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As vagas vão do Ensino Médio aos alunos de graduação
O Instituto Promover (Iphac) está com 150 vagas de estágio remunerado para estudantes de Ensino Médio e graduação. Entre as vagas estão oportunidades para estudantes dos cursos de Letras, Administração, Recursos Humanos, Engenharia, Publicidade e Propaganda, Marketing e Design Gráfico. As bolsas Variam de R$700,00 a R$900,00.
Confira as vagas disponíveis
30 Vagas – Ensino Médio
Horário: 5 horas e 30 minutos por dia.
Bolsa auxilio: R$ 500,00 + 270,00 (ajuda de custo).
20 Vagas – Psicologia
Horário: 5 horas por dia.
Bolsa auxilio: R$ 980,00 + vale transporte (8,00 reais por dia).
40 Vagas – Ciências Contábeis (a partir do 3° período)
Horário: 6 horas por dia.
Bolsa auxilio: A partir de R$ 700,00 + vale transporte (8,00 reais por dia).
10 Vagas – Pedagogia / Letras (a partir do 3° período)
Horário: 6 horas por dia.
Bolsa auxilio: R$ 570,00 + vale transporte (180,00 reais).
25 Vagas – Administração / Gestão de Recursos Humanos
Horário: 6 horas por dia.
Bolsa auxilio: R$ 600,00 + vale transporte por dia.
15 Vagas – Engenharia
Horário: 6 horas por dia.
Bolsa auxilio: R$ 700,00 + vale transporte por dia.
10 Vagas – Publicidade e Propaganda / Marketing / Design Gráfico
Horário: 6 horas por dia.
Bolsa auxilio: R$ 980,00 + vale transporte por dia
Os interessados devem se inscrever no site ou pelo número (62) 3931-6312.
Líder do governo na Câmara tenta crescer para ser mantido no posto

Mariana Guimarães
Especial para o Jornal Opção
Alvo de ataques e críticas por ser considerado inexperiente, o deputado federal Major Vitor Hugo (PSL) segue na tentativa de se fortalecer como líder de governo na Câmara dos Deputados. Entre confraternizações com integrantes da Casa Civil e promoção de jantares para aumentar seus vínculos no partido, o parlamentar está atrás do apoio dos militares na União para estreitar o relacionamento com figuras como a do vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB), por exemplo.
Em entrevista ao Jornal Opção, o líder do PSL na Casa, deputado federal Delegado Waldir Soares, afirmou que Major Vitor Hugo “tem de buscar se fortalecer mesmo”. “É o papel dele como líder de governo estreitar laços com militares, políticos e civis”, declarou.
Questionado se a saída do presidente Jair Bolsonaro (PSL) do hospital interferiria na condição de Major Vitor Hugo como líder do governo na Câmara, Delegado Waldir afirmou que não cabe a ele como deputado opinar sobre isso. “Aí já passa à ser interferência em outros poderes”, concluiu.
Entre apoios e reprovações, parlamentar goiano afirma que decisão não cabe ao Supremo

Mariana Guimarães
Especial para o Jornal Opção
Atualmente a homofobia não é crime, entretanto, essa situação pode mudar devido ao julgamento que ocorre nesta quarta-feira, 13, no Supremo Tribunal Federal (STF) de uma ação protocolada pelo Partido Popular Socialista (PPS) que pede a criminalização do preconceito contra a comunidade LGBTQI+.
A ação causou rebuliço no Congresso Nacional, uma vez que, juntamente com um mandado apresentado pela Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transgêneros (ABGLT), acusa o Legislativo nacional de omissão em relação à votação e aprovação do projeto de lei que especifica esse tipo de preconceito como crime.
O deputado federal goiano Francisco Júnior (PSD) afirmou que o julgamento do STF pode atropelar os tramites do Congresso e entrar em choque com o que for legislado no futuro. “Como pode a Suprema Corte julgar contra a lei? O melhor caminho é que a legislação seja definida e que paute o assunto de forma adequada”, disse.
O parlamentar teme que a medida seja abrangente demais e possa ser usada de forma imprecisa. “A lei nunca tem apenas o artigo. Ela tem os parágrafos. Delimita ao máximo para poder tipificar o crime”, afirmou.
Além disso, Francisco Júnior e outros membros da Câmara afirmam que o País ainda não está preparado para discutir o assunto. Por isso, a criminalização precisa passar pelo Congresso, declarou o parlamentar.
“Há uma profunda discussão: toda pessoa deve ser respeitada. A opção sexual da pessoa ou a sua situação de vida não faz dela uma vítima maior ou menor em relação ao crime. Matar alguém é algo gravíssimo. Matar alguém por algum motivo é um agravante”, concluiu o deputado.
Ex-vereador, Mizair Lemes Júnior, foi nomeado novo secretário de Assistência Social

O ex-vereador Mizair Lemes Júnior (PR), nomeado pelo prefeito Iris Rezende (MDB) nesta terça-feira, 12, como novo secretário de Assistência Social já marcou o legislativo por pautas polêmicas como um projeto de lei que obrigava a leitura de trechos da bíblia antes das aulas na rede pública de educação.
Na época, para o Jornal Opção, Mizair afirmou que sabia que a proposta era polêmica, mas que recebeu aprovação "da maioria das pessoas". Além disso, para defender a matéria, o ex-vereador, chegou a dizer que era “um projeto positivo, ao invés de kit gay, de questões de ideologia de gênero", se referindo a um caso comprovado de fake news.
Sobre o novo secretário
Graduado em Direito, Mizair também já foi diretor do Jardim Botânico de Goiânia, presidente do Diretório Metropolitano do MDB e diretor de planejamento da Comurg.
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O presidente Jair Bolsonaro recebeu alta médica e deixou o Hospital Albert Einstein, na capital paulista, às 12h20 desta quarta-feira, 13. Cerca de dez carros, acompanhados de batedores da Polícia do Exército e carros da Rota fizeram a segurança do presidente. Um helicóptero da Polícia Militar também auxiliou na segurança.
Segundo o último boletim médico, de terça, 12, à noite, o presidente mantém boa evolução clínica, está afebril, sem dor abdominal e com o quadro pulmonar em resolução.
Ele segue uma dieta leve e com suplemento nutricional. Bolsonaro estava internado desde o dia 27 de janeiro, para a retirada da bolsa de colostomia e a reconstrução do trânsito intestinal.
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