Bastidores
O deputado do Solidariedade tem cargos na gestão petista. Como poderá criticar João Gomes?
Aliados do prefeito de Anápolis, João Gomes (PT), apostam que o deputado Carlos Antônio (Solidariedade) não deve ser candidato a prefeito em 2016.
Os petistas sustentam que Carlos Antônio exigiu a nomeação de dois secretários na gestão de João Gomes.
Se lançar sua candidatura, perderá as indicações. Mais: se candidato, tendo participado da gestão de João Gomes, com auxiliares de proa, como poderá criticar o prefeito petista? Para o eleitorado local, é considerado como integrante da base do petista.
Carlos Antônio tem arestas (difíceis de serem aparadas) com o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB). Na eleição de 2014, Carlos Antônio apoiou a candidatura de Iris Rezende (PMDB) para governador.
Uma curiosidade relatada por um secretário da Prefeitura de Goiânia: Agenor Mariano (PMDB), vice-prefeito de Paulo Garcia (PT), só toma Coca-Cola.
Segundo o secretário, quando não tem no restaurante, manda um assessor buscar em outro estabelecimento.
O vice-prefeito imita o jornalista Renato Dias, que toma pelo menos seis latas de Coca-Cola por dia. A diferença entre os dois é que o político é de centro e o jornalista é de esquerda.
Um dos políticos qualificados do PMDB de Goiás, o ex-prefeito de Goianésia não teria cuidado de sua "contabilidade"
A rejeição da ex-deputada federal é alta mesmo entre iristas da linha xiita
Líderes peemedebistas sugerem que o velho cacique paga com ingratidão a lealdade canina do ex-prefeito de Catalão
Líderes do PMDB de Catalão ficaram possessos com o veto do velho cacique Iris Rezende ao nome do deputado estadual Adib Elias para presidir o Diretório Estadual do partido.
Peemedebistas de Catalão que Adib Elias é leal e sempre defendeu Iris Rezende. E isto quando poucos queriam defendê-lo.
“O problema de Adib Elias é que, de tão submisso, acabou se tornando móveis e utensílios do irismo”, afirma um deputado peemedebista.
Noutras eleições, os familiares do ex-governadores eram contrários que disputasse. Agora, querem vê-lo na disputa
Mesmo que não se desconsidere as lutas anteriores, o trabalho decisivo foi mesmo do tucano-chefe goiano
Se Abelardo Vaz for barrado pela Justiça, o peemedebista enfrentará, possivelmente, o médico João Antônio, do PSD
Especula-se que Ozair José pode ser vice de Gustavo Mendanha e Vinicius Luz pode ser vice de Leandro Vilela
O pré-candidato tucano não teria gostado de o prefeito João Gomes ter viajado para a Europa com o governador Marconi Perillo
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Joesley não teria gostado do comentário | Foto: reprodução / internet[/caption]
A coluna Painel da Folha de S. Paulo publica na edição desta quarta-feira (28/10) que o empresário goiano Joesley Batista, dono da JBS, recebeu uma "sugestão" bem melindrosa durante um evento promovido pela revista britânica “The Economist”.
Segundo informa o jornal, o irmão de Júnior Friboi desconversou ao ouvir uma provocação de que o gigante frigorífico deveria se chamar, na verdade, "JBNDES" -- em alusão ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES).
A JBS foi fundada por José Batista Sobrinho (o Zé Mineiro), em Goiás, mas, atualmente, os filhos Joesley e Wesley Batista é que comandam as empresas. Desde a abertura do capital da JBS, em 2007, o grupo passou a receber "vultosos recursos" do BNDES, mas não em forma de empréstimo, e sim de participação acionária.
Cogitou-se, ainda, a hipótese de que o ex-presidente Lula (PT) e um de seus filhos fossem sócios/donos da empresa. No entanto, nada foi comprovado.
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