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Renato Janine Ribeiro contrata astrólogo para “protegê-lo”. Sua turma debochava de Olavo de Carvalho

Filósofo consistente, Olavo de Carvalho sempre foi criticado pelos epígonos de Marilena Chaui e Renato Janine Ribeiro, que o apontam mais como astrólogo

Mariana Godoy trabalhou 23 anos na Globo mas só agora revela que lá é o Inferno de Ali Kamel

Não dá para acreditar que na TV Globo só tem bobos e que todas as perguntas para os entrevistados são feitas pelo diretor de Jornalismo. Ela desmerece todos os ex-colegas

Jornalistas vão lançar biografia de Roberto Jefferson, o homem que levou José Dirceu para a cadeia

A Editora Record vai lançar o livro de Letícia Fernandes e Cássio Bruno no fim de 2016. Lula pedirá exílio em Cuba ou na Venezuela?

Revista Placar é vendida para a Editora Caras. Editora Abril sai da área esportiva

A “Placar” formou uma geração de grandes jornalistas. Juca Kfouri foi um de seus editores mais qualificados

O borracheiro gaúcho que se tornou juiz federal em Anápolis

Rolando Valcir Spanholo, de 38 anos, vai atuar na 1ª Vara da Justiça Federal em Anápolis Ex-borracheiro vira juiz federal após quatro anos estudando resumos Tribunal Regional Federal/Divulgação O jornal “Zero Hora”, de Porto Alegre, publicou na segunda-feira, 1º, a reportagem “História da perseverança — Ex-borracheiro vira juiz federal após quatro anos estudando resumos”, assinada pela jornalista Bruna Scirea. Rolando Valcir Spanholo tem 38 anos e nasceu no Rio Grande do Sul. Ele vai atuar na 1ª Vara da Justiça Federam em Anápolis (Goiás) como juiz substituto. Rolando Spanholo trabalhou como borracheiro, costureiro e vendedor ambulante no município de Sananduva, no norte do Rio Grande do Sul. O pai tinha uma borracharia, onde ele “começou a trabalhar aos 9 anos. Lavava carro, limpava cabine de caminhão e fazia pequenos reparos em pneus”. Ele estudou Direito na Universidade de Passo Fundo, com recursos do crédito educativo. “Zero Hora” reporta que, “quando tinha 17 anos, seu dia começava às 7h, percorrendo a região oferecendo cortinas e lençóis de porta em porta. Ao fim da tarde, tomava um ônibus rumo à faculdade — percurso de cerca de 250 quilômetros. Retornava após a uma da madrugada”. Seu próprio relato: “Sempre fui um aluno mediano. Me esforçava, mas tinha limitações de tempo. Na viagem até Passo Fundo, dormia 15 minutos e depois estudava até chegar na universidade. No retorno, era a mesma coisa. Acho que por isso tenho esses quatro graus e meio aqui em cima do meu nariz: por conta de estudar dentro do ônibus”. Depois de prestar vários concursos, para promotor e juiz, Rolando Spanholo decidiu advogar. Trabalhou durante 15 anos, até que, em Sananduva, assumiu uma juíza que havia sido sua colega na Escola Superior de Magistratura. A magistrada insistiu que voltasse a sonhar com a carreira de juiz. Voltou a estudar e prestou, de 2010 a 2014, mais de 20 concursos, até ser aprovado para juiz federal. A repórter Bruna Scirea diz que, “empossado no TRF1, em Brasília”, Rolando Spanholo “passou por quase um semestre de formação e hoje [segunda-feira, 1º] passa a decidir como juiz substituto na 1ª Vara de Anápolis”. Quais os planos do magistrado? “Ser um bom juiz, com toda a bagagem que a vida o emprestou”, diz o “Zero Hora”. “O cidadão forma a sua bagagem intelectual, mas não muda a sua trajetória. E se ele se esquecer dela, pode ser que ele até entre em uma zona perigosa, que oferece brecha para abusos. Todos somos passíveis do erro, mas jamais conseguirei olhar um processo sem ter o raciocínio de quem vivenciou a dificuldade. Quem aprendeu a ser vendedor de porta em porta sabe tratar bem as pessoas. Isso fica”, diz o juiz Rolando Spanholo. [Foto: Tribunal Regional Federal / Divulgação]

Disco de alta qualidade sugere que o Brasil precisa descobrir a grande cantora Cláudia Vieira

O CD Entre Tantos Entretantos revela uma cantora madura, afinadíssima, capaz de interpretações que reinventam as músicas

Livro diz que Aristóteles Onassis mandou matar Bob Kennedy, o amante e ex-cunhado de Jackie

42890639O livro “Nêmesis — Onassis, Jackie O, e o Triângulo Amoroso Que Derrubou os Kennedy” (Intrínseca, 384 páginas, tradução de Bruno Casotti), de Peter Evans, é teoria conspiratória de primeira linha. Ao contrário dos seres sisudos, admito que o mundo seria mais triste sem uma boa teoria da conspiração para animá-lo e explicar aquilo que às vezes é inexplicável. O jornalista Peter Evans, sem apresentar informações convincentes, conta histórias do balacobaco — algumas não muitas novas, mas requentadas com certa mestria. Robert Kennedy e Jacqueline Onassis eram amantes? Há indícios de que sim (assim como Jackie e o escritor Philip Roth foram “namorados” por alguns dias). Mas a grande “fofoca” do livro, apresentada não como gossip, e sim como fato, é a história de que o armador grego Aristóteles Onassis mandou matar Bob Kennedy, quando este planejava ser o candidato do Partido Democrata a presidente dos Estados Unidos. Motivos? Onassis se sentia perseguido pelo irmão de John Kennedy e tinha ciúme da elegante Jackie. Evidências? Pra quê, se Onassis, numa conversa com uma amiga, admitiu que havia articulado o assassinato? O brasileiro Fernando Meirelles vai levar a história — muito boa, de fato, ainda que não seja fato — ao cinema. Luchino Visconti, diretor de “O Leopardo”, adaptado do romance “O Gattopardo”, do italiano Tomasi di Lampedusa, com sua expertise para retratar a decadência aristocracia, certamente adaptaria a história com excelência. Mas morreu em 1976 (não foi assassinado, acrescento, rápido). A história dos Kennedys e de Onassis tem a ver com ascensão e decadência. Os Kennedys eram plebeus que ruíram, por incrível que possa parecer, quando ganharam ares de aristocratas, embora, na verdade, fossem burgueses. Nobres pelo dinheiro do pai burguês Joseph Kennedy, um escroque ligado à máfia que o dinheiro, com o tempo, “limpou”, ainda que não inteiramente. John Kennedy na presidência dos Estados Unidos era tudo aquilo que o sábio Vito Corleone queria para o filho Michael Corleone, com o objetivo de limpar os negócios e a história da famiglia. A América, terra das oportunidades, constituiu a primeira aristocracia plebeia da história — os Kennedys, tão belos quanto destrutivos.

John Kennedy Toole escreveu obra-prima, não conseguiu editor e decidiu se matar

Escritor se matou, em 1969, aos 31 anos. Seu romance “A Confederacy of Dunces” foi publicado postumamente graças aos esforços da mãe e do filósofo Walker Percy

A vida política do país não passava pela coluna do jornalista Carlos Castello Branco

Frases de impacto chamam a atenção, chegam a convencer incautos, mas nem sempre são verdadeiras

Editora relança o clássico que denunciou totalitarismo da União Soviética e dos comunistas brasileiros

Livro de Osvaldo Peralva sobrevive como um relato vívido; e as ideias das esquerdas necrosaram

Editora Martelo lança edição primorosa de livro de poesia de Jamesson Buarque

Portento poético e editorial — Ao pegar o livro “Meditações”, do poeta Jamesson Buarque, a primeira reação foi, digamos, provinciana: “Nem parece livro editado em Goiás”. Na verdade, a edição equipara-se às da Companhia das Letras e, ainda mais, da Cosac Naify. O trabalho da editora Martelo — inclusive com uma sobrecapa que é um cartaz com poesia (é possível colocá-lo num quadro) — é um sopro de civilização nos tristes trópicos. Mas o must são as poesias de Jamesson Buarque, plenamente maduras e cultas (cultura absorvida, não pedanteria). Críticos qualificados vão dizer, se tiverem acesso à obra, que se trata de um dos grandes lançamentos do ano. O livro é um portento poético e gráfico-editorial. Não deverir circular apenas nas livrarias de Goiás.

Filme Estrada 47 trata a campanha da FEB na Itália com respeito mas sem ufanismo

O filme “Estrada 47”, de Victor Ferraz, sobre a participação dos brasileiros na Segunda Guerra Mundial, já saiu de cartaz. Uma pena. Trata-se de um filme que trata a Força Expedicionária Brasileira (FEB) com respeito mas sem ufanismo.

Livro examina crise americana de 2007 e diz que reformas para evitar outras débâcles não foram feitas

Uma crise econômica nos Estados Unidos acaba se tornando, no curtíssimo prazo, uma crise econômica do mundo. Porque a economia global gira em torno, em quase tudo, da economia do país governado pelo presidente Barack Obama. Tanto que a crise econômica e financeira americana de 2007 abalou os alicerces da economia transnacional. Por isso Martin Wolf, professor da Universidade de Nottingham e editor e colunista-chefe de economia do jornal britânico “Financial Times”, decidiu estudá-la com atenção redobrada. O resultado é o livro “As Transições e os Choques: O Que Aprendemos — e o Que Ainda Temos de Aprender — Com a Crise Financeira” (Companhia das Letras, 480 páginas, tradução de Otacílio Nunes Jr.). Martin Wolf diz que o mundo não está protegido e que novas crises, tão ou mais graves, ocorrerão nos próximos anos. Porque os governos não fizeram as reformas necessários. O economista Paul Krugman, Nobel de Economia, disse sobre o livro: “‘As Transições e os Choques’ é uma excelente investigação sobre como chegamos ao lamentável estado de coisas atual. As propostas de Wolf para melhorar a situação são valiosas e admiráveis”.

Jornalista lança biografia e diz que Geraldo Vandré não foi torturado pelos militares e que não é louco

Vitor Nuzzi lança uma biografia não-autorizada e desagrada o cantor-compositor de “Disparada” e “Pra não dizer que não falei das flores”

Jorge Kajuru está internado em Belo Horizonte. Problemas com cirurgia bariátrica

O jornalista e radialista Jorge Kajuru, possível candidato a prefeito de Goiânia pelo PRP, está internado num hospital em Belo Horizonte. “Mas ele está bem, não há nada de grave”, afirma o presidente do PRP, Jorcelino Braga. “Os grampos da cirurgia bariátrica soltaram e, por isso, Kajuru precisou ser internado”, afirma Braga.