Por Euler de França Belém
Ante o desespero dos estudantes, a cúpula da Universidade disse que não vai contemporizar
O reitor da PUC, Wolmir Amado, se quiser mostrar grandeza intelectual, deveria reconvocá-lo
Gleydson Carvalho era dono da Rádio Liberdade, no Ceará. A polícia suspeita de motivação política
Escritoras goianas lançam livro de crítica literária e poesia
O PL pode continuar tentando o registro mas não poderá lançar candidatos na eleição de 2016
Salma Saddi é conhecida em Brasília como “o exército de uma só mulher”. Superintendente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em Goiás, é atuante, gere bem os recursos e sua equipe. Por sua atuação suprapartidária — a defesa do patrimônio histórico pode até ser política, no melhor sentido do termo, mas não deve ser partidarizada —, é respeitada por líderes políticos e gestores públicos de todos os partidos. Entretanto, o deputado federal Rubens Otoni (PT) impôs-se uma missão: retirá-la do cargo — seria “técnica demais” e “avessa” a controle partidário — e substitui-la por sua aliada e assessora de longa data Kátia Maria dos Santos. A professora Kátia Maria dos Santos é apontada como uma pessoa articulada e íntegra, mas sem experiência na área de preservação do patrimônio histórico. Ressalve-se que, por atuar há vários anos ao lado de Rubens Otoni, tem experiência política. Resta saber se isto basta para gerir o Iphan. Uma fonte de Brasília frisa que Rubens Otoni quer ocupar toda a estrutura do Iphan em Goiás, que é ampla e tem alguns cargos.
Uma coisa é evidente: as principais reportagens investigativas sobre o petrolão saíram na publicação da Editora Abril. E não foram desmentidas por ninguém
Bruno Rocha Lima vai trabalhar um projeto de comunicação para fortalecer o nome do peemedebista, que pretende disputar o governo de Goiás em 2018
O ex-petista Evandro da Cruz assumiu a direção do PPS em Caldas Novas e pretende disputar a eleição em 2016 contra o prefeito Evandro Magal.
O prefeito, filiado ao PP, é o favorito.
A gestora Andressa Zirretta diz que a empresa está em expansão e fez contratações na filiação de Luziânia
O empresário Vanderlan Cardoso disse ao Jornal Opção que a Cicopal não está promovendo demissão em massa. “Nós temos mais de 500 funcionários e às vezes é mesmo preciso trocar alguns para tornar a empresa mais produtiva. Nós estamos terceirizando alguns setores com o objetivo de tornar a Cicopal mais competitiva.”
Vanderlan Cardoso garante que a Cicopal está em fase de ampliação. “Abrimos uma filiação em Luziânia e, naturalmente, fizemos contratações”, afirma.
Ao final da conversa com o Jornal Opção, Vanderlan Cardoso disse: “A imprensa deveria verificar a situação da Prefeitura de Senador Canedo, que está promovendo várias demissões, inclusive na Guarda Municipal. O vereador [o que divulgou a história das demissões na Cicopal] deveria investigar isto”.
Antes apontada como estrela de “O Popular”, a repórter estaria escanteada na redação e estaria prestes a "voar"
Comenta-se que, na redação de “O Popular”, os únicos que não estão descontentes são os três “interventores”. A redação, que funcionava no piloto automático, agora começa a cumprir regras bem definidas, de acordo com os interesses do Grupo Jaime Câmara. Entre os principais insatisfeitos estaria a repórter Fabiana Pulcineli, antes apontada como a principal estrela da redação.
O GJC certamente não será pego de surpresa se Fabiana Pulcineli anunciar que vai trabalhar na assessoria do senador Ronaldo Caiado (DEM) ou na pré-campanha de Iris Rezende para prefeito de Goiânia.
Fabiana Pulcineli, repórter competente e séria, também foi convidada para dirigir a comunicação de um candidato a presidente da OAB de Goiás.
A jornalista não bateu o martelo, pois “adora” o jornalismo diário. Mas o quadro de crise — e até de terror — na redação do “Pop” não a agrada. Dorme-se “prestigiado” e acorda-se “demitido”.
Os professores foram avisados por telefone e não receberam nenhuma explicação sobre a razão das demissões
Vereador de Senador Canedo afirma que diretoria da empresa disse aos demitidos que as vendas caíram e que é preciso “enxugar para não morrer”
No país, dividido entre “coxinhas” e “petralhas”, fica evidente o risco para o debate democrático civilizado


