Por Marcos Nunes Carreiro
O espetáculo musical "Apanhei-te, cavaquinho" será apresentado, neste domingo, 15, a partir das 17h, no Teatro Marista, unidade do Colégio Marista Com bonecos e música ao vivo, o musical para crianças, produzido pela Escola Música e Bebê, foi criado para homenagear o compositor e pianista brasileiro Ernesto Nazareth. É o que diz Nilsea Maiolli, uma das coordenadoras do projeto. Segundo ela, a história se passa no Rio de Janeiro, retratando a época em que viveu o compositor, no início do século 20. Ernesto Nazareth é professor de música de um menino apelidado de “Pedroca”. Ele, o garoto, toca cavaquinho. Ernesto Nazareth mostra para Pedroca que estudar música vai além do que tocar instrumentos e, com sua amiga Chiquinha Gonzaga, toca suas composições e demonstra como podemos aprender música, desenvolvendo o senso estético, sempre com prazer lúdico. O teatro de bonecos é composto por seis personagens. Integram a lista Ernesto Nazareth, Chiquinha Gonzaga, Pedroca, Matuto, gato Escovado e passarinho Cuiubinho. Os bonecos são manipulados por três atores: Edson Oliveira, Marcos Marrom e Nilsea Maioli. Música A música é realizada ao vivo pelo pianista Robervaldo Linhares. O artista interpreta as músicas Odeon, Brejeiro, Confidências, Matuto, Bambino, Apanhei-te Cavaquinho!, de Ernesto Nazareth; e Corta-Jaca, de Chiquinha Gonzaga. O pianista é acompanhado pelo músico Zé do Choro, que toca cavaquinho, clarineta, flauta doce e pandeiro. A classificação do espetáculo infantil é livre. Os ingressos custam apenas R$ 10. O Teatro Marista é à Rua Hugo Brill, 109, Setor Marista. Serviço Espetáculo musical: “Apanhei-te, cavaquinho” Classificação etária: Livre Local: Teatro Marista, Goiânia Preço: R$ 10 Endereço: Rua Hugo Brill, 109, Setor Marista Promoção: Escola Música e Bebê Dia: Domingo, 15. Horário: 17h Informações: (62) 3278-4447
Em seu blog, autor publicou uma prévia de "Winds of Winter", o sexto livro da saga "Crônicas de Gelo e Fogo". Vale conferir
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George R.R. Martin publica capítulo, mas o livro ainda parece estar longe de ser publicado[/caption]
Ansioso por "Winds of Winter"? Todos estamos, afinal, parece que o livro não fica pronto nunca. Porém, para saciar um pouco da curiosidade dos fãs, George R.R. Martin publicou em seu blog um capítulo do novo livro.
"Winds of Winter" era esperado para janeiro, mas teve sua publicação adiada novamente. À época, o autor não só anunciou que o livro estava inacabado como também se recusou a prever uma data. A saga dá base para a série de TV "Game of Thrones", que deu início à sua sexta temporada sem um "livro de apoio", visto que a nova obra de Martin ainda não está pronta.
Leia o capítulo aqui.
No terceiro encontro da série de oficinas promovidas pela UBE-GO, poeta Aidenor Aires fala que, mesmo defendendo formas livres, a liberdade literária não permite a escrita de qualquer “bobeira”
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Aidenor Aires: "Estamos no tempo em que conseguimos contemplar a todos os movimentos" | Foto: Fernando Leite[/caption]
Depois de Marcelo Mirisola e Claufe Rodrigues, é a vez de Aidenor Aires ministrar oficina na série de oficinas de escrita criativa promovida pela União Brasileira dos Escritores (UBE) — Seção Goiás, que convidou 11 escritores reconhecidos nacionalmente para debater literatura e difundir conhecimento sobre o tema.
No último sábado, 7, o poeta Claufe Rodrigues, do Rio de Janeiro, ministrou oficina com casa cheia, falando sobre poesia contemporânea e contando um pouco de sua história na literatura, que começou ainda na década de 1970. Nesse dia, o auditório da UBE-GO se transformou em palco para um sarau.
A oficina de Aidenor é neste sábado, 14, quando falará sobre “As formas fixas da poesia lírica”. Ele explica que vai abordar a dinâmica e a evolução das formas líricas ao longo dos anos, analisando principalmente o que acontece na poesia atualmente, que, de uma forma ou de outra, sempre se remete à tradição.
Segundo ele, vivemos em um tempo simultâneo. “Atualmente, existe a defesa pelas formas livres, mas vemos que o campo da liberdade não permite que as pessoas escrevam qualquer bobeira. Isto é, é necessário ter coerência estilística. Fora isso, estamos no tempo em que conseguimos contemplar a todos os movimentos. Veja que o soneto, que tem uma forma extremamente rígida e fixa, ainda é utilizado por vários poetas”, explica.
Ou seja, a defesa pela não rigidez das formas não impede que as formas fixas sejam usadas. “Os próprios poetas da década de 1930 imitaram os parnasianos, que eram muito preocupados com a forma. E é sobre isso que vou falar, partindo do clássico e passando pelo barroco, pelo neoclássico, modernismo e simbolismo, mas tendo como foco a poesia que é praticada hoje”, relata.
Aidenor é baiano, mas mora em Goiás e pertence à Academia Goiana de Letras (AGL) e já ganhou vários prêmios, entre eles o Fernando Chinaglia e o Bienal Nestlé de Literatura Brasileira. Seus poemas já foram traduzidos para o espanhol e para o francês.
As inscrições para as oficinas são gratuitas e as vagas são limitadas. Os interessados devem se inscrever exclusivamente pelo site www.ubeoficinas.com.br. Todas as oficinas acontecerão na sede da UBE-GO, localizada na Rua 21 nº 262, no Centro, ao lado do Colégio Lyceu de Goiânia.
Serviço
Oficina: As formas fixas da poesia lírica
Palestrante: Aidenor Aires
Data: 14 de maio (Sábado)
Horário: 9h às 12h — 14h às 17h
Local: UBE-GO
Rua 21 nº 262, Centro, ao lado do Colégio Lyceu de Goiânia
Inscrições: www.ubeoficinas.com.br.
Contato imprensa: Edival Lourenço | (62) 9972-7110
Poeta reconhecido desde a década de 1970, o escritor e jornalista Claufe Rodrigues é o segundo escritor a debater literatura na série de oficinas promovida pela UBE-GO
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Claufe Rodrigues: "Movimentos de apresentação pública estão acontecendo nas cidades, embora ainda não sejam reconhecidos"[/caption]
Acontece no sábado, 7 de maio, a oficina “A poesia brasileira contemporânea e suas aplicações”, ministrada pelo escritor Claufe Rodrigues, do Rio de Janeiro. O encontro faz parte da série de oficinas de escrita criativa promovida pela União Brasileira dos Escritores (UBE) — Seção Goiás. Esta será a segunda das 11 oficinas que irão acontecer até o dia 16 de julho.
A primeira oficina foi realizada no dia 30 de abril pelo escritor paulista Marcelo Mirisola, que falou sobre insubmissão, atrito, confronto e literatura de deslocamento, assim como tratou das dificuldades do escritor que tem algo a dizer em detrimento dos interesses do mercado e de suas várias áreas.
Um dos objetivos dessa série de oficinas gratuitas promovidas pela UBE-GO é oferecer às pessoas interessadas em literatura, profissionais ou não, mecanismos que possibilitem adquirir ferramentas de boa escrita. É ao encontro dessa meta que Claufe Rodrigues chega a Goiânia para falar de poesia contemporânea.
O que é isso? Claufe explica: “Atualmente, tudo pode ser poesia, então, é preciso fazer um recorte. Trabalho com a poesia das últimas três décadas e que está consolidada e não é de internet. Essa poesia tem início com a poesia marginal, que surge rompendo com a tradição. Depois, a poesia acaba fazendo um retorno à tradição, mas agora com traços maiores de oralidade”. Em linhas gerais, essa é a poesia contemporânea.
Claufe também falará sobre as aplicações dessa poesia, sobretudo nas escolas e nos saraus que tomaram as cidades — Goiânia é uma delas. “Movimentos de apresentação pública estão acontecendo nas cidades, embora ainda não sejam reconhecidos. Temos muitos saraus, mas as pessoas não enxergam esse movimento e isso é uma falha. Então, precisamos falar sobre isso”, relata o escritor.
Para ele, essa falha passa pela falta de divulgação de quem promove os movimentos, mas também pelo não interesse dos veículos de comunicação. “Os recitais da década de 1970 agora são os chamados saraus. Essas apresentações públicas atraem os autores, mas não a imprensa. Hoje, os jornalistas pouco saem da redações para ver o que acontece na cidade; não conhecem os movimentos culturais”, argumenta.
As inscrições tanto para a oficina de Claufe quanto para as outras são gratuitas e as vagas, limitadas. Os interessados devem se inscrever exclusivamente pelo site da UBE-GO. Todas as oficinas serão realizadas na sede da UBE-GO, localizada na Rua 21 nº 262, no Centro, ao lado do Colégio Lyceu de Goiânia.
"Guerra Civil" é um filme com selo de qualidade Marvel e que inicia muito bem a fase 3 da Marvel nos cinemas, entregando tudo que você espera dele: comédia + ação + drama + 2 cenas pós-créditos
Ana Amélia Ribeiro
Especial para o Jornal Opção
Histórias voltadas para família, uma dose de aventura, uma pitada de drama, cenas pós-créditos, e o elemento X: alívio cômico. Assim surgiu o Universo Cinematográfico Marvel (MCU – sigla em inglês), em 2008, com o primeiro filme da saga Homem de Ferro. Após 8 anos e 13 filmes lançados, a franquia MCU tem uma das melhores arrecadações da história dos cinemas: mais de 9 bilhões de dólares no mundo todo. E a tendência é aumentar esse número, com o lançamento do filme “Capitão América: Guerra Civil” (GC) nos cinemas — estreou na quinta-feira, 28 de abril.
A franquia MCU é dividida em 3 fases distintas, com 6 filmes para desenvolver a trama central de cada etapa. Guerra Civil é o pontapé inicial da fase 3, mas antes de abordar a terceira etapa, vamos falar dos outros 12 filmes que precederam a “GC” nos cinemas.
Fase 1: avante, Vingadores!
A primeira fase do MCU começa em 2008 com o filme do gênio, bilionário, playboy e filantropo “Homem de Ferro”. O filme dirigido por Jon Favreau e protagonizado por Robert Downey Jr., foi um sucesso de crítica e público. O longa, além de mostrar que Tony Stark é capaz de montar uma armadura usando apenas sucatas dentro de uma caverna no meio do deserto do Oriente Médio, é também responsável por introduzir a agência secreta S.H.I.E.L.D, representado pela a figura do Agente Coulson — personagem criado especificamente para o cinema, interpretado por Clark Gregg, e que tem como incumbência reunir os heróis espalhados pelo mundo. Outro filme também de 2008, mas com pouca representatividade e muito conflito no Universo Cinematográfico Marvel, foi “O Incrível Hulk” chegou às telonas dirigido por Louis Leterrier e protagonizado por Edward Norton. O longa marca a recuperação dos direitos do personagem pela Marvel, mesmo que ainda exista o conflito entre a Disney e a Universal por conta da distribuição do filme. Aliás, por causa desse desentendimento, nenhuma das duas empresas pode produzir longa metragens solos do Hulk. Outro problema que a Marvel teve que encarar foi Edward Norton, que não quis dar continuidade ao personagem; para seu lugar, foi chamado o ator Mark Ruffalo. Um adendo importante de ser mencionado é que a Marvel enfrenta problemas com direitos de personagens há algum tempo, pois em 1990, durante uma grave crise financeira, quando a editora pediu concordata, ela cedeu os direitos de franquias como X-Men, Quarteto Fantástico, Demolidor e Homem-Aranha para outros estúdios. Somente há pouco tempo ela conseguiu um acordo com a Sony e trouxe de volta o cabeça de teia para o MCU, além de ter o seriado do Demolidor produzido pela Netflix. Mas, voltando à primeira fase do MCU, em 2010 chega aos cinemas o segundo filme do privatizador da paz mundial, Homem de Ferro, mais uma vez dirigido por Jon Favreau e protagonizado por Robert Downey Jr. O filme marca a entrada de dois personagens importantes para o desenrolar da trama: Natasha Romanoff, a Viúva Negra, vivida pela lindíssima Scarlett Johansson, e Nick Fury, interpretado pelo experiente Samuel L. Jackson, responsável pelas articulações para criação da Iniciativa Vingadores. [caption id="attachment_64978" align="alignright" width="300"]
Loki[/caption]
Em 2011, chega aos cinemas os primeiros filmes do Deus do Trovão e do Sentinela da Liberdade: “Thor” e “Capitão América: o Primeiro Vingador”. Enquanto Thor, interpretado por Chris Hemsworth, se passa nos dias atuais e é responsável pela apresentação do vilão, que todo mundo ama odiar, Loki, vivido por Tom Hiddleston — o causador dos ataques em Manhattan, em “Os Vingadores” (2012) —, em “Capitão América”, Chris Evans, interpreta um soldado rejeitado que participa de um experimento para se tornar um “supersoldado” durante a Segunda Guerra Mundial. Durante a batalha final contra o Caveira Vermelha, Steve Rogers cai no mar e, devido à pressão e à profundidade, acaba congelado. Ele acorda muitos anos depois na base da S.H.I.E.L.D.
Depois de apresentar todos os personagens principais, em 2012 chega aos cinemas “Os Vingadores”, para encerrar a primeira fase do MCU. Dirigido por Joss Whedon, o filme bateu recordes de bilheteria. Os eventos do longa acontecem depois que Loki reaparece roubando o Tesseract e controlando as mentes do agente Clint Barton (Jeremy Renner), e o consultor físico Dr. Erik Selvig (Stellan Skarsgård).
Depois da invasão, Nick Fury convoca a Iniciativa Vingadores para salvar a Terra de Loki e da ameaça alienígena Chitauri, que ajuda o Deus da Trapaça a dominar a Terra em troca do Tesseract. Com a invasão acontecendo em Manhattan, a S.H.I.E.L.D. decide enviar um míssil para combater a invasão alienígena. Com isso, o Homem de Ferro agarra o míssil e lança na nave-mãe dos Chitauri, fazendo com que o exército alienígena seja destruído no exato instante em que os heróis conseguem fechar o portal, evitando assim a morte de milhões de pessoas e salvando a Terra. No final do filme, cada herói segue seu caminho e Loki é levado de volta para ser preso Asgard por Thor. É dessa forma que se encerra a primeira fase do MCU.
Fase 2: a “queda” dos Vingadores
A segunda fase do MCU começa com o último filme da trilogia do “Homem de Ferro”, o filme é de 2013 e é dirigido por Shane Black. O longa trás para as telonas um Tony Stark traumatizado com os acontecimentos de Manhattan e percebe que é só um homem com uma armadura de alta tecnologia. É uma película que se desenvolve bem, e tem uma premissa bacana, mas que é decepcionante por conta do vilão Mandarim. Nesse filme fica claro que a Marvel tem um problema na hora de recriar seus vilões para o universo cinematográfico. É um longa-metragem muito fraco se comparado aos outros filmes, porém, consegue ser melhor que “Thor: O Mundo Sombrio”, também lançado em 2013. O segundo filme do Deus do Trovão, apesar de ter como vilão o elfo negro Malekith, quem rouba a cena é Loki. Nessa fase, a Marvel começa a lançar dois filmes por ano: em 2014 estreou “Capitão América: Soldado Invernal” e “Guardiões da Galáxia”. A franquia, protagonizada por Steve Rogers, é a mais sólida dos filmes da Marvel e é um filme bastante empolgante; a película é dirigida pelos irmãos Anthony e Joe Russo. Em um filme cheio de coreografia de lutas, e com Sentinela da Liberdade enfrentando seu passado, o longa apresenta dois novos personagens importantes para a sequência de “Vingadores 2: Era de Ultron” e “Capitão América: Guerra Civil”: são eles o veterano de guerra Sam Wilson, o Falcão, e o mercenário treinado pela H.I.D.R.A, o Soldado Invernal. [caption id="attachment_64976" align="alignleft" width="300"]
Guardiões da Galáxia[/caption]
Em 2014, “Guardiões da Galáxia” chamou atenção por ser diferente, pois, apesar de seguir a fórmula de sucesso da Marvel no cinema, vai na contramão de tudo que foi produzido até então no MCU. O filme, dirigido por James Gunn, conta a história de um grupo de “super-heróis” até então desconhecidos do grande público (isto é, pessoas que não são fãs de quadrinhos). A película, que tem a melhor trilha sonora, conta a história do Senhor das Estrelas, Peter Quill (Chris Pratt), que une forças com Groot, uma árvore humanóide (Vin Diesel), o guaxinim Rocket Racoon (Bradley Cooper), Gamora (Zoe Saldana), e Drax, o Destruidor (Dave Bautista). Juntos, eles lutam para proteger um orbe que contém uma das Joias do Infinito contra vilão Ronan, da raça kree, que é um servo de Thanos.
Em 2015, estreou “Os Vingadores: A Era de Ultron”, um bom filme, com bons diálogos e novamente dirigido por Joss Whedon. O ápice do longa acontece em Sokovia, onde os Vingadores têm que impedir que a inteligência artificial Ultron — criado por Tony Stark, a partir da inteligência artificial encontrada na Joia do Infinito no cetro de Loki — levante grande parte da cidade em direção ao céu, com a intenção de lançá-la ao chão para causar a extinção global.
Juntamente com o herói Visão — a inteligência artificial J.A.R.V.I.S. que ainda está funcionando depois de ser atacado por Ultron — e os gêmeos Maximoffs (Pietro, que tem super-velocidade, e Wanda, que possuí telecinésia), os Vingadores “salvam” Sokovia. Porém, esses acontecimentos ainda irão repercutir bastante no futuro. Já no final do filme, Viúva Negra e Capitão América começam a treinar o que mais tarde serão chamados de Novos Vingadores. São eles: Máquina de Combate, Feiticeira Escarlate, Visão e Falcão.
Mas a grande surpresa de 2015 ficou nas mãos de “Homem-Formiga”, seguindo a linha de “Guardiões da Galáxia”: não existem heróis desconhecidos. O filme conta a história de Scott Lang (Paul Rudd), um criminoso que se vê envolvido em uma disputa de poder e que coloca em risco a segurança global. Na trama, o recém-saído da cadeia Scott Lang precisa ajudar o cientista Hank Pym (Michael Douglas) a impedir que o CEO inescrupuloso de sua empresa (Corey Stoll) crie um exército de homens do tamanho de formigas, desequilibrando o poder mundial.
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Homem Formiga[/caption]
A produção do filme foi um pouco conturbada, perdeu o diretor popular entre os fãs Edgar Wright (de “Scott Pilgrim Contra o Mundo”) e passou para as mãos de Peyton Reed. Só a Marvel para conseguir fazer um filme de sucesso de um super-herói “solo”, que só funciona em equipe nos quadrinhos. Um longa que consegue equilibrar comédia, ação e drama no bom estilo MCU, com personagens principais e coadjuvantes engraçadíssimos.
Fase 3: a ascensão dos Novos Vingadores
Enfim, no dia 28 de abril deste ano, estreou a nova fase do MCU: “Capitão América: Guerra Civil” (GC), o filme funciona como uma espécie de continuação da franquia de Vingadores, mostrando os integrantes do grupo pressionados por causa dos efeitos colaterais causados por suas ações, e se veem numa encruzilhada: ou passam a ser supervisionados pela ONU, ou encerram suas atividades de super-heróis. Opiniões diferentes causam uma divisão na equipe e, para piorar, o Soldado Invernal é envolvido em um atentado terrorista, o que os coloca em rota de colisão uns contra os outros. [caption id="attachment_64974" align="alignleft" width="300"]
Homem Aranha[/caption]
Depois de 12 filmes, a franquia MCU dá um salto importante, apesar de ser uma película que segue a formula mágica de sucesso, é um filme sólido que analisa a existência de super-humanos e as consequências de suas ações. Com a direção dos irmãos Anthony Russo e Joe Russo, nós temos um Tony Stark mais reflexivo e um Capitão América mostrando porque é considerado o Sentinela da Liberdade. E o filme não foca apenas na briga dos dois personagens, pois os coadjuvantes roubam a cena, literalmente. É incrível a forma como os irmãos Russo conseguiram trabalhar isso, apesar de ter uma história principal pesada, cheia de conflitos, eles conseguiram apresentar novos heróis sem atrapalhar o desenvolvimento da trama.
A película marca a entrada histórica do Homem-Aranha para o MCU, que depois de uma trilogia e um reboot feitos pela Sony, ele chega em grande estilo em “GC”. Tom Holland é simplesmente incrível como Homem-Aranha, não tem outra forma de descrever a atuação dele. Ele chega no filme para ser a “arma secreta” do Tony Stark, e é um dos destaques na principal cena de ação do longa, sem falar nas cenas de alívio cômico que ele protagoniza. Porém, ele é um personagem que dispensa apresentações.
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Pantera Negra[/caption]
Não sei como, mas a Marvel sempre consegue provar que não existem heróis desconhecidos. Em “GC”, ela apresenta um novo personagem: Pantera Negra (Chadwick Boseman). Uma palavra para descrever o personagem: EXCEPCIONAL! Sim em caixa alta, porque ele tem a mesma relevância na trama que o Homem-Aranha; tem diálogos bons, cenas de lutas memoráveis. O rei de Wakanda é feroz e mostra que não está ali de brincadeira.
O ponto baixo do filme, novamente, é o vilão Helmut Zemo, que poderia ter qualquer outro nome. É muito fraco e mal aproveitado, mas é um vilão típico da Marvel e que de certa forma funciona, porque ele conseguiu o que vilões de outros filmes — por exemplo, Ronan, Malekith, Monge de Ferro, Jaqueta Amarela e Caveira Vermelha — não conseguiram: obter êxito nos seus planos de destruir os super-heróis. Ele é um ser humano, sem dinheiro, sem poderes extraordinários, e seu único objetivo é destruir o Império dos Vingadores; e ele consegue. Ele deixa sua marca e cicatrizes que ainda vão ter reflexos no futuro de MCU.
Se você ainda não assistiu a “Capitão América: Guerra Civil”, corra para o cinema; é um bom filme com selo de qualidade Marvel. É um longa que entrega tudo que você espera do MCU: comédia + ação + drama + 2 cenas pós-créditos.
Ana Amélia Ribeiro, jornalista, fã de quadrinhos incondicional, DCnauta, Marvete e muito apaixonada pela Turma da Mônica
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Prato especial, dobradinha de chopps goianos e discotecagem são atrações do happy hour do Quintal [gallery size="full" type="slideshow" ids="63013,61990,61987,61988"] Na quarta-feira, 6 de abril, acontece mais uma edição do Rolê Gastronômico Quintal. Desta vez, o happy hour, que já passou pela Ambiente Skate Shop e Shiva Alt-Bar, será no Monch Bier. O Rolê #3 conta com um prato preparado especialmente pelo evento. Desta vez, no cardápio, você saboreia o Pastel de Vento Monch Bier com os recheios galinha caipira, carne de panela ou milho com guariroba. Além disto, você pode aproveitar da dobradinha do chopp da casa e da cerveja Colombina, que vai até às 22h. Os DJs Alan Honorato e Mário Pires garantem a boa música e, ó, os cliques ficam por conta da fotógrafa oficial do Quintal Camilla Brandão. Tudo isto começa às 18h e a entrada é uma colaboração simbólica de R$ 5. No domingo, 10 de abril, o Quintal Coisa Nossa chega a sua 2ª Edição. O projeto será realizado na Praça Cívica. São diversos expositores a fim de promover e valorizar a economia criativa goiana. DJs e demais atrações culturais fazem o evento, que transforma praça pública em uma central de arte, ser inesquecível. É só se achegar. Serviço Rolê Gastronômico 3# Quintal Data: 6 de abril Horário: a partir das 18h Local: Minch Bier Entrada: R$ 5, em dinheiro
A sociedade atual vive uma época de transição e, por isso, ainda não compreendeu que o mundo não é regido pelas mesmas regras de antes. Porém, não há necessidade para pânico
O longa divide opiniões, mas algo é certo: DC/Warner mostram que não vão seguir os passos da Marvel nos cinemas e apostam em um filme feito para fãs que têm mais experiência em HQs
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"Batman vs. Superman" marca a reentrada da DC Comics nos cinemas. Agora vai?[/caption]
ANA AMÉLIA RIBEIRO
Especial para o Jornal Opção
O ano de 2016 é o ano das HQs mais aguardadas no cinema. Teremos: “Capitão América: Guerra Civil” (28/04), “X-Men: Apocalipse” (18/05), “Esquadrão Suicida” (04/08) e “Doutor Estranho” (03/11). O pontapé inicial foi com “Deadpool”, no dia 11 de fevereiro, logo seguido pelo recentemente lançado “Batman vs. Superman: A Origem da Justiça” (24/03). E o que falar desse filme que “mal” chegou aos cinemas e já é considerado um sucesso de bilheteria, e de críticas? Muitas coisas! Veja:
O universo das HQs no cinema
Desde os anos 2000, com o primeiro filme dos X-Men (Bryan Singer), os filmes de quadrinhos foram se “moldando” aos cinemas. Tivemos grandes blockbusters desde então, e alguns fracassos pelo caminho. Porém, em parceria com a Warner, a DC está desde o final dos anos 1980 caminhando na corda bamba, que é a linha tênue entre um bom filme de herói e catástrofes de bilheteria. Oito anos depois do fracassado “Batman & Robin” (Joel Schumacher), em 2005 o diretor Christopher Nolan ficou com a responsabilidade de recriar o Homem Morcego nos cinemas, trazendo para a telona uma trilogia de um Batman mais sombrio, com uma pegada realista e mais humana. Com o sucesso de “Batman Begins”, DC/Warner, que estavam há 19 anos sem lançar filmes sobre o filho de Krypton, lançam em 2006 “Superman: O retorno” (Bryan Singer) — até então as produções “mais recentes” sobre o filho de Krypton eram os seriados “Lois e Clark – As Novas Aventuras do Superman” (1993-1997) e “Smallville” (2001-2011). Apesar das boas críticas, e da boa bilheteria na época, a Warner decidiu não dar sequência ao filme do Superman, e deixou uma promessa de reboot para o futuro, focando, apenas, no encerramento da trilogia do Cavaleiro das Trevas de Nolan. A Marvel, no entanto, foi pioneira na arte de construir personagens. Em 2008, com “Homem de Ferro” (Jon Favreau), ela deu início ao Universo Marvel dos cinemas, e a partir daí todos os filmes lançados por ela foram para construir a narrativa de “Os Vingadores – The Avengers” (Joss Whedon), lançado em 2012. Nesse momento, com o final da trilogia dirigida por Christopher Nolan, DC/Warner “perceberam” que estavam “atrasadas” em relação a construções de universo de filmes de heróis. Então, com a consultoria de Nolan, DC/Warner contratam Zack Snyder (“300” e “Watchmen”) para dirigir e criar o Universo DC nos cinemas, começando em 2013 com o polêmico “Man of Steel – O Homem de Aço”.O Filho de Krypton vs. O Morcego de Gotham
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Cenas do filme repetem as das HQs[/caption]
“Batman vs Superman: A Origem da Justiça” (BvsS) era um filme muito esperado pelos fãs da DC, desde seu anúncio na San Diego Comic Con de 2013. O filme é a continuação de “Homem de Aço” (2013) — ambos dirigidos por Zack Snyder, um diretor que divide opiniões. Considerado visionário, mas ao mesmo tempo pretencioso e até mesmo arrogante, Snyder é do tipo de diretor que te faz pensar, por dias, sobre seus filmes. Com “BvsS”, ele nos trouxe uma nova era de filmes de quadrinhos da DC no cinema, um pouco atrasado, vamos ser sinceros quanto a isso, mas trouxe.
O filme que conta a história do início da Liga da Justiça vai na contramão de todos filmes adaptados dos quadrinhos feito pela concorrente Marvel. Esqueçam os tons claros e quentes, e piadas alegres, e pós-créditos. Preparem-se para os tons escuros e muito sépia, piadas sarcásticas (com selo Alfred Pennyworth de qualidade), e nenhuma cena pós-crédito; além de muito slow motion e uma enxurrada de easter eggs das HQs, dignas de deixar qualquer Capitão América boquiaberto com tantas referências.
Apesar das inúmeras críticas negativas, o filme teve uma boa abertura de bilheteria. O longa estreou dia 24 de março e arrecadou R$ 45 milhões no Brasil desde sua primeira exibição ao público, nas pré-estreias de quarta-feira. Isso fez com que o filme tivesse a maior abertura de todos os tempos em solo brasileiro, deixando para trás “Vingadores: Era de Ultron” (R$ 37,1 milhões) e “Deadpool” (R$ 25,1 milhões), se tornando o campeão de bilheteria não só do ranking geral (ultrapassando “Os Dez Mandamentos”), mas também das adaptações de quadrinhos aos cinemas.
O filme já arrecadou US$ 501,9 milhões no mundo todo, segundo a Variety. Porém, apesar disso, a bilheteria caiu 54,9% de sexta-feira, 25, para domingo, 27, nos EUA segundo a Forbes, registrando a maior queda de bilheteria de filmes sobre quadrinhos no mesmo final de semana de estreia, ficando à frente da desastrosa adaptação de “Quarteto Fantástico” (48,3%).
“BvsS” é um filme de 8 ou 80, quem ama defende com unhas e dentes, e quem odeia critica com a mesma intensidade. Eu faço parte da turma que defende o filme, pois, apesar de ser um longa feito “às pressas” pela DC/Warner, foi um bom começo para a formação da Liga da Justiça. É um filme que tem erros e clichês, sim, como qualquer outro filme de super-herói; a diferença foi o recurso do “fan service”, e Snyder soube trabalhar muito bem esse recurso durante o longa.
Se você não entende muito de “Cultura Pop Nerd/ Geek” e ficou “boiando” no termo “fan service”, a tradução do nome já diz tudo: é um serviço feito para fã. É um recurso usado pelos diretores e roteiristas, que são feitos para agradar fãs e, às vezes, usado como recurso comercial. Snyder apela para o fan service do início ao fim de “BvsS”, com raras exceções.
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Cena da morte de Martha Wayne, nas HQs[/caption]
Em momentos específicos do filme, os leitores dos quadrinhos tiveram a sensação de estar assistindo, em “live action”, cenas de determinadas HQs. No início do filme, quando mostram a morte dos pais do Homem Morcego, Thomas e Martha Wayne, a cena é retirada dos quadrinhos “Cavaleiro das Trevas” (TDK). Outra cena marcante com essa pegada é quando Clark Kent, o Superman, deixa de lado sua briga contra Bruce para salvar uma vítima de um incêndio no México — essa parte recria alguns quadros de “Superman: Paz na Terra”. Sem contar as cenas que são referência aos jogos “Injustice: Gods Among Us” e “Batman: Arkham”.
Como já havia dito, o filme tem tanta referência que eu precisaria escrever outro texto, só para comentar cada uma delas. Sem contar os spoilers para quem ainda não viu o filme.
Para muitos críticos, o filme “não passa de um trailer, com de duas horas e meia de duração”, porém, é um filme que mostra a que veio. Muitas teorias das conspirações (que foram elaboradas a partir dos trailers) são desconstruídas no decorrer do longa. Alguns clichês do roteiro podem ser facilmente justificados com algumas HQs icônicas dos protagonistas.
O Batman segurando uma arma, por exemplo, é encontrado numa cena idêntica em “Cavaleiro das Trevas”; Superman matando no “Injustice” — com uma motivação bastante diferente da do filme, é verdade, mas mata. São detalhes pequenos que quem não lê as HQs, não aprova e/ou não entende, e que poderiam ser melhor adaptados pensando nesse público que foi no cinema querendo assistir a “Era de Ouro dos quadrinhos”.
Com “BvsS”, Snyder mostrou, em tons de sépia — desculpem, mas não podia deixar passar essa referência —, que a DC não vai seguir os mesmos passos da Marvel nos cinemas. Já chegou mostrando um fan service, muito bem servido, um filme feito para fãs que têm mais experiência no mundo das HQs da DC. Poderia ter sido um filme que atraísse a atenção da garotada que está começando a se interessar por super-heróis agora, como a Marvel faz em suas franquias? Sim, poderia. Porém, nós estamos falando de um filme da DC dirigido pelo Snyder, então “BvsS” está sim dentro da expectativa esperada, desde seu anúncio em 2013.
É um filme com exageros, clichês, alguns diálogos fracos, com algumas cenas inseridas de forma abrupta? Sim, mas é um filme que sai do padrão de filmes de heróis produzidos ultimamente, um filme que te faz refletir sobre o que é ser um super-herói, ou como seria se eles realmente existissem. Um filme que te faz discutir durante dias se ele é bom ou ruim, que tem ótimos argumentos de ambos os lados, que é digno até de textão de uma jornalista desconhecida no Opção Cultural.
Assistam o “BvsS” e converse com quem gostou e com quem não gostou, tire suas próprias conclusões sobre o filme. Mas não deixe de ver. Porque, se um filme é bom ou ruim, o que vale é a sua opinião, de você ter gostado, se divertido; ou não. No final das contas, o maior crítico do filme é você e sua experiência no cinema.
“Ding, ding, ding, ding, ding”
O que esperar dos próximos filmes da DC/Warner no cinema? Acredito que muita coisa boa está por vir, começando com “Esquadrão Suicida”. Ano que vem tem o filme contando sobre as origens da Mulher Maravilha, no dia 22 de junho, e a “hora da verdade” com a “Liga da Justiça - Parte 1” chegando aos cinemas no dia 16 de novembro — e até lá muitas teorias serão criadas graças aos easter eggs de “BvsS”. E muita coisa pode mudar no arco, dependendo do sucesso dos próximos lançamentos e da repercussão de “A Origem da Justiça”. Um adendo: Falando um pouco das atuações, o filme traz novamente Henry Cavill como Superman, só que agora interpretando o filho de Krypton bastante confuso com suas ações, desde sua batalha contra Zod. Amy Adams, de Lois Lane, mostra o que é ser uma donzela em perigo. Diane Lane, a Martha Kent, é a ponta do iceberg da cena mais clichê (e a mais funcional) do filme. O filme também conta com a atuação de Ben Affleck como Batman. O ator trouxe para as telonas um Homem Morcego mais obcecado, e visivelmente perturbado após 20 anos “trabalhando” como o Cavaleiro das Trevas de Gotham. O experiente Jeremy Irons vive o “mordomo-mecânico-voz da consciência” Alfred Pennyworth; a lindíssima Gal Gadot, de Mulher Maravilha, surpreendeu bastante interpretando a Princesa das Amazonas. Por último, mas não menos importante e um pouco decepcionante, Jesse Eisenberg como Lex Luthor. Ele recriou o dono da LexCorp mais psicótico e exagerado, com uma pitada de Coringa, deixando muito claro durante o filme que seu relacionamento conturbado com o pai deixou ele mais agressivo com figuras de autoridade, vamos por assim dizer. Ana Amélia Ribeiro é jornalista e fã incondicional de quadrinhos. DCnauta, Marvete e muito apaixonada pela Turma da Mônica.
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Maestro e violonista Alessandro Borgomanero é responsável pelo concerto desta sexta[/caption]
Com o maestro e violinista Alessandro Borgomanero, a Orquestra Filarmônica de Goiás se apresenta na sexta-feira, 1º de abril. O concerto traz composições dos períodos clássico, barroco e romântico, com peças importantes, como a Serenata Noturna, de Mozart. Os músicos também executarão peças como Serenata para Cordas, de Dvoràk, e obras de Battaglia e de Heinrich Biber. O concerto começa às 20h30, no Teatro Basileu França. Não se atrase.
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