construir asfalto sonrisal e rodovias sem acostamento. O funcionalismo público sempre trabalha, de modo voluntário, contra sua candidatura”.
Na opinião de Frederico, “a maioria dos peemedebistas vai cruzar os braços. Eu mesmo não apoio Iris para governador em nenhuma hipótese. Só a panelinha de sempre vai ficar com o cacique de quase 81 anos”.
Frederico está entre os peemedebistas que vão apoiar Marconi? “Conversei com Júnior e vou pensar um pouco a respeito. Assim como eu, Júnior não deve apoiar Iris. Jamais vou apoiar Iris. A rigor, não tenho nenhum motivo para não apoiar Marconi. Ele é meu amigo, fui padrinho de seu casamento e sua mulher, Valéria Perillo, é minha prima.”
Friboi e Frederico querem trabalhar para eleger deputados estaduais e federais. “Os peemedebistas se sentem frustrados, pois, com Iris, sabem que o PMDB não tem a mínima chance de derrotar Marconi. Iris é tão previsível que Marconi sabe como derrotá-lo com facilidade. Iris é certeza de derrota. Júnior poderia até perder, mas era esperança de renovação.”
“Várias vezes”, afirma Frederico, “alertei Júnior de que seria ‘traído’ por Iris. Porém, aparentemente mesmerizado pelo cacique, ele me contestava com frequência”.
“Iris tem denunciado corrupção na política de Goiás, mas não olha para sua própria história. Vale a pena examinar o que foi exatamente o Caso Caixego. Iris não tem condições de discutir o problema da Caixego e não tem como explicar o que a Delta fazia no seu governo na Prefeitura de Goiânia. A Delta em Goiás tinha uma ligação forte com o PMDB de Iris e com as prefeituras do PT”, ataca Frederico.
O ex-presidente do TCE declara que Iris critica a longevidade de Marconi no poder, sugerindo que é preciso que se tenha alternância, “mas não olha para sua própria história. De 1982 a 2010, Iris disputou quatro eleições para governador e pretende disputar, este ano, a quinta eleição. Quer dizer, no universo de nove eleições [contando com a de 2014], ele disputou mais de 50%. Como pode falar em renovação, em alternância de poder, especialmente se não abre espaço para ninguém no PMDB?”
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Aécio Neves: pressão em defesa do DEM | Foto: Reprodução George Gianni /Veja[/caption]
O DEM se tornou, no país, quase um partido nanico, mas com políticos ideologicamente consistentes. Não indicará o vice-presidente na chapa do tucano Aécio Neves — que prefere compor com um tucano de São Paulo, como José Serra. Comentou-se que o executivo Henrique Meirelles, do PSD, poderia ser o vice do tucano, mas o ex-prefeito de São Paulo Gilberto Kassab, presidente do partido, decidiu apoiar a reeleição da presidente Dilma Rousseff. Portanto, Meirelles está descartado. Porém, como terá o apoio do DEM, o senador mineiro quer atender a prioridade política número um do partido para 2014: ampliar sua bancada de senadores. Por isso, acatando pedido do senador Agripino Maia e do prefeito de Salvador, ACM Neto, Aécio sugeriu ao governador Marconi Perillo que apoie o deputado federal Ronaldo Caiado para senador. O democrata goiano quer aliar-se ao tucano-chefe porque seu partido já o apoia.
Ocorre que, para indicar Caiado, Marconi teria de fazer uma reengenharia na chapa majoritária, hoje fechada com Vilmar Rocha para senador e José Eliton mantido na vice-governadoria. Esta é a chapa que o tucano-chefe quer. Pode até mudá-la, mas é a chapa que avalia como “da base”.
Ao contrário do que se comentou, Marconi não disse a Aécio Neves que, sim, vai abrir espaço para Caiado. O tucano-chefe tem avaliado com seus companheiros se vale a pena ter um apoio circunstancial e conflituoso como o de Caiado. Uma vez eleito senador, mas a eleição para governador ficando para o segundo turno, o democrata faria campanha para o tucano? Não se sabe. O que se comenta, na base marconista, é que, para quem quer manter aliança, Caiado mostra-se tímido e, sobretudo, distante da base.
Bilionário das carnes joga a toalha e a pergunta é: Iris esquecerá o que falou sobre ele e vai procurá-lo para compor a chapa majoritária?


