Por Euler de França Belém

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Veja como, segundo um computador, Ernesto Geisel foi escolhido para presidente da República

O computador vasculhou todos os arquivos do Exército e, de maneira inusitada, escolheu o irmão do general Orlando Geisel para presidente

Roberto Gazzi demitiu Reginaldo Leme em dezembro e foi demitido em janeiro pelo Estadão

O parceiro de Galvão Bueno na TV Globo permanece escrevendo uma coluna para a Agência Estado e o ex-editor se torna consultor, inclusive do Estadão

Show de Dominick Cruz, na vitória contra TJ Dillashaw, aproximou o MMA do sublime

Dillashaw é caçador de elefante mas tem dificuldade para encontrar e acertar um leopardo Dominick Cruz e Tj Dillashaw 13ufn-boston16-event-096 Quando TJ Dillashaw e Dominick Cruz entraram no octógono, no domingo, 17 — ou na madrugada de segunda-feira, 18, ao menos para nós, brasileiros —, pensei: o primeiro é mais forte do que o segundo. Dominick, de tão magrinho, parecia vulnerável, mas obrigou Dillashaw a carregar a cruz dos derrotados. À primeira vista, fiquei com a impressão de que, rápido como um corisco, Dominick Cruz apenas se defendia. Ledo engano. Ante um lutador com maior pegada, o Muhammad Ali do MMA adotou a tática de bater e escapar. Parecia que fugia? Não. Porque escapava e batia, quase sempre acertando o rosto do oponente, que, como dizem os narradores e comentaristas, saiu do octógono com o rosto bem “magoado” (dê uma olhada no olho esquerdo de Dillashaw na foto acima). Dominick Cruz e TJ Dillashaw 12 ufn-boston16-event-091 “Senti que ele não tinha força alguma nos seus golpes”, criticou Dillashaw. De fato, Dominick Cruz não é tão forte quanto o rival, mas sua técnica extraordinária compensa uma possível debilidade física. Mas a face de Dillashaw, ligeiramente inchada e vermelha, não foi esmurrada por uma pulga ou, diriam os fãs de Muhammad Ali, por uma abelha. Cá entre nós, e bem longe de Dillashaw, Dominick Cruz é, apesar de magérrimo, bem forte. Dominick Cruz e TJ Dillashaw 23ufn-boston16-event-106 O corner de Dillashaw deu orientações por vezes precisas, sugerindo onde chutar e colocar golpes mais duros, mas não lhe disse a verdade: Dominick Cruz venceu os três primeiros rounds com relativa facilidade. Dillashaw precisava saber disso, de maneira enfática, para que, percebendo a derrota iminente, mudasse a conduta no octógono. Ele até chutou duramente as pernas de Dominick Cruz, reagiu nos dois últimos rounds, com mais agressividade, mas era tarde. Havia perdido a luta. Só ganharia com um nocaute — e isto deveria ter sido dito pelos especialistas que o treinam com todas as letras, ainda que se corresse o risco de levá-lo ao desespero. Dillashaw é um grande “caçador”, mas precisa achar a presa e emparedá-la nas grades. Quando o oponente não consegue escapar, bate com extrema força e apuro. O nocaute é quase certo. Foi o que fez com Barão, que, depois da luta, voltou a ser Plebeu. Bateu duramente, de maneira insistente e o lutador brasileiro “arriou”, como se diz em Belém, terra do crítico de literatura e de música Rafael Teodoro; em Goiânia, cidade do lutador e quase técnico Ricardo Tavares, e em Iporá, a Ítaca do bardo Carlos Willian Leite, expert em MMA, boxe e tantas outras lutas. Durante os cinco rounds, talvez esperando cansar o adversário, Dillashaw caçou Dominck por todos os cantos do octógono. Quando achava, e conseguia apertá-lo, acabava levando jabs e não acertava golpes contundentes (brigou com o ar várias vezes). Não há a menor dúvida de que Dillashaw é mais forte, mas Dominick provou que por vezes a técnica apurada de um Davi supera a força de um Golias. Quem não assistiu aos cinco rounds da luta entre Dillashaw e Dominck Cruz, dois mestres de rara excelência do MMA, perdeu uma das grandes lutas do ano. Quase sublime, se a palavra não fosse reservada tão-somente para definir literatura (prosa e poesia), música e, aqui e ali, artes plásticas (não a abstrata, que não é pintura, e sim nódoa). Para que a Candice Marques de Lima, a Rayana, o Rafael Teodoro, o Frederico Oliveira, o Ricardo Tavares e o Nelsonmuaythai descansem entre uma luta e outra, até a próxima batalha entre Fabrício Werdum e Cain Velásquez, publico, abaixo, um poema, “A luta antes da luta”, de Alberto Pucheu. A luta antes da luta Alberto Pucheu Você sabe, de nada adianta rezar no canto do ringue. Aquele que nele sobe, sobe sozinho. As bravatas lançadas na hora da pesagem e o peso da multidão colado em sua carne, você sabe, lá em cima, só aumentarão seu abandono. Você sabe também o preço que terá de pagar se deixar que qualquer vagabundo desfigure sua fisionomia. Mas é isso que você quer? Não é isso que você quer. Aconteça o que acontecer, não jogarei a toalha, não é para isso que chegamos até aqui... Você ainda é muito novo para perder, e sua família, muito necessitada. Você sabe, você tem de deixar seu passado para trás, eu sei que você não quer voltar para as ruas, para o crime, para a cadeia... Portanto, quando subir lá em cima, eu lhe digo, não deixe que o adversário veja medo em sua face: se, ainda antes do primeiro soar do gongo, ele vislumbrar uma mínima expressão de temor em seu rosto, conhecerá o caminho mais rápido para encontrá-lo durante o combate. Mas você não terá nenhum instante de fraqueza nesse combate, você está preparado, eu sei que você está preparado, e você também sabe disso. Ninguém quer acordar amanhã num quarto de hospital... você quer acordar num quarto de hospital balbuciando palavras desconexas? Ein? Você quer acordar num quarto de hospital, com sua mulher chorando preocupada ao lado da cama? Não, você não quer isso pra você nem pra sua família, nem eu quero isso para o meu garoto de ouro. Por isso, treinamos duro, por isso, treinamos tanto. Então, vá lá em cima, já estão anunciando seu nome, suba para o quadrado, suba, já começaram a tocar a música, vá para o ringue e, no meio do entrevero, por entre as saraivadas de golpes, faça seu adversário sentir o peso do esquecimento carregando-o para longe do estádio, carregando-o para longe de todo e qualquer lugar. (http://revistapolichinelo.blogspot.com.br/2011/02/nobre-arte-alberto-pucheu-minhas.html)  

Apolonio de Carvalho, o brasileiro que lutou na Guerra Civil Espanhola e na Resistência Francesa¹

O militante participou da Intentona Comunista, brigou na Espanha contra os fascistas de Franco e lutou na França contra os nazistas de Hitler

Jayme Rincón vai focar na conclusão de obras e deve disputar Prefeitura de Goiânia em 2020

O presidente da Agetop garante que, ao término do governo, Marconi Perillo terá feito o maior programa de construção e recuperação rodoviária da história de Goiás

Polícia prende pai e madrasta que mataram criança de 4 anos

Felipe Ramos afirma que sua mulher, Joelma Souza da Silva, é responsável pelo assassinato. Mas ele nada fez para impedi-la. Filho afirma que Joelma é um monstro

Vanderlan Cardoso pode bancar sua mulher para prefeita de Senador Canedo

No momento, o nome do empresário no município é Zélio Cândido. Mas, se Vanderlan aceitar a vice do delegado Waldir Soares, o quadro tende a mudar Vanderlan Cardoso e sua mulher Izaura Cardosomaxresdefault Se aceitar a vice do deputado federal Waldir Delegado Soares (do PSDB, mas próximo de sair), na disputa pela Prefeitura de Goiânia, o empresário Vanderlan Cardoso pode bancar sua mulher, Izaura Cardoso, para prefeita de Senador Canedo. A tese é: com Izaura Cardoso no páreo, disputando contra o ex-prefeito Divino Lemes e o prefeito Misael Oliveira, Vanderlan poderá dizer, nos palanques e nas ruas, que é praticamente ele que está disputando. Izaura é Vanderlan, em suma. Aí, aparentemente sem resistência, o empresário Zélio Cândido, pré-candidato do PSB, sairia do páreo. Zélio Cândido poderia ser o vice de Izaura Cardoso, com o compromisso de que Vanderlan Cardoso o apoiaria para prefeito em 2020.

Chico Buarque tem razão se processar João Pedrosa. Mas o pedido de desculpas deste é convincente

"Espero que acredite que o meu arrependimento é sincero", afirma o jornalista e antiquário Chico Buarque e Dilma Rousseff 2567a1 Decência não é, ao contrário do que muitos pensam, apenas retidão em questões financeiras envolvendo o patrimônio público e privado. Decência também é civilidade, educação, respeito (não é sinônimo de endosso) às opiniões dos adversários políticos, ideológicos e artísticos. Quando alguém chama Chico Buarque de “ladrão”, sem apresentar provas para substanciar a “denúncia”, significa que, além de não se preocupar com o sentido real das palavras, não tem apreço por responsabilidade e honra alheia. Pode-se não gostar da música e da literatura do criador de “Construção” e “O Irmão Alemão” — e até do indivíduo, que pode ser “chato”, “insosso” e “tímido” —, mas não há nenhuma evidência de que tenha roubado algum objeto ou dinheiro dos setores público e privado. Até onde se sabe, trata-se de um homem honesto. Chico Buarque e Lula da Silva db962a2f28dd731e3d373752ea458e60 Mesmo sabendo que Chico Buarque não é larápio — aos 71 anos, trabalha mais do que muitos garotos de 22 anos — e tem uma história positiva, o jornalista e antiquário João Pedrosa escreveu numa rede social: “Família de canalhas!!! Que orgulho de ser ladrão”. Arrependido, depois da agressão — mais brutal, quem sabe, do que um soco —, recuou e, por meio de uma carta pública (leia abaixo), pediu desculpas. “Eu realmente me arrependi. Foi um momento de ódio”, afirma. Chico Buarque sublinhou que vai processá-lo. O processo é lícito, mas a carta sugere um arrependimento verdadeiro, quer dizer, uma retratação pública. João Pedrosa (foto abaixo) pontua que a agressão tem a ver com o fato de que rejeita que “alguém ainda apoie o PT”. Como o jornalista, não tenho qualquer entusiasmo pelo PT, que, antes da roubalheira — transformada em instituição —, já era um partido retardatário, que nunca compreendeu bem a dinâmica do capitalismo e sempre professou um socialismo confuso e abstrato. No fundo, é um partido social democrático um pouco mais radicalizado do que o PSDB — ao menos em termos de retórica. Porém, se alguém quer apoiar o PT, apesar de seu “furtarismo” — a nova modalidade de socialismo —, que apoie. Que mal há nisto? Por que desejar que todos sejam iguais a nós? João Pedrosa é jornalista e antiquário "Carta a Chico Buarque e família, Estou escrevendo essa carta para me desculpar, se isso for possível. Eu errei e me excedi ao insultar a sua família. Infelizmente a política brasileira nos colocou em campos opostos, assim como acontece com toda a nação. Quero crer que nós queremos a mesma coisa para os brasileiros por vias opostas, uma vida digna e próspera. A sua via é o socialismo, e a minha, o capitalismo. Desde a eleição da presidente, o Brasil entrou numa espiral negativa de ódio de classes, racial e política, que mergulhou o Brasil num caminho de decadência econômica, moral e social inegáveis, que eu acredito tragicamente irreversíveis, foi isso que motivou o meu ódio, e o meu comentário errado e infeliz. O meu insulto foi motivado por sua associação ao PT e ao MST, são eles que eu considero ameaça à nossa dignidade e nossa democracia. Fui motivado pelas mulheres que estão dando à luz nas calçadas, aos velhos sem atendimento nos chãos dos hospitais, e principalmente, aos milhões de pais de famílias impedidos de darem pão e dignidade às suas famílias e vidas, enquanto os políticos patrocinam copas e olimpíadas, e o enriquecimento, e poder pessoal deles. Espero que acredite que o meu arrependimento é sincero, e eu afirmo que é, mas também são extremos a minha revolta e indignação com o nosso momento atual, foi isso que motivou o meu erro. Sem mais, sinceramente, João Pedrosa"

Votorantim Metais vai parar produção em Niquelândia e demitirá 900 trabalhadores

A produção será suspensa em fevereiro e apenas 15% da força de trabalho será mantida pelo grupo. A paralisação é por tempo indeterminado

Indignado com esquemas milionários do PP, Datena diz que não vai disputar a Prefeitura de São Paulo

Principal problema é que Paulo Maluf quer disputar prévias. O jornalista da Band garante que prefere disputar com Marcola, líder do PCC

Livros didáticos do MEC para 2016 trazem ideologia de gênero. Legislativo não é respeitado

Crianças tomarão conhecimento de bigamia, poligamia, bissexualismo e transsexualismo. Aprenderão a observar seus corpos e os corpos dos outros em sala de aula

Governo dos Estados Unidos vai apresentar o país a Agenor Mariano durante 20 dias

O vice-prefeito de Goiânia foi selecionado pela Embaixada americana como um dos líderes políticos promissores do Brasil

Perseguido por Vanderlan Cardoso, Joaquim Liminha diz que Misael Oliveira será reeleito em Senador Canedo

Vanderlan Cardoso subestima Joaquim Liminha, que é hábil articulador político

Quem ouve Vanderlan Cardoso pensa que vai disputar eleição em Senador Canedo

Embora não esteja bem em Goiânia, Vanderlan Cardoso só fala na eleição de senador Canedo