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Lideranças comandam atividades de facções criminosas de dentro de unidades prisionais por meio de celulares – deputado propõe solução simples
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Foto: Fernando Leite / Jornal Opção[/caption]
Segue para o plenário da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) o projeto de lei n°1472/19, com autoria do deputado estadual Humberto Teófilo (PSL), que visa retirar tomadas elétricas das celas dos presídios estaduais. O parlamentar pede urgência para tramitação da proposta, que tem como objetivo encerrar a comunicação de facções criminosas com presos.
Além do fim das tomadas elétricas nas celas que podem ser usadas para recarregar telefones celulares, a proposta também prevê a criação da Área de Proteção ao Entorno das Penitenciárias Estaduais de Goiás - Apepe-GO. O uso dessa área seria restrito, também com objetivo de isolar os internos.
Humberto Teofilo cita como modelo bem sucedido o recém inaugurado Presídio Estadual de Planaltina, uma unidade de segurança máxima, sem tomadas, onde presos e visitantes se comunicam em cabines de parlatório. “Lá, nós ouvimos muita reclamação dos presos exatamente por conta do isolamento. Nós precisamos quebrar as organizações criminosas, cujas lideranças comandam o exterior de dentro de unidades prisionais, principalmente nas cidades do interior”, afirma Humberto Teófilo.
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A primeira etapa da campanha de vacinação contra sarampo será realizada de 7 a 25 de outubro e o público-alvo é formado por crianças de seis meses a menores de cinco anos de idade
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Meta é vacinar 95% da população alvo, impedindo propagação da doença | Foto: Reprodução[/caption]
Este ano, em Goiânia, dois casos de sarampo foram confirmados. Foram descartadas 24 suspeitas e 19 casos estão atualmente em investigação. Segundo dados do Programa Nacional de Imunizações, a cobertura vacinal vem caindo em todo o Brasil desde 2015. Há quatro anos, 93,5% da população-alvo foi vacinada em Goiás, enquanto no ano passado a cobertura atingiu apenas 71,4% das pessoas priorizadas.
A meta mínima a ser alcançada na campanha de vacinação contra sarampo – que começa nesta segunda-feira, 7 – é de 95% do público-alvo. Ainda de acordo com o Programa Nacional de Imunizações, com exceção da BCG, todas as vacinas do calendário infantil ficaram abaixo da meta no último ano.
Profissionais ouvidos em reportagem do Jornal Opção afirmam que teorias conspiratórias e a erradicação de doenças (como sarampo, extinto no Brasil em 2016) criou a falsa sensação de que vacinas não eram mais necessárias. O sarampo, que segundo a BBC voltou a ser problema mundial, afetou 21 mil pessoas na Europa e causou 35 mortes em 2017. A tríplice viral é uma das 14 vacinas oferecidas de graça pelo Programa Nacional de Imunizações e deve ser tomada na infância e em duas doses.
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