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Morre Evandro Barcellos, o músico que transformou o chorinho em lenda em Brasília

O carioca genial e humilde, radicado em Brasília, elaborou, com Hamilton de Holanda e Alencar Sete Cordas, o método utilizado pela Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello Evandro Barcellos Arquivo Pessoal 20160303104118445588i Um dos criadores do Clube do Choro de Brasília, Evandro Barcellos (foto acima, do arquivo da família) morreu na quinta-feira, 3, na capital federal, aos 55 anos. Com problemas renais, o músico fazia hemodiálise. Como tinha artrose, Evandro Barcellos estava internado, num hospital de Brasília, para uma cirurgia. Ele era tido, a um só tempo, como “genial” e “humilde”. Carioca, Evandro Barcellos criou os grupos Coisa Nossa, Samba & Choro, Chorando Pelos Dedos, Primas e Bordões. Com Alencar Sete Cordas e Hamilton de Holanda, é um dos responsáveis pela elaboração do método usado pelos alunos da Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello. O músico foi de seus primeiros professores. A cantora Geórgia W Alô disse ao “Correio Braziliense”: “Ele é uma referência para várias gerações de instrumentistas da cidade, um pioneiro na inauguração de espaços culturais. Eu tive a felicidade de trabalhar com ele no projeto Afro Brasil há quase 20 anos e desde então a gente sempre se esbarrava na noite nos encontros musicais. É uma perda irreparável. A música instrumental, o samba e o choro ficam órfãos. Além disso, era um amigo fenomenal, sempre com conselhos musicais preciosos. Era uma referência como pessoa, como músico”. Confira um pouco da arte de Evandro Barcellos em dois links do Youtube: 1 — https://www.youtube.com/watch?v=yZ50ashAutI 2 — https://www.youtube.com/watch?v=R3Y2GXAN3Wo

Senador Delcídio do Amaral faz delação premiada e incrimina Lula da Silva e Dilma Rousseff

O depoimento do senador do Mato Grosso do Sul é o mais forte em relação à presidente da República e um dos mais fortes em relação ao ex-presidente

Machado de Assis publicou crítica dura de O Primo Basílio e disse que Eça de Queirós imitou Zola¹

O escritor brasileiro escreveu que “O Crime do Padre Amaro” não passava de imitação do livro “O Crime do Padre Mouret”, do autor francês Émile Zola

O ator George Kennedy deve ser lembrado por Rebeldia Indomável e não por comédia de segunda

O gigante, que brilhou em vários filmes, ganhou um Oscar pela atuação em filme de Stuart Rosenberg. Ele morreu no domingo, aos 91 anos

Polícia Federal prende o vice-presidente do Facebook Brasil

Diego Dzoran foi preso a pedido de um juiz de Sergipe. Ele teria descumprido ordem judicia

Catarro sai do nariz de apresentadora de televisão e, mesmo assim, ela divulgou notícia

A jornalista mostrou competência e, mesmo com o secreção escorrendo, não deixou de divulgar a informação precisa sobre Donald Trump

Livro revela história real da paixão de brasileira por japonês durante a Segunda Guerra Mundial

O cabo Yamada, nascido em Tóquio, lutou pelo Brasil contra os nazistas, na Itália. Um soldado alemão o feriu com tiros de metralhadora. Ilma, sua noiva brasileira, jamais acreditou em sua morte

Ascensão de André Petry ao cargo de diretor de redação não significa que a revista Veja vai acabar

A direção política de um meio de comunicação é dada muito mais pelos proprietários do que pelos editores

Overdose noticiosa sobre a morte da estudante Nathalia Zucatelli pode ser sido positiva

Pode-se dizer que a mídia goiana exagerou na cobertura do assassinato da estudante Nathalia Zucatelli? As emissoras de televisão deram uma cobertura mais excessiva e sensacionalista do que os jornais e sites. Mas a cobertura extensa acabou por contribuir para que o governo tomasse providências e mudasse em parte do comando da Polícia Militar, tanto na cúpula quanto na operação. A overdose de notícias, portanto, pode ter sido mais positiva do que negativa.

O Popular, sem Rute Guedes, abre menos espaço para crítica de cinema

A saída da crítica de cinema Rute Guedes não foi benéfica para os leitores de “O Popular”. A repórter sintetizava e comentava os filmes, às vezes com precisão. Agora, no máximo, o jornal transcreve comentários publicados na “Folha de S. Paulo”. São textos enviados pela agência FolhaPress.

O Popular demite o ilustrador Ricardo Rodrigues

Junto com as repórteres Rute Guedes, crítica de cinema, e Márcia Abreu, da cobertura política, “O Popular” demitiu o ilustrador Ricardo Rodrigues. Um dos colegas de redação, Gilberto Pereira, escreveu que Ricardo Rodrigues é um criador de vasta cultura, leitor obsessivo de Fiódor Dostoiévski e Nietzsche. Repórteres contam que a redação, depois de uma onda de demissões devastadora, estava tranquila. Mas as novas demissões desestabilizaram a equipe mais uma vez. Há mais gordura para cortar? Quase nenhuma, avaliam profissionais do “Pop”. “Mas nunca se sabe”, acrescentam.

20 frases de Caio Fernando Abreu pra você usar e fazer bonito na internet

“Amor não resiste a tudo, não. Amor é jardim. Amor enche de erva daninha. Amizade também, todas as formas de amor. Hay que trabalhar y trabalhar, sabe?”

Projeto tecnológico da UFG vai beneficiar pessoas que tiveram a mão amputada

A pesquisa do Núcleo de Tecnologia Assistiva, coordenada por Marcelo Stoppa, também planeja beneficiar os indivíduos que nasceram com má-formação

Lisandro Nogueira diz que Palácio da Música não terá cadeiras fixas

As cadeiras móveis serão substituídas por cadeiras móveis com encosto

A “morte” de Mirian Dutra, a ex-amante de FHC. Ela mesma desmente o boato

A jornalista poderia ter dito como Mark Twain: “As notícias a respeito de minha morte têm sido bastante exageradas”