Por Redação
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Foto: divulgação[/caption]
O Tribunal de Justiça de Goiás, presidido pelo competente desembargador Gilberto Marques Filho, programou uma série de inaugurações e convidou o governador Marconi Perillo para participar. Tudo antes de abril, mês em que desincompatibiliza do cargo de governador para disputar mandato de senador.
Trata-se de uma deferência e um reconhecimento por tudo que o tucano tem feito para colaborar na melhoria do Poder Judiciário.
As relações entre Gilberto Marques e Marconi Perillo são consideradas excelentes e republicanas.
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Temer e Baldy durante a posse | Foto: Alan Santos/ PR[/caption]
O presidente Michel Temer sabe que políticos profissionais precisam disputar mandato. Até porque, em Brasília, político sem mandato não conta muito. O emedebista gostaria que o ministro das Cidades, Alexandre Baldy, ficasse no governo até o fim. Porque, na avaliação do emedebista, o jovem goiano injetou sangue novo no seu governo.
Workaholic, Baldy anda por todo o país, cobrando agilidade nas obras, pondo a morosa máquina pública para funcionar. Michel Temer está felicíssimo com seu pupilo.
Como sabe que ele tem projeto político, vai disputar a reeleição, Michel Temer decidiu que vai apoiá-lo integralmente. Até mesmo para entrar como general no PP e não como mero capitão.
Repórteres e editores de “O Popular” estão preocupados porque o Grupo Zahran — que comprou a TV Anhanguera — não tem interesse por jornais impressos. Há a possibilidade de o jornal sair do controle de Jaime Câmara Júnior, o acionista majoritário, e passar para o controle da família de Tasso Câmara.
Conhecido como “rei do Centro-Oeste”, o Grupo Zahran é dono da Rede Matogrossense de Comunicação e é integrado pela TV Centro-América — afiliada da TV Globo em Mato Grosso — e pela TV Morena, afiliada do Grupo Globo em Mato Grosso do Sul. Trata-se de uma grande empresa, como o Grupo Jaime Câmara, embora seja considerada mais arrojada. A terceira geração da família dirige os empreendimentos. O objetivo do Grupo Zahran, ao adquirir a TV Anhanguera, é se tornar a maior força de Comunicação do Centro-Oeste, além do quarto maior conglomerado regional do Brasil.
Prefeitos do DEM e do MDB elogiam o programa Goiás na Frente, que chamam de “salvação da lavoura”
Há alguns atritos na base governista, porque, na prática, não há espaço para todos os aliados — o que é normal. Porém, dado o sucesso do programa Goiás na Frente, ninguém quer ficar fora da aliança. Os atos de entrega de obras são disputadíssimos por deputados e pré-candidatos a deputado.
O presidente Michel Temer está preocupado com a guerra goiana entre MDB e DEM. Levantamentos encomendados pelo gestor federal dão conta que o MDB deve eleger no máximo um deputado federal — Iris Araújo, mais provável, ou José Nelto. O MDB, para se manter forte em Brasília, precisa de vários deputados federais. Goiás não tem colaborado. Hoje, tem dois deputados, Daniel Vilela e Pedro Chaves.
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Montagem[/caption]
“Quem bate esquece, quem apanha nunca esquece.” Pois os deputados federais Flávia Morais e Marcos Abrão decidiram votar contra o governo do presidente Michel Temer, e se esqueceram que o emedebista é poderoso. Resultado: o governo vetou o pagamento de emendas dos líderes do PDT e do PPS. Já emendas de outros deputados, no valor de 30 milhões de reais, foram liberadas. Prefeitos poderão deixar Flávia e Abrão na chapada.
A determinação é para divulgar mais o governo do que os secretários
O PHS decidiu que não vai apoiar o senador Ronaldo Caiado para governador de Goiás. Eduardo Machado, que era presidente do partido, trabalha para ser vice do presidente do DEM. Sem o partido, fica difícil.
Durante evento de lançamento, prefeito Jânio Darrot (PSDB) destacou a importância das críticas e dos elogios populares para o desenvolvimento das políticas públicas no município
Apesar de o leitor contemporâneo achar monótona a leitura de alguns romances do escritor cearense, ele é um dos maiores romancistas brasileiros, o primeiro entre os mais relevantes de conhecimento público (que não passam de oito)
Vereador mais jovem da capital avalia negativamente gestão do emedebista e diz que a falta de parceria do Paço com o Legislativo está prejudicando a cidade
Cineasta brasileiro dirige o filme angloamericano “7 Dias em Entebbe”, remake de um drama real que ocorreu em 1976, quando um avião foi sequestrado com 302 pessoas a bordo
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José Padilha é uma dos melhores diretores de cinema do Brasil, mas estará no Festival Internacional de Cinema de Berlim com uma produção angloamericana | Foto: Divulgação[/caption]
RUI MARTINS
Especial para o Jornal Opção
O cinema brasileiro ficou fora, este ano, da competição internacional do Festival Internacional de Cinema de Berlim (Berlinale), mas um de seus melhores cineastas, José Padilha, dirige o filme angloamericano “7 Dias em Entebbe”, remake de um drama real.
Trata-se do sequestro de um avião da Air France – em 27 de junho de 1976, que foi desviado da rota ao sair da escala em Atenas – por 7 sequestradores (cinco palestinos e dois alemães), quando ia para Benghazi, na Líbia, e depois para Entebbe, antiga capital de Uganda, do então ditador Idi Amin Dada.
Os 290 passageiros mais 12 tripulantes foram divididos entre 95 judeus e 195 não judeus, logo libertados. Os judeus ficaram num galpão ao lado do aeroporto com os 12 tripulantes, vigiados pelos sequestradores e por militares ugandenses. Os sequestradores pediam a libertação de 53 palestinos presos em quatro países diferentes, caso contrário iram explodir o avião com os passageiros judeus.
Mas na madrugada do dia 3 de julho, quatro aviões militares Hércules israelenses desembarcaram jipes com cem militares de comandos de elite e, numa operação de resgate relâmpago, recuperaram os passageiros e tripulantes reféns e liquidaram os sequestradores e 20 soldados ugandenses. Morreram três reféns e o chefe da operação, o tenente-coronel Yoni Nataniau, irmão de Benjamin Nataniau, atual primeiro-ministro israelense.
Não se sabe ainda como José Padilha tratou esse tema cheio de suspense, pois a estreia mundial do filme será aqui no Festival de Cinema de Berlim. Existem diversas versões dessa intervenção israelense. Apenas seis dias depois da libertação dos passageiros, o jornalista Alessandro Porro, enviou de Israel, onde era correspondente da revista “Veja”, o texto sobre o que seria o primeiro livro – “Operação Resgate” -, publicado imediatamente pela Editora Abril.
Mostra Panorama
O Brasil tem mais dois filmes na mostra Panorama (que reunirá 47 filmes de 40 países): “O Processo”, de Maria Augusta Ramos, que na fase final de montagem recebeu um apoio de 100 mil reais, oferecidos pelo Fundo Mundial de Cinema - uma iniciativa conjunta do Berlinale com o governo alemão e o Instituto Goethe.
“O Processo” é um documentário sobre os debates parlamentares durante o impeachment da presidente Dilma Rousseff, que também intervém no filme.
Outro filme brasileiro na mostra Panorama é “Tinta Bruta”, de Marcio Reolon e Filipe Matzembacher. A dupla de realizadores já havia estado na mostra Fórum, há três anos, com o filme “Beira-Mar”, sobre a adolescência. Agora, narra a história de GarotoNeon, que se cobre de tinta e se deixa filmar por uma webcam em poses eróticas, transmitidas pela internet. Faz isso até descobrir haver um imitador, que GarotoNeon deseja encontrar, pois vivem na mesma cidade.
Rui Martins é crítico de cinema, e estará de 14 a 25 de fevereiro em Berlim, a convite do Festival Internacional de Cinema (Berlinale)
Há 130 anos morria Edward Lear (1812-1888), pintor, desenhista e escritor inglês, um dos pais, junto com Lewis Carroll, do nonsense vitoriano. O poema “O Sujeito sem Dedos nos Pés” foi publicado em 1877 no livro “Laughable Lyrics: a Fourth Book of Nonsense Poems, Songs, Botany, Music &c” (“Letras Engraçadas: Quarto Livro de Nonsense em Poemas, Canções, Botânica, Música Etc”, em tradução livr

