Últimas notícias
Requerimento foi apresentado pela vereadora Sabrina. Paço tem 15 dias para apresentar relação descritiva da utilização dos recursos
Mulheres com ensino superior completo ou mais recebem cerca de 63% do que os homens na mesma situação recebem
O vereador teceu criticas ao governo municipal ao analisar quantidade de obras paradas em Goiânia
Requerimento de criação foi apresentado pelo deputado Rafael Gouveia durante sessão ordinária da Alego
Vice-governador considera que o ideal é criar uma ponte de diálogo com parlamentares para garantir repasse de recursos
Solicitação de arresto superior a R$ 57 mi e interdição total do Centro de Treinamento partiu do Ministério e Defensoria Pública do Rio de Janeiro
Em 2018, quantidade de empregados do setor privado em regime CLT apresentou o menor nível da série histórica de Goiás
Um documentário sobre problemas gerados pelo procedimento está gerando preocupação entre pacientes e desconforto entre dentistas

Nenhum canal dentário é bem sucedido em sua totalidade: essa é a afirmação feita em A Raiz do Problema, novo documentário da Netflix. O longa metragem expõe durante mais de uma hora, diversos relatos de dentistas que repudiam o procedimento. Eles afirmam categoricamente que em longo prazo o canal irá afetar todo o organismo do paciente.
Já não bastasse temer o momento de sentar na cadeira de um consultório odontológico para realizar algum procedimento, agora quem confere A Raiz do Problema começou a se preocupar com o depois do comparecimento. Aqueles que por ventura já possui um canal dentário tá com preocupação dobrada. Só no Estados Unidos são 25 milhões de procedimento por ano.
O documentário está causando polêmica entre odontólogos. Já entre os espectadores que não são da área, o pânico ao assistir a produção é quase inevitável. Entretanto é preciso ter cautela, e é por isso que o Jornal Opção preparou uma análise em diálogo com especialistas do setor.
O documentário
A partir da trama sobre um homem que busca descobrir as causas de suas doenças, como fadiga crônica e síndrome do pânico, o documentário começa com dados alarmantes. Uma das fontes do doc é a Dra Dawn Ewing, PhD em Odontologia Biológica pela Universidade do Texas. É a dentista que começa citando pontos polêmicos sobre o procedimento.
"E se eu te disser que 98% da mulheres que tem câncer de mama fizeram canal do mesmo lado em que o câncer apareceu? E se eu te disser que o melhor método de prevenção cardiovascular, chamado Bale & Doneen, não aprovam o tratamentos de canal por causa das bactérias?", provoca a pesquisadora.
Após essas perguntas feitas pela Dra Dawn, o que o espectador pode esperar é mais uma enxurrada de apontamentos que relacionam diversos problemas de saúde com o procedimento de canal dentário.
Outro dentista do documentário que compactua com a tese, é o Dr Joseph Mercola. "Dentistas tradicionais acreditam que não há problemas com os canais, mas eu discordo. Acho que eles são uma fonte escondida e inesgotáveis de toxinas", afirma.
Todos os problemas citados pelos especialistas atribuem à impossibilidade de se esterilizar todos túbulos dentinários presentes em um único dente, essas regiões são incalculáveis e armazenam bactérias enquanto o dente não for extraído.
Há quem discorde
O Jornal Opção escutou dentistas goianos e perguntou a eles suas opiniões sobre o conteúdo do longa metragem. Os odontólogos foram unanimes em discordar dos pontos apresentados por A Raiz do Problema.
Para o dentista Kleber Vinicius, os apontamentos do documentário são “extremistas e sensacionalistas”. O profissional diz que como em qualquer área da saúde, os dentistas também estão sujeitos ao insucesso, mas que o respeito aos protocolos estabelecidos por meio de pesquisas, buscam a garantia da boa realização do procedimento.
Em relação a danos futuros, Dr. Kleber afirma que nunca viu nada na literatura que falasse sobre os problemas citados em A Raiz do Problema, e se diz surpreso com o conteúdo. “A associação do documentário que liga o procedimento de canal com alguns tipos de câncer é pouco embasada. Eles não citam fatos científicos suficientes que comprovem os apontamentos”, afirma.
Quem também discorda do documentário é a dentista Lísia Máximo, que está se especializando em endodontia, área da odontologia que estuda o procedimento de canal. Lísia conta que não conseguiu terminar de assistir o documentário, porque segundo ela o conteúdo chega ao nível do “absurdo”.
“O procedimento já foi muito estudado, existem diversas correntes de estudos mundiais. São evidencias cientificas geradas durante décadas que comprovam que a realização do canal não gera problemas futuros. Desde que o trabalho seja feito respeitando os protocolos e os tipos de medicações recomendadas.”, afirma a Dra. Lísia.
E nessa discussão entre especialistas, fica difícil definir quem está certo ou não. Certamente o assunto ainda irá render muita pesquisa. De qualquer forma, pelo menos por enquanto, não cabe alarde entre os milhões de pacientes que se submetem ao procedimento todos os anos.
Confira a agenda do fim de semana em Goiânia
"Meu contato com ele é estritamente formal, ajudamos a elegê-lo, mas não fomos convidados para governar ainda", diz delegado Waldir
Considerado um dos principais indicadores do momento econômico nacional, o setor apresenta sinais de grande crescimento em 2019
Fórum de Entidades publicou vídeo em que revela insatisfação com conversa com secretário, que insistiu no pagamento da folha de dezembro em cinco vezes
Democrata estabeleceu entrega de relatório, no qual deverá constar uma análise minuciosa dos contratos de cada pasta, até depois do Carnaval
Ele sai até as 19h desta sexta-feira, 22
Representantes de organizações culturais comunitárias e/ou povos indígenas podem concorrer a apoio para o 4º Congresso Latino-americano de Cultura Viva Comunitária

