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O governador Marconi Perillo (PSDB) soma 58,47% em votos válidos na última pesquisa Serpes divulgada na noite deste sábado (25/10). O candidato do PMDB, Iris Rezende, tem 41,53%. A vantagem do tucano continua acima dos 16 pontos porcentuais. No estudo estimulado, quando são apresentados os nomes dos candidatos, o tucano tem 54,3%, ao passo que Iris Rezende registrou 38,6%. Os eleitores que anulariam ou votariam nulo chegaram a 3,9%. Foram ouvidos 801 eleitores entre os dias 21 e 24 de outubro. A pesquisa encomendada pelo jornal “O Popular” tem nível de confiança de 95%. A margem de erro é de 3,46 pontos, para mais ou para menos. Se levado em conta a margem de erro de 3 pontos porcentuais para mais ou para menos, a probabilidade de o resultado se confirmar é grande.
Ibope
Em levantamento divulgado pelo Ibope também neste sábado, Marconi Perillo tem 60% dos votos válidos e Iris Rezende, 40%. Não foram considerados votos brancos, nulos e os eleitores indecisos. Se inclusos, o total da pesquisa estimulada chega a 55% para o tucano e 36% para o peemedebista. Nulos e brancos seriam 6%; não souberam ou não responderam, 3%. O Ibope entrevistou eleitores de 40 cidades e ouviu 812 pessoas, entre 23 e 25 de outubro. A margem de erro é de três pontos porcentuais para mais ou para menos. A pesquisa foi encomendada pela "TV Anhanguera".
O nível de confiança dos levantamentos é de 95%. Pesquisas foram divulgadas às vésperas das eleições
2.203 eleitores foram ouvidos entre os dias 21 e 23 deste mês. Governador também está na ponta no estudo estimulado
[gallery type="slideshow" ids="19001,19002,19003"] A atriz Bruna Marquezine teria saído sem sutiã para compras em um shopping da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, ao lado da mãe, Neide. A jovem teria tentado disfarçar a falta do acessório na última quinta-feira (23/10) à noite. Apesar da companhia da mãe, a atriz não parecia estar à vontade. A todo o momento, ela levava os braços à frente do corpo. Quando abaixava, Bruna Marquezine mostrava mais do que aparentemente gostaria, pois estava com um vestido transparente. As informações são da revista “Veja”.
Ele é aliado ao PMDB goiano, mas apoia Aécio Neves para presidente. Reportagem da "Veja" diz que Dilma e Lula sabiam de desvios na Petrobras
Marconi Perillo e Iris Rezende se enfrentam nas urnas novamente amanhã (26). Últimas pesquisas Ibope e Datafolha mostram o tucano com vantagem sobre seu adversário
Tucano saiu em caminhada pela Avenida Anhanguera. Ontem, o governador esteve em Anápolis com o tempo fechado, ao lado de José Serra, senador eleito por São Paulo
Carreata foi um dos poucos eventos em que o ex-prefeito de Anápolis e o da capital estiveram ao lado do líder do PMDB no segundo turno
Estado de saúde do rapaz é regular. Estado e município fazem força-tarefa para identificar novos infectados e possíveis focos do mosquito transmissor
Nos municípios de Niquelândia e Cavalcante, no Norte e Nordeste do Estado, os cartórios eleitorais têm muito trabalho para levar o direito ao voto aos moradores
Liderança do PSC em Aparecida de Goiânia está em campanha com o tucano desde o início da semana. Outros políticos da sigla anunciaram aliança com o governador
Os dois envolvidos se conheceram em aplicativo de paquera online chamado Tinder e tiveram rápido relacionamento
Campanha de ódio petista pode desengavetar o controle da mídia, colocar em ação os conselhos sociais e estimular a reforma política em benefício próprio
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Candidata Dilma Rousseff em comício bancado pelo dinheiro público[/caption]
Há mais de um mês a agenda da presidente Dilma estava em branco no Planalto. A dedicação presidencial era toda da campanha pela reeleição. O último registro era de 19 de setembro, quando a candidata foi ao escritório receber um grupo de atletas. Após 32 dias, Dilma mandou colocar na agenda presidencial a visita, na terça-feira, a Goiana, em Pernambuco.
Com isso, o novo voo eleitoral ao Nordeste se tornou programa oficial: uma visita a trabalho da presidente à fábrica local da Fiat. A viagem em campanha não foi paga pelo PT. A conta coube ao governo, com pompa e circunstância. O partido não pagou, mas fez a festa. A visita de Dilma, com discurso de campanha, ocorreu entre um mar de bandeiras petistas agitadas por fãs com camisas também em vermelho.
A burla permitiu a Dilma tripudiar em cima de seu rival a presidente, o tucano Aécio Neves. Coisa do Lula, que apareceu em Goiana para se juntar àquela espécie de comitiva presidencial. Ele era presidente, em 2009, quando acertou com a Fiat que a fábrica seria em Pernambuco, sua terra. Passou para trás o então governador Aécio, que se empenhou para a empresa fincar em Minas, aonde chegou em 1976, todas as suas unidades.
Na véspera da viagem a Goiana, Lula ofereceu uma entrevista por telefone a rádio de Recife. Era para tirar sarro, conspirar contra o presidenciável tucano e gabar-se de seu poder a favor do Nordeste, onde o PT apresenta Aécio como inimigo lá no Sul Maravilha. Lula repetiu, por telefone, a história sobre como deixou o mineiro a ver navios, ops, automóveis.
Em campanha, o ex aproveitou a entrevista para se opor à proposta do desafiante tucano a favor da troca da reeleição por um único mandato de cinco anos. “Dois mandatos de quatro anos são o suficiente”, rebateu, fez as contas e demonstrou, com meio disfarce, que poderia voltar ao Planalto dentro de quatro anos.
“Quando chegar em 2018, eu terei 72 anos e tenho fé em Deus que o Brasil vai produzir quadros novos, jovens”, disfarçou, como se pudesse não ser candidato a presidente mais vezes. “A gente faz política, eu não sei como será o contexto político daqui a quatro anos”, deixou a porta aberta a uma convocação das massas pela volta.
Naquele mesmo dia da entrevista, ministros do Supremo Tribunal Federal nomeados por Lula e Dilma se manifestaram, no Rio, sobre a reforma do sistema político-eleitoral, mas não se pronunciaram sobre a manutenção da reeleição que o PT de Lula defende para esticar a permanência do partido no poder.
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Dias Toffoli, presidente do TSE: ex-advogado do PT vive drama de definir questão que afetava o partido | Foto: Ricardo Setti/STF[/caption]
A mudança no jogo entre as relações eleitorais e políticas deve criar o financiamento público a campanhas? O PT é a favor, para todos os partidos. Ironicamente, hoje os petistas e seus aliados são os grandes beneficiados pelo dinheiro público, desviado em movimentos escusos para financiar também candidatos, além de deixar algum a quem opera o sistema.
Na mesma segunda-feira em que Lula telefonou de São Paulo para a rádio em Recife e falou da reforma, o ministro da Justiça, companheiro José Eduardo Cardozo, ofereceu declarações, no Rio, em defesa da mudança:
“Se queremos um Estado de direito legitimado, temos uma tarefa inadiável: a reforma política. Não é possível conviver com um sistema (político-eleitoral) que, pelas formas de financiamento, gera corrupção estrutural. Isso não pode mais ser aceito entre nós.”
Lula não mencionou financiamento eleitoral, nem Cardozo disse algo sobre reeleição. A diferença é que Cardozo se levou pelo auditório onde estava, numa conferência nacional de advogados promovida pela OAB. Ali, uma sombra pairava sobre todos: as denúncias sobre corrupção do governo que contaminaram a reeleição presidencial.
Cardozo pegava carona numa parte da ramificação governista do Supremo Tribunal Federal que se apresentou na reunião. Autor de uma palestra por encomenda da OAB, o ministro Luís Roberto Barroso, nomeado pela candidata Dilma Rousseff, recomendou ao futuro presidente, fosse quem fosse, uma receita da reforma para higienizar o sistema político-eleitoral:
— Quem quer que ganhe as eleições tem que ter comprometimento patriótico e dedicar o primeiro semestre a mudar essas instituições que transformaram política em negócio privado.
A receita de Barroso admite que empresas doassem dinheiro a campanha eleitoral, mas apenas a um partido, não a candidatos. A doadora poderia fechar contrato de fornecimento ao governo a quem financiou, mas apenas depois de uma quarentena pós-eleitoral.
O discurso de Barroso inspirou o presidente do Supremo, Ricardo Lewandowski, nomeado por Lula, a recomendar um teto às doações de empresas, para evitar contribuições excessivas. Receitou mais duas providências: o fim da coligação partidária na eleição de deputado e vereador; e um sistema para peneirar os partidos e evitar que proliferem sem controle.
Antes deles, o ministro Dias Toffoli, nomeado por Lula, publicou artigo onde recomendou a proibição de financiamento por empresa, a limitação de contribuição por pessoa física, a fixação de um teto para gastos de campanha e a criação de uma barreira que impeça a proliferação de partidos como os 28 que, neste ano, elegeram deputados federais.
Admitiu Toffoli que partidos nanicos vivem da oferta de seus serviços a partidos mais fortes, como o acesso a dinheiro do fundo partidário e o espaço no horário eleitoral de televisão e rádio. Uma oferta na qual se fartou a campanha da reeleição de Dilma neste ano: “Ficam sujeitos a se colocar a serviço de projetos políticos de agremiações mais robustas”, nas palavras de Toffoli.
Os três ministros que se expressaram, durante a semana, sobre pontos diferentes da reforma política representam quase um terço da atual composição do Supremo com dez juízes. Mesmo que não se reeleja, Dilma terá tempo para preencher a vaga aberta. Se nomear mais um, o PT será o padrinho de 7 ministros entre 11, seis deles influenciáveis pelo Planalto.
Na verdade, não cabe ao Supremo determinar a reforma, mas eventualmente julgar dúvidas que surjam sobre decisões na esfera legislativa. Mesmo assim, sugestões e articulações informais deles podem ser úteis na condução do processo de definição sobre as mudanças eleitorais. Veja-se uma manobra recente de Toffoli como presidente do Tribunal Superior Eleitoral.
Na segunda-feira, o TSE começou a julgar o pedido do PT para proibir o PSDB de divulgar no horário eleitoral uma antiga gravação em que a candidata Dilma elogia o desafiante Aécio Neves. A votação empatou em três a três. Cabia ao presidente Toffoli desempatar, mas ele pediu vistas porque estava numa situação difícil.
Antigo advogado petista no próprio tribunal, o companheiro estaria na berlinda qualquer que fosse o seu voto, contra ou a favor de Dilma. “Até elogio fica proibido?”, ironizou o ministro Gilmar Mendes, sem levar em conta o drama do colega Toffoli, mas apenas o inusitado da questão levantada pela campanha da reeleição.
E o que fez Toffoli? Não apresentou o voto de desempate. Chamou os advogados do PSDB e PT e sugeriu que todos desistissem de reclamações pendentes no tribunal a cinco dias do final da eleição presidencial em nome da boa ordem eleitoral. O acordo saiu e ele não precisou votar.

