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Governador recebeu também o relatório sobre a situação precária de balsas em oito cidades do interior do Estado

O governador Ronaldo Caiado (DEM) recebeu na tarde de sexta-feira, 15, representantes da Marinha que estão interessados em implantar em Goiás uma escola pública com o apoio da instituição, a exemplo do que ocorre em Palmas, no Tocantins. A ideia de trazer o projeto para Goiás foi da Sociedade dos Amigos da Marinha (SOAMAR), e foi muito bem aceita por Caiado, que empenhou a secretária de Educação, Fátima Gavioli, para visitar o projeto no Estado vizinho e avaliar a possibilidade de colocar esse modelo educacional, com a gestão da Marinha, em Luziânia, no entorno do Distrito Federal, justamente, uma das áreas de maior vulnerabilidade social em Goiás.
Segundo o almirante do 7º Distrito Naval da Marinha, Sérgio Goldstein, essa primeira reunião foi uma tratativa inicial no sentido de prosseguir com o projeto. Em Palmas, a escola funciona em período integral e atende cerca de 1,2 mil crianças e adolescentes que fazem o ensino fundamental e médio. “É uma escola muito bem equipada, com piscina, quadra coberta, passando por uma horta, um viveiro de peixes, tem aquecimento solar e cultua valores como patriotismo, coesão, liderança e companheirismo”, explicou o almirante.
O governador ressaltou as características da escola em Palmas e disse que é muito interessante para o Estado ter instituições públicas atendendo com qualidade. “Eu pedi a minha secretária da Educação que visitasse o local em Palmas e, aí, viabilizarmos a implantação dela na cidade de Luziânia, onde teríamos uma escola com as características apropriadas para a instalação do curso, orientado pelo Comando do 7º Distrito Naval da Marinha Brasileira”, afirmou.
Balsas
No encontro o governador também recebeu um documento do almirante Goldstein que mostra a situação precária de balsas em oito cidades do interior do Estado, que foram interditadas por falta investimento da gestão anterior em fazer a manutenção dos equipamentos. Estão interditadas as balsas Ada (Rio Caiapó, GO-188, em Arenópolis); Darlene (no Rio Maranhão, GO-080, em Barro Alto); Judite (Lago dos Tigres: GO -324, em Britânia); Júlia (Rio das Almas: GO-338, em São Luiz do Norte); Soledade (Rio São Marcos: GO-213, em Campo Alegre); Cana Brava (Rio São Félix: GO-464, em Minaçu); Viviane (Rio Paranã: GO-112, em Nova Roma); e Sandra (Rio Crixás: GO: 239, em Amaralina).
“Nós acabamos de receber aqui relato que já havia sido entregue ao governo do Estado há mais de ano, deixando claro que as balsas que hoje funcionam em Goiás estão totalmente interditadas devido à situação caótica, sem a menor condição de segurança para fazer transporte de carga, muito menos de passageiros, colocando em risco todas as pessoas que trafegam nesses rios aqui atendidos por essas oito balsas”, destacou o governador.
Caiado destacou que a situação é grave porque em determinados locais de interdição há anúncio de investimentos do governo passado. “Isso é sinal de corrupção. No Rio Paranã você vê o padrão da balsa e lá tem uma placa da antiga Agetop que o governo anterior gastou R$ 26 milhões. Lógico que se fossem R$ 26 milhões seria um transatlântico, no entanto, é uma barca que foi interditada pela Marinha”, denunciou Ronaldo Caiado. Além da falta de balsas adequadas para fazer o transporte, os tripulantes também não têm qualificação, ou seja, não passaram por cursos da Marinha.
Ronaldo Caiado disse que já encaminhou a Goinfra a necessidade de implantar cursos para os responsáveis pela tripulação, isso com o apoio da Marinha, que se dispôs a fazer isso; bem como de reformar as balsas, já que elas não têm condições mínimas para trafegar. “Esse é o caos que estamos encontrando, ou seja, a cada momento é uma notícia que nos chega dizendo das irresponsabilidades que foram praticadas”, apontou.
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Para o deputado estadual Humberto Teófilo (PSL) houve exagero na reação contra a fala do deputado Amauri Ribeiro (PRP). Ele avalia que pronunciamento do deputado não ofende as mulheres da Casa e que se trata “apenas uma denuncia”.
O movimento organizado ontem, 15, na Alego, em que deputadas estaduais e demais funcionárias vestiram camisetas com os dizeres “Sou servidora da Alego, me respeite” foi uma reação contra a fala do deputado Amauri, que afirmou que, na Assembleia, mulheres bonitas são contratadas para ficar à disposição dos deputados.
Segundo Humberto Teófilo, o movimento deve ser respeitado, entretanto as declarações devem ser diminuídas. “Eu vi o vídeo e o deputado não ofendeu as mulheres, fez apenas uma denuncia relacionada à Casa de leis, então eu vejo que alguns colegas estão querendo aparecer em cima de outros, o que não é legal”, opinou o parlamentar.
Titular da Secretaria-Geral da Presidência da República deixou o cargo depois de reunião com o chefe do Executivo, Jair Bolsonaro (PSL), na noite de sexta-feira

