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De acordo com secretário, o concreto precisa cumprir um "período de cura" o que pode acarretar em uma interdição parcial de aproximadamente "cinco ou sete dias"
Serão contratados auxiliares de atividades educativas, agentes de apoio, pedagogos e professores de área. Veja lista
Decisão foi tomada em reunião entre o prefeito, o presidente da Câmara Municipal de Goiânia e a mãe da vereadora Marielle Franco, Marinete Silva
Corporação afirma que decisão toma por base a postura de transparência da corporação e tem por objetivo trazer ainda mais independência e credibilidade à investigação na qual os nomes dos bombeiros militares são mencionados
Força Tática foi criada em novembro de 2018, para reforçar o patrulhamento, com foco nas regiões mais periféricas
De acordo com as autoridades, Fernando Pimentel teria cometido os crimes à época em que ocupava o cargo de ministro no governo Dilma Rousseff
Entendimento é de que os servidores realizaram o trabalho para o órgão público
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Foto: TJ-GO | Reprodução[/caption]
De acordo com o Centro de Apoio Operacional de Combate à Corrupção e Defesa do Patrimônio Público do Ministério Público de Goiás, não há possibilidade de o Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJ-GO) devolver ao erário o dinheiro gasto com funcionários caso decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) determine exonerar servidores ocupantes de cargos de provimento efetivo que foram efetivados sem concurso público após 1988. O entendimento é de que os servidores realizaram o trabalho para o órgão público.
Iniciada com uma representação do Ministério Público de Goiás (MP-GO) no Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em 2007, a ação está parada, com 2 votos a 2, no STF aguardando voto do ministro Celso de Melo. Em outubro, Gilmar Mendes acolheu, em parte, os embargos de declaração para “manter os atos com a modulação dos efeitos”, que acompanhava a relatora, a ministra Carmen Lúcia.
O caso foi a última instância após mandado de segurança, impetrado pela defesa dos servidores em 2008, com liminar favorável a eles, da ministra Carmen Lúcia. O que suspendeu a decisão do CNJ, que determinava a exoneração dos servidores que foram efetivados sem concurso.
No entanto, em 2015, o STF, em julgamento de mérito, decidiu como improcedente o mandado de segurança em favor dos servidores. Os servidores entraram com novo recurso, desta vez um embargo de declaração, o que suspendeu a decisão. Esse embargos foram rejeitados. Os servidores entraram com novos embargos, que culminou a paralisação da decisão, em 2 a 2, à espera do voto de minerva de Celso de Melo.
Decisão
Enquanto isso, os servidores ativos continuam a trabalhar normalmente no TJ-GO, sem serem afetados pelo pedido de exoneração feito pelo MP-GO e acolhido pelo CNJ. Nesta semana, o corregedor geral do CNJ, o ministro Humberto Martins, em visita a Goiânia afirmou que toda irregularidade no funcionamento da Justiça em Goiás constará em relatório. No entanto, é ponto pacífico que o caso ainda precisa da decisão final do STF para que saia do imbróglio Esse, inclusive, é o argumento do próprio TJ-GO para que os funcionários efetivados continuem a trabalhar normalmente. O desembargador Walter Carlos Lemes, presidente do tribunal, afirma que vai aguardar a decisão do STF antes de se pronunciar sobre o assunto. A possibilidade de nova medida passa por uma nova representação do Ministério Público. No entanto, o promotor Fernando Krebs, que acompanha o caso, está de licença.
Kennedy Alencar diz que a hipótese é tratada com cautela, mas que existe uma linha de investigação que vê a possibilidade
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Carlos Bolsonaro, verador no Rio de Janeiro | Foto: Reprodução[/caption]
O comentarista da Rede CBN de Rádio, Kennedy Alencar, disse nesta quarta-feira, 20, que a Polícia Civil do Rio de Janeiro trabalha com a possibilidade de envolvimento do vereador Carlos Bolsonaro na morte de Marielle Franco.
Segundo a linha de investigação apontada pelo jornalista, o vereador teria uma relação próxima com Ronnie Lessa, acusado de ter disparado contra Marielle Franco e seu motorista Anderson Gomes. Kennedy afirma que Carlos e Marielle tiveram uma discussão forte na Câmara Municipal e que "havia um clima de hostilidade entre os dois".
Ele completou ainda que a polícia trata com cautela essa hipótese, mas que "faz parte da apuração do caso". A morte de Marielle está há 616 dias sem solução.
As custodiadas do presídio trabalham diariamente na produção de blocos, canaletas e Paver; cerca de 170 itens são produzidos, diariamente
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Foto: DGAP[/caption]
Detentas da Unidade Prisional de Corumbaíba trabalham na produção de blocos, canaletas e paver que serão utilizados na ampliação do presídio. Cerca de 170 itens são produzidos diariamente.
De acordo com o diretor da unidade, Robson Guimarães, as custodiadas passaram por treinamento especifico, oportunidade que proporcionou o aprendizado de uma nova profissão. “Durante 10 dias as detentas passaram por treinamento junto a técnicos parceiros de Caldas Novas”, afirma.
Os itens produzidos na fábrica, localizada dentro da UP, serão utilizados na ampliação do presídio onde serão construídas quatro celas, um pátio para o banho de sol e uma escola. Ao termino da reforma, as oito custodiadas envolvidas nesse trabalho, vão dar continuidade à atividade com a produção dos mesmos materiais para obras públicas do município.
Guimarães ressalta que os recursos e a matéria-prima utilizados na produção dos itens foram obtidos em pareceria com o Conselho da Comunidade em Execução Penal, além de recursos oferecidos pela unidade. Todas as detentas que trabalham na fábrica de cimento são beneficiadas com a remição da pena, em conformidade com a Lei de Execução Penal (LEP).
Doação
Recentemente, foram doados 5 mil itens fabricados na unidade à Prefeitura da cidade. Os materiais estão sendo utilizados na obra da base do Comando de Operações de Divisas.
A ressocialização aplicada na UP, pertencente à 4ª Coordenação Regional Prisional da DGAP, integra um dos eixos estabelecidos pelas diretrizes instituídas pelo Governo do Estado.
Aberta à comunidade, a reunião deverá ouvir especialistas, pesquisadores e pacientes
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canabidiol é uma das substâncias químicas encontradas na Cannabis | Foto: Maj. Will Cox/ Georgia Army National Guard[/caption]
Nessa quinta-feira, 21, o vereador Lucas Kitão (PSL) realiza na Câmara dos Vereadores de Goiânia uma audiência pública sobre a utilização medicinal da Cannabis.
Dentre os convidados, estão profissionais da área da saúde, como médicos, farmacêuticos, pesquisadores da UFG, representantes de Associações de Apoio e Incentivo à Pesquisa, como a Ágape Medicinal, pacientes e familiares.
O debate não deverá abordar uso recreativo da planta, mas sim tratar da importância dela no auxílio para o tratamento de doenças como Alzheimer, fibromialgia, dentre outros inúmeros diagnósticos em que a Cannabis compõe o arsenal terapêutico.
"Queremos desmitificar o uso recreativo, diferenciar a droga do medicamento. É nosso maior desafio. Vamos discutir casos práticos de sucesso de pessoas que fizeram tratamento com Cannabis em várias enfermidades. E ver em que o município pode ajudar essas pessoas", afirma o Kitão.
"Sugiro um projeto de lei, com assinatura de todos. Discutir artigo por artigo desse projeto e colocar responsabilidades a mais para o município. Zelar por essas pessoas que não têm condições, mas tem prescrição médica ou autorização judicial, enquanto o Congresso e a Presidência define a regulamentação. Assim como tem feito a Anvisa, reconhecendo esses benefícios, flexibilizando o uso desses medicamentos", disse o parlamentar.
A Fiocruz contabiliza, ao menos, oito mil pessoas autorizadas a utilizar medicação com composição da planta no Brasil.
Deputado goiano deve esperar abertura de janela política, que pode ocorrer após lançamento da legenda nesta quinta-feira, 21
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Delegado Humberto Teófilo deve compor nova legenda liderada por Jair Bolsonaro | Foto: Marcos Kennedy/Alego[/caption]
Seguido do deputado estadual Paulo Trabalho, Humberto Teófilo também respondeu à fala do Delegado Waldir, presidente do PSL em Goiás, sobre o possível pedido de cassação de seus mandatos, caso os parlamentares optasse por sair da sigla para acompanhar Jair Bolsonaro na composição de seu novo partido.
O deputado estadual disse que não irá sair do partido a menos que haja janela política para isso, o que asseguraria sua cadeira na Casa de Leis. “Eu entendo que não há nenhum respaldo jurídico para isso. Minha declaração foi no sentido de que caso seja criado o partido, eu iria acompanhar o Presidente da República. Não é cabível qualquer pedido de expulsão, muito menos para perder o mandato”, defendeu-se Teófilo.
Lançamento da legenda
A primeira convenção nacional do partido do presidente está prevista para ocorrer nesta quinta-feira, 21, onde a Aliança Pelo Brasil será apresentado. O lançamento será realizado em um hotel em Brasília para 500 convidados, conforme informações do jornal Valor Econômico. Ainda segundo o veículo, o próprio Bolsonaro deverá presidir a legenda, acompanhado de seu filho, Flávio Bolsonaro, que deverá ser nomeado vice.
Resposta à diligência enviada à prefeitura de Goiânia chegou na segunda-feira, 18. A comissão deve analisar o que o Poder Executivo argumenta em relação à não passagem do plano final pelo Compur
Por Ton Paulo
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Foto: Reprodução[/caption]
As portas do elevador estacionado no térreo já se fechavam quando, numa corrida rápida, coloco o braço no rumo do sensor a tempo de fazê-las reabrirem. Entro ainda ofegante no cubículo vazio não sem antes soltar um “que sorte!” em voz baixa.
Sou apaixonado por elevadores vazios. O intervalo do térreo até o andar escolhido é sempre o momento oportuno do dia para dar uma ajeitada no cabelo no espelho, olhar as mensagens ainda não visualizadas e respirar. Mas não hoje.
O elevador parou no meu andar, o 25º, mas as portas não se abriram. Espero, estranhando o delay, e nada. Alguns instantes depois, o ventilador de teto para. Era isso: eu estava preso em um elevador enguiçado.
Desato a tocar o interfone, mas no lugar de uma voz humana, só recebo uma luzinha que pisca insistentemente. Do nada, me vem a palavra “claustrofobia” – do latim, claustro phobos: medo de lugares fechados. Eu não tinha aquilo, mas sentia que meus pulmões já puxavam o ar de maneira irregular.
Sento, levanto, sento novamente, dou voltas só de meias dentro do cubículo de metal. Exatos uma hora e cinquenta minutos se passam até que um funcionário abre a porta, com o elevador já no térreo e me encontra no chão abraçado às minhas pernas. Ainda um pouco trêmulo e puxando o ar com força, caminho até a recepcionista: “Onde ficam as escadas mesmo?”
Ideia é que a concessão seja rompida a nível federal, já que a maior parte da Celg D pertencia à Eletrobrás quando ela foi vendida

