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João Paulo Charleaux estreia no Roda Viva emparedando Raul Jungmann

[caption id="attachment_125791" align="aligncenter" width="620"] Foto: Divulgação[/caption] Repórter especial do “Nexo Jornal”, João Paulo Charleaux fez sua estreia no programa “Roda Vida”, da TV Cultura, na segunda-feira, 14. O entrevistado da vez foi o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, e Charleaux se destacou por emparedá-lo. No Facebook, o jornalista contou uma história de bastidores: “Num dos intervalos de um bloco mais quente, comentei com Jungmann: ‘Tem muito intervalo nesse programa, ministro’. Ele respondeu algo como: ‘Pra mim, tem intervalo de menos’. Era esse o clima”.

História cruenta do mini-Eichmann dos trópicos nos tempos de Médici e Geisel

Delegado do Dops revela que queimou militantes da esquerda numa usina de açúcar, articulou uma tentativa de assassinar Brizola e Gabeira, afirma que a ditadura usou e matou Sérgio Fleury

A luta de Joice Hasselmann pra sobreviver num país que exige que jornalista tem de ser de esquerda

Destemida, a profissional lança canal de jornalismo de direita e enfrenta processo da revista Veja

Blog de José Luiz Bittencourt deve fazer sucesso porque faz crítica sem concessão

O jornalista pode até não agradar os criticados, mas é preciso ler o que escreve com atenção e bom senso

Publicidade da Abraji denuncia violência contra jornalistas

Mas não basta denunciar de maneira vaga. É fundamental nominar e processar os agressores

Repórter troca TV Anhanguera pela comunicação da Prefeitura de Catalão

Fabryne Obalhe pediu demissão e vai despachar na equipe do prefeito Adib Elias

Tom Wolfe, mestre do Novo Jornalismo, morre aos 87 anos

Autor de “Radical Chique” e do romance “Fogueira das Vaidades”, era um escritor de qualidade e excelente jornalista

Kajuru, Unabomber do Cerrado, será entrevistado hoje pela TBC. Sem censura

O vereador vai responder todas as perguntas, inclusive o motivo de Caiado tê-lo trocado pelo senador Wilder Morais

Ana Clara Dias assume o comando da Comunicação da Prefeitura de Aparecida de Goiânia

Seu antecessor, Ronaldo Coelho vai para a assessoria de Imprensa do prefeito Gustavo Mendanha

Revisor do Correio Braziliense é assassinado em hotel de Brasília

O profissional do jornal estava acompanhado de um jovem de cerca de 20 anos

José Carlos Araújo substitui Iara Araújo na Comunicação da Secretaria da Saúde

A jornalista vai assumir outro cargo no governo e o jornalista deixa a comunicação da UEG de Anápolis

Jornalista do SportTV é ameaçado no Twitter

[caption id="attachment_125187" align="aligncenter" width="620"] Foto: Reprodução[/caption] No Twitter, o jornalista dos canais SporTV Carlos Cereto sofreu ameaças, na sexta-feira, 10, de um usuário identificado como @Mercedinho. “Tínhamos que pegar esses caras fora do estádio e moer na porrada”, dizia a publicação do palmeirense anônimo que acusava Cereto de defender o Corinthians. O jornalista respondeu e afirmou que as ameaças serão repassadas às autoridades. Mesmo assim, @Mercedinho não se intimidou. “Esse comentarista parcial vagabundo ameaçando mandar para a Justiça porque xinguei esse lixo, é só ser imparcial que ninguém vai criticar”, escreveu em um outro post. Além de acreditar que no mito da imprensa imparcial, o usuário acha que o anonimato na internet o protege das responsabilidades legais na vida real.

Jornalista de Montenegro é baleada e gera protestos nas ruas do país

[caption id="attachment_125190" align="aligncenter" width="620"] Foto: Reprodução[/caption] Olivera Lakic, jornalista de 49 anos que trabalha para o diário “Vijesti”, de Montenegro, foi atingida por uma bala na perna em frente a sua casa, em Podgorica, capital do país, na terça-feira, 8. Kakic é uma das principais jornalistas investigativas da pequena nação dos Balcãs e vinha apurando informações sobre corrupção. A violência contra ela resultou em protestos de centenas de pessoas, que saíram às ruas pela liberdade de imprensa. Os responsáveis pelo atentado ainda não foram identificados

Documento da CIA sugere que o presidente Geisel comandou massacre de esquerdistas

O general, com o apoio de João Figueiredo, aceitou as ponderações de generais, como Milton Tavares de Souza, de que deveria executar “comunistas”