Imprensa

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Muhammad Ali é o herói indomável do boxe, um precursor qualificado de Conor McGregor

Ninguém lutou boxe tão bem e percebeu que uma batalha às vezes começa ser vitoriosa fora dos ringues. George Foreman perdeu a guerra do Zaire dentro e fora do ringue

O Popular diz que FHC critica Wolney Siqueira no 2º volume de seus Diários. No 1º, já o denunciava

O colunista Jarbas Rodrigues não menciona o primeiro volume, por isso não percebe que o ex-presidente bate duro em Wolney Siqueira e Pedrinho Abrão

Príncipe Charles, se for gay, fica mais nuançado e rico como homem. Jornais refletem preconceitos

Jornais, revistas e sites repercutiram a história de que o britânico é gay desde terça-feira. O Popular só descobriu o assunto na sexta-feira, 3

O Popular “inova” e “cria” a raça de gado “neroli”. Mas o país prefere chamá-la de nelore

Reportagem do jornal praticamente sugere que o “boigente” viajava sozinho do Tocantins para uma fazenda em São Paulo

Historiador e doutor pela FGV discutem liberalismo e conservadorismo na UFG

Alexandre Borges e Murilo Resende, contra a hegemonia do pensamento “religioso” da esquerda, vão apresentar ideias liberais e conservadoras. Curso gratuito

Raduan Nasser ganha o Prêmio Camões, o mais importante para autores de Língua Portuguesa

O escritor brasileiro, autor de “Lavoura Arcaica” e “Um Copo de Cólera”, parou de publicar livros há alguns anos

Cody Garbrandt venceu porque lutou como Thominhas. Sufocou o adversário

No octógono, o que se viu foi um Cody Garbrandt que parecia Thomas Almeida. Sua agressividade e velocidade paralisaram o brasileiro

Linguista garante que Camões não criou “uma Língua Portuguesa”

Fernando Venâncio, professor da Universidade de Amsterdã, afirma que Luís de Camões “não acreditou numa Língua Portuguesa de perfil autônomo” e que o léxico de sua obra poética deriva muito do castelhano

Barack Obama é quase um Donald Trump mas com uma retórica suave e eficiente

O governo do democrata transformou a CIA, que era uma agência de espionagem, num esquadrão de assassinos. O Pentágono, que era o agente letal, se tornou um centro de espiões

Operações Mãos Limpas destruiu políticos e pegou leve com empresários

Vice-ministro garante que corrupção, longe de acabar, aumentou na Itália

Carlos Marchi pesquisa para escrever a biografia do nacionalista Teotônio Vilela

Livro vai resgatar a história do político que apoiou a ditadura de 1964, rompeu com os miliares e optou pela redemocratização do país

Livro mostra a resposta dada por poetas brasileiros à Segunda Guerra Mundial

mundoMurilo Marcondes de Moura, no livro “O Mundo Sitiado — A Poesia Brasileira e a Segunda Guerra Mundial” (34 Editora, 376 páginas), mostra as respostas que os poetas Carlos Drummond de Andrade, Oswald de Andrade, Cecília Meireles e Murilo Mendes deram à batalha na Europa e na Ásia. Luta da qual participaram 25 mil pracinhas brasileiros. Release da Editora 34: “Elaborado ao longo de muitos anos, num processo de múltiplas leituras e interrogações, O mundo sitiado: a poesia brasileira e a Segunda Guerra Mundial é um livro raro no panorama atual. Em primeiro lugar, pela amplitude de sua aposta crítica - flagrar a resposta dos poetas brasileiros ao acontecimento mais traumático do século XX - e, na sequência, pela fineza e eficácia com que Murilo Marcondes de Moura, professor de Literatura Brasileira da Universidade de São Paulo, encadeia seus argumentos. “Após um capítulo inicial dedicado aos nexos entre a poesia de vanguarda e a Primeira Guerra Mundial, em que brilham as leituras de poemas de Guillaume Apollinaire, Wilfred Owen e Giuseppe Ungaretti escritos nas trincheiras, o autor passa a examinar as marcas do conflito de 1939-1945 na poesia de Carlos Drummond de Andrade, Oswald de Andrade, Cecília Meireles e Murilo Mendes. Nessa mudança de foco, a investigação crítica age como um poderoso prisma: parte do movimento intrínseco de suas respectivas obras para em seguida, ao situá-las diante do acontecimento histórico de escala mundial, acompanhar as refrações da guerra nos temas e na voz de cada escritor. “Livro que parece conter muitos livros dentro de si, O mundo sitiado, ao confrontar guerra e poesia, abre um campo praticamente inexplorado em nossos estudos literários - e ilumina de forma aguda e original as relações entre linguagem, história, mito e participação política num momento central do modernismo brasileiro. Sobre o autor “Murilo Marcondes de Moura graduou-se em Linguística na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, em 1982. Concluiu seu mestrado e doutorado na mesma universidade, respectivamente em 1991 e 1998, ambos nas áreas de Teoria Literária e Literatura Comparada. Foi docente de Literatura Comparada na Universidade Federal de Ouro Preto, entre 1992 e 1995, e docente de Literatura Brasileira na Universidade Federal de Minas Gerais, entre 1996 e 2003. Desde 2003, leciona Literatura Brasileira na FFLCH-USP. Em 2010, realizou pós-doutorado na França, tendo como objeto de estudo a poesia de Guillaume Apollinaire. “Como ensaísta, colaborou em diversos volumes de crítica literária, entre os quais se destacam os livros Leitura de poesia (Ática, 1996) e Literatura e guerra (UFMG, 2010), e a revista Cadernos de Literatura Brasileira - Carlos Drummond de Andrade (IMS, 2012), entre outras. Juntamente com Júlio Castañon Guimarães, organizou a Antologia poética de Murilo Mendes (Cosac Naify, 2014) e realizou o estabelecimento de texto para as obras do poeta lançadas por essa editora. Publicou o livro Murilo Mendes: a poesia como totalidade (Edusp/Giordano, 1995) a partir de sua dissertação de mestrado e, posteriormente, o volume Manuel Bandeira (Publifolha, 2001). Dedica-se sobretudo à literatura brasileira do século XX, área na qual tem orientado trabalhos de mestrado e doutorado desde o final dos anos 1990.”

Svetlana Aleksiévitch resgata histórias das mulheres soviéticas que participaram da 2ª Guerra Mundial

46288359A Companhia das Letras lança, em junho, mais um livro da jornalista e escritora bielorrussa Svetlana Aleksiévitch, Nobel de Literatura de 2015: “A Guerra Não Tem Rosto de Mulher” (392 páginas, tradução de Cecília Rosas). Quase 1 milhão de soviéticas lutaram (muitas morreram) na Segunda Guerra Mundial. Mas a história não se “lembra” delas. Release da editora: “A história das guerras costuma ser contada sob o ponto de vista masculino — soldados e generais, algozes e libertadores. Trata-se, porém, de um equívoco e de uma injustiça. Se em muitos conflitos as mulheres ficaram na retaguarda, em outros estiveram na linha de frente. “É esse capítulo de bravura feminina que Svetlana Aleksiévitch reconstrói neste livro absolutamente apaixonante e forte. Quase um milhão de mulheres lutaram no Exército Vermelho durante a Segunda Guerra Mundial, mas a sua história nunca foi contada. Svetlana Alexiévitch deixa que as vozes dessas mulheres ressoem de forma angustiante e arrebatadora, em memórias que evocam frio, fome, violência sexual e a sombra onipresente da morte.” De Svetlana Aleksiévitch, a Companhia das Letras já publicou o magnífico “Vozes de Tchernóbil — A História Oral do Desastre Nuclear” (383 páginas, tradução de Sonia Branco) e pretende editar seus outros livros, como “O Fim do Homem Soviético — Um Tempo de Desencanto” (Porto Editora, 469 páginas, tradução de António Pescada), editado em Portugal.

Capa de O Popular “estrupra” a Língua Portuguesa, tratada como primeira erva daninha do pasto

Nos tempos dos editores Isanulfo Cordeiro e Cileide Alves, a redação escrevia “estupro” e não “estrupro”

Grupo Jaime Câmara não consegue colocar o “Bom Dia Goiás” no ar. Falha da engenharia

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