Últimas notícias
Show no teatro Rio Vermelho foi suspenso sem previsão de nova data. Assessoria garante que ninguém será prejudicado
Trabalho foi iniciado em 2014 após determinação da Justiça Federal em ação civil pública
Engenheiro, geólogo e executivo serão sabatinados pelos parlamentares na próxima terça-feira, 23

Presidida pela senadora Rose de Freitas (Pode-ES), a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) de Brumadinho terá uma semana agitada pela frente. A agenda prevê que os membros da CPI se reúnam na próxima terça-feira, 23, para ouvir três depoimentos e votar três requerimentos.
O primeiro a ser ouvido será o engenheiro Arsênio Negro Júnior, auditor da empresa alemã TÜV SÜD. Segundo informações da Agência Senado, por iniciativa do senador Carlos Viana (PSD-MG), relator da CPI, foi apresentado um requerimento para que o engenheiro preste esclarecimentos para dizer se a empresa foi pressionada, de alguma forma, a assinar laudos de estabilidade das barragens.
Outro que irá se esclarecer à comissão é o geólogo da mineradora Vale, César Augusto Paulino Grandchamp. Ele assinou, na condição de representante legal da empresa, a declaração de condição de estabilidade da barragem 1 da mina Córrego do Feijão, que, após o rompimento, causou o desastre em Brumadinho. A Agência Senado reforça que Grandchamp chegou a ter a prisão temporária decretada.
Também está prevista a oitiva do executivo Felipe Figueiredo Rocha. Ele, compõe o quadro do setor de Gestão de Riscos Geotécnicos da mineradora. Segundo o Ministério Público (MP), Felipe teria sido o responsável por apresentar a situação de risco para outros membros da mineradora. Os três serão ouvidos pelos integrantes da Comissão a partir das 13h da próxima terça-feira, 23.
Requerimentos
Posteriormente, os parlamentares que compõe a Comissão irão votar a apresentação de três requerimentos. A iniciativa é do senador Carlos Viana. Os documentos reivindicam a convocação de outros três envolvidos para prestar depoimentos.
São eles: o diretor de estratégia, exploração, novos negócios e tecnologia da Vale, Juarez Saliba de Avelar; um funcionário da área de gerenciamento de riscos geotécnicos da Vale, Washington Pirete da Silva; e, por fim, o chefe da divisão de fiscalização de barragens da Agência Nacional de Mineração em Minas Gerais, Wagner Araújo Nascimento.
Relembre o caso
A barragem da Mina Córrego do Feijão, que pertence a mineradora Vale, se rompeu no dia 25 de janeiro. A lama devastou o refeitório da empresa, centros administrativos, propriedades rurais e outros locais onde haviam diversas pessoas aglomeradas.
O último relatório da Defesa Civil aponta para um total de 40 pessoas desaparecidas. Ao todo, foram localizados 231 corpos. Militares seguem com as buscas por desaparecidos.
Para a realização dos trabalhos foram empenhados mais de 100 homens do Corpo de Bombeiros Militar, cães farejadores e cerca de 80 máquinas pesadas. Não há previsão de encerramento ou suspensão das buscas.
Restante do público-alvo será vacinado a partir da próxima semana
Acidente ocorreu no perímetro urbano de Goiânia e interditou parte da pista
Colegiado retoma análise sobre a admissibilidade do texto na terça-feira
Parlamentar saiu em defesa da gestão estadual após críticas de colegas na Alego: 'deputados de oposição estão batendo muito'
“Culpa da calamidade fiscal de Goiás não é da União, mas de uma gestão irresponsável do passado”, diz a titular da Economia
O senador, que é também presidente da Comissão de Ciência e Tecnologia, defende contemplar diversas áreas do estado com inovação, pesquisa e desenvolvimento
Projeto de lei do deputado estadual Humberto Aidar visa construir hábitos saudáveis e ajudar a combater a obesidade
Projeto de Lei do deputado estadual Diego Sorgatto visa melhorar eficiência do ensino por meio intervenções preventivas dos psicólogos
Deputada Federal Joice Hasselman considerou que gestão de Jair Bolsonaro tem feito políticas para melhorar infraestrutura e segurança nas estradas
Deputado estadual criticou a postura parlamentar de proteger o próprio cartão corporativo enquanto escolas e benefícios sociais são extintos
"Ordem é saber o que fazem com bilhões da população brasileira", escreveu
Entre os mortos, há pelo menos 35 estrangeiros, segundo balanços iniciais. Cerca de 500 pessoas ficaram feridas


