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Livro conta a história da Operação Mãos Limpas, que influenciou a Operação Lava Jato

397840984A Operação Lava Jato, marcada pelo nome do juiz Sergio Moro, de Curitiba, envolve policiais federais e procuradores da República, num trabalho combinado de alto nível ético e técnico. A inspiração italiana é explicada em livro que sai agora no Brasil: “Operação Mãos Limpas” (Citadel, 896 páginas), de Gianni Barbacetto, Peter Gomez e Marco Travaglio, com introdução de Sergio Moro. Release da editora: “O relato completo e preciso de uma das maiores operações contra a corrupção da história europeia que serviu de inspiração para Sérgio Moro na Operação Lava Jato. A operação Mãos Limpas foi a maior investigação sobre corrupção sistêmica já realizada em um país. Conduzidas na Procuradoria de Milão as investigações desvendaram uma enorme rede de corrupção entre governo e empresas vendedoras de bens ou serviços ao setor público. A propina arrecadada financiava partidos e enriquecia políticos e amigos do poder. Durante a campanha da operação, 2.993 mandados de prisão foram expedidos, 6.059 pessoas foram investigadas, incluindo 872 empresários, 1.978 administradores locais e 438 parlamentares, dos quais quatro haviam sido primeiros-ministros. Além disso, 13 envolvidos cometeram suicídio e grandes partidos foram extintos. A versão em português conta com introdução e artigo completo escritos pelo juiz federal Sérgio Moro”.

Mario Sergio Conti entrevista Elisabeth Roudinesco e não consegue pronunciar seu nome

mario-sergio-conti O repórter Mario Sergio Conti, apresentador do “Diálogos”, programa de entrevistas da Globo News, é um leitor refinado de Marcel Proust e tradutor de sua opus magna, “Em Busca do Tempo Perdido” (que deve sair pela Companhia das Letras). Na semana passada, ao entrevistar a psicanalista e historiadora francesa Elisabeth Roudinesco, mostrou que seu francês não está afiado e parecia nervoso, tanto que não conseguia pronunciar o nome da autora do livro “Sigmund Freud — Na Sua Época e em Nosso Tempo” (Zahar, 528 páginas, tradução de André Telles). Na questão do sobrenome, Roudinesco, a biógrafa de Lacan e Freud, teve de corrigi-lo. A impressão que fica, ao menos para o leitor de Sigmund Freud, é que Mario Sergio Conti não se preparou para entrevistá-la. Ou então deu um branco e ele esqueceu parte da pauta.

Nelson Nunes não é mais consultor de “O Popular” e do “Jornal do Tocantins”

O jornalista diz que “O Popular” lidera o mercado em Goiás. No impresso, é um fato. Na internet, às vezes perde para o Jornal Opção

Depois de pedir recuperação judicial, o Diário da Manhã demite repórteres e adota sistema de pessoa jurídica

O objetivo é reduzir custos com os encargos sociais. Sistema é usado por vários jornais do país diario-da-manha-2 O jornal “Diário da Manhã”, que solicitou recuperação judicial à Justiça — 3ª Vara Cível de Goiânia —, demitiu seus repórteres, como Ulisses Aesse e Renato Dias, nesta semana. Agora, os profissionais que planejam continuar escrevendo no jornal terão de apresentar nota fiscal (há casos em se usa o sistema de recibos) como prestadores de serviços. Serão pessoas jurídicas, não mais funcionários. O sistema não é exclusivo do “DM”. Empresas de maior porte, como a “Folha de S. Paulo”, trabalham com um sistema parecido, ainda que nem todos os repórteres recebam pelo mesmo sistema de pessoa jurídica. Argumenta-se que é uma forma de reduzir os custos dos encargos sociais.

Philip Roth tem chance de ganhar o Grammy de 2017. É o que sugere a Academia Sueca de Pintura

A agente literária e o empresário do “guitarrista” revelam que a HarperCollins vai publicar suas poesias e letras de música completas até 2018

E o Nobel de Literatura vai para Ngugi wa Thiong’o… Ou Murakami… Para Roth? Nem pensar

A Academia Sueca deveria premiar logo Philip Roth, Milan Kundera, Joyce Carol Oates ou Lobo Antunes. Mas não vai fazê-lo [caption id="attachment_77532" align="aligncenter" width="300"] Ngugi wa Thiong’o , escritor queniano Ngugi wa Thiong’o , escritor queniano[/caption] Se o escritor queniano Ngugi wa Thiong’o ganhar o Prêmio Nobel de Literatura — derrotando Haruki Murakami (consta que é o preferido dos moços e das moças casadoiros; é tão profundo quanto Paulo Coelho e, vá lá, um pires), Adonis (“ganha” quase todo ano, coitado), Don DeLillo (autor de um dos melhores romances sobre o 11 de Setembro; está no nível de Philip Roth, quiçá abaixo meio centímetro), Jon Fosse (dramaturgo norueguês; quando li o nome, pensei que fosse o Bob Fosse), Ko Un (poema sul-coreano), Javier Marías (brilhante escritor espanhol), Bob Dylan (putz!) —, pelo menos o mundo vai aprender, ou ao menor tentar, a pronunciar seu nome, quem sabe impronunciável... fora do Quênia (eu, confesso, estou tentando há cinco dias e não consigo sair da primeira “sílaba”). É tido como um grande escritor e a Academia Sueca aprecia premiar escritores que, digamos, precisam ser “mais lidos”, “vulgarizados”. [caption id="attachment_77535" align="aligncenter" width="290"]Haruki Murakami, escritor japonês Haruki Murakami, escritor japonês[/caption] Ngugi wa Thiong’o pode até não ser o favorito dos leitores — exceto dos leitores quenianos —, mas é o favorito das casas de apostas, como a experimentada Ladbrokes, de Londres. O Nobel de Literatura será anunciado na quinta-feira, 13. Se fosse sexta-feira, 13, Philip Roth teria alguma chance de ganhar? Possivelmente, não, apesar de ser azarado (bem, não é tanto assim; namorou Jackie Kennedy). É provável que o americano intranquilo entre para a lista dos grandes autores que não foram agraciados com o Nobel — como Liev Tolstói, Proust, James Joyce, Jorge Luis Borges, Carlos Drummond de Andrade, Guimarães Rosa, Graciliano Ramos, João Cabral de Melo Neto e Lezama Lima. [caption id="attachment_77536" align="aligncenter" width="300"]Don DeLillo, escritor norte-americano Don DeLillo, escritor norte-americano[/caption] Livros de Ngugi wa Thiong’o publicados no Brasil: “Um Grão de Trigo” (Alfaguara) e “Sonhos em Tempo de Guerra — Memórias de Infância” (Biblioteca Azul/Globo). A lista da Ladbrokes inclui, quem sabe por desencargo de consciência, os excelentes António Lobo Antunes e Joyce Carol Oates e John Banville, além de Ismail Kadaré, César Aira (argentino; aí os brasileiros vão morrer de inveja, sobretudo depois do papa argentino, o notável Francisco, de quem sou admirador), Péter Nádas e László Krasznahorkai. Ninguém lembra de Milan Kundera, do time “A” da literatura, mas malvisto pelo sucesso do belíssimo romance “A Insustentável Leveza do Ser”. Não se sabe por quê, mas os acadêmicos suecos — consta que o caçula tem a idade de Iris Rezende — ignoram autores que, sem querer-querendo, publicaram best sellers. E o grande Thomas Pynchon? É quase como o México, diria Porfirio Diaz: tão perto de Deus, oh, mas tão longe dos leitores suecos...

Sentença do STJ: Fernando Morais e editora terão de indenizar Ronaldo Caiado em 1,5 milhão de reais

Resenha do Jornal Opção, comentando livro sobre a W/Brasil, agência de Washington Olivetto, levou o senador de Goiás a processar o jornalista, um publicitário e a editora Planeta

Jornal Diário da Manhã pede recuperação judicial

Se o pedido for aprovado pela 3ª Vara Cível, o jornal terá 60 dias para apresentar seu plano de recuperação judicial. Ações contra a empresa ficam suspensas por 180 dias

Justiça autoriza quebra de sigilo telefônico de repórter da revista Época

Aner, ANJ e Abert dizem que “não há jornalismo nem liberdade de imprensa sem sigilo da fonte” e tentam derrubar a decisão de uma juíza de Brasília

O Popular omite que Iris e Vanderlan estão empatados e que o fato novo é a ascensão do segundo

O jornal deixa de perceber que, além do evidente empate, era fundamental registrar uma informação: o candidato do PSB está em ascensão e o do PMDB, não

Assassinato de sargento do Exército prova que ditadura não era ditabranda em 1966

Morte do sargento Manoel Raymundo Soares chamou a atenção de Sobral Pinto e Paulo Brossard. O presidente Castello Branco mandou apurar o crime, mas chefes e agentes do Dops foram “inocentados” por falta de provas

Filósofo da USP diz que discurso político de Marilena Chauí representa uma catástrofe para a esquerda

Doutor em Filosofia pela Universidade Paris I diz que a filósofa equivoca-se ao rejeitar a autocrítica e ao não criticar os petistas que se tornaram corruptos. A denúncia-acusação da Operação Lava Jato “não é delirante"

Editora Intrínseca lança em novembro biografia de Zózimo Barrozo do Amaral

O autor é o experimentado jornalista Joaquim Ferreira dos Santos, biógrafo de Leila Diniz e Antônio Maria

Livro diz que o goiano Delúbio Soares tentou ser presidente do BNDES. Lula vetou

petrobasUma História de Orgulho e Vergonha” (Objetiva, 391 páginas), de Roberta Paduan, informa que a corrupção na Petrobrás tornou-se forte no governo Sarney, acelerou no governo Collor e se tornou sistêmica nos governos do PT. No governo de Collor, funcionários graduados lutaram, vencendo algumas vezes, contra os corruptos. O livro relata que o goiano Delúbio Soares queria assumir a presidência do BNDES, mas Lula da Silva, presidente, disse que estava “querendo algo maior que ele”. O livro mostra que o governo de Fernando Henrique Cardoso modernizou a Petrobrás, com uma gestão moderna e arrojada, atenta ao que se fazia no mundo. Os próprios funcionários da empresa dizem que Henri Philippe Reichstul fez um trabalho competente de modernização e inserção da Petrobrás no mercado externo. Não se pense, porém, que o livro faz uma defesa do tucanato. Não faz, não. É apenas honesto e muito bem feito. A história do geólogo americano Walter Link, que contribuiu de maneira decisiva para o desenvolvimento da Petrobrás, merecia um livro à parte. “Link contratou a Universidade Stanford, da Califórnia, para desenvolver um curso de pós-graduação em geologia de petróleo para os engenheiros da companhia. Ele teria um ano e meio de duração e seria dado em período integral, ministrado totalmente em inglês. A primeira turma começou em 1957. Link também determinou que vários funcionários da estatal fossem estudar em universidades americanas, mas só nas mais reputadas e mais rígidas”, relata Roberta Paduan. Link acabou saindo do Brasil praticamente expulso porque elaborou um projeto estratégico — que, depois, se revelou profético — para o setor de petróleo que foi condenado pelos nacionalistas e pela esquerda, que, a rigor, não entendiam nada do assunto. As universidades brasileiras só abriram cursos de geologia em 1957.

Jornais tratam prefeitos eleitos como novos prefeitos. Prefeitos atuais não foram substituídos

Depois de posse, em 1º de janeiro, aí, sim, os eleitos poderão ser chamados de novos prefeitos