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Juiz Abílio Wolney ministra palestra sobre seu livro e obra de Bernardo Elis na UBE, em Goiânia

O magistrado vai fazer uma palestra e análise sobre de seu livro e do filme " O Tronco" do escritor goiano Bernardo Elis Magistrado e escritor, Abílio Wolney Aires Neto estará na sede da União Brasileira de Escritores (UBE), na Rua 21, no Centro de Goiânia, na quinta-feira, 19, às 20h, para falar sobre seu livro "O Diário de Abílio Wolney e o Tronco: diálogo histórico e literário". A entrada é gratuita. O juiz fará uma palestra e análise sobre de seu livro e do filme " O Tronco" do escritor goiano Bernardo Elis.

Levei amigos e amores ao Kabanas; pois é: o bar-restaurante do Setor Bueno fechou

Lá levei as tantas namoradas muitas vezes. Elas se foram, o Kabanas permaneceu. Quando a minha carcaça ainda aguentava maratonas etílicas, era a minha segunda casa

Chile é estável e rico porque direita e esquerda são democráticas e adeptas da economia de mercado

Jared Diamond, professor da Universidade da Califórnia, observa que o país sul-americano soube estabelecer um regime de compromisso tolerante

Kajuru organiza sessão para homenagear o Jornal Nacional. Mas houve resistência

O senador por Goiás teve de pagar ramalhetes de flores e os convites. Porque o Senado não se prontificou a pagá-los

Livro conta a história do MR-8, o grupo político de Lamarca

“O livro analisa bem o processo político de inconformismo pessoal e coletivo que se desenvolveu sobretudo nos meios estudantis e intelectuais"

Motorista atropela e mata capivara perto do Clube Alphaville, em Goiânia

Fugindo do desmatamento e procurando alimentos, vários animais vivem nas matas de Goiânia. Mas eventualmente são atropelados

Colunista chora e pede demissão de afiliada da Globo ao vivo

Paulo Souto tentou se despedir de uma colega, que havia sido demitida, mas foi proibido 

Companhia das Letras tenta retirar biografia de Roberto Marinho das livrarias

Comportando-se como dona Solange dos editores, Luiz Schwartz tenta retirar biografia de Roberto Marinho das livrarias

Expectativa é que CNN puxe telejornalismo pra “cima” e não pra “baixo”. Será bom pra Globo

Chegada da nova rede pode contribuir para fortalecer e ampliar a qualidade do jornalismo da TV Globo e de outras redes, tornando-as mais críticas do poder

Bolsonaro comporta-se como big-editor e pauta imprensa brasileira

O presidente atrai os principais jornais e revistas do país para temas que podem não ter importância. Mas o fato é que atrai

O célebre beijo na boca dos poetas Walt Whitman e Oscar Wilde

Poetas se deram muito bem, beijaram-se e, depois, romperam esteticamente. O mais velho disse que o mais novo não era uma chama luminosa, mas uma luz regular

O Popular faz título “tigrado” e troca lista por “listras”

“Menas”, Lula e Bolsonaro. O “pobrema” do “pograma” é outro: trata-se do título feito pelo editor que "estava" assistindo documentário sobre tigres

Cento e trinta anos depois, o Brasil ainda tem seus pelourinhos

Cena do rapaz sendo chicoteado após tentar furtar chocolates em um supermercado está longe de ser exceção – em 2014, imagem parecida causou polêmica no País

A cena do jovem chicoteado após tentar furtar chocolates em um supermercado da Zona Sul de São Paulo choca, mas está longe de ser exceção. Diariamente, uma massa de homens de pele escura, baixa escolaridade, empregabilidade mínima e aparência que não serve para comerciais de margarina (coisa que vem mudando, mais por uma espécie de “cota” politicamente correta que por verdadeira representatividade) é transformada em suco nas ruas e presídios brasileiros.

O rapaz em foco tem todas as características para causar repulsa em certa parcela da população. É negro, é morador de rua, é usuário de drogas, tem uma boa ficha corrida na Fundação Casa. Desde os 12 anos, pratica furtos e roubos. É um pária, daqueles que preferimos virar a cara ou trocar o lado da calçada quando nos deparamos com ele. Ele é o tipo que nos mete medo e que, por isso, merece apanhar.

A ironia é que ele, que fora vilão ao tentar furtar, tornou-se vítima de pessoas que estão apenas poucos degraus acima na escada que mede o sucesso pessoal no mundo ocidental capitalista. Eram seguranças que, certamente, têm dificuldade de fechar as contas no final do mês.

Quando se tornaram agentes de autoridade, deixaram aflorar seu sadismo, exerceram seu micropoder. Certamente, despejaram suas frustrações (de um lado, o salário curto; de outro, a pressão dos patrões) sobre monte de carne mais barata do mercado – parafraseando a canção interpretada por Elza Soares.

Não há demônios nem anjos na equação que juntou o jovem ladrão e os seguranças torturadores. São todos carrascos e vítimas (para lembrar Raul Seixas, dessa vez). A cena não é inédita. Em 2014, a jornalista Raquel Sheherazade avalizou a atitude de uma turma que havia amarrado um assaltante, nu, a um poste. Só faltaram os chicotes. Ela tentou se explicar, mas o episódio ficou grudado a ela, feito tatuagem.

As pesquisas demonstram que três em cada quatro vítimas de assassinato no Brasil são negras. Dois terços dos presos são negros ou pardos. Pode-se discutir as metodologias desses estudos, mas não se pode fechar os olhos à realidade. Para ficar em mais uma citação musical, todo camburão tem um pouco de navio negreiro, canta o Rappa.

Em certo trecho de Casa Grande e Senzala, Gilberto Freyre descreve: “Transforma-se o sadismo do menino e do adolescente no gosto de mandar dar surra, de mandar arrancar dente de negro ladrão de cana (...) – tantas vezes manifestos pelo senhor de engenho quando homem feito; no gosto do mando violento ou perverso que explodia nele ou no filho bacharel quando no exercício de posição elevada”.

Cento e trinta anos após a abolição da escravatura, ainda há pelourinhos espalhados nesse Brasilzão de Deus! E há muita gente que bata palmas.

Livro resgata a história do romance de Sérgio Buarque de Holanda

O autor de "Raízes do Brasil" renegou seu romance "O Automóvel Adormecido no Bosque" e trocou a literatura pelos estudos de história

Goiás na biografia de Mário de Andrade escrita por Jason Tércio

O avô foi governador de Estado e o pai também trabalhou na Cidade de Goiás. Um médico goiano presenteou o escritor com um cocarzinho