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A declaração de um major da Polícia Militar de Goiás sobre a morte de um filho de militares por bandidos provavelmente ligados ao tráfico foi tremendamente infeliz. Vinda de alguém com o cargo que ocupa beira ao inaceitável. O único atenuante é o efeito empatia, por ter talvez se colocado na pele do casal de colegas de farda que perdeu um garoto. Mas, obviamente, não é matando criminosos e suas famílias(!) que se resolverá o problema. Muito pelo contrário: policiais e bandidos em guerra mútua é o pior cenário que pode existir para a paz de qualquer sociedade. Seria a PM virando milícia. É responsabilidade do poder público, do governador em especial, fazer com que a situação não degringole. A morte do rapaz é um momento chave para isso. É preciso ações operacionais (no âmbito da secretaria) e políticas (em termos de pressão nacional por mudanças nas leis). Quando a este segundo aspecto, por que não começar por Goiás? A segurança pública no Brasil, como também a saúde e a educação, são problemas crônicos. Devemos assumir a incompetência e tentar novos modelos, porque o que aí está posto não dá certo. Insistir nele é errar duas vezes.
Cumprimento faz parte de pauta de reivindicações do Simsed e do Sintego. Reajuste é para auxiliares de atividades educativas, de 30%
Presidente da Câmara, Anselmo Pereira fica à frente do Poder Executivo por quase dez dias. Paulo Garcia vai aos EUA; Agenor Mariano vai para a Bolívia e Peru
Proposta do candidato da OAB Forte descentralizará ações da Ordem e atenderá todas as cinco regiões administrativas
A ex-mulher de Carlos Cachoeira tornou-se, nas redes sociais, uma defensora da liberdade
Em entrevista ao Jornal Opção, militar diz que diálogo que gerou polêmica em redes sociais vazou sem sua autorização
Resposta veio ao comentário do deputado do PSD que, em rede social, disse que a capital “não é prêmio de consolação” para quem perdeu eleição ao governo de Goiás
Em nota-resposta, secretaria explica que projetos para captação da Lei de Incentivo são analisados por colegiados -- compostos também pela sociedade civil
A maioria dos ministros seguiu o voto do relator da ação, Luiz Fux, mas resultado não pode ser proclamado sem o voto de Gilmar Mendes
Silval Barbosa é acusado de participar de uma organização criminosa que cobrava propina de empresários
Sigla é contra a intervenção do Estado na economia e quer a redução da carga tributária. Com a criação, país conta com 33 legendas partidárias
O jornal “Extra!” descobre a morena Viviane, de Mato Grosso do Sul, e publica várias fotografias
Sem acreditar na possibilidade de aumentar receita ou ter maior repasse, prefeitos pedem que governos tomem algumas responsabilidades que acabaram sendo repassadas para as gestões municipais
Apresentadora veio à capital para divulgar biografia e falou com exclusividade ao Jornal Opção
A economista-chefe da XP Investimentos, Zeina Latif, esteve em Goiânia nesta terça-feira, 15, para falar a um seleto grupo de empresários, economistas e jornalistas. O tema não poderia ser outro: o cenário macroeconômico brasileiro, a crise e a relação disso com o resto do mundo. Entre as (muitas) coisas importantes que pontuou — entre elas a da necessidade de um ajuste fiscal o mais duro possível, em sua opinião —, uma questão ficou clara: a presidente Dilma Rousseff não soube entender a demanda de seu tempo de governo. Doutora em Economia pela Universidade de São Paulo (USP), Zeina disse que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso soube ver que seu governo deveria primar pela busca da estabilidade do País (e conseguiu); que seu sucessor, Lula, deveria fazer o País crescer e diminuir as desigualdades (e fez); mas que Dilma não entendeu qual deveria ser seu alvo de atuação, talvez por ser uma técnica e não uma política. Dilma tem três anos, três meses e 15 dias para mostrar que se encontrou. Mas precisa fazer isso "para ontem". Ou seja: ela tem esse tempo todo em teoria; na prática, talvez não tenha mais.

