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Belorizontina, Capixaba, Capitão Senra, Pele Vermelha, Fargo 46, Backer Pilsen, Brown, Backer D2, Corleone e Backer Trigo são os produtos em que o Mapa confirmou a existência da substância tóxica dietilenoglicol
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Investigação sobre contaminação da cerveja Belorizontina fez surgir onda de boatos sobre qualidade das cervejas e incidência de doenças como câncer no Brasil | Foto: Gustavo Andrade/Divulgação[/caption]
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) divulgou na noite do último sábado, 18, a lista com os lotes de cerveja Backer nos quais foram comprovados a existência da substância tóxica dietilenoglicol, que causou a morte de ao menos quatro pessoas em Minas Gerais. De acordo com análises dos Laboratórios Federais de Defesa Agropecuária, 32 lotes da cerveja estão contaminados. Dentre os produtos, estão: Belorizontina, Capixaba, Capitão Senra, Pele Vermelha, Fargo 46, Backer Pilsen, Brown, Backer D2, Corleone e Backer Trigo.
Ainda com informações do Mapa, a Cervejaria Backer permanece fechada até que se comprovem "condições seguras de operação". A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a interdição das marcas de cerveja Backer com data de validade igual ou posterior a agosto de 2020.
Ainda, ficou determinado que a empresa deve realizar o recall dos produtos com toxicidade confirmada e, também, produtos que ainda não tiveram sua idoneidade constatadas. "O Mapa segue atuando nas apurações administrativas para identificar as circunstâncias em que os fatos ocorreram e tomando as medidas necessárias para mitigar o risco apresentado pelas cervejas contaminadas", informou a pasta por meio de sua página no Twitter.
Tendência é que o projeto retorne à pauta já no início do mês de fevereiro e seja apreciado definitivamente no mês de abril. Para parlamentar, consultoria da UFG proporcionará mais assertividade
No último sábado, 11, a GO-215 também havia sido liberada, após concluir obras no encabeçamento de outra ponte
Inep divulgou nesta sexta-feira, 17, as notas de estudantes que prestaram o Enem 2019
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Brasília - Candidatos aguardam abertura do portões do UniCEUB para o primeiro dia de provas do Enem | Foto: Valter Campanato/Agência Brasil[/caption]
Mais de 3 milhões de candidatos em todo o país foram avaliados na edição da prova realizada nos dias 3 e 10 de novembro do ano passado. O exame, que é maior porta de entrada para as universidades públicas e privadas permite que candidatos ingressem em faculdades estrangeiras e financiem seus estudos.
Entrar em universidades federais e estaduais pelo SISU
Através do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), instituições públicas de ensino superior oferecem vagas para os mais variados cursos. Essas vagas são referentes ao primeiro semestre do ano. Entre os dias 21 e 24 de janeiro, o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) abre suas inscrições para os candidatos do Enem 2019. Para quem quiser ingressar em alguma instituição no meio do ano, existe uma nova seleção em junho.Entrar em uma universidade em Portugal
Em Portugal, 46 instituições utilizam a nota do Enem como chave de acesso para estudantes brasileiros. Para o coordenador do Sistema de Ensino pH, Fabrício Cortezi, o maior benefício é que o estudante não precisa fazer uma outra prova de vestibular: “A grande vantagem é que algumas faculdades utilizam a nota do Enem integralmente”, explica.Conseguir um financiamento pelo FIES
O Fies (Fundo de Financiamento Estudantil) é um programa idealizado pelo MEC para facilitar o ingresso de estudantes no ensino superior por meio do financiamento dos custos da universidade. Além da análise socioeconômica, outro critério para um candidato conseguir financiamento estudantil é ter participado de alguma edição do Enem a partir de 2010. Os estudantes não podem zerar a redação e precisam atingir uma nota mínima de 450 em cada uma das disciplinas específicas. Nesse ano, as inscrições abrem a partir do dia 5 de fevereiro.Entrar em uma universidade particular
No geral, muitas faculdades particulares têm optado por destinar uma parcela de suas vagas para alunos que não fizeram o vestibular tradicional, mas tiveram um bom desempenho no Enem. Cada instituição tem seu critério, mas algumas, inclusive, oferecem bolsas de estudos dependendo da nota do estudante. Cortezi afirma que é importante o estudante se informar sobre os requisitos para o ingresso em cada uma das faculdades de interesse.
Participantes do reality show que começará a ser exibido no dia 21 de janeiro são pessoas que se inscreveram e que foram convidadas pelo programa
Participantes do reality show Big Brother Brasil 20 começaram a revelados pela emissora Globo neste sábado, 18. Até agora, foram anunciados o arquiteto paulista Felipe, de 27 anos; o ator carioca Babu Santana, de 40 anos; a cantora paraibana Flayslane, de 25 anos; e a empresária carioca Bianca Andrade, também de 25 anos.
A emissora anunciou uma mudanças na edição do programa de 2020, com moradores de "várias tribos". O grupo dos primeiros anunciados é formado por inscritos que participaram de um processo de seleção e que entram para um grupo chamado “pipoca”. Demais participantes ainda serão anunciados e ficam em grupo denominado “camarote”.
Governo pretende levar projeto às 246 cidades goianas. O programa já foi disponibilizado em quatro cidades do interior – Abadiânia, Edéia, Nova Crixás e Niquelândia
Neste sábado, 18, o governador Ronaldo Caiado inaugurou o Balcão do Cidadão na Agência dos Correios de Edéia. Com objetivo de facilitar o acesso a atendimentos de forma integrada para serviços do Detran, da Economia e de outras áreas do Estado, o projeto tem sido comemorado por reduzir desigualdades regionais.
“Ter esse atendimento aqui é muito importante para nós, que não precisamos mais viajar para Goiânia”, disse o lavrador Cassimiro Alves Pinto. Também devem se beneficiar do Balcão Cidadão em Edéia os municípios vizinhos: Indiara, Porteirão, Maripotaba e Vicentinópolis. Antes de Cassemiro Alves Pinto, o próprio governador foi atendido pelo Balcão do Cidadão de Edeia.
“O Balcão vem no sentido de poder diminuir as desigualdades regionais. É poder dar para todo o cidadão, das menores cidades do Estado de Goiás, o mesmo tratamento que se oferece para as grandes cidades”, avaliou Caiado.
A deputada federal Flávia Morais ressaltou que a importância do Balcão do Cidadão é a de facilitar para a população o acesso a esses serviços, contribuindo para a cidadania dos goianos que moram no interior de Goiás. O deputado estadual Thiago Albernaz afirmou: “Com isso, o Governo está chegando aos 246 municípios e levando atendimento ao cidadão, com humanização, acessibilidade e mais condições de buscar o serviço público”, disse Albernaz.
A inauguração do Balcão do Cidadão na agência dos Correios de Edéia também contou com a presença do senador Luiz do Carmo; deputado federal Glaustin da Fokus; secretário de Desenvolvimento Econômico e Inovação (Sedi), Adriano Rocha Lima; superintendente estadual dos Correios em Goiás, Eugênio Montenegro e demais autoridades
Proposta do governo de contratar militares é criticada por especialista André Luiz Moro Bittencourt
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O ministro da Economia, Paulo Guedes, fala na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados, sobre os impactos econômicos e financeiros da Nova Previdência | Foto: Reprodução / EBC[/caption]
Com 23 mil servidores na ativa, o Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) registra déficit de 16 mil profissionais. O problema se assoma há tempos e agora se agrava com a aprovação da Reforma de Previdência e uma enxurrada de pedidos de aposentadoria vindo a reboque. A solução apresentada pelo governo, de contratar sete mil militares da reserva para um mutirão e “zerar a fila” de 1,9 milhão de pedidos de análise pode ser paliativa e perigosa, segundo juristas.
O advogado André Luiz Moro Bittencourt, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Previdência Social e professor da Escola de Magistratura do Paraná, afirma: “O Governo Federal tem mostrado inabilidade para lidar com uma situação que já era anunciada, tendo em vista que o problema no andamento dos processos começou em 2018. Em todas as unidades da federação, havia situações que chegavam a demorar mais de um ano para ter a sua análise concluída. Em 2019 a situação se agravou e a Reforma da Previdência foi a cereja do bolo”, destaca Bittencourt.
Tendo em vista que os militares não estão preparados para analisar os documentos, André Luiz moro Bittencourt, afirma: “Mesmo que haja treinamento, são pessoas que não possuem experiência e que podem atuar com foco somente na resolução rápida, levando a indeferimentos inconsistentes e passíveis de contestação, por exemplo, o que só aumentaria, do outro lado, a demanda de análises”.
Uma sugestão mais prática do advogado é reconvocar servidores do próprio INSS alocados em outras autarquias. “Há servidores do INSS no Judiciário, na AGU, na Junta de Recursos. O governo poderia analisar quem poderia voltar para a sua atividade fim, e ainda chamar as pessoas aposentadas, porque são profissionais que já entendem do assunto”. Para Bittencourt, o governo já sabia que teria déficit de servidores, mas se preparou mal para lidar com o momento atual.
Cada estilo pede uma folia especial, confira opções para festejar em 2020
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Foto: Reprodução[/caption]
Bloco do Café Nice
Organizado pelo Carnaval dos Amigos, este bloco pré-carnaval vai oferecer open bar e open food no valor de R$230. Para a edição de 2020, já estão confirmados Ivo Meirelles, Nãnãna da Mangueira, Tim Maia da Surdo Um, Heróis de Botequim e DJ Múcio. A data está confirmada para 15 de fevereiro. Concentração: Café Nice (N˚ 110 - Av. T-11 - St. Bueno, Goiânia) [caption id="attachment_231525" align="alignnone" width="485"]
Edição 2018. Foto: Reprodução.[/caption]
Bloco Gato Pingado
Ao som de marchinhas, funk e muito samba, o bloco de rua Gato Pingado diverte foliões na edição de 2020. (Data a definir) Concentração: Avenida Circular, Setor Pedro Ludovico. [caption id="attachment_231521" align="alignnone" width="481"]
Foto: Reprodução.[/caption]
Bloco da Imprensa
Também organizado pelo Carnaval dos Amigos, este bloco reúne jornalistas, publicitários e amigos da comunicação. Cada folião tem direito a camiseta, feijoada, petiscos, refrigerante, caipirinha e muita cerveja, servidos até mesmo durante o trajeto até o Parque Vaca Brava. A proposta é resgatar o clima do antigo bloco de rua formado por jornalistas nos anos 80. A pauta é: diversão. Concentração: Bar e restaurante Cerrado (Av. T-3, 2456 - St. Bueno) [caption id="attachment_231528" align="alignnone" width="475"]
Filhas da Pauta, 2018. Foto: Reprodução.[/caption]
Bloco do Não é Não
Este bloco é organizado pelo coletivo "Não é Não" e prega o fim do assédio sexual que as mulheres sofrem, além de trabalhar para que todas possam se divertir de forma segura no carnaval. (data a definir)
Concentração: A casa de vidro (1ª Avenida, 974 - Q 98 - Setor Leste Universitário)
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Edição 2019. Foto: Reprodução.[/caption]
Cuidar da mente é cuidar da vida, mas as pessoas ainda têm resistência em buscar ajuda e tratamento para os problemas emocionais e mentais
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Prevenção ao suicido, no janeiro branco| Divulgação[/caption]
Depressão, ansiedade e fobias. Uma a cada quatro pessoas vai sofrer de algum transtorno mental durante a vida, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS). Para muitos, o período de fim de ano e início de um novo pode causar ou aumentar a ansiedade pela frustração de não ter cumprido metas ou anseio por mudanças.
Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) revelam que o Brasil não vai bem em relação à Saúde Mental. Os números mostram que 5,8% da população (12 milhões de pessoas) sofrem de "depressão" (maior taxa da América Latina, a 2ª maior das Américas e a 5ª do mundo). Em relação aos "transtornos de ansiedade", o Brasil é o recordista mundial, com 9,3% da população com alguns desses problemas.
E quando o problema em questão é o suicídio, a situação também é preocupante: a ocorrência de 12 mil suicídios anuais no País faz com que a sociedade brasileira ocupe a 8ª colocação, no planeta, em relação à contagem absoluta de mortes por autoextermínio.
Os números justificam por que razão a campanha Janeiro Branco é tão importante. Criada em 2014 pelo psicólogo mineiro Leonardo Abrahão visa chamar a atenção para a saúde mental e promover conhecimento e compreensão sobre o tema.
Seguem dicas para prevenir e melhor lidar com os problemas durante o processo terapêutico:
- Praticar atividades físicas;
- Manter uma alimentação saudável;
- Fazer aquilo que lhe proporciona prazer;
- Evitar álcool e drogas.
Possíveis causas
A Agência Europeia para a Segurança e Saúde no Trabalho enumera que algumas condições de trabalho podem conduzir a riscos psicossociais e afetar a saúde mental. Entre elas volumes de atividades ou limitações temporais excessivas; exigências contraditórias; falta de clareza quanto ao papel do trabalhador; comunicação deficiente; uma mudança organizacional mal gerida.
Mercado brasileiro de aviação deve crescer, passando dos atuais 120 milhões de passageiros para mais de 200 milhões em 2025
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Foto: Reprodução[/caption]
O Aeroporto Santa Genoveva, de Goiânia, divulgou dados referentes a suas operações em 2019. O aeroporto teve alta de 0,8% na movimentação de passageiros em relação ao ano anterior, totalizando 3.251.176 embarques e desembarques, com 55.861 operações de pousos e decolagens. O superintendente do terminal, Antonio Erivaldo Sales, atribui o dado ao aquecimento da economia.
“Em 2019, em que pese saída da Avianca do mercado local, houve troca de aeronaves de algumas companhias aéreas e consequente aumento de assentos ofertados. Neste ano, com a economia goiana ainda mais aquecida, redução na alíquota de ICMS sobre o querosene, a tendência é que tenhamos mais voos e mais passageiros utilizando o terminal”, afirmou o superintendente.
“Além disso, estamos em fase avançada do processo de internacionalização, buscando adequar e disponibilizar a infraestrutura do aeroporto Santa Genoveva o mais rápido possível para atender operações internacionais em Goiânia”, acrescentou Antonio Erivaldo Sales.
De acordo com o presidente da Infraero, Brigadeiro Paes de Barros, a estabilidade no número de passageiros que passaram pelos aeroportos da empresa demonstra a resiliência da economia brasileira e a importância da consolidação de políticas públicas para o setor.
“No ano passado, problemas, como a falência de uma importante companhia aérea brasileira, impactaram na oferta de voos. Por outro lado, uma série de medidas, como a abertura de 100% capital estrangeiro para aéreas, redução do ICMS do querosene de aviação, e até melhorias na infraestrutura dos aeroportos, diminuíram tais reflexos”, avaliou Paes de Barros.
Para os próximos anos, a expectativa é de que o mercado brasileiro de aviação siga a tendência e cresça duas vezes o valor do PIB, disse o presidente da Infraero. Segundo ele, o cenário aponta para mais de 200 milhões de passageiros em 2025, ante os 120 milhões, atualmente. “Por isso, ao mesmo tempo que trabalha para cumprir as determinações do Governo Federal, de conceder todos os aeroportos da Rede Infraero à iniciativa privada, a empresa estará focada no desenvolvimento da infraestrutura aeroportuária regional, que representa um grande gargalo na interiorização do modal aéreo no Brasil”, afirmou.
Adriano Rocha Lima avalia que não há dificuldade jurídica para transferência de ativo para outra empresa gerir distribuição de energia
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Adriano Rocha Lima, secretário de Desenvolvimento Econômico e Inovação[/caption]
O secretário de Desenvolvimento Econômico e Inovação, Adriano Rocha Lima, avalia que não há dificuldade jurídica para transferência de ativo para outra empresa gerir distribuição de energia elétrica em Goiás.
De acordo com ele, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que regula o setor, já se manifestou a favor deste tipo de operação. Adriano diz ainda que a propria Enel já realizou procedimentos parecidos em São Paulo, no Rio de Janeiro e no Ceará e que basta as empresas se mostrarem interessadas.
"Espero que a Enel tenha sensibilidade de ver que o momento dela passou. Ela não conseguiu atender o cidadão. O Estado não pode mais conviver com isso. Deixe que outro assuma com mais responsabilidade e persistência para resolver o problema de energia", aponta.
Ele afirma ainda que a empresa já fez dois acordos de melhoria do serviço, mas que apresentou, a partir de então, piora na qualidade. "Não dá mais para ter um nível de qualidade, com cidades com dias de interrupção. Deixe que outro assuma com mais responsabilidade e persistência para resolver o problema de energia".
Estado foi o sétimo a decretar estado de calamidade financeira e conseguiu, por meio de liminar no STF, se enquadrar às exigências do RRF. PEF é alternativa caso a entrada no regime não seja aceita
Muito se fala sobre uma crise financeira generalizada entre os Estados brasileiros e que tem conduzido as entidades federativas com maior arrocho a buscarem ajuda junto à União em um acordo chamado Regime de Recuperação Fiscal, o RRF. No entanto, grande parte da população ainda não consegue entender o que seria esse modelo e quais implicações ele traria para o orçamento estadual.
Outra solução apresentada pelo Governo Federal, mas com menos efeitos, seria o Plano Mansueto ou o Programa de Equilíbrio Fiscal (PEF). Qual seria a diferença entre eles e qual a melhor solução para ser adotada pelo Estado de Goiás, que anunciou já no começo do mandato do governador Ronaldo Caiado (DEM), em janeiro do ano passado, a previsão de um rombo de R$6 bilhões nos cofres públicos, em 2019, que conseguiu ser controlada?
RRF
Defendido pelo governo estadual e pela secretária da Economia, Cristiane Schmidt, o RRF ganhou aprovação no Congresso Nacional em 2017, por meio da Lei Complementar 159. Ele teria vindo para fortalecer a Lei de Responsabilidade Fiscal, fornecendo aos estados com crise acentuada financeira as ferramentas necessárias para remediar a situação. Segundo o Tesouro Transparente, do Governo Federal, “o desequilíbrio financeiro é considerado grave quando a Receita Corrente Líquida (RCL) anual do Estado é menor do que a Dívida Consolidada ao final do último exercício; quando o somatório das suas despesas com pessoal, juros e amortizações é igual ou maior que 70% da RCL; e quando o valor total de obrigações é superior ao valor das disponibilidades de caixa. Assim, só poderá aderir ao RRF o Estado que cumprir esses três requisitos de entrada.” Goiás foi o sétimo a decretar calamidade financeira. Antes dele, Roraima, Rio Grande do Norte, Mato Grosso, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul também haviam publicado decretos da mesma natureza. Quando pediu socorro ao Governo Federal, Goiás não tinha certeza se se enquadrava em um dos três requisitos exigidos pelo RRF: sobre a receita corrente ser menor que a dívida consolidada líquida. De acordo com a Secretaria de Economia do Estado, o governo anterior teria deixado uma herança de R$1,8 bilhão em salários de funcionários atrasados do mês de dezembro, R$1,8 bilhão em contratos com fornecedores e apenas R$11 milhões no caixa. Mesmo assim, a resposta da Secretaria do Tesouro Nacional (STN), do Ministério da Economia, por meio de relatório, foi de que Goiás não atendia aos critérios para adesão ao RRF e que sua nota era C na avaliação de capacidade de pagamento (Capag). Por meio de uma liminar concedida pelo Supremo Tribunal Federal (STF), Goiás conseguiu a suspensão por seis meses dos pagamentos de seis empréstimos garantidos pelo Tesouro e a devolução de valores bloqueados ou descontados, caso tenha ocorrido execução ou bloqueio de contragarantias. [caption id="attachment_195764" align="alignleft" width="300"]
Secretária da Economia, Cristiane Schmidt /Foto: Felipe Cardoso/Jornal Opção[/caption]
Em dezembro de 2019, durante oitiva na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Incentivos Fiscais, na Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego), a secretária justificou seu apego a alternativa do RRF. "Continuaríamos com a nossa dívida suspensa e podendo ter crédito para nos ajustarmos mais rapidamente. Podemos ficar sem o RRF? Podemos, mas a dor do povo vai perdurar por mais tempo, porque os 7 milhões de goianos vão continuar sem os serviços que deveriam estar tendo e não tem dinheiro para fazer os investimentos. Tão simples quanto isso", afirmou aos deputados presentes.
"Os investimentos que estamos fazendo são pelas vias federais. O capital político do nosso governador é tão alto que ele chega em Brasília e consegue junto ao Bolsonaro e vários ministros trazer dinheiro para cá e fazer os vários investimentos, senão não conseguiríamos fazê-los. Precisamos recuperar nossa capacidade de investimentos justamente para poder devolver à população tudo que ela merece", declarou Schmidt na Casa de Leis.
"O cálculo da STN desconsidera a Despesa de Exercício Anterior (DEA) e riscos a pagar, além desses R$3,2 [positivos no orçamento], a gente tem R$1,8 bi [receita extraordinária de depósito judicial] que veio de uma receita que não vai ser permanente. Ainda, temos uma dívida [R$250 milhões/mês] que não estamos pagando mensalmente, porque está suspensa caso não entremos no RRF", explicou a secretária, posteriormente, em coletiva à imprensa.
Em artigo escrito pela própria secretária, ela observa: "O curioso é que a origem da crise de todos os estados é similar: concerne à folha de servidores (ativos e inativos), às renuncias e às vinculações", escreveu. "Como 'não existe almoço grátis', uma vez que os custos de entrada no RRF são maiores do que os do PEF, os benefícios do RRF também são maiores do que os da PEF", continuou.
Entre os sacrifícios em que os Estados têm que se submeter pelo RRF, está a aprovação de leis dentro de um pacote de econômico, com objetivo de manterem o orçamento organizado e polido. Goiás já deu os primeiros passos com a aprovação na Alego de leis como a Reforma da Previdência estadual, o Estatuto do Magistério e do Servidor e a LOA. Além disso, o Estado poderá passar por aumentos de impostos e privatizações. Em troca, ganha a suspensão temporária da dívida, como já citado na fala de Schmidt, e a "garantia da União de que o Estado poderá pegar emprestado no mercado um montante expressivo".
PEF
Já no PEF, Goiás teria a responsabilidade de pagar uma dívida de cerca de R$250 milhões mensais para a União. O PEF não suspende temporariamente os pagamentos. "Valor similar ao seu déficit da previdência. É um montante significativo no fluxo de caixa do Estado", diz a secretária em seu artigo. O Plano Mansueto é a alternativa defendida por diversos deputados que ainda não vêem necessidade do Estado adentrar ao RRF. Um dos que ainda não se mostraram convencidos, é o presidente da Alego, o deputado estadual Lissauer Vieira (PSDB). [caption id="attachment_230134" align="aligncenter" width="300"]
Deputado estadual, Lissauer Vieira (PSB) / Foto: Fábio Costa/ Jornal Opção[/caption]
"Respeito a opinião da secretária, mas vejo o Regime de Recuperação Fiscal como um remédio muito amargo para todos os setores. Inclusive para o governador, que terá sobre a batuta dele pessoas do governo federal, da Secretaria do Tesouro Nacional, a conduzir a gestão do governo. Isso não é viável, na minha opinião. Não é saudável para o Estado de Goiás. Precisamos repensar e rever isso", falou em entrevista recente ao Jornal Opção.
"Como disse anteriormente que era contra o Regime de Recuperação Fiscal, mas a favor de fazer ajustes. E estamos fazendo esses ajustes. Tudo que falei estamos cumprindo. Estou junto com o governo, lado a lado, para poder fazer os ajustes necessários. Mas o Regime de Recuperação Fiscal ainda não estou convencido de que seja o melhor caminho", declarou Lissauer.
No PEF, o valor do empréstimo do Tesouro é reduzido e liberado em parcelas anuais. Em 2019, a STN anunciou o valor máximo de R$ 10 bilhões para os 15 Estados elegíveis (CAPAG C ou D). Para Cristiane, o RRF é mais aconselhável, porque "permite um ajuste mais célere, reduzindo o custo para a minoria privilegiada e aumentando o beneficio para a maioria".
Em nota da STN, ficaram esclarecidas as regras para os estados comprovarem que estão aptos a cumprirem com suas obrigações financeiras: "privatização de empresas e utilização dos recursos para quitação de dívidas; redução dos incentivos tributários; extinção de benefícios aos servidores estaduais ou municipais não previstos para os servidores públicos federais; adoção do teto dos gastos; eliminação das vinculações de receitas de impostos não previstas na Constituição; criação de conta única similar à da União; adoção de medidas voltadas à prestação de serviço de gás canalizado; e adoção do modelo de concessão para os serviços de saneamento básico."
O fato é que alguma das medidas terá que ser adotada para que o equilíbrio fiscal seja estabelecido no Estado.
Ele teria tentado resolver um problema na máquina, mas acabou preso nas engrenagens
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Homem sofre acidente em colheitadeira e perde a perna em Luziânia | Foto: BMGO/ Divulgação[/caption]
Um homem foi socorrido pelos bombeiros após prender uma das pernas nas engrenagens de um colheitadeira, na zona rural de Luziânia, na tarde de sexta-feira, 17. Anderson Alves da Silva, de 34, teve a perna amputada com o acidente.
De acordo com informações dos bombeiros, testemunhas relataram que a vítima estava em cima da colheitadeira de soja auxiliando o condutor quando houve um problema. Ele tentou resolver, mas acabou prendendo a perna direita nas engrenagens com a máquina em movimento.
Os bombeiros e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) estiveram no local. Anderson estava desorientado e apresentava hemorragia intensa.
Com técnicas de Salvamento terrestre e Resgate Pré-hospitalar, os bombeiros desceram a vítima até o solo onde recebeu os primeiros socorros. Após a estabilização o homem foi encaminhado com urgência para a Unidade de Pronto Atendimento de Luziânia.
Presidente também validou Orçamento para 2020 como aprovado pelo Congresso, sem vetos
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O presidente Jair Bolsonaro fala à imprensa no ministério da economia | Foto: Valter Campanato/Agência Brasil[/caption]
O presidente Jair Bolsonaro sancionou a LOA (Lei Orçamentária Anual) de 2020, com o fundo eleitoral de R$ 2 bilhões. Não houve vetos.
A medida foi anunciada pelo ministro-chefe da Secretaria-Geral, Jorge Oliveira, na noite desta sexta-feira, 17, no Twitter.
https://twitter.com/jorgeofco/status/1218351994517303296
“O presidente da República sancionou integralmente a LOA-2020, que estima a receita e fixa as despesas da União para o corrente ano, dentro da meta prevista na Lei de Diretrizes Orçamentárias", escreveu o ministro.
Bolsonaro chegou a indicar que vetaria o fundo com verba pública que financia as campanhas eleitorais. No entanto, poucas horas após indicar que barraria os recursos para os partidos políticos, Bolsonaro recuou. Ele disse que a decisão poderia levar a um processo de impeachment.
Deputado estadual não diz ser pré-candidato a prefeito de Luziânia, mas que nome está a disposição do partido
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Wilde Cambão, deputado estadual pelo PSD | Foto: Denise Xavier/ Ascom[/caption]
O deputado estadual Wilde Cambão (PSD) diz que seu nome está a disposição para ser candidato a prefeito por Luziânia, município em que teve uma forte votação em 2018. Ele afirma que o grupo político que representa tem bons nomes para vencer em 2020.
“O PSDB está doido para voltar à prefeitura de Luziânia, no entanto, temos uma base forte que ajudará a manter o legado na cidade”, aponta. Ele afirma que Diego Sorgatto (PSDB) colocou seu nome "ha mais de um ano", mas tem grandes nomes para defender o que Cristóvão Tormin (PSD) começou. No primeiro trimestre terá a definição sobre quem seria o candidato.
Cambão avalia ainda que possui uma boa relação com o Democratas, do governador Ronaldo Caiado, e que espera que o governo ajude a cidade. “Tentamos construir um bom caminho para Luziânia, em nossa atuação na Assembleia, e na relação com o governo. Temos também bons pré-candidatos, vamos tentar construir isso em grupo”, salienta.
No entanto, não descarta sua presença no pleito, já que teve grande votação no município. “Tive 22 mil votos. É natural que meu nome seja cogitado. Nunca disse que sou candidato, mas meu nome está à disposição”, reforça.

