Por Euler de França Belém

Encontramos 16063 resultados
Especialistas dizem que Iris e Waldir pregam pra convertidos. Vecci e Bittencourt são firmes e precisos

Um repórter pediu para um psicólogo, um fonoaudiólogo e um marqueteiro examinaram a fala e até a postura corporal de alguns pré-candidatos a prefeito de Goiânia. Iris Rezende (PMDB), na visão deles, é o que fala mais lentamente, como estivesse pregando para convertidos. Vanderlan Cardoso (PSB) tenta adotar um ar professoral, mas sua fala sugere falta de convicção e ânimo. Giuseppe Vecci (PSDB), apesar do ar professoral, é visto como dotado de fala segura e firmeza na exposição de ideias. Waldir Soares (PSDB), que parece “esconder” a fala, estaria pregando para seus eleitores de 2014 — quando, na verdade, precisa ter um discurso, como candidato a prefeito, para todos os eleitores, inclusive para os que não avaliam a segurança pública como o centro de suas preocupações. Luiz Bittencourt (PTB) é visto como o que tem o raciocínio mais rápido e conecta a fala à postura corporal. Adriana Accorsi (PT) fala com clareza, tem uma simpatia natural, mas a postura física sugere certa insegurança. Há uma certa indecisão.

PSDB vai bancar ex-vereador Wilson Santos para prefeito de Jussara

O PSDB vai bancar o ex-presidente da Câmara Municipal Wilson Santos para prefeito de Jussara. O pessedista Virmondes Cruvinel, seu aliado, afirma que o ex-vice-prefeito é o favorito para a disputa. “Ele alia simpatia pessoal e capacidade de gestão”, garante o deputado estadual. O grupo do conselheiro do Tribunal de Contas dos Municípios Joaquim de Castro — que não milita mais na política, dado o impeditivo do cargo — hipoteca apoio integral a Wilson Santos. A prefeita Tatiana Ranna, do Pros, faz uma gestão mal avaliada, tanto que, nas pesquisas de intenção de voto, aparece atrás tanto do tucano quanto do vereador Ricardo Nascimento.

Marqueteiros dizem que Eduardo Machado parece um autômato nas pílulas do PHS

[caption id="attachment_57038" align="alignright" width="620"]Divulgação Divulgação[/caption] Marqueteiros afirmam que o presidente do PHS, Eduardo Machado, fala como um robô nas pílulas nacionais. Faltam espontaneidade e convicção na fala (“presa”) do líder goiano. A impressão que se tem é que está lendo um texto canhestro, copiado de alguma cartilha desbotada do PT. Ele sugere a participação popular, mas não explica como se daria.

Samuel Almeida articula para Giuseppe Vecci na questão das prévias de fevereiro

O ex-presidente da Assembleia Legislativa de Goiás Samuel Almeida reapareceu como articulador hábil das prévias do PSDB. É um dos articuladores do grupo do deputado federal Giuseppe Vecci, pré-candidato a prefeito de Goiânia. Pastor, ele é vice-presidente da Assembleia de Deus da Fama.

Sirlene Borba deve ter o apoio de Marconi e Magda Mofatto para disputar Prefeitura de Rubiataba

[caption id="attachment_57030" align="alignright" width="356"]Reprodução Reprodução[/caption] Se depender do governador Marconi Perillo, a funcionária da Caixa Econômica Federal Sirlene Borba será a candidata do PSDB a prefeita de Rubiataba. A deputada estadual Eliane Pinheiro também apoia seu projeto político. “Ela está me ajudando a formatar um projeto político. Estive recentemente com Marconi e ele me incentivou a participar ativamente da política.” A política poderia ser vice? “De jeito. Sou pré-candidata a prefeita. É o meu projeto.” Sirlene Borba afirma que vai trabalhar para conquistar o apoio do médico e ex-prefeito José Luiz. “Ele é popular e querido na cidade. A deputada federal Magda Mofatto também apoia o meu projeto”, frisa. O prefeito Jakes Rodrigues de Paula, do PMDB, faz uma administração amplamente contestada pela população. Ele é visto como a “grande decepção” política dos últimos anos. Seus adversários afirmam que tenta administrar a prefeitura como se fosse um chácara, e nem assim consegue deslanchar. Todos dizem que lhe falta capacidade administrativa, sobretudo formação mínima para gerir os negócios do poder público de um município.

João Pedrosa retoma ataques e agride verbalmente Dilma Rousseff e seu neto recém-nascido

“Maldita até a sétima geração!!!”, escreveu o jornalista e antiquário a respeito da presidente da República e de seu neto

Eleonora Paschoal deixa a TV Bandeirantes e vai estudar inglês e tecnologia nos Estados Unidos

É possível que a profissional faça reportagens como free lancer para a Rede e dará palestras no Brasil Eleonora Paschoal jornalista download Repórter do primeiro time do jornalismo televisual, Eleonora Paschoal deixou a Rede Bandeirantes na sexta-feira, 15. Antes, ela trabalhou, durante vários anos, na TV Globo. Eleonora Paschoal decidiu estudar inglês e tecnologia em Orlando, na Flórida, e deve fazer trabalhos esporádicos, sem vínculo empregatício, para a Bandeirantes. Segundo o Portal Imprensa, também dará palestras no Brasil, sempre que possível.

Veja como, segundo um computador, Ernesto Geisel foi escolhido para presidente da República

O computador vasculhou todos os arquivos do Exército e, de maneira inusitada, escolheu o irmão do general Orlando Geisel para presidente

Roberto Gazzi demitiu Reginaldo Leme em dezembro e foi demitido em janeiro pelo Estadão

O parceiro de Galvão Bueno na TV Globo permanece escrevendo uma coluna para a Agência Estado e o ex-editor se torna consultor, inclusive do Estadão

Show de Dominick Cruz, na vitória contra TJ Dillashaw, aproximou o MMA do sublime

Dillashaw é caçador de elefante mas tem dificuldade para encontrar e acertar um leopardo Dominick Cruz e Tj Dillashaw 13ufn-boston16-event-096 Quando TJ Dillashaw e Dominick Cruz entraram no octógono, no domingo, 17 — ou na madrugada de segunda-feira, 18, ao menos para nós, brasileiros —, pensei: o primeiro é mais forte do que o segundo. Dominick, de tão magrinho, parecia vulnerável, mas obrigou Dillashaw a carregar a cruz dos derrotados. À primeira vista, fiquei com a impressão de que, rápido como um corisco, Dominick Cruz apenas se defendia. Ledo engano. Ante um lutador com maior pegada, o Muhammad Ali do MMA adotou a tática de bater e escapar. Parecia que fugia? Não. Porque escapava e batia, quase sempre acertando o rosto do oponente, que, como dizem os narradores e comentaristas, saiu do octógono com o rosto bem “magoado” (dê uma olhada no olho esquerdo de Dillashaw na foto acima). Dominick Cruz e TJ Dillashaw 12 ufn-boston16-event-091 “Senti que ele não tinha força alguma nos seus golpes”, criticou Dillashaw. De fato, Dominick Cruz não é tão forte quanto o rival, mas sua técnica extraordinária compensa uma possível debilidade física. Mas a face de Dillashaw, ligeiramente inchada e vermelha, não foi esmurrada por uma pulga ou, diriam os fãs de Muhammad Ali, por uma abelha. Cá entre nós, e bem longe de Dillashaw, Dominick Cruz é, apesar de magérrimo, bem forte. Dominick Cruz e TJ Dillashaw 23ufn-boston16-event-106 O corner de Dillashaw deu orientações por vezes precisas, sugerindo onde chutar e colocar golpes mais duros, mas não lhe disse a verdade: Dominick Cruz venceu os três primeiros rounds com relativa facilidade. Dillashaw precisava saber disso, de maneira enfática, para que, percebendo a derrota iminente, mudasse a conduta no octógono. Ele até chutou duramente as pernas de Dominick Cruz, reagiu nos dois últimos rounds, com mais agressividade, mas era tarde. Havia perdido a luta. Só ganharia com um nocaute — e isto deveria ter sido dito pelos especialistas que o treinam com todas as letras, ainda que se corresse o risco de levá-lo ao desespero. Dillashaw é um grande “caçador”, mas precisa achar a presa e emparedá-la nas grades. Quando o oponente não consegue escapar, bate com extrema força e apuro. O nocaute é quase certo. Foi o que fez com Barão, que, depois da luta, voltou a ser Plebeu. Bateu duramente, de maneira insistente e o lutador brasileiro “arriou”, como se diz em Belém, terra do crítico de literatura e de música Rafael Teodoro; em Goiânia, cidade do lutador e quase técnico Ricardo Tavares, e em Iporá, a Ítaca do bardo Carlos Willian Leite, expert em MMA, boxe e tantas outras lutas. Durante os cinco rounds, talvez esperando cansar o adversário, Dillashaw caçou Dominck por todos os cantos do octógono. Quando achava, e conseguia apertá-lo, acabava levando jabs e não acertava golpes contundentes (brigou com o ar várias vezes). Não há a menor dúvida de que Dillashaw é mais forte, mas Dominick provou que por vezes a técnica apurada de um Davi supera a força de um Golias. Quem não assistiu aos cinco rounds da luta entre Dillashaw e Dominck Cruz, dois mestres de rara excelência do MMA, perdeu uma das grandes lutas do ano. Quase sublime, se a palavra não fosse reservada tão-somente para definir literatura (prosa e poesia), música e, aqui e ali, artes plásticas (não a abstrata, que não é pintura, e sim nódoa). Para que a Candice Marques de Lima, a Rayana, o Rafael Teodoro, o Frederico Oliveira, o Ricardo Tavares e o Nelsonmuaythai descansem entre uma luta e outra, até a próxima batalha entre Fabrício Werdum e Cain Velásquez, publico, abaixo, um poema, “A luta antes da luta”, de Alberto Pucheu. A luta antes da luta Alberto Pucheu Você sabe, de nada adianta rezar no canto do ringue. Aquele que nele sobe, sobe sozinho. As bravatas lançadas na hora da pesagem e o peso da multidão colado em sua carne, você sabe, lá em cima, só aumentarão seu abandono. Você sabe também o preço que terá de pagar se deixar que qualquer vagabundo desfigure sua fisionomia. Mas é isso que você quer? Não é isso que você quer. Aconteça o que acontecer, não jogarei a toalha, não é para isso que chegamos até aqui... Você ainda é muito novo para perder, e sua família, muito necessitada. Você sabe, você tem de deixar seu passado para trás, eu sei que você não quer voltar para as ruas, para o crime, para a cadeia... Portanto, quando subir lá em cima, eu lhe digo, não deixe que o adversário veja medo em sua face: se, ainda antes do primeiro soar do gongo, ele vislumbrar uma mínima expressão de temor em seu rosto, conhecerá o caminho mais rápido para encontrá-lo durante o combate. Mas você não terá nenhum instante de fraqueza nesse combate, você está preparado, eu sei que você está preparado, e você também sabe disso. Ninguém quer acordar amanhã num quarto de hospital... você quer acordar num quarto de hospital balbuciando palavras desconexas? Ein? Você quer acordar num quarto de hospital, com sua mulher chorando preocupada ao lado da cama? Não, você não quer isso pra você nem pra sua família, nem eu quero isso para o meu garoto de ouro. Por isso, treinamos duro, por isso, treinamos tanto. Então, vá lá em cima, já estão anunciando seu nome, suba para o quadrado, suba, já começaram a tocar a música, vá para o ringue e, no meio do entrevero, por entre as saraivadas de golpes, faça seu adversário sentir o peso do esquecimento carregando-o para longe do estádio, carregando-o para longe de todo e qualquer lugar. (http://revistapolichinelo.blogspot.com.br/2011/02/nobre-arte-alberto-pucheu-minhas.html)  

Apolonio de Carvalho, o brasileiro que lutou na Guerra Civil Espanhola e na Resistência Francesa¹

O militante participou da Intentona Comunista, brigou na Espanha contra os fascistas de Franco e lutou na França contra os nazistas de Hitler

Jayme Rincón vai focar na conclusão de obras e deve disputar Prefeitura de Goiânia em 2020

O presidente da Agetop garante que, ao término do governo, Marconi Perillo terá feito o maior programa de construção e recuperação rodoviária da história de Goiás

Polícia prende pai e madrasta que mataram criança de 4 anos

Felipe Ramos afirma que sua mulher, Joelma Souza da Silva, é responsável pelo assassinato. Mas ele nada fez para impedi-la. Filho afirma que Joelma é um monstro

Vanderlan Cardoso pode bancar sua mulher para prefeita de Senador Canedo

No momento, o nome do empresário no município é Zélio Cândido. Mas, se Vanderlan aceitar a vice do delegado Waldir Soares, o quadro tende a mudar Vanderlan Cardoso e sua mulher Izaura Cardosomaxresdefault Se aceitar a vice do deputado federal Waldir Delegado Soares (do PSDB, mas próximo de sair), na disputa pela Prefeitura de Goiânia, o empresário Vanderlan Cardoso pode bancar sua mulher, Izaura Cardoso, para prefeita de Senador Canedo. A tese é: com Izaura Cardoso no páreo, disputando contra o ex-prefeito Divino Lemes e o prefeito Misael Oliveira, Vanderlan poderá dizer, nos palanques e nas ruas, que é praticamente ele que está disputando. Izaura é Vanderlan, em suma. Aí, aparentemente sem resistência, o empresário Zélio Cândido, pré-candidato do PSB, sairia do páreo. Zélio Cândido poderia ser o vice de Izaura Cardoso, com o compromisso de que Vanderlan Cardoso o apoiaria para prefeito em 2020.

Chico Buarque tem razão se processar João Pedrosa. Mas o pedido de desculpas deste é convincente

"Espero que acredite que o meu arrependimento é sincero", afirma o jornalista e antiquário Chico Buarque e Dilma Rousseff 2567a1 Decência não é, ao contrário do que muitos pensam, apenas retidão em questões financeiras envolvendo o patrimônio público e privado. Decência também é civilidade, educação, respeito (não é sinônimo de endosso) às opiniões dos adversários políticos, ideológicos e artísticos. Quando alguém chama Chico Buarque de “ladrão”, sem apresentar provas para substanciar a “denúncia”, significa que, além de não se preocupar com o sentido real das palavras, não tem apreço por responsabilidade e honra alheia. Pode-se não gostar da música e da literatura do criador de “Construção” e “O Irmão Alemão” — e até do indivíduo, que pode ser “chato”, “insosso” e “tímido” —, mas não há nenhuma evidência de que tenha roubado algum objeto ou dinheiro dos setores público e privado. Até onde se sabe, trata-se de um homem honesto. Chico Buarque e Lula da Silva db962a2f28dd731e3d373752ea458e60 Mesmo sabendo que Chico Buarque não é larápio — aos 71 anos, trabalha mais do que muitos garotos de 22 anos — e tem uma história positiva, o jornalista e antiquário João Pedrosa escreveu numa rede social: “Família de canalhas!!! Que orgulho de ser ladrão”. Arrependido, depois da agressão — mais brutal, quem sabe, do que um soco —, recuou e, por meio de uma carta pública (leia abaixo), pediu desculpas. “Eu realmente me arrependi. Foi um momento de ódio”, afirma. Chico Buarque sublinhou que vai processá-lo. O processo é lícito, mas a carta sugere um arrependimento verdadeiro, quer dizer, uma retratação pública. João Pedrosa (foto abaixo) pontua que a agressão tem a ver com o fato de que rejeita que “alguém ainda apoie o PT”. Como o jornalista, não tenho qualquer entusiasmo pelo PT, que, antes da roubalheira — transformada em instituição —, já era um partido retardatário, que nunca compreendeu bem a dinâmica do capitalismo e sempre professou um socialismo confuso e abstrato. No fundo, é um partido social democrático um pouco mais radicalizado do que o PSDB — ao menos em termos de retórica. Porém, se alguém quer apoiar o PT, apesar de seu “furtarismo” — a nova modalidade de socialismo —, que apoie. Que mal há nisto? Por que desejar que todos sejam iguais a nós? João Pedrosa é jornalista e antiquário "Carta a Chico Buarque e família, Estou escrevendo essa carta para me desculpar, se isso for possível. Eu errei e me excedi ao insultar a sua família. Infelizmente a política brasileira nos colocou em campos opostos, assim como acontece com toda a nação. Quero crer que nós queremos a mesma coisa para os brasileiros por vias opostas, uma vida digna e próspera. A sua via é o socialismo, e a minha, o capitalismo. Desde a eleição da presidente, o Brasil entrou numa espiral negativa de ódio de classes, racial e política, que mergulhou o Brasil num caminho de decadência econômica, moral e social inegáveis, que eu acredito tragicamente irreversíveis, foi isso que motivou o meu ódio, e o meu comentário errado e infeliz. O meu insulto foi motivado por sua associação ao PT e ao MST, são eles que eu considero ameaça à nossa dignidade e nossa democracia. Fui motivado pelas mulheres que estão dando à luz nas calçadas, aos velhos sem atendimento nos chãos dos hospitais, e principalmente, aos milhões de pais de famílias impedidos de darem pão e dignidade às suas famílias e vidas, enquanto os políticos patrocinam copas e olimpíadas, e o enriquecimento, e poder pessoal deles. Espero que acredite que o meu arrependimento é sincero, e eu afirmo que é, mas também são extremos a minha revolta e indignação com o nosso momento atual, foi isso que motivou o meu erro. Sem mais, sinceramente, João Pedrosa"