Opção cultural
Trio goiano de rock lançou no último sábado (2/4) o álbum Cafeína, o primeiro de estúdio da banda em sete anos de carreira e muita história para contar
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Divulgação[/caption]
Carlos Alberto Dória vai tratar das tendências na gastronomia e as perspectivas de negócio no pós-crise
O principal pensador da culinária brasileira, o sociólogo e escritor Carlos Alberto Dória, vem a Goiânia na segunda-feira, 4 de abril, para ministrar o workshop “A Cozinha Brasileira no Encontro entre a Modernidade e a Tradição: Oportunidades de Negócio”. A oficina será realizada às 19h, no Metropolitan Mall, no Jardim Goiás.
Formado em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo (USP) e doutor em sociologia pela Universidade de Campinas (Unicamp), Dória é um dos raros profissionais da área com experiência prática e formação teórica em alimentação, culinária e gastronomia.
O pensador é famoso por derrubar mitos da gastronomia brasileira e por propor um novo mapeamento da culinária tupiniquim, diferente da divisão por região, sociopolítica, que, segundo ele, só serve para a indústria do turismo.
Dória vem a Goiânia a convite de sua ex-aluna, a nutricionista goiana Carol Morais, em parceria com a EBM Desenvolvimento Imobiliário. Grande admiradora do trabalho do sociólogo, Carol Morais explica que o pesquisador vai propor uma reflexão sobre o momento do setor e as perspectivas de negócio pós-crise, apresentando um panorama do momento atual e discutindo projetos apresentados pelo público.
“Ele vem falar sobre tendências na gastronomia, como aproveitar esse momento para dar uma tacada certeira no ramo de alimentação. Goiânia ganha muito com essa visita porque ele é referência no Brasil e tem reconhecimento internacional”, afirma.
Serviço
A Cozinha Brasileira no Encontro entre a Modernidade e a Tradição: Oportunidades de Negócio
Data: 4 de abril
Horário: 19h
Local: Metropolitan Mall
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Divulgação[/caption]
A seccional goiana da União Brasileira de Escritores (UBE-GO) lança o curta-metragem “Nódoas”, de Ângelo Lima. O filme é baseado no conto “O torturador ele só em sua noite, sem sua turma e longe da putíssima senhora sua mãe”, do escritor Valdivino Braz, membro da diretoria da seccional. A sessão é às 20h, no Cine Cultura.
Serviço
Filme Nódoas
Data: 04 de abril
Horário: 20 horas
Local: Cine Cultura (Centro Cultural Marietta Telles Machado, Praça Cívica)
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Divulgação[/caption]
Em cartaz até a sexta-feira, 8 de abril, a mostra visa aproximar acadêmicos de história, antropologia, sociologia, biologia e demais ciências afins à arqueologia
A Biblioteca Central da Universidade Federal de Goiás recebe a mostra “Arqueologia Brasileira”. Em exposição de 4 a 8 de abril, com monitoria das 8h às 12h e 13h às 17h, o projeto apresenta réplicas confeccionadas a partir de moldes dos originais do Museu Nacional, no Rio de Janeiro. Elas foram trazidas do Museu de Arqueologia Ciro Flamarion Cardoso, de Ponta Grossa (PR), por meio do Centro de Estudos Arqueológicos no Cerrado (CEAC).
Os artefatos foram confeccionados pelo PhD em arqueologia, professor e doutor Moacir Elias Santos, que é egiptólogo e especialista em técnicas de restauração e réplicas. O objetivo é aproximar acadêmicos de história, antropologia, sociologia, biologia e demais ciências afins à arqueologia ao contato direto com parte da história e pré-história brasileira.
Serviço
Arqueologia Brasileira
Local: Biblioteca Central/UFG, Campus Samambaia
Exposição: 4 a 8 de abril, monitoria das 8h às 12h e 13h às 17h
Site: http://www.centrodearqueologia.com.br/
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Foto: Divulgação[/caption]
Na quinta e sexta-feira, 7 e 8 de abril, a Vila Cultural Cora Coralina vira palco do Festival Experimental de Arte Refluxo. Proposto por estudantes e professores da Faculdade de Artes Visuais da Universidade Federal de Goiás (FAV/UFG), o projeto celebra os 100 anos do Cabaré Voltaire, um lendário reduto da anti-arte dadaísta. Com apresentações diversas, o festival aglutina propostas de intervenção urbana, videoart e performances, selecionadas por meio de um processo aberto ao público. O festival será realizado no turno noturno. A Vila Cultural fica na Rua 3 com a Avenida Tocantins.
Banda paulista de heavy metal se apresenta neste sábado (2/4) no Martim Cererê ao lado do Ressonância Mórfica, Armun, Noise Triad, Acéfalos, Ineffable Act e Bloodskin
Apesar de a escritora americana ter vivido no País por quase duas décadas, sua literatura praticamente não foi traduzida para o português. Elisabeth é tida como uma das mais importantes poetas americanas
Dona de volumosa fortuna crítica, a literatura da escritora paulistana é explorada por seus variados aspectos marcantes, como o feminino, o amor e o sobrenatural
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Marcos hermes/Divulgação[/caption]
Para celebração de seus 50 anos de estrada, o músico paulistano Toquinho tem, ao lado de Ivan Lins e do grupo MPB4, caminhado por diversas cidades do Brasil com a turnê “50 anos de música”, que ganha agora o palco goiano do Teatro Rio Vermelho. Seu violão se junta à harmonia do pianista e compositor carioca e ao instrumental do quarteto de música popular e faz, assim, de “50 anos” um show inesquecível, embalado por diversos clássicos da nossa música. A apresentação começa às 21h do sábado, 9 de abril. Os ingressos, já no segundo lote, têm valores diversos, que vão de R$ 100 a R$ 400. O Teatro Rio Vermelho fica na Rua 4, no Setor Central.
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No sábado, 9 de abril, o Núcleo de Apoio a Comunidade (NAC) sede espaço ao Grupo de Capoeira Angola Barravento, que realiza mais um Batucagê na Serrinha. Desta vez, o Treinel Chico ministra vivência e oficina de capoeira angolana. A vivência será às 10h na Associação de Moradores do Parque das Nações; já a oficina será às 16h, no NAC. Às 18h, o grupo realiza uma Roda Viva de capoeira; às 21h, tem o já tradicional Afoxé Omo Odé com Mestre Luizinho e Muzenza Beat. O Samba de Roda continua às 23h. A contribuição é de R$ 5.
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Divulgação[/caption]
- O selo Vacas Magras, junto ao Evoé Café com Livros, realiza no sábado, 9 de abril, a Festa Fantasia especial Carreta da Alegria.
- Para você não ficar parado, os DJs Clara Jardim, Thaynara Mesquita, Kaio Bruno Dias e Heitor Vilela descolam as discotecagens mais dançantes.
- Vá de sereia, Fofão, Batman ou mesmo com uma fantasia caseira e inusitada, pois o que importa é se divertir.
- Os ingressos custam R$ 15; e casais fantasiados pagam R$ 20.
Livro
Respeite a Solidão Alheia
Segundo livro do poeta maranhense radicado em Goiânia, Kaio Bruno Dias, reúne poesias que envolvem sensações suscetíveis a qualquer ser humano.
Autor: Kaio Bruno Dias
Preço: R$ 20,00
Música
No No No
Cinco anos após o lançamento do último trabalho, Beirut lança seu quarto álbum, que inclui os hits “Gibraltar”, “At Once” e “No No No”.
Intérprete: Beirut
Preço: R$ 29,90
Filme
No Coração do Mar
O longa de Ron Howard, vencedor do Oscar por “Uma Mente Brilhante”, conta a história por trás de “Moby Dick”, clássico de Herman Melville.
Direção: Ron Howard
Preço: R$ 39,90
Que tal conhecer as músicas que mais embalaram os redatores, designers e fotógrafo da equipe Opção? É só dar play, está uma delícia! Alceu Valença – Como Dois Animais Carne Doce – Clichê Deprê Céu – Streets Bloom Justin Bieber - Love Yourself Justin Bieber – Sorry The Saints – This perfect day Twenty One Pilots – Ride Ventre – Pernas
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Foto: Reprodução/Tumblr[/caption]
Jéssica Alencar
Hoje eu acordei com preguiça de não ser eu. Não, você não pode contar suas vitórias, tem muita inveja por aí. Quem dirá seus planos; é “batata”, eles não dão certo se você espalhar aos quatro ventos.
Olha, não saia sorrindo pela rua afora é até perigoso. Seja um cliente impaciente para ser bem atendido. Coloque seus fones de ouvido e não converse com estranhos. Não aceite desaforos e jamais se meta em problemas alheios.
Não, você não pode ligar, dizer que gosta, muito menos dar um “sim” logo de cara. Querida, tem que fazer joguinhos e, como uma boa mulher, esperar ser escolhida. Meu Deus, tudo menos dizer que ama. Afinal, as pessoas são mesmo malucas e gostam de quem não gostam delas e vice-versa. Se você trata bem demais, não espere ser bem tratado.
Para viver neste mundo é simples, é só seguir esta ordem invertida de ser feliz. Esta lei de pensar só em si, viver desconfiado, metendo o riso pra dentro da alma pra não dar bandeira, levando a sério estas tantas coisas que esperam de você. Ora, é bem mais simples viver sem viver, não é? Difícil mesmo é assumir os riscos, sentir afeto. Difícil mesmo é sair pela rua vestido só de você, amar sem ser correspondido e deixar também que te amem. Difícil é reconhecer seus erros e se fazer forte em cada fraqueza. Difícil é fazer dos seus medos, pontes. Do seu “achismo”, humildade. Das suas derrotas, perseverança. Mas, veja bem, de todas as dificuldades a maior é não ser você.
Jéssica Alencar é jornalista, social media e metida à escritora. Quer viajar o mundo todo e não vive sem chocolate.
O longa divide opiniões, mas algo é certo: DC/Warner mostram que não vão seguir os passos da Marvel nos cinemas e apostam em um filme feito para fãs que têm mais experiência em HQs
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"Batman vs. Superman" marca a reentrada da DC Comics nos cinemas. Agora vai?[/caption]
ANA AMÉLIA RIBEIRO
Especial para o Jornal Opção
O ano de 2016 é o ano das HQs mais aguardadas no cinema. Teremos: “Capitão América: Guerra Civil” (28/04), “X-Men: Apocalipse” (18/05), “Esquadrão Suicida” (04/08) e “Doutor Estranho” (03/11). O pontapé inicial foi com “Deadpool”, no dia 11 de fevereiro, logo seguido pelo recentemente lançado “Batman vs. Superman: A Origem da Justiça” (24/03). E o que falar desse filme que “mal” chegou aos cinemas e já é considerado um sucesso de bilheteria, e de críticas? Muitas coisas! Veja:
O universo das HQs no cinema
Desde os anos 2000, com o primeiro filme dos X-Men (Bryan Singer), os filmes de quadrinhos foram se “moldando” aos cinemas. Tivemos grandes blockbusters desde então, e alguns fracassos pelo caminho. Porém, em parceria com a Warner, a DC está desde o final dos anos 1980 caminhando na corda bamba, que é a linha tênue entre um bom filme de herói e catástrofes de bilheteria. Oito anos depois do fracassado “Batman & Robin” (Joel Schumacher), em 2005 o diretor Christopher Nolan ficou com a responsabilidade de recriar o Homem Morcego nos cinemas, trazendo para a telona uma trilogia de um Batman mais sombrio, com uma pegada realista e mais humana. Com o sucesso de “Batman Begins”, DC/Warner, que estavam há 19 anos sem lançar filmes sobre o filho de Krypton, lançam em 2006 “Superman: O retorno” (Bryan Singer) — até então as produções “mais recentes” sobre o filho de Krypton eram os seriados “Lois e Clark – As Novas Aventuras do Superman” (1993-1997) e “Smallville” (2001-2011). Apesar das boas críticas, e da boa bilheteria na época, a Warner decidiu não dar sequência ao filme do Superman, e deixou uma promessa de reboot para o futuro, focando, apenas, no encerramento da trilogia do Cavaleiro das Trevas de Nolan. A Marvel, no entanto, foi pioneira na arte de construir personagens. Em 2008, com “Homem de Ferro” (Jon Favreau), ela deu início ao Universo Marvel dos cinemas, e a partir daí todos os filmes lançados por ela foram para construir a narrativa de “Os Vingadores – The Avengers” (Joss Whedon), lançado em 2012. Nesse momento, com o final da trilogia dirigida por Christopher Nolan, DC/Warner “perceberam” que estavam “atrasadas” em relação a construções de universo de filmes de heróis. Então, com a consultoria de Nolan, DC/Warner contratam Zack Snyder (“300” e “Watchmen”) para dirigir e criar o Universo DC nos cinemas, começando em 2013 com o polêmico “Man of Steel – O Homem de Aço”.O Filho de Krypton vs. O Morcego de Gotham
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Cenas do filme repetem as das HQs[/caption]
“Batman vs Superman: A Origem da Justiça” (BvsS) era um filme muito esperado pelos fãs da DC, desde seu anúncio na San Diego Comic Con de 2013. O filme é a continuação de “Homem de Aço” (2013) — ambos dirigidos por Zack Snyder, um diretor que divide opiniões. Considerado visionário, mas ao mesmo tempo pretencioso e até mesmo arrogante, Snyder é do tipo de diretor que te faz pensar, por dias, sobre seus filmes. Com “BvsS”, ele nos trouxe uma nova era de filmes de quadrinhos da DC no cinema, um pouco atrasado, vamos ser sinceros quanto a isso, mas trouxe.
O filme que conta a história do início da Liga da Justiça vai na contramão de todos filmes adaptados dos quadrinhos feito pela concorrente Marvel. Esqueçam os tons claros e quentes, e piadas alegres, e pós-créditos. Preparem-se para os tons escuros e muito sépia, piadas sarcásticas (com selo Alfred Pennyworth de qualidade), e nenhuma cena pós-crédito; além de muito slow motion e uma enxurrada de easter eggs das HQs, dignas de deixar qualquer Capitão América boquiaberto com tantas referências.
Apesar das inúmeras críticas negativas, o filme teve uma boa abertura de bilheteria. O longa estreou dia 24 de março e arrecadou R$ 45 milhões no Brasil desde sua primeira exibição ao público, nas pré-estreias de quarta-feira. Isso fez com que o filme tivesse a maior abertura de todos os tempos em solo brasileiro, deixando para trás “Vingadores: Era de Ultron” (R$ 37,1 milhões) e “Deadpool” (R$ 25,1 milhões), se tornando o campeão de bilheteria não só do ranking geral (ultrapassando “Os Dez Mandamentos”), mas também das adaptações de quadrinhos aos cinemas.
O filme já arrecadou US$ 501,9 milhões no mundo todo, segundo a Variety. Porém, apesar disso, a bilheteria caiu 54,9% de sexta-feira, 25, para domingo, 27, nos EUA segundo a Forbes, registrando a maior queda de bilheteria de filmes sobre quadrinhos no mesmo final de semana de estreia, ficando à frente da desastrosa adaptação de “Quarteto Fantástico” (48,3%).
“BvsS” é um filme de 8 ou 80, quem ama defende com unhas e dentes, e quem odeia critica com a mesma intensidade. Eu faço parte da turma que defende o filme, pois, apesar de ser um longa feito “às pressas” pela DC/Warner, foi um bom começo para a formação da Liga da Justiça. É um filme que tem erros e clichês, sim, como qualquer outro filme de super-herói; a diferença foi o recurso do “fan service”, e Snyder soube trabalhar muito bem esse recurso durante o longa.
Se você não entende muito de “Cultura Pop Nerd/ Geek” e ficou “boiando” no termo “fan service”, a tradução do nome já diz tudo: é um serviço feito para fã. É um recurso usado pelos diretores e roteiristas, que são feitos para agradar fãs e, às vezes, usado como recurso comercial. Snyder apela para o fan service do início ao fim de “BvsS”, com raras exceções.
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Cena da morte de Martha Wayne, nas HQs[/caption]
Em momentos específicos do filme, os leitores dos quadrinhos tiveram a sensação de estar assistindo, em “live action”, cenas de determinadas HQs. No início do filme, quando mostram a morte dos pais do Homem Morcego, Thomas e Martha Wayne, a cena é retirada dos quadrinhos “Cavaleiro das Trevas” (TDK). Outra cena marcante com essa pegada é quando Clark Kent, o Superman, deixa de lado sua briga contra Bruce para salvar uma vítima de um incêndio no México — essa parte recria alguns quadros de “Superman: Paz na Terra”. Sem contar as cenas que são referência aos jogos “Injustice: Gods Among Us” e “Batman: Arkham”.
Como já havia dito, o filme tem tanta referência que eu precisaria escrever outro texto, só para comentar cada uma delas. Sem contar os spoilers para quem ainda não viu o filme.
Para muitos críticos, o filme “não passa de um trailer, com de duas horas e meia de duração”, porém, é um filme que mostra a que veio. Muitas teorias das conspirações (que foram elaboradas a partir dos trailers) são desconstruídas no decorrer do longa. Alguns clichês do roteiro podem ser facilmente justificados com algumas HQs icônicas dos protagonistas.
O Batman segurando uma arma, por exemplo, é encontrado numa cena idêntica em “Cavaleiro das Trevas”; Superman matando no “Injustice” — com uma motivação bastante diferente da do filme, é verdade, mas mata. São detalhes pequenos que quem não lê as HQs, não aprova e/ou não entende, e que poderiam ser melhor adaptados pensando nesse público que foi no cinema querendo assistir a “Era de Ouro dos quadrinhos”.
Com “BvsS”, Snyder mostrou, em tons de sépia — desculpem, mas não podia deixar passar essa referência —, que a DC não vai seguir os mesmos passos da Marvel nos cinemas. Já chegou mostrando um fan service, muito bem servido, um filme feito para fãs que têm mais experiência no mundo das HQs da DC. Poderia ter sido um filme que atraísse a atenção da garotada que está começando a se interessar por super-heróis agora, como a Marvel faz em suas franquias? Sim, poderia. Porém, nós estamos falando de um filme da DC dirigido pelo Snyder, então “BvsS” está sim dentro da expectativa esperada, desde seu anúncio em 2013.
É um filme com exageros, clichês, alguns diálogos fracos, com algumas cenas inseridas de forma abrupta? Sim, mas é um filme que sai do padrão de filmes de heróis produzidos ultimamente, um filme que te faz refletir sobre o que é ser um super-herói, ou como seria se eles realmente existissem. Um filme que te faz discutir durante dias se ele é bom ou ruim, que tem ótimos argumentos de ambos os lados, que é digno até de textão de uma jornalista desconhecida no Opção Cultural.
Assistam o “BvsS” e converse com quem gostou e com quem não gostou, tire suas próprias conclusões sobre o filme. Mas não deixe de ver. Porque, se um filme é bom ou ruim, o que vale é a sua opinião, de você ter gostado, se divertido; ou não. No final das contas, o maior crítico do filme é você e sua experiência no cinema.


