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Governo americano diz que os turistas não devem passear pelas comunidades mesmo com visitas guiadas
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Estados Unidos alertam evitar turismo nas cidades satélites do DF | Foto: Agência Brasília[/caption]
O Departamento de Estado dos Estados Unidos classificou em nível 4 - considerado "não viaje" - o alerta para turistas que viajam como cidades satélites do Distrito Federal, favelas e fronteiras.
O relatório aponta que nem as empresas de turismo, nem a polícia "podem garantir sua segurança ao entrar nessas comunidades". O alerta ainda avisa sobre combates entre gangues e confrontos com a polícia e que eles "ultrapassam os limites".
O departamento de Estado americano cita nominalmente as cidades satélites de Ceilândia, Santa Maria, São Sebastião e Paranoá, no Distrito Federal. E diz que os turistas não devem frequentá-las entre 6h e 18h, "devido ao crime".
O nível 4 também se aplica às fronteiras brasileiras com a Venezuela, Colômbia, Peru, Bolívia, Guiana, Suriname, Guiana Francesa e Paraguai. São aconselhadas viagens ao Parque Nacional de Foz do Iguaçu e ao Parque Nacional do Pantanal.
Funcionários do governo dos Estados Unidos também só podem visitar esses locais com autorização prévia.
A nota brasileira, no geral, no entanto, está no nível 2, o de "maior cuidado".
Segundo o relatório, o Brasil registra "crimes violentos, como assassinato, assalto à mão armada e roubo de carros", que são comuns nas áreas urbanas, de dia e à noite.
"A atividade de gangues e do crime organizado são generalizadas. E assaltos são comuns. Os funcionários do governo dos EUA são desencorajados a usar ônibus públicos municipais em todas as partes do Brasil devido ao risco elevado de assalto e agressão a qualquer hora do dia e principalmente à noite", diz o texto.
Caroço lembrou que detêm mandato, e, sendo eleito pelo partido, não pode simplesmente deixar a sigla — caso assim o fizesse, perderia sua cadeira na Assembleia Legislativa
Mesmo com retração mensal, Confederação eleva de +1,9% para +2,0% sua previsão para 2020
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Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC)[/caption]
Em novembro, o volume de receitas do setor de serviços apresentou retração de 0,1%, na comparação com outubro, mantendo-se praticamente estável, mas registrando o primeiro resultado negativo após duas altas expressivas, de acordo com a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada nesta terça-feira, 14, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Nesse cenário, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) manteve a projeção de crescimento dos serviços em 1,0%, em relação a 2018, o que representaria o primeiro avanço anual desde 2014 (+2,5%).
A entidade continua apostando em um 2020 mais favorável para o setor e revisou de +1,9% para +2,0% sua previsão de crescimento para este ano.
No trimestre encerrado em novembro, o setor de serviços acumulou alta de 2,1%. Já na comparação com novembro de 2018, houve alta de 1,8% – maior taxa para o mês desde 2013 (+4,3%) –, destacando-se as variações nos volumes de receitas dos serviços de informação e comunicação (+4%) e dos serviços profissionais, administrativos e complementares (+2,8%).
No acumulado de 2019, o setor de serviços registrou avanço de 0,9% entre janeiro e novembro, puxado, principalmente, pelo avanço do setor no Estado de São Paulo (+3,2%). Mais da metade (15) das unidades da Federação ainda registram perdas nos 11 primeiros meses do ano, com destaque para Rio de Janeiro (-1,2%), Paraná (-2,2%) e Rio Grande do Sul (-1,9%).
Subsetores
Na comparação mensal, entre novembro e outubro de 2019, três dos cinco subsetores apresentaram evoluções negativas, destacando-se as taxas dos serviços prestados às famílias (-1,5%) e o segmento de transportes (-0,7%).
Se confirmado, nome da goiana pode integrar lista de participantes famosos que inclui cantora e youtuber
Ao todo, 50 candidatos serão convocados. Eles irão preencher as vagas dos novos CMEIs localizados nos bairros Residencial Nova Aliança e Campos Elísios. As unidades serão inauguradas, respectivamente, nos dias 20 e 23 deste mês
Propostas visam ao fortalecimento de ações de educação do consumidor e melhorar atendimento do órgão
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Fachada Procon Goiás | Foto: Divulgação[/caption]
Dois projetos elaborados pelo Procon Goiás foram selecionados para serem contemplados com recursos do Ministério da Justiça e do Fundo de Direitos Difusos, totalizando R$ 730.252,89, considerando a contrapartida do Estado de Goiás.
Um dos projetos selecionados, avaliado em R$ 536.916,56, tem o objetivo de fortalecer as ações educativas da Escola Estadual de Defesa do Consumidor (EEDC), por meio da aquisição de material educativo sobre direitos e deveres no que tange à legislação.
Além da distribuição de exemplares do Código de Defesa do Consumidor (CDC) e de cartilhas, serão realizadas palestras e eventos em escolas públicas, faculdades e empresas. As ações abrangerão os 246 municípios goianos.
Pretende-se com as ações propostas minimizar muitas questões ligadas à educação da população, como a falta de informação sobre os direitos básicos dos consumidores, o desconhecimento dos fornecedores sobre os deveres elencados no CDC que ocasiona um elevado índice de infrações e a inacessibilidade dos consumidores a informações de serviços prestados pelos órgãos de proteção e defesa do consumidor.
Atendimento eletrônico
O outro projeto, avaliado em R$ 193.333,33, visa implementar o sistema de atendimento aos consumidores goianos via chatbot disponibilizado no site do Procon Goiás e pelo WhatsApp do consumidor. A intenção é melhorar e agilizar o atendimento prestado à população goiana, proporcionando maior comodidade aos consumidores que não precisarão se deslocar até a sede do órgão para sanar dúvidas, por exemplo. O chatbot é um atendente virtual que fará o contato inicial com o consumidor assim que ele acessar o site do Procon Goiás. Com base nas dúvidas mais freqüentes, o programa de computador fornecerá as orientações e informações. O uso da ferramenta ampliará o acesso do consumidor às informações sobre direitos, deveres e reclamações.
Abrevin argumenta que a proibição deve gerar aumento no preço dos ingressos para o consumidor
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Wilde Cambão, deputado estadual pelo PSD | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção[/caption]
A Associação Brasileira de Empresas de Venda de Ingressos (Abrevin) afirma, por meio de nota, que o projeto de lei nº 7647/19, de autoria do deputado Wilde Cambão (PSD), que entrou em tramitação na Assembleia Legislativa de Goiás, pode ter um impacto negativo para os consumidores. O projeto quer vedar a cobrança da taxa de conveniência ao consumidor final.
De acordo com a nota, a a proibição da cobrança de taxa de conveniência implica não em redução, mas em um aumento no preço dos ingressos aos consumidores. A associação argumenta que um dos efeitos esperados seria o repasse dos custos desses serviços de conveniência para o preço final dos ingressos.
A 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça suspendeu o último julgamento do processo em andamento, não existindo, portanto, uma decisão final sobre a cobrança da taxa de conveniência.
Tramitação
Colocada em tramitação no final do ano passado, Cambão, autor do projeto, argumenta que o consumidor passa a suportar o ônus do fornecedor, que é ainda beneficiado pelo amplo alcance atingido pelas vendas on-line. Na justificativa, diz que a taxa de conveniência é um valor extra cobrado pelos sites de vendas online sobre os ingressos, e essa taxa, em determinados casos, pode chegar até 15% sobre o valor do ingresso. Cambão afirma que espera que a matéria ainda passe por discussão na Assembleia. "Esperávamos este tipo de reação quando se mexe com lucro de multinacionais. No entanto, a população agradece. Entendemos que o valor não pode ser repassado para o consumidor, mas a casa legislativa, com debate com a sociedade, é quem vai dar a palavra final", diz.
Empresa responsável pela instalação das salas modulares aponta que houve uma pane em uma ferramenta durante o processo de montagem, o que ocasionou o acidente. Acidente aconteceu na Escola Municipal Ana das Naves de Freitas
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Secretaria Municipal de Educação e Esporte (SME) informou que o acidente de trabalho envolve funcionário de empresa prestadora de serviços na instituição
Governador relatou que já iniciou conversas com a EDP, que cuida da distribuição de energia no Espírito Santo. A sugestão é que a italiana troque ativos com a possível nova gestora
Aposentado Ivo Suzin, de 58 anos, poderá fazer uso de óleo extraído da planta
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