Euler de França Belém
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Editora Intrínseca lança em novembro biografia de Zózimo Barrozo do Amaral

O autor é o experimentado jornalista Joaquim Ferreira dos Santos, biógrafo de Leila Diniz e Antônio Maria

livro-i“Enquanto Houver Champanhe, Há Esperança: Uma Biografia de Zózimo Barrozo do Amaral” (672 páginas), de Joaquim Ferreira dos Santos, sai em novembro pela Editora Intrínseca. A “Piauí” que está nas bancas publica um capítulo do livro. Ressalva: o capítulo trata pouco do jornalista que reinventou o colunismo social no Brasil, preocupando-se mais com informações do que com fofoca.

O colunismo social, o tradicional, praticamente morreu porque circunscreveu-se a publicar notas de casamentos, aniversários e, por vezes, fofocas pouco ancoradas em fatos. Mas alguns colunistas, sem abdicaram do “social”, reinventaram-se. O que fizeram e fazem? No lugar do colunismo social puro, a futrica da sociedade, começaram a publicar informações de primeira linha, às vezes furando a reportagem especializada dos jornais.

Zózimo Barrozo do Amaral é um dos inventores deste “novo” (se existe alguma coisa nova na face da terra, fora do campo tecnológico) jornalismo-colunismo. Mônica Bergamo é, por assim dizer, uma de suas filhas.

Zózimo Barrozo do Amaral brilhou primeiro no “Jornal do Brasil”, o jornal mais charmoso da história do país, durante anos, e depois em “O Globo”.

Joaquim Ferreira dos Santos, jornalista experimentado, é autor de biografias sobre o jornalista e escritor Antônio Maria e sobre a atriz Leila Diniz. Não alentadas, mas de qualidade. A biografia de Zózimo Barrozo do Amaral é alentada, espera-se que de qualidade

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