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O vereador aponta, como exemplo, que as ciclorrotas, em específico, não são devidamente atendidas pela manutenção executada pela SMT, em detrimento das ciclovias e ciclofaixas.
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Vereador Andrey Azeredo | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção[/caption]
O vereador Andrey Azeredo (MDB) apresentou, na última semana, um requerimento com pedido à Secretaria Municipal de Trânsito (SMT) para manutenção da estrutura cicloviária de Goiânia, onde são incluídas as ciclofaixas, ciclovias e ciclorrotas. Conforme Azeredo, este mesmo requerimento tem sido apresentado por ele todos os anos como forma de insistir na importância da fiscalização regular das vias.
As reclamações e exigências do requerimento são as mesmas do último apresentado pelo vereador emedebista, em abril do ano passado. Para Azeredo, a estrutura cicloviária é "um dos modais que devem ser priorizados no Plano Nacional de Mobilidade Urbana", visando a melhora na qualidade de vida dos moradores da capital através da retirada de veículos das ruas, geração de melhor trafegabilidade, menos poluição e menos tempo de viagens.
O vereador aponta que as ciclorrotas, em específico, não são devidamente atendidas pela manutenção executada pela SMT, em detrimento das ciclovias e ciclofaixas.
Ainda segundo ele, a fiscalização exercida pela SMT deixa a desejar. "Falta fiscalização e responsabilização de quem infringe a lei", pontua o vereador, em referência a motoristas que desrespeitam as sinalizações da estrutura cicloviária.
Andrey Azeredo adiantou que pretende se reunir com o prefeito Iris Rezende para tratar da questão. O vereador informou que pedirá ao chefe do Executivo municipal que "ordene que o secretário de trânsito cumpra" com seu dever regular de fiscalização e manutenção das vias cicloviárias da capital, e afirmou que verba não é um problema. "Dinheiro existe. O dinheiro proveniente das multas, das infrações deve ser aplicado na infraestrutura de área da nossa cidade, e a estrutura cicloviária é uma das espécies dessa estrutura que contempla" Goiânia.
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Cairo Salim (Pros) acredita que o tempo que resta antes do fim do semestre bastará para aprovar o que tiver de ser aprovado
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Deputado Cairo Salim / Foto: Fernando Leite[/caption]
O Plenário da Assembleia Legislativa deve se desdobrar e convocar um número maior de sessões extraordinárias para conseguir votar pautas importantes como a Lei Orçamentária Anual (LOA), antes do recesso.
A agenda da Alego tem atividades legislativas previstas até o dia 17 de dezembro. Para Cairo Salim, do Pros, o tempo será suficiente para aprovar a LOA e outras duas pautas polêmicas: a PEC da Educação, apresentada pelo líder do governo, Bruno Peixoto, e que visa incorporar o orçamento da Universidade Estadual de Goiás (UEG) no orçamento geral da Educação em Goiás, e a reforma da Previdência estadual.
"Vai dar tempo, eu sou brasileiro e não desisto nunca. Eu vou ficar até o último minuto acreditando que nós vamos aprovar sim a reforma da Previdência, a PEC da educação e tudo o que for importante para o bom andamento das contas do governo do Estado", concluiu.
Secretária vai comparecer à reunião da CPI junto com três técnicos de sua pasta
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Fala da secretária da Economia está prevista para ocorrer nesta segunda-feira, 9, na CPI. / Foto: Reprodução[/caption]
A titular da Secretaria da Economia de Goiás, Cristiane Schmidt, deve ser ouvida na próxima segunda-feira, 9, na CPI dos incentivos fiscais, na Assembleia Legislativa. Schmidt comparecerá à reunião, que está prevista para acontecer no Auditório Solon Amaral, ao lado de três técnicos da pasta.
A Comissão é presidida pelo deputado Álvaro Guimarães, do DEM, e a partir de relatório do deputado Humberto Aidar (MDB) foram convocados também Maria Carneiro Correia Silva, assessora tributária da secretaria de Economia; Renata Lacerda Noleto, superintendente de Política Tributária de Goiás; e Albirlan Borges Vitoi, subsecretário da Receita Estadual de Goiás.
Na última sessão da CPI, realizada no dia 2 de dezembro, o clima esquentou entre o relator Humberto Aidar e o empresário José Alves Filho, ex-presidente da Associação Pró-Desenvolvimento Industrial do Estado de Goiás (Adial).
Na ocasião, Aidar trouxe para a discussão uma nota assinada por José Alves Filho em que ele afirma que o governo de Goiás e a Alego são “case nacional negativo” por praticarem atos que confrontam a segurança jurídica. O deputado chegou a pedir,a José Alves, respeito à Assembleia, e disse que a Casa tem sido atacada desde o início por ele.
Segundo juíza, menina morreu por erro do policial, haja vista que não existia qualquer confronto no momento do disparo
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